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Politica Internacional

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Porque é que partidos que são favoráveis a designar as IRGC como uma organização terrorista não estão a entregar projectos de lei para codificar as IDF ou o exército americano como terroristas? 
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Eu acho que não pode ser isto, pelo menos para todos. O partido livre nunca seria racista, tem de haver alguma explicação mais profunda. 

Alguém sabe? 

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Operation Save Orbán: Trump deploys Vance to Hungary

U.S. President Donald Trump gives a final heave to try and keep under-pressure Prime Minister Viktor Orbán in power

 

lmao

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Citação de noikeee, há 17 horas:

Há diferença? O gajo laranja é a marioneta do outro

Um diz come m*rda, o outro sim senhor de garfo e faca ou de colher?

Não era do Putin? Ou consegue ser controlado por turnos? 

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Citação de Almeno, há 35 minutos:

Não era do Putin? Ou consegue ser controlado por turnos? 

Já viste o tamanho daquele rabo? Cabem ali 10 mãos 

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Citação de SAS_Robben, há 35 minutos:

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Afinal não morreu? 😭

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Citação de SAS_Robben, há 41 minutos:

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Estou a imaginar o zé iraniano, sentado no escritório, vpn ligada e a fazer scroll na app do Trump, a reencaminhar com print para o chefe com um "fy, se precisar de alguma informação não hesite em pedir".

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Publicado (editado)
Citação de SAS_Robben, há 2 horas:

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Caiu-lhe mal o cabrito.

Soltar uma F bomb e um praise be to Allah no dia de Páscoa é certamente uma escolha.

Editado por antifa
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Citação de SAS_Robben, há 4 horas:

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Surreal.

E pensar que a maior parte de nós votou para ser aliado deste país depois de terem sido responsáveis por inúmeras crianças serem amputadas sem sequer terem anestesia...

Quem podia prever que eles não respeitam vidas alheias? 

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Citação de Tio Hans, há 4 horas:

Domingo há eleições na Hungria 

Infelizmente ganha

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Citação de Tio Hans, há 29 minutos:

Era óptimo se eu conseguisse ler 

Ups, pensava que daria para todos lerem livremente uns artigos por dia, antes era assim.

Devem ter apertado no paywall.

Citação de pedritsh, há 29 minutos:

Infelizmente ganha

image.thumb.png.6478ab311c3d5fb9b158f8ffacfe1233.pngNão sei, não é para isso que as projeções apontam.

 

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Citação de Ego Sum, há 5 minutos:

Ups, pensava que daria para todos lerem livremente uns artigos por dia, antes era assim.

Devem ter apertado no paywall.

image.thumb.png.6478ab311c3d5fb9b158f8ffacfe1233.pngNão sei, não é para isso que as projeções apontam.

 

Eu nao quero ser de intrigas, mas acho que esse senhor fez um gerrymandering f*dido la na Hungria. Basicamente eles teem de vencer metade dos 106 distritos e vencem as eleicoes....nas ultimas eleicoes tiveram 49% dos votos, mas ficaram com mais de 2/3 da assembleia. Basicamente eles vencendo as terreolas todas vencem as eleicoes sem problema

 

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Publicado (editado)
Citação de Ego Sum, há 35 minutos:

Ups, pensava que daria para todos lerem livremente uns artigos por dia, antes era assim.

Devem ter apertado no paywall.

Podem ler no pressreader, é só ver se a vossa biblioteca municipal está na lista, aderem e têm muita coisa disponível. 

Editado por Rei_Patricio
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Citação de Burkina2008, há 59 minutos:

Eu nao quero ser de intrigas, mas acho que esse senhor fez um gerrymandering f*dido la na Hungria. Basicamente eles teem de vencer metade dos 106 distritos e vencem as eleicoes....nas ultimas eleicoes tiveram 49% dos votos, mas ficaram com mais de 2/3 da assembleia. Basicamente eles vencendo as terreolas todas vencem as eleicoes sem problema

 

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Pois, eu li num artigo qualquer este fim de semana que eles minaram o esquema todo no país nos últimos 10 anos.

É um bocado o equivalente ao LFV e as eleições do Benfica, que com os anos foi manipulando tudo de modo a que o esquema eleitoral lhe fosse favorável.

Os republicanos andam a tentar fazer o mesmo nos US, e o Orban é a fonte de inspiração dos MAGA.

  • Concordo! 2

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Citação

Eleições na Hungria: votos a 26 euros, uma observadora russa e boletins extra para quem os quiser

Eleições na Hungria: votos a 26 euros, uma observadora russa e boletins extra para quem os quiser

Logo pela manhã, o Expresso encontrou-se com um dos principais jornalistas de investigação do país, diretor do jornal mais vilipendiado pelos apoiantes de Viktor Orbán, por ser ao mesmo tempo conservador e crítico do primeiro-ministro húngaro. Dentro da mala, tinha boletins de voto que conseguiu adquirir, sem problema, na Roménia

Este não é um artigo com opiniões recolhidas na rua ou junto de apoiantes de um dos partidos que concorrem às legislativas húngaras do próximo domingo, 12 de abril. Propomos passar em revista a quantidade de investigações, documentários, e declarações chocantes que abalaram a Hungria nos últimos dias. Ou, pelo menos, a Hungria que lê meios de comunicação independentes.

O Expresso chega à sede do jornal “Magyar Hang” antes da hora de almoço. O diretor, Lukas Csaba, é um dos jornalistas mais respeitados do país. Abre a porta da nova redação, um apartamento normal, com cozinha e quartos transformados em escritórios perto do Danúbio. A última edição do jornal está pendurada na parede da redação com pequenas molas; por cima de cada mola, o número de cada página, com um carimbo de “versão final”. A primeira desta semana tem na capa o mais sério adversário de Viktor Orbán em anos, Péter Magyar. Até o nome lhe é vento de feição: “Pedro, o Húngaro”.

A edição na parede é a que está nas bancas, nas pouquíssimas bancas que permitem a leviandade de vender o mais perigoso dos jornais: conservador, cristão (desejos de Santa Páscoa e dois artigos de opinião sobre a época dividem o espaço da capa com a foto de Magyar) e, ao mesmo tempo, muito crítico do Governo de Orbán. Desde 2020 é impresso na Eslováquia, porque na Hungria nenhuma gráfica quer problemas.

“Não é só porque ninguém queira imprimir, talvez até pudéssemos conseguir, mas receio que aqui possam ir dizer ao Governo o que vem no jornal e até, quem sabe, dar uma desculpa técnica qualquer para, à última hora, não o imprimir se houver alguma coisa particularmente escandalosa”, explica Csaba.

Csaba tem uma grande história para contar. Já está online, mas a matéria-prima encontra-se no escritório: boletins de voto que o jornalista conseguiu de uma fonte na Roménia. “Quantos queres?”, foi a pergunta que lhe fizeram. Só quatro, disse Csaba, que pediu uma audiência à Comissão Eleitoral. Até agora, nada.

O esforço de Orbán pela naturalização de húngaros em países vizinhos (Roménia, Ucrânia, Eslováquia) está bem documentado e conhecido. Pelo menos 950 milhões de forints (cerca de 2,5 milhões de euros) foram entregues à Eurotrans Foundation, criada para ajudar neste desígnio de atribuição de passaportes húngaros à diáspora próxima.

Há dezenas de pequenos escritórios desta fundação perto da fronteira, afirma Csaba. “Ajudam as pessoas a preencher a papelada necessária para o voto postal, que depois recebem de volta e enviam para os dois consulados da região.”

No dia 9 de março, Csaba enviou um email para todos os endereços disponíveis em vários sites associados à fundação, a dizer que gostaria de acompanhar o caminho dos votos postais. Conforme esperado, ninguém respondeu.

Na passada quarta-feira, fez uma ligação já a partir da Roménia, e foi-lhe permitido visitar um dos escritórios, que na verdade é só uma secretária no teatro local. Depois de esperar pela pessoa “responsável” que deveria ter regressado em meia hora, e depois de alguma intimidação por carros descaracterizados e perguntas sobre as razões para estar ali a fazer perguntas e a filmar, uma mulher no teatro disse-lhe que não podia falar sobre o assunto, citando “instruções centrais”.

Boletins para todos, a entregar em igrejas e mercearias

Csaba encontrou a seguinte mensagem na página de Facebook de uma vila de maioria húngara, Urvind: “Queridos residentes de Urvind! Chegaram muitos boletins ao nosso escritório, todos os que quiserem votar podem vir buscar o impresso ao centro cultural entre as 17h e as 20h, e podem preenchê-lo no local. Até sexta-feira será entregue às autoridades competentes. Mas claro, também pode levá-lo para casa e entregá-lo onde quiser. Quem ainda não tiver recebido em casa os seus impressos deve ficar atento. Estarão a ser enviados nos próximos dias. Encorajamos todos a exercerem o direito de voto”.

Que haja centros culturais a receber fotos já é suficientemente estranho, mas não tanto quanto a mudança de lei que permite que uma pessoa vote com o número de “requisição de nacionalidade húngara”, e não só com o passaporte. “Este número não expira, o que quer dizer que é possível votar com este número, mesmo que a pessoa que um dia o deteve esteja agora morta, por exemplo. É um número que as pessoas recebem quando pedem cidadania, normalmente está emoldurado nas suas casas. O sistema húngaro de atualização de dados eleitorais dos mortos não está ligado ao romeno, pelo que quem souber o número de identificação dos seus parentes mortos pode votar por eles”, explica Csaba.

Esta é uma das formas de fraude, mas há outras. Csaba abre os boletins que recebeu da sua fonte e espalha o conteúdo em cima da mesa: o boletim em si, com circunferências debaixo do nome de cada partido, onde é preciso colocar uma cruz para que o voto seja válido, e tal ficha de identificação do votante, onde uma das possibilidades é escrever o tal número de requisição de cidadania.

A lei também mudou para permitir que, desde que haja uma cruz dentro de uma circunferência, o voto seja válido, ainda que, por exemplo, o eleitor faça desenhos ofensivos no papel ou escreva mensagens políticas. “Muita gente escrevia coisas como ‘Deus abençoe Orbán’ ou ‘Salvador da Pátria’ e o Fidesz [partido do primeiro-ministro] achou que se esses votos fossem cancelados, isso podia ser um problema”, explica o jornalista.

Os envelopes têm um selo de inviolabilidade de lado, cor de rosa, impossível de rasgar sem que se perceba, mas a parte de cima do envelope apenas tem cola banal, que se consegue abrir com técnicas de aquecimento progressivo. “É possível ver à luz onde é que a pessoa colocou a cruz”, exemplifica Csaba à janela. E é mesmo. “Qualquer pessoa pode ver onde está o voto e, se não for do agrado da autoridade local especifica, pode substituí-lo por um voto favorável ao Fidesz”.

Os envelopes podem ser entregues “em quase em todo o lado: igrejas, mercados, mercearias, centros culturais”, e ninguém sabe quem são as pessoas que por trás destes negócios. “É muito difícil ir atrás de alguém que vive noutro país e, ainda por cima, não é oficialmente funcionário do Estado húngaro, mas um mero voluntário”.

A facilidade com que conseguiu estes boletins demonstra que existem “boletins de reserva” para entregar a “quem pedir”. Esses votos podem ser marcados com uma cruz no “sítio certo” e substituídos pelos votos da oposição.

Observadora é ex-intérprete de Putin

A Organização para a Cooperação e Segurança na Europa (OSCE), responsável pelo maior esforço de observação de eleições em 57 países membros, designou Daria Boyarskaya, ex-intérprete do Presidente russo Vladimir Putin, como chefe da missão de observação nestas eleições. O Comité Helsínquia da Hungria, ONG focada na defesa de minorias e falhas no Estado de Direito, pediu a sua remoção da equipa, “de modo a garantir um ambiente de confiança e confidencialidade”, escreveu a organização na sua página.

Segundo o site da OSCE, Boyarskaya,“presta assistência na preparação e realização de visitas oficiais de representantes da OSCE, além de apoiar missões de observação eleitoral”.

A OSCE não respondeu ao Expresso a tempo da publicação desta reportagem, mas um porta-voz da organização, Nat Parry, afirmou à agência Reuters, por email, que as preocupações sobre a participação de Boyarskaya na missão são “infundadas” e que o organismo não tem planos para a retirar.

“Boyarskaya é uma funcionária internacional profissional, vinculada às Regras de Pessoal e ao Código de Conduta da OSCE, que incluem requisitos de confidencialidade e salvaguardas contra influências indevidas de governos externos e não há razões para acreditar que qualquer dessas regras tenha sido violada”, declarou Parry.

O preço do voto

Há menos de uma semana, um documentário intitulado A szavazat ára (O Preço de um Voto), provocou uma onda de choque na Hungria. Já foi visto por mais de dois milhões de pessoas e mostra como pelo menos 500 mil eleitores foram visados em 53 círculos eleitorais.

Os jornalistas visitaram 14 dos 19 condados da Hungria e falaram com dezenas de pessoas. Confirmaram que o Fidesz recorre à intimidação e à compra de votos para garantir apoio eleitoral. A maioria destes círculos situa-se a leste e nordeste do país. A reportagem escolheu concelhos com elevados números de votação no partido de Orbán nas últimas eleições, em 2022: entre 80% e 100% da totalidade dos sufrágios.

Nas entrevistas incluídas no documentário ouvem-se as histórias de participantes em esquemas de compra de votos, eleitores da oposição que vivem em condições de pobreza extrema, bem como presidentes de Câmara e agentes da polícia que documentam “as ameaças e a vulnerabilidade que se tornaram uma realidade quotidiana para aqueles que vivem nas pequenas comunidades rurais da Hungria”.

Ádám Tompos, colaborador do “Magyar Hang” e jornalista de investigação que acompanha a vida das comunidades rurais há mais de 20 anos, afirma no documentário que “o ponto não é se o procedimento chega realmente a acontecer, mas a intimidação, cujo objetivo é fazer com que as pessoas se acobardem e mantenham a cabeça baixa”.

Vários entrevistados, mantendo o anonimato, afirmaram que o sistema continua em funcionamento, que o preço corrente por um voto é de dez mil (26 euros). Além de cabazes alimentares, agora também são fornecidas doses de droga a pessoas com dependência, garantem.

 

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O adversário do Orbán acha que os imigrantes filipinos estão a roubar e comer animais do zoo de Budapeste, já agora.

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