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pedropb13

[Benfica] Futebol 25/26

Deve José Mourinho continuar no Benfica?  

94 votos

  1. 1. Deve José Mourinho continuar no Benfica?

    • Sim
      34
    • Não
      57
    • NS/NR
      3
  2. 2. Qual deve ser a nacionalidade do próximo treinador?

    • Português
      40
    • Estrangeiro
      21
    • NS/NR
      33
  3. 3. Próximo treinador do Benfica

    • José Mourinho
      16
    • Marco Silva
      2
    • Rúben Amorim
      34
    • Abel Ferreira
      1
    • Hugo Oliveira
      1
    • César Peixoto
      4
    • Ian Cathro
      2
    • Carlos Vicens
      3
    • Vasco Botelho da Costa
      3
    • Renato Paiva
      2
    • Marcelo Gallardo
      0
    • Gennaro Gattuso
      3
    • Enzo Maresca
      1
    • Xavi
      1
    • Xabi Alonso
      4
    • Iñigo Perez
      1
    • Claudio Giraldez
      1
    • Cesc Fabregas
      4
    • Outro Treinador Português
      0
    • Outro Treinador Estrangeiro
      11


Publicações recomendadas

Citação de Petar Musa, há 1 hora:

E tiveram sorte que o Rui Costa está a trabalhar num sábado 

Deixou o maço em cima da mesa.

Sim chocante eu sei, ainda existirem mesas no Seixal

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Citação de Don Vito Corleone, há 1 hora:

O quenda, nuno mendes, rodrigo mora foram aposta todos com 17/18 anos. Nos temos josé neto, anisio cabral, gonçalo oliveira, gonçalo moreira, rafael quintas e nem uma oportunidade lhes é dada....

O plantel nao pode ser construido por miudos, mas tem que haver aposta todos os anos, o projeto terá que ser sempre esse, é a unica maneira de conseguirmos ter jogadores de classe mundial, é sermos nós a forma-los. 20-30M já so da para um Rios, Ivanovic, etc. Se fizermos uma retrospectiva os melhores jogadores dos ultimos anos que vimos na Luz foram maioritariamente formados cá: Oblak, Ederson, Renato, Ruben Dias, Nelson S., Felix, Joao Neves, etc...

"20-30M já só dá para um Rios, Ivanovic".

Quando os rivais com 20-30M foram buscar Kiwior, Gyokeres, Froholdt, Hjulmand...

É preciso é saber gastar esses 20-30M, quando se gasta um valor desses tem de se ter 99% de certezas do que se está a fazer. O Porto também já passou por isso com os Nakajimas e os Imbulas da vida.

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Comunicado do Benfica acaba assim:

terminando com a garantia de reforço do compromisso de união que, mais do que nunca, deve imperar nesta fase, perante os desafios que se colocam ao SL Benfica até final da época

E eis que o Record pouco tempo depois escreve isto:

«União e juntos até ao fim»: ultras exibem tarja aos jogadores

Durante a conversa com os elementos do Benfica, já no interior do Campus, foi exibida uma tarja pelos ultras, apurou Record. "União e juntos até ao fim", surgia na mensagem do grupo de cerca de 200 pessoas.

Caso encerrado.

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Parece me que foi um grupo que foi ao Seixal de forma claramente organica e sem qualquer tipo de envolvimento de pessoas ligadas a direção do clube.

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Citação de Jardel_, há 59 minutos:

"20-30M já só dá para um Rios, Ivanovic".

Quando os rivais com 20-30M foram buscar Kiwior, Gyokeres, Froholdt, Hjulmand...

É preciso é saber gastar esses 20-30M, quando se gasta um valor desses tem de se ter 99% de certezas do que se está a fazer. O Porto também já passou por isso com os Nakajimas e os Imbulas da vida.

desculpa, Froholdt!?

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Citação de Ibrahimovic_9, há 3 horas:

Nos últimos 10 jogos que fez, não. Nos primeiros 20, a média é superior a isso. A questão aqui nem é só as faltas que faz, é como são feitas e em que contexto são. Mas tenho mais do que fazer em explicar-te.

Ainda se eu te tivesse pedido qualquer explicação, a recusa ainda faria sentido

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Não percebi o motivo para a indignação. O momento próprio para o fazer foi em Outubro; agora contentem-se com o que se arranjou.

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Citação de Petar Musa, há 22 horas:

E tiveram sorte que o Rui Costa está a trabalhar num sábado 

Na verdade segundo o record o cão de loiça nem os recebeu e mandou o Mario Branco falar com eles. 

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Absolutamente lamentável não ter existido nenhum momento de menção tanto ao Miki como ao Eusébio. Pequenos pormenores mas que engrandecem tanto um clube que se apregoa tanto Glorioso.

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Citação de Chazzy Chazz, há 8 horas:

Absolutamente lamentável não ter existido nenhum momento de menção tanto ao Miki como ao Eusébio. Pequenos pormenores mas que engrandecem tanto um clube que se apregoa tanto Glorioso.

Nem no minuto de aplauso ao Fehér os broncos do estádio acertaram. Estamos entregues aos bichos 

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Citação de Petar Musa, há 1 hora:

Nem no minuto de aplauso ao Fehér os broncos do estádio acertaram. Estamos entregues aos bichos 

Ainda assim fizeram mais do que o clube, que nada fez - que creio que era o ponto do @Chazzy Chazz

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Citação de Duda34, há 4 minutos:

Ainda assim fizeram mais do que o clube, que nada fez - que creio que era o ponto do @Chazzy Chazz

Eu não estava a discordar do Chazzy

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O Mourinho atirou o Lage para debaixo do autocarro na antevisão de hoje...

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Citação de PRFA47, há 14 horas:

O Mourinho atirou o Lage para debaixo do autocarro na antevisão de hoje...

O que é que disse?

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Citação de JRasecRC, há 6 minutos:

O que é que disse?

Disse que o Benfica está com a situação complicada na Champions porque perdeu com o Qarabag, apesar das outras quatro derrotas em jogos que foi ele a orientar a equipa...

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Citação de PRFA47, há 15 minutos:

Disse que o Benfica está com a situação complicada na Champions porque perdeu com o Qarabag, apesar das outras quatro derrotas em jogos que foi ele a orientar a equipa...

Convém dizer o que ele realmente disse. Ele falou do primeiro jogo em casa, que foi efetivamente contra o Qarabag. Mas logo depois falou de todos os jogos que perdemos. Aliás, disse que o que marca a fase de qualificação foi mesmo a derrota injusta contra o Leverkusen.

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Citação de Duda34, há 2 minutos:

Convém dizer o que ele realmente disse. Ele falou do primeiro jogo em casa, que foi efetivamente contra o Qarabag. Mas logo depois falou de todos os jogos que perdemos. Aliás, disse que o que marca a fase de qualificação foi mesmo a derrota injusta contra o Leverkusen.

Mea culpa então 

 

Li a transcrição num um site e lá colocaram o Mourinho a dizer que se o Benfica tem ganho ao Qarabag, estava praticamente qualificado...

 

 

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Citação

O downfall lento de um clube que vivia para ganhar

No Benfica a exigência tornou-se suspeita. Inconveniente. Quase um incómodo político. Isso talvez seja o mais trágico de tudo. O SLB não perdeu apenas títulos; perdeu também a sua cultura de vitória.

Nasci em 1994, em pleno ‘Vietname’ Benfiquista. Isso não é apenas um dado biográfico, é uma condição.

Nunca vi o Benfica grandioso. Nunca vivi um Benfica que entrava em campo e cuja única certeza era ganhar, tornando-se, ao longo da história, o mínimo aceitável. É que antes, no Benfica, não se negociava a vitória e não se relativizavam derrotas.

No entanto, o Benfica que me foi dado a conhecer já estava de rastos. Financeiramente fragilizado, desportivamente diminuído, culturalmente órfão. Um clube gigantesco a comportar-se como quem tenta sobreviver, não como quem nasceu para dominar. E, desde então, apesar de ciclos melhores, nunca mais voltou verdadeiramente a ser esse Benfica.

Foi fora do campo, curiosamente, onde fui percebendo a dimensão do que perdi.

Ao longo dos anos tive a oportunidade de conviver com lendas e ex-jogadores do Benfica e ouvi, na primeira pessoa, os relatos dos tempos de glória – sem esquecer a exigência quase brutal dos adeptos. Um Benfica cujas vitórias não eram garantia de aplauso, principalmente se a equipa não tivesse honrado o peso da camisola. Um clube vitorioso, mas igualmente vaiado quando o nível exibicional ou a atitude não correspondiam à sua grandeza.

É por isso que a realidade de hoje me é tão difícil de compreender. Como é possível um clube, moldado nesta cultura de exigência absoluta, resvalar para o conforto, para a complacência e para este aburguesamento coletivo – sobretudo entre muitos dos que viveram esse Benfica grandioso?

Neste momento o clube vive anestesiado e confortável na narrativa da inevitabilidade, cultivando uma ideia nos seus adeptos onde se transmite que competir é suficiente, que perder faz parte do processo e onde exigir algo além do contexto atual é ser injusto. A exigência passou a ser confundida com ingratidão e a ambição com impaciência. Houve, ainda assim, um parêntesis que importa recordar.

A chegada de Jorge Jesus mudou o paradigma. Pela primeira vez, desde que tenho memória, vi um Benfica a jogar à Benfica. Uma equipa dominadora, intensa e arrogante, mas num bom sentido. Um Benfica que entrava para esmagar, não para gerir: um Benfica que devolveu aos adeptos a sensação de superioridade moral e futebolística.

E atenção ao contexto, pois Jesus apanhou um FC Porto no auge da sua hegemonia, herdeiro direto de Mourinho e com uma máquina montada para ganhar. Ainda assim, o Benfica voltou a impor-se. Voltou a exigir. Voltou a acreditar que ganhar campeonatos não era exceção — era obrigação.

Mas falhar a conquista do ‘penta’ não foi apenas um desaire desportivo, foi o gatilho para o regresso ao velho estado mental. É claro que, desde esse momento, o clube recuou culturalmente. Voltou o discurso do equilíbrio, da compreensão, do “não se pode ganhar sempre”. Voltou a normalização do insucesso relativo. Voltou o Benfica pequeno dentro de um corpo gigante.

Hoje, na véspera de um encontro frente o Real Madrid — outro histórico, um clube que vive da exigência e da pressão dos seus adeptos – é fácil constatar o contraste entre ambas as equipas.

No Real Madrid o adepto não vai ao estádio para apoiar, vai para fiscalizar. Fiscaliza o nível de empenho, a intensidade e a seriedade com que se honra a camisola. Ganhar não é motivo de celebração especial, é o cumprimento de uma obrigação mínima. A derrota, essa, abre imediatamente uma crise: tudo é questionado e tudo posto em causa, mesmo após longas séries de vitórias. E é precisamente essa brutalidade cultural que mantém o clube no topo há décadas.

No Benfica a exigência tornou-se suspeita. Inconveniente. Quase um incómodo político. E isso talvez seja o mais trágico de tudo.

O Benfica não perdeu apenas títulos; perdeu também a sua cultura de vitória. Perdeu a intolerância à mediocridade. Perdeu o medo de falhar que o colocou tantas vezes mais perto de vencer. E, aos poucos, tornou-se um clube que reage, em vez de impor. Que justifica, em vez de exigir. Que aceita, em vez de dominar.

Eu nunca vi o Benfica grandioso. Mas sei que ele existiu.

E, enquanto continuar a existir esta distância entre o que o Benfica foi e o que aceita ser, o seu downfall continuará — lento, silencioso e perigosamente confortável.

 

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