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Lip McBoatface

Viagens (Actualizado a 02/09/2021)

Publicações recomendadas

No gerês existem lagoas de água quente? Ou tudo se resume a lobios (espanha)?

 

acho que só há do lado de Espanha.

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Pessoal, pergunta rápida e urgente. Os gajos da Ryanair não me sabem explicar bem, eu de lá para cá vou trazer uma mala de porão, ou seja, vou pagar mais. Aqui o que eu não percebo é quanto. Eles dizem que primeira/segunda mala é 20£ até 15kg. No entanto, dizem que a primeira mala, até 20kg, custa 30£. Se eu levar uma mala de porão e uma de cabine não devia ficar "só" a 20£?

 

EDIT: Acho que a Romena no chat deles lá me conseguiu explicar.Pelo menos espero eu. Deve ficar 20€/£ (se o país de origem do voo for Reino Unido) pela mal extra de porão que eu levar. Isto se pesar até 15kg, claro.

Editado por nopla

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Nopla, nao te esquecas que caso facas escala tambem tens de pagar mala no porao para o segundo voo.

 

[nao tenho acentos]

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Dublin está aprovadíssima. À noite ou amanhã deixo aqui um post mais detalhado.

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Nunca se sabe. Ele tem sangue latino.

Editado por Tio Hans

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Nopla, nao te esquecas que caso facas escala tambem tens de pagar mala no porao para o segundo voo.

 

[nao tenho acentos]

Obrigado pelo lembrete! Por acaso lembrei-me de fazer isso a tempo. Fica a 25€ a cada um. Ou seja, 25€ cada viagem, mas como vou com a minha namorada ela paga metade :mrgreen:

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Em Bruxelas as bolachas/chocolates são bem caros, mas na maior parte dos casos quando se entra nas lojas um funcionário vem ter connosco para nos oferecer uma bolacha. Comi 6 ou 7 bolachas assim. :lol: E porra, são as melhores bolachas/biscoitos/chocolates que alguma vez comi.

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Eu sítios assim top não conheço bem. No Porto o melhor é ficar no Yeatman, visitar a cidade e depois fazer um passeio no Douro e ficar uma ou duas noites numa daquelas quintas todas pintas na Régua. Depois, só ficando 10 dias, talvez seja melhor ir para o Sul... Lisboa, costa Alentejana, Algarve.

Mas é como digo, eu não sei bem o que fazem gajos de pasta, daí que é melhor deixar as sugestões para outra pessoa :lol:

 

 

é isso mesmo, no Porto é o Yeatman sem duvida nenhuma só a experiência proporcionada no Hotel já o vai fazer ficar tusa

Já marcou :lol: Ficou no Trindade e vai ficar 12 dias

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Parto amanhã para Bruxelas. Acho que estou mais curioso relativamente a Bruges e à Antuérpia que a Bruxelas.

 

Obrigado a quem deu dicas. :compinchas:

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Guest trz

Boa viagem, aproveita bem :compinchas:

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Dublin

 

Essencial:

 

- Temple Bar: o Bairro Alto lá do sítio. Normalmente composto em qualquer dia da semana, ao fim-de-semana torna-se caótico mas o ambiente compensa claramente a confusão.

- Phoenix Park: um dos maiores parques de cidade da Europa, perde-se há vontade um dia inteiro a dar a volta àquilo (coisa que não acho muito a pena fazer, apesar da beleza e tranquilidade do espaço) Tem mais de 700 hectares e dentro dele encontra-se o Zoo de Dublin (13 € para estudantes) e o Memorial de Wellington. Não vos aconselho muito a visita nocturna. Não parecendo ser um local perigoso, a pouca iluminação torna o passeio um bocado frustante.

- St. Stephen's Green/Merrion Square: dois jardins cuidados e muito interessantes para relaxar um bocado. Em Merrion Square situa-se o memorial a Oscar Wilde.

- Área Medieval/Viking: a zona que concentra os edifícios mais históricos da cidade, como o Castelo de Dublin (2 € para estudantes), as antigas muralhas da cidade ou a City Hall.

 

Outras atracções:

 

- Trinity College: o campus da universidade e a Old Library (9 € para estudantes) merecem uma visita ao espaço.

- Zona Financeira: situada na parte mais oriental da cidade, é palco do centro de convenções de Dublin, da Samuel Beckett Bridge e dos edifícios mais modernos, criando um bom contraste com a parte mais antiga da cidade.

- Grafton Street/ O'Connell Street: são pontos de passagem obrigatórios para compras/refeições rápidas. Aqui sente-se a pulsação da cidade.

 

Museus:

 

- Guiness Storehouse: custa 14,50 € para estudantes. Pode perder-se uma tarde no museu. Pelo preço, têm direito a uma prova de degustação (algo apressada), uma pint de oferta (que vocês próprios tiram na Guiness Academy) e à melhor vista sobre a cidade.

- Kilmainham Gaol: custa 3 € para estudantes. Fiquei tristíssimo por não ter conseguido entrar, os bilhetes já estavam esgotados à hora a que fui. Aconselho-vos a irem cedo.

- Museu Nacional da Irlanda: dele fazem parte 3 museus (Arqueologia, História e Artes Decorativas e História Natural), todos com entrada livre.

- Museu de Arte Moderna: entrada livre. Não achei o museu em si nada de especial, mas o espaço é engraçado e tem um jardim porreiro ao lado do edifício.

- Museu do Escritor: custa 7 €.

- Little Museum of Dublin: custa 4,50 € para estudantes.

 

O melhor:

 

- A organização da cidade. Não achei que Dublin fosse mais bonita do que Lisboa, mas a sua qualidade naquilo que diz respeito ao arranjo das ruas, à sinalização/indicações para automóveis e peões, à rede e frequência de transportes públicos, ao cuidado minímo em termos de ordenamento e à segurança, fazem com que a experiência de visita se torne tendencialmente mais agradável do que em Lisboa.

- É uma cidade amiga dos peões e das bicicletas. Se gostam de andar, a cidade faz-se relativamente bem a pé, com as principais atracções a situarem-se, no máximo, a uma hora de distância. As principais ruas e avenidas têm passeios largos, sendo que algumas são exclusivamente pedonais. Boa parte das ruas possuem também ciclovias (ainda que quase sempre partilhadas com a faixa do BUS).

- As pessoas são extremamente simpáticas, educadas e prestáveis e não têm problema nenhum em meter conversa contigo num pub ou até na rua.

 

O pior:

 

- Os pedintes. Mais do que estava à espera, ainda que não chateiem muito ou sejam particularmente intimidantes.

- Comer bem na cidade é complicado. A qualidade geral dos restaurantes é mediana e fazem-se pagar bem.

 

Comer/Beber:

 

- Chinês na O'Connell Street Upper: por 8 € (preço para estudante e sem bebida incluída), temos acesso a um buffet de comida chinesa (com um ou outro prato europeu). Têm 2 horas para encher o bandulho. É bem capaz de ser o melhor local de Dublin na relação quantidade/preço.

- Toni's Diner: não é nada de especial, mas consegue-se fazer uma refeição de hambúrguer/kebab/baguette por menos de 6 €. Situa-se na Charlotte Way (parte sul da cidade).

- The Oval Bar: o Full Irish por 9,50 € é a minha recomendação. Situa-se na Abbey Street (pertíssimo do cruzamento com a O'Conell Street Lower).

- The Church: uma igreja transformada em bar/restaurante tem tudo para dar certo e dá mesmo. O espaço é enorme mas consegue ser acolhedor. Há música ao vivo ao fim da tarde, com uma boa carta de cervejas. Já não sei ao certo quanto paguei pela pint, mas andará pelos 5/5,50 €. Tem esplanada aquecida. Situa-se no cruzamento da Mary Street com a Jervis Street.

- Hogans: excelente ambiente! No piso térreo temos o bar, na cave situa-se a "discoteca". Também há esplanada aquecida e a pint de Guiness custa 4,95 € (5,20 € a partir das 23h30). Situa-se no cruzamento da Fade Street com a South George's Street.

- The Porterhouse Temple Bar: cerveja, cerveja e mais cerveja. Tem uma carta com uma variedade enorme de cervejas, com o espaço a ser decorado com garrafas e mais garrafas (descobri a de Sagres mas não a de Super Bock). O preço médio das cervejas anda entre os 4,50 e os 6,50 €. Situa-se no cruzamento da Essex Street com a Parliament Street (zona ocidental da Temple Bar).

- The Temple Bar: ir a Dublin e não entrar aqui é o mesmo que ir a Amesterdão e não entrar numa coffee shop. A atmosfera do espaço é qualquer coisa de muito bom. Fui lá no sábado e estava carregado de gente, com o pessoal em ambiente de grande festa a dançar ao som da tradicional música irlandesa, tocada ao vivo. A pint de Guiness custa 5,95 €. Situa-se... na Temple Bar.

 

Dormir:

 

- Oliver St. John Gogarty's Hostel (Temple Bar): situa-se no edifício que contém mais um dos pubs históricos da cidade. Nesta altura do ano, paga-se 10 € por noite no dormitório de 12 camas (ao fim-de-semana, os preços podem subir para 3 vezes mais). A limpeza do quarto/casa-de-banho é minimamente aceitável, o espaço do quarto é bom e o pequeno-almoço (incluído no preço) tem o essencial: cereais, café, chá, leite, sumos, queijo, manteiga e doces. Uma dica: subam até ao último piso e disfrutem do terraço com uma excelente vista sobre a cidade.

- Times Hostel (Camden Place): é possível dormir por 12 € no dormitório de 8 camas (tal como no Gogarty's, os preços sobem ao fim-de-semana). O espaço do quarto é escasso (pelo menos no que fiquei) e a limpeza deixa um pouco a desejar (em 3 dias, não houve um dia em que tenham limpo a casa-de-banho). O pequeno-almoço paga-se à parte (3 €) e é ligeiramente melhor do que no Gogarty's).

 

Custos:

 

- Comer e beber fora é caro, caríssimo. Dificilmente consegue fazer-se uma refeição decente por menos de 15 € e se querem beber à grande nos pubs, preparem-se para largar 25/30 € numa noite (o pub que eu vi com a pint mais barata estava a 3,50 €). Levem tabaco de Portugal, porque lá o maço de tabaco custa 9 €.

- Ao nível dos supermercados, o custo é ligeiramente superior ao nosso mas nada de transcendente (10 a 20 % mais caro). O álcool é significamente mais caro. A cerveja mais barata que estava à venda no Lidl, custa cerca de 2 €/litro.

- Os combustíveis custam praticamente o mesmo que cá (gasolina a 1,30 €, gasóleo a 1,25 €).

 

Segurança:

 

- Cidade seguríssima. Apesar de raramente se ver presença policial nas ruas, não há qualquer sentimento de perigo a andar na cidade. Andei em zonas foras do centro e em zonas de diversão nocturna às 3h e não houve qualquer tipo de problema. Os pedintes podem pedir uns trocos mesmo estando nós na esplanada de um pub mas não são insistentes.

 

Transportes:

 

- Os autocarros e táxis dominam o trânsito da cidade. O serviço de autocarros é bastante completo em carreiras e horários e paga-se consoante as zonas. Os preços médios rondam os 3 a 4 €. Atenção que não podem pagar com notas e não dão troco no autocarro. É impresso um papel com o valor do troco, que depois podem ir buscar no espaço da empresa de autocarros, na O'Connell Street. O melhor autocarro do aeroporto para o centro da cidade é o 16 (3,10 € o bilhete).

- O táxi é um pouco mais caro do que em Portugal. os percursos na cidade andarão pelos 8/10/12 €.

- 2 dicas: por 17 € e durante 2 dias, podem andar no Hop-On Hop-Off Tour e no Dublin's Docklands Tour, 2 carreiras que passam pelas principais atracções da cidade. Oferece entrada no Little Museum. Em alternativa, podem pagar 30 € por 3 dias e para além destas 2 carreiras, têm acesso ilimitado a todos os autocarros da cidade, para além de acesso ao Airlink (autocarro que presta um serviço directo entre o aeroporto e o centro da cidade).

Editado por Peplin

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Dublin

Grande post Pep :handclap: Vou lá no St. Patricks e vai dar muito jeito... Btw, ninguém tem umas dicas deste género para Roma ?

Editado por PeteThaAlcino

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Bom post, Pep. gracias.

 

Adiante, anda aí a circular nas internetes, aquilo que, supostamente, será o plano de desenvolvimento da Ryanair em Lisboa. Vale o que vale:

 

 

Em Espanha de Lisboa: -Sevilha -Madrid -Barcelona -Valencia -Bilbao -Tenerife -Gran Canaria Na Europa de Lisboa - Budapeste - Praga - Berlin - Oslo - Edinburg - Gothenburg - Billund - Groningen - Cork - Paris - St. Etienne - Dinard - Bergerac - Carcassonne - Memmingen - Colonia, - Sttutgard - Dusseldorf - Nuremberga - Leipzig - Bremen - Bolonha - Nantes - Bristol

 

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Bom post, Pep. gracias.

 

Adiante, anda aí a circular nas internetes, aquilo que, supostamente, será o plano de desenvolvimento da Ryanair em Lisboa. Vale o que vale:

 

 

Em Espanha de Lisboa: -Sevilha -Madrid -Barcelona -Valencia -Bilbao -Tenerife -Gran Canaria Na Europa de Lisboa - Budapeste - Praga - Berlin - Oslo - Edinburg - Gothenburg - Billund - Groningen - Cork - Paris - St. Etienne - Dinard - Bergerac - Carcassonne - Memmingen - Colonia, - Sttutgard - Dusseldorf - Nuremberga - Leipzig - Bremen - Bolonha - Nantes - Bristol

 

 

 

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Fiquei com uma grande sensação de ter aproveitado mal Paris, houve muita coisa que não consegui ver e muito tempo perdido por haver duas grandes visitas fora da cidade e que ocupam um dia inteiro (Versalhes e a Disneyland), além de ter ficado um dia KO doente (culpa das mudanças de temperatura, as lojas estão todas nos 25-28ºC de ar condicionado, lá fora estavam 0-4ºC). Não consigo dar um resumo muito exaustivo nem detalhado, mas talvez consiga ser de alguma ajuda.

 

Achei a cidade muito linda, apesar das semelhanças arquitetónicas em Lisboa serem visíveis, em Paris é tudo muito mais sobredecorado, barroco e clássico - em grande parte da cidade. Os parisienses pareceram muito bem educados e ver estranhos no seu prédio não desencadeia um "quem são vocês", ou "o que estão aqui a fazer", mas sempre um "Bonjour" ou um "Bonsoir" - estive num apartamento um pouco ao estilo do da Gaiola Dourada, com um mini-pátio comum. O mesmo na entrada de qualquer loja em que não haja uma confusão descomunal.

Falam pouco ou quase nada de inglês, pelo que convinha ter uma ligação à internet para ir buscar "palavras-chave" que fossem úteis. Mas apesar dos vários "FreeWifis" que apanhava, só conseguia aceder aos do Costa ou do Starbucks.

É quase tudo muito caro, pelo que dependendo da carteira, pode ser conveniente recorrer muitas vezes a um Carrefour, Franprix ou Monoprix para fazer vários tipos de compras para o dia.

 

Planear:

- Organizar planos do dia (perde-se muito mais tempo do que o que se pode prever em transportes e filas) e tentar agrupar "a fazeres" pelo arrondisement (zonas de Paris), para que fique tudo perto e a boa distância a pé.

- Recomendo vivamente o guia do Wikitravel, em inglês - têm informações para cada arrondisement, o que ajuda bastante a planear os pontos e a organizá-los por zonas.

- É imperativo (pelo menos em época baixa) planear jantar cedo: 19h-19h30. Um bocado mais tarde e os restaurantes deixam de servir. Parece que os shoppings também costumam fechar às 20h.

 

Fazer/Ver:

- Notre Dame, no centro da cidade.

- Arco do Triunfo e Campos Eliseus.

- Torre Eiffel - se possível e para uma melhor vista sair no Metro "Trocadero" e passar a ponte a pé.

- Opera

- Jardins de Luxemburgo

- Place de la Concorde

- Pontes: são todas diferentes, mas umas são mais giras que as outras. Gostei particularmente da Ponte Alexandre III. A Pont des Arts (a que tem os cadeados dos namorados) também tem a sua piada.

- Zona de Montmartre e Sacré Coeur (muito cuidado, se não subirem/descerem ao Sacré Coeur através do funicular, vão encontrar malta a fazer barreira para tentar apanhar os turistas - cagar, andar e ter atenção - cuidado também com os toques, são carteiristas profissionais).

- Saint-Michelle e Quartier Latin: zona mais jovem e animada - apesar de parecer pouco segura à noite.

- Parece que a Disneyland Paris tem um espetáculo às 20h30 (Disney Dreams) que faz valer o preço bilhete. O ambiente é muito bom, no entanto, tem muitas e longas filas e a maior parte das diversões parecem mais voltadas para os miúdos. Sair de lá de comboio à hora de saída (fui numa segunda-feira, na época baixa) é muito pior que voltar de metro do Rock in Rio (com muita sorte, consegui comprar o bilhete em 28 minutos e sentar-me nos degraus do comboio).

 

Museus/Galerias/Visitas

- Nota: ter nacionalidade europeia e menos de 26 anos (e levar o CC) dá entrada gratuita em pelo menos: Versalhes, Louvre, Centro George Pompidou e alguns outros museus.

- Catacumbas de Paris: eu desisti, depois de ter dado 6 passos na fila em 40 minutos, mas num dia que tenha menos fila, parece que aquilo compensa.

- Louvre: vale por muito mais que a Mona Lisa (diz-se que é decepcionante, pelo tamanho relativamente pequeno e pelo overhype), é gigante e tem muita coisa.

- Versalhes: é lindo, tanto o palácio como os jardins. Infelizmente, no inverno, os jardins são só árvores mortas, pelo que perde um bocado o encanto. (Comer em Versalhes: é difícil fazer piqueniques lá, pelo que convém ou comer lá no deles, ou cá fora na cidade - na rua da estação de comboio, mesmo à frente há um Starbucks, um McDonalds e uma loja de baguettes).

- Centre Georges Pompidou: um museu de arte contemporânea, gostei muito do centro, mas pode não agradar a todos.

 

Comer:

- Achei muito difícil, talvez por ter ficado no 7éme. Mas tive poucas refeições a menos de 50€ (2p), muito por falta de pesquisa, planeamento e com fome ter-se acabado por ficar no primeiro que aparecesse.

- Os restaurantes "típicos" de Paris têm um ambiente muito porreiro, apesar do preço, mas a qualidade costuma ser uma lotaria.

- À direita do Louvre (de costas para a pirâmide), para o lado da Opera há uma rua (Saint Honoré) com três japoneses baratos - aos anos que não comia um Katsudon a sério (neste momento, só existe numa "sushi shop" em Lisboa) e paguei 24€ (2p).

- Saint-Michelle, a baixo da Notre Dame é uma zona com muitos comes e bebes - para as eventualidades de não encontrar nada para comer (acontece), esta zona/rua resolve.

- As boulangeries (padarias) têm todas ótimo aspeto e são boas para pequenos-almoços e lanches (atenção, pelos vistos eles não fazem baguettes com coisas sem ser as que estejam empacotadas na vitrine - se quiserem uma baguette de fiambre e manteiga e só lá estiver uma baguette de fiambre, eles não põem a manteiga :facepalm: )

 

Transportes:

- Achei os wayfindings complicados e os transportes relativamente confusos. Os autocarros eram bons, mas por algum motivo dificilmente conseguia fazer os trajetos que eu queria de Metro/Comboio (RER) com menos que 3 transbordos.

- Pela primeira vez também usei um Taxi para ir para o aeroporto. Foi um espetáculo, para duas pessoas, Torre Eiffel -> Orly com bagagens por 28€ (com mudanças de linha e etc., ia pagar muito mais por um transporte alternativo e menos confortável). (Optei pelo taxi porque vim de Orly para o centro no comboio RER e a impressão foi horrível, a paisagem parecia a Amadora, alguma malta chungosa, um argelino desatou a vomitar na carruagem e não é bem onde se quer andar com malas de aeroporto).

 

Notas:

- Muito chinês. Nunca vi tanto chinês na minha vida. Também são o meu novo "tipo de turista mais odiado", que coisinhas. São desrespeitadores, vão para as atrações como se fosse um concurso de quem volta para a China com mais fotos e a Mona Lisa é o delírio da vida deles (são capazes de ficar lá os mesmos à frente durante 45 minutos). Ah, não fazem ideia do que são filas e têm toda a intenção em passar à frente dos outros - umas tipas passaram-me à frente para comprar crepes, eu passei-lhes à frente e ainda fizeram birra e má cara. (Só para terem cuidado para não os deixarem passar à frente).

- Muitas filas. Tentar comprar bilhetes com máximo de antecedência e acordar cedo.

- Muitas escadas. Em muitos sítios não há elevadores, escadas rolantes - o que é mau para visitantes com dificuldades motoras. Também sou suspeito aqui, por ter ficado num 6º andar sem elevador e daí talvez ter tomado mais atenção a isto.

- Planear muito. Fazer todas as pesquisas possíveis, há museus e atrações que fecham determinados dias, ou certos dias ficam até mais tarde.

- Segurança: neste momento parece bastante seguro no centro, com montes de militares com espingardas (como seria de esperar). Mas quanto mais nos afastamos do centro, torna-se mais inseguro e de evitar a más horas (vulgo, a partir das 19h-20h).

- Há muitos sem-abrigos, mas regra geral não são insistentes quando pedem.

Editado por Ricardo Gouveia

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Estive em Estocolmo e não achei nada de transcendente no inverno. Acredito que durante a primavera-verão seja muito mais interessante.

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