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Sr. Inácio

Literatura | Discussão Geral

Publicações recomendadas

O problema está na mochila, acaba sempre meio m*rdoso. Por isso é que anda muito tempo nas mãos. Acontece que não é lá muito cómodo.

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não te preocupes que também me acontece :lol: de vez em quando aparecem um bocado sujos, nem sei porquê

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alguém leu os apêndices do Regresso do Rei?

tou a ler e porra, como adoro. O Tolkien não é conhecido pela escrita, é por aquilo mesmo. Que mundo fantástico que criou. Tou ainda na parte dos anões, mas estou a adorar as histórias que ele meteu lá.

 

e a parte do Aragorn e Arwen:

 

que história tão triste. fiquei um tanto afectado.

 

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A Buyer's Market (Book Two of A Dance to the Music of Time), Anthony Powell

 

Parece que tão pouco acontece neste livro, mas na realidade muito acontece, ou melhor, a importância do pouco é muita na vida do protagonista, quando se compara com o maior número de eventos que decorreram, sobre um período temporal mais extenso, no primeiro livro; de certa forma ilustrando a crescente maturidade exibida pelo protagonista, tal como outros personagens, seus contemporâneos. O protagonista parece, ainda, incerto e apático a respeito do seu futuro profissional, focando a sua atenção na emoção do amor e seus gradientes; contudo, o final do livro dá a indicação de que esse foco de atenção se poderá deslocar já no próximo volume.

 

 

Próximo: The Acceptance World (Book Three of A Dance to the Music of Time), Anthony Powell

Editado por bmfpcdm

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Levo o livro na mão, se se notar que está usado, melhor. Adoro livros velhos :biggrin:

Acabei a Jangada de Pedra. É bom, não é o melhor do Saramago, mas é bom. E, mais uma vez, um final triste e com tudo em aberto, como gosto!

 

Agora, "Pilares da Terra"!

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Oh, isso na série também era assim. Mas por acaso estou com boas expectativas...

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Guest Dpitz

Respondo aos dois aqui.

Muito obrigado, antes de mais.

 

Primeiro, Chandler, antes de mais, convém dizer que não é nada de belo nem de heróico. Tinha-o escrito desde os 16, mas por nem saber como funciona o meio, nem saber como me salvaguardar (demorei a perceber que o IGAC seria a opção viável), acabei por adiar. Num dia, depois do registo, foi enviar para editoras o livro e esperar que o acaso surgisse. Felizmente surgiu e, mediante a melhor proposta, nasceu a edição.

 

Dpitz, isso depende sempre da motivação e do que se procura fazer. Eu tenho sempre o background "literário", isto é, o meu interesse pela literatura e pela aceção "divina" que um escritor pode ter, tanto pelo que escreve, como para quem escreve. Mas não julgo que existam dogmas, pelo menos na escrita contemporânea, que te impeçam de fazer uma coisa que, no fundo, possa nem ter definição. E isso, a rigor da verdade, é bastante libertador (vide Gonçalo M. Tavares, por exemplo).

em que é que o IGAC te ajudou? direitos de autor e registos?

 

eu perguntei isso porque construir uma história, ja´de si, não é fácil. E isto quando se sabe que há muito poucos (ou nenhuns) apoios para a criação cultural, especialmente para quem começa, não é conhecido e não tem cunhas, pode acabar por ser desmotivador.

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Eu gostei muito dos pilares da terra.

Editado por Bazuka

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alguém leu os apêndices do Regresso do Rei?

tou a ler e porra, como adoro. O Tolkien não é conhecido pela escrita, é por aquilo mesmo. Que mundo fantástico que criou. Tou ainda na parte dos anões, mas estou a adorar as histórias que ele meteu lá.

 

e a parte do Aragorn e Arwen:

 

que história tão triste. fiquei um tanto afectado.

 

 

Eu já li. Todos os anos leio pelo menos isso, quando não me dá para reler a trilogia. A história da Aragorn e da Arwen é de uma beleza e tristeza incrível. Adoro.

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Eu já li. Todos os anos leio pelo menos isso, quando não me dá para reler a trilogia. A história da Aragorn e da Arwen é de uma beleza e tristeza incrível. Adoro.

 

é aquele problema

 

de um casal. quem sofre mais, quando o casal envelhece, é quem vive para chorar por aquele que morre.

 

 

também gostei imenso da história dos anões. devem ser a raça que mais sofreu.

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Os anões são a minha raça preferida, do mundo do Tolkien :prayer:

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Os anões são a minha raça preferida, do mundo do Tolkien :prayer:

 

também são os que mais gosto.

devo de dar por terminado hoje o par de páginas que faltam no último apêndice e depois começo o próximo.

tem sido um dos que mais quis ler há alguns meses:

duna.jpg

fantasia + sci-fi

tesão é muita.

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Alguém sabe de uma aplicação para Radio sem usar Internet?

Desde que fiz o root ao telemóvel e instalei outra rom perdi a rádio que vinha original e dava bastante uso.

 

 

também são os que mais gosto.

devo de dar por terminado hoje o par de páginas que faltam no último apêndice e depois começo o próximo.

tem sido um dos que mais quis ler há alguns meses:

[/img]

fantasia + sci-fi

tesão é muita.

 

A serie do Frank Herbert, é muito boa!

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em que é que o IGAC te ajudou? direitos de autor e registos?

 

eu perguntei isso porque construir uma história, ja´de si, não é fácil. E isto quando se sabe que há muito poucos (ou nenhuns) apoios para a criação cultural, especialmente para quem começa, não é conhecido e não tem cunhas, pode acabar por ser desmotivador.

 

o IGAC ajuda na salvaguarda de interesses (casos de direitos de autor e propriedade intelectual, mais precisamente), além de que o registo não é caro (pouco mais de 30€) e sempre dá uma segurança extra aquando do envio da obra.

 

Não te vou dizer que publicar um livro é recompensador em termos financeiros ou culturais: no primeiro fator, existe sempre um investimento inicial (no meu caso, o pagamento de uma quantidade definida da tiragem) que pode ser recuperado, mas que, aparte disso, existe uma margem de lucro diminuta (no meu caso, apenas uma pequena percentagem da venda dos livros, que mesmo essa, tem taxação posterior); no segundo fator, embora tenha verificado que em termos de cedência de espaços e apresentação de projetos para divulgação e dinamização exista relativa recetividade, a publicidade tem que ser feita de boca a boca e, na sua grande maioria, pelo próprio autor, através das ações que julgar serem adequadas.

Aliás, se calhar se soubesse de todas estas condicionantes, ter-me-ia acanhado, mas como o propósito longe é o de ter lucro, uma pessoa sujeita-se, quanto mais não seja, pela paixão inerente que tem a isto.

 

Como paralelismo, dir-te-ia que o universo é semelhante ao de um músico em relação a uma editora, com a agravante de uma máquina promotora deficitária, uma atividade, nos dias que correm algo elitista (é triste, mas é a realidade) e um universo reduzido em termos de espaços e de capacidade dinamizadora.

 

Mas assim é, lá para o 10º livro conto com o início de algum reconhecimento. Até lá, é dizer que existo.

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A Chiado também me exigiu investimento, acabei por recusar, embora a minha mãe estivesse disposta a pagar o montante. Isto foi há um par de anos, tendo até, na altura, apagado alguns dos meus contos do tópico da escrita. Seria um livro de contos, pois longas narrativas ainda não estavam, nem estão completamente, ao meu alcance.

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A Chiado também me exigiu investimento, acabei por recusar, embora a minha mãe estivesse disposta a pagar o montante. Isto foi há um par de anos, tendo até, na altura, apagado alguns dos meus contos do tópico da escrita. Seria um livro de contos, pois longas narrativas ainda não estavam, nem estão completamente, ao meu alcance.

 

Na conjuntura atual é relativamente normal que isso aconteça. Falando de mim, tive duas propostas e ambas tinham contornos desse género. Claro está que escolhi a Chiado devido à amplitude que têm no mercado.

 

Todavia, é sempre algo dissuador de publicação, o que acaba por ser contraproducente.

 

P.S.: Não sei se posso, caso não me seja permitido, apagarei logo: Página de facebook do meu sujeito aqui.

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Na conjuntura atual é relativamente normal que isso aconteça. Falando de mim, tive duas propostas e ambas tinham contornos desse género. Claro está que escolhi a Chiado devido à amplitude que têm no mercado.

 

Todavia, é sempre algo dissuador de publicação, o que acaba por ser contraproducente.

 

P.S.: Não sei se posso, caso não me seja permitido, apagarei logo: Página de facebook do meu sujeito aqui.

 

Neste momento existem outras opções, que talvez a curto prazo não sejam tão rentaveis, mas em termos de futuro podem ser mais abranjentes.

 

Ao fazer o registo no IGAC estás a proteger a tua obra, podes optar por disponibilizar o livro, texto, poema ou o que quer que seja na net livremente e disponivel para todos, utilizando por exemplo o facebook, à medida que se vai criando uma plataforma de leitores, começa-se a ter outro peso em relação às editoras, uma vez que apesar não existir um nº de vendas, já existe um grupo de leitores. E segundo o trabalho de uma editora qualquer americana, que passou a publicar os primeiros 3 capitulos dos livros menos vendidos no seu site, as vendas destes disparava porque sendo titulos pouco conhecidos, o publico não lhes pegava por serem pouco publicitados, dessa forma conseguiam ter acesso a um preview interessante.

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Neste momento existem outras opções, que talvez a curto prazo não sejam tão rentaveis, mas em termos de futuro podem ser mais abranjentes.

 

Ao fazer o registo no IGAC estás a proteger a tua obra, podes optar por disponibilizar o livro, texto, poema ou o que quer que seja na net livremente e disponivel para todos, utilizando por exemplo o facebook, à medida que se vai criando uma plataforma de leitores, começa-se a ter outro peso em relação às editoras, uma vez que apesar não existir um nº de vendas, já existe um grupo de leitores. E segundo o trabalho de uma editora qualquer americana, que passou a publicar os primeiros 3 capitulos dos livros menos vendidos no seu site, as vendas destes disparava porque sendo titulos pouco conhecidos, o publico não lhes pegava por serem pouco publicitados, dessa forma conseguiam ter acesso a um preview interessante.

 

Essa publicitação de previews já é feita em Portugal, embora que só pelas majors.

Eu entendo o que dizes, mas há que ter em atenção ao público português; pelo que verifico pouco quer saber de leitura e, ou se tem uma máquina a dizer que alguém é bom, ou então é esquecer isso.

Contudo, sei que existem editoras mais abrangentes, mas relativamente ao meu primeiro livro, foi a que me apresentou uma melhor proposta, além de que o meu conhecimento de mercado na altura era praticamente nulo.

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Comprei o Lolita por 1€. E estou a meio do To Kill a Mockingbird, belo livro.

Editado por Apple

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Comprei o Lolita por 1€. E estou a meio do To Kill a Mockingbird, belo livro.

 

Melhor livro :heart:

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Guest Dpitz

Comprei o Lolita por 1€. E estou a meio do To Kill a Mockingbird, belo livro.

onde? num alfarrabista? grande compra!

Curtia ler o To Kill a Mockingbird.

 

Vou começar a ler o "The man with the golden gun" do Ian Flemming, a.k.a James Bond. Não gosto muito dos filmes, mas pode ser que goste dos livros.

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