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lol nao disse nesse sentido ate', pensava que era uma cena mais ou menos assente

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lol nao disse nesse sentido ate', pensava que era uma cena mais ou menos assente

:mrgreen:

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freudianslip, não queres dar umas palavrinhas para provar que a argumentação do bobzz é falaciosa?

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quanto muito confirmava o que ele disse

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Pelo menos acabei a escolaridade obrigatória.

^^

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Citação de bmfpcdm, há 15 minutos:

Não consideras que se deva ter sempre a esperança de que essa pessoa vire a página? Falas em 'serial killers', posso dar o exemplo do Norio Nagayama, um 'spree killer', que se tornou num romancista, com sucesso, após a sua detenção em 1969; todavia, infelizmente, acabou por ser executado em 1997, mas se tivesse morrido, por qualquer outra razão, logo depois de ser detido, o mundo, sem o saber, teria perdido uma figura cultural.

Nesse cenário específico que mencionas, acho que o que eu penso (ou a minha esperança, como tu dizes) acaba por ser indiferente no desfecho actual da história, e portanto não acho que tenha de mudar, seja ela para um ou outro lado.

Tocando só no assunto da "reconversão" dessas pessoas, acho que deve ser a prioridade, sim. Especialmente em Portugal, onde não existe prisão perpétua e, mais tarde ou mais cedo, a pessoa vai voltar à sociedade - portanto convém que volte mais adaptada. Acho menos relevante num cenário de prisão perpétua, porque aí a única pessoa a sair beneficiada dessa "reconversão" é a própria, portanto se não o fizer acaba por ser indiferente.

(@bmfpcdm, tag só para ter a certeza que és notificado.)

Citação de Puto Perdiz, há 1 minuto:

isso não me interessa. Aplicas o que quiseres como quiseres. Eu aplico o princípio que uso para ser contra a pena de morte (a mudança da mente do homem e do seu comportamento) a pessoas que poderia desejar que morressem.

Percebo essa parte da mudança e de mente e comportamento, e de facto não tinha dado grande importância a isso. Posso dizer que a pessoa em causa não vai mudar, quer pela idade, quer pelos assuntos que são, mas isso não é especialmente relevante para a discussão.

Mas consegues entender o meu raciocínio, certo? Isto é, ser contra a pena de morte e não te importares com uma determinada morte serem compatíveis.

(@Puto Perdiz)

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Citação de Ghelthon, há 18 minutos:

Nesse cenário específico que mencionas, acho que o que eu penso (ou a minha esperança, como tu dizes) acaba por ser indiferente no desfecho actual da história, e portanto não acho que tenha de mudar, seja ela para um ou outro lado.

Tocando só no assunto da "reconversão" dessas pessoas, acho que deve ser a prioridade, sim. Especialmente em Portugal, onde não existe prisão perpétua e, mais tarde ou mais cedo, a pessoa vai voltar à sociedade - portanto convém que volte mais adaptada. Acho menos relevante num cenário de prisão perpétua, porque aí a única pessoa a sair beneficiada dessa "reconversão" é a própria, portanto se não o fizer acaba por ser indiferente.

(@bmfpcdm, tag só para ter a certeza que és notificado.)

Eu questionei, pois considero que é um tema mais complexo do que possa parecer. Mesmo um exemplo tão extremo e negativo como tu propuseste, pode ser contraposto com o do Nagayama, que se tivesse morrido logo após a sua detenção, provavelmente, ninguém se teria importado, porém, na realidade, muitas pessoas acabaram por sentir pesar quando ele morreu.

Por acaso, recentemente, testemunhei uma discussão destas a propósito da morte do Kobe, em que alguém manifestou não sentir pena nenhuma, devido ao caso de violação. Se ele tivesse morrido nesse período conturbado da sua vida, quiçá teria sido esse o sentimento generalizado, em vez da mágoa a nível global que se verificou no início deste ano.

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Citação de bmfpcdm, há 1 hora:

Eu questionei, pois considero que é um tema mais complexo do que possa parecer. Mesmo um exemplo tão extremo e negativo como tu propuseste, pode ser contraposto com o do Nagayama, que se tivesse morrido logo após a sua detenção, provavelmente, ninguém se teria importado, porém, na realidade, muitas pessoas acabaram por sentir pesar quando ele morreu.

Por acaso, recentemente, testemunhei uma discussão destas a propósito da morte do Kobe, em que alguém manifestou não sentir pena nenhuma, devido ao caso de violação. Se ele tivesse morrido nesse período conturbado da sua vida, quiçá teria sido esse o sentimento generalizado, em vez da mágoa a nível global que se verificou no início deste ano.

Concordo, tem tudo a ver com contexto, sim. Nisso concordo.

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Yup, o contexto é sempre importante.

Eu posso desejar a morte de uma pessoa. Se vejo alguém que esteja em sofrimento ou prestes a morrer em sofrimento, muitas vezes pensarei "Men, nunca mais acaba o sofrimento do homem".

 

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Citação de Puto Perdiz, há 42 minutos:

Se vejo alguém que esteja em sofrimento ou prestes a morrer em sofrimento, muitas vezes pensarei "Men, nunca mais acaba o sofrimento do homem".

Por aqui é só às vezes... Muito raramente... Nunca, para ser completamente franco.

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Ressuscitei este tópico que não é utilizado há 4 anos para vos deixar uma reflexão cartesiana que me tem assaltado recentemente.

Tenho a sensação que existe uma forte correlação entre a quantidade de pessoas que utiliza incorretamente a palavra literal e seus derivados e a quantidade de pessoas que se limita a interpretar textos de forma literal.

Quantas mais pessoas aparecem a dizer que se estão literalmente a cagar para um assunto, mais surgem as que não identificam uma ironia, uma hipérbole ou uma metáfora.

Considero esta correlação como dois sinais da degradação da literacia. Os que não conhecem o significado de vocábulos e os incapazes de interpretar textos. Por vezes são os mesmos, mas não é obrigatório que assim seja. Cada vez se escreve pior e cada vez se lê pior. E a culpa não é (só) do mundo digital.

Pobres tempos.

Editado por Descartes

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Citação de Descartes, há 27 minutos:

Ressuscitei este tópico que não é utilizado há 4 anos para vos deixar uma reflexão cartesiana que me tem assaltado recentemente.

Tenho a sensação que existe uma forte correlação entre a quantidade de pessoas que utiliza incorretamente a palavra literal e seus derivados e a quantidade de pessoas que se limita a interpretar textos de forma literal.

Quantas mais pessoas aparecem a dizer que se estão literalmente a cagar para um assunto, mais surgem as que não identificam uma ironia, uma hipérbole ou uma metáfora.

Considero esta correlação como dois sinais da degradação da literacia. Os que não conhecem o significado de vocábulos e os incapazes de interpretar textos. Por vezes são os mesmos, mas não é obrigatório que assim seja. Cada vez se escreve pior e cada vez se lê pior. E a culpa não é (só) do mundo digital.

Pobres tempos.

Desculpa, Descartes, eu realmente escrevo mal, mas eu sou das STEMs (acho) e venho para aqui escrever com telefone à pressa

Editado por Plagio o Original
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Citação de Plagio o Original, há 3 minutos:

Desculpa, Descartes, eu realmente escrevo mal, mas eu sou das STEMs (acho) e venho para aqui escrever com telefone à pressa

O primeiro passo para a sabedoria é o reconhecimento da própria ignorância.

Plágio:

jc_27670880dbfdefaultlarge_1024.jpg

 

O Original:

s%C3%B3crates_326972696.jpg

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Citação de Descartes, há 7 horas:

Ressuscitei este tópico que não é utilizado há 4 anos para vos deixar uma reflexão cartesiana que me tem assaltado recentemente.

Tenho a sensação que existe uma forte correlação entre a quantidade de pessoas que utiliza incorretamente a palavra literal e seus derivados e a quantidade de pessoas que se limita a interpretar textos de forma literal.

Quantas mais pessoas aparecem a dizer que se estão literalmente a cagar para um assunto, mais surgem as que não identificam uma ironia, uma hipérbole ou uma metáfora.

Considero esta correlação como dois sinais da degradação da literacia. Os que não conhecem o significado de vocábulos e os incapazes de interpretar textos. Por vezes são os mesmos, mas não é obrigatório que assim seja. Cada vez se escreve pior e cada vez se lê pior. E a culpa não é (só) do mundo digital.

Pobres tempos.

Concordo na integra 

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Citação de Descartes, há 9 horas:

O primeiro passo para a sabedoria é o reconhecimento da própria ignorância.

Plágio:

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O Original:

s%C3%B3crates_326972696.jpg

Libertem o nosso querido líder José Sócrates

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