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andriy pereplyotkin

Ensino Primário, Básico, Secundário e Exames Nacionais

Publicações recomendadas

Agora que vi os critérios houve ali 2 ou 3 escolhas multiplas em que eles foram um bocado fdps lol fizeram nos pensar uma coisa para depois ser outra. Então aquela dos pontos na circunferencia... Nem me lembrei de substituir a velocidade na formula que burro. Devo repetir para o ano que a nota não deve dar para mais de 13. Enfim.

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Vou tentar, Como se faz spoiler?

 

 

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Some hidden text

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junta os ] ao spoiler e fica em modo spoiler

 

e pões o texto onde está o some hidden text

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1. AS OPÇÕES TOTALITÁRIAS DE DIREITA: OS FASCISMOS

• O demoliberalismo que parecia ter ganho força depois da Primeira Guerra Mundial, começou a perder terreno e a dar lugar a regimes de extrema-direita (Fonte Exploratória, pág.84). A Europa assistiu, deste modo, ao surgimento do totalitarismo de extrema-direita, dada a incapacidade da democracia parlamentar em responder à conjuntura de crise do pós-guerra. Os paradigmas do totalitarismo de extrema-direita, foram, sem dúvida, o fascismo e nazismo, implementados em Itália e na Alemanha, respetivamente. A URSS vivia, na altura, um totalitarismo de extrema-esquerda.

 

• Contextualização da ascensão do Fascismo em Itália: crise da democracia parlamentar do pós-guerra:

▪ baixas humanas e custos pela participação na guerra;

▪ descontentamento pela não incorporação dos territórios da Dalmácia e da cidade de Fiume no pós-guerra;

▪ escassas indemnizações de guerra;

▪ grave crise económico-financeira – inflação, decréscimo do poder de compra das classes médias e penúria do proletariado;

▪ agitação social – revolta de camponeses e operários com a ocupação de terras e de fábricas nos anos de 1919 e de 1920; ( ler Doc. 5, p. 34)

▪ protesto das classes médias e da alta burguesia, da grande proprietária rural e industrial - receio do alastramento do comunismo.

Fascismo (1922- 1945), de Mussolini, o Duce

o 1919 - criação dos Fasci di Combattimento - movimento fascista, apoiado pelos grandes proprietários e pelas classes médias, criado por B. Mussolini. Os seus membros destacavam-se pelas camisas negras e pela violência e terror que espalharam no pós-guerra. Os principais alvos eram os socialistas e as organizações de operários.

o 1921- nascimento do Partido Nacional - Fascista a partir dos Fasci di Combattimento, liderado por B. Mussolini;

o 1922 - nos dias 27 e 28 de outubro deu-se a Marcha sobre Roma dos camisas negras*, com o objectivo de pressionar o rei Vítor Manuel III a nomear um governo chefiado por Mussolini;

 

o 1925 - em Dezembro, Mussolini implanta a ditadura fascista.

 

(* as milícias armadas eram constituídas por antigos combatentes, desempregados e membros das classes médias ameaçados pela crise económica).

• Contextualização da ascensão do Nazismo na Alemanha: crise da República de Weimar - cidade alemã onde foi elaborada a primeira Constituição democrática do país:

▪ obrigatoriedade do pagamento das indemnizações de guerra aos Aliados – imposições do Tratado de Versalhes;

▪ sentimento de humilhação decorrente das imposições do Tratado de Versalhes: territoriais, económicas e militares – "Diktat";

▪ crise económica, financeira e social: inflação galopante e desvalorização do marco;

▪ radicalização e agitação social e política: espartaquismo e anti-bolchevismo;

▪ aumento da miséria e da taxa de desemprego agravadas pela crise de 1929 - Grande Depressão;

▪ descrença na eficácia governativa das democracias parlamentares;

▪ receio da afirmação do comunismo na Alemanha por parte das classes médias e da alta burguesia;

▪ exploração do descontentamento social pela propaganda do Partido Nazi;

▪ aumento progressivo do peso eleitoral do Partido Nazi.

Nazismo (1933-1945), de Hitler, o Fuhrer

o 1920 - criação do Partido Nacional – Socialista ou Nazi;

o 1923 - Putsch, golpe de Estado, de Hitler contra a República de Weimar, sem êxito.

o 1932- O Partido Nazi conseguiu arrecadar 230 lugares no Parlamento. Hitler conquistou o apoio dos grandes proprietários industriais e da classe média, os quais temiam o avanço do comunismo.

o 1933 - em 30 de Janeiro, Hitler é eleito Chanceler da Alemanha. De seguida, põe termo ao regime republicano e instaura uma Ditadura.

o 1934 - Hitler, com a morte de Hindenburg, passa a acumular os cargos de Chanceler e de Presidente da República.

1.1- Os fascismos (fascismo italiano e o nazismo alemão) rejeitam o (a):

 

 

• Individualismo

- os regimes nazi-fascistas rejeitam o individualismo, ou seja, negam o respeito pelos direitos do Homem e pela dignidade humana;

- os direitos do indivíduo tinham de estar submetidos aos interesses do colectivo, do Estado.

- os indivíduos não têm existência por si, apenas existem enquanto enquadrados no Estado, pois ao contrário do individualismo defendido desde o século XVIII pelo Liberalismo, o fascismo valoriza o individuo, se “este forma corpo com o Estado”, de acordo com Mussolini.

• O princípio da igualdade

- as raças nascem para comandar e outras para obedecer, sendo imperativo das raças superiores dominarem as raças inferiores.

• O princípio da liberdade

- desprezo pela liberdade individual, pois a liberdade aliada à tolerância, divide e enfraquece o grupo.

• O princípio da fraternidade

- os totalitarismos contêm em si ideais que promovem a guerra e a violência.

• A democracia

- o sistema democrático, considerado fraco, é incapaz de salvaguardar o interesse nacional.

- as eleições não eram convocadas e, quando aconteciam, eram fraudulentas.

• O pluripartidarismo

- o sistema pluripartidário apenas gera divisões e discussões inúteis, enfraquecendo a Nação.

- apenas um partido estava autorizado.

• O sistema parlamentar

- o parlamentarismo, manifestação de fraqueza do poder, não passava de um verbalismo alheio aos interesses estratégicos da Nação.

- o fascismo considerava inútil o sufrágio universal e considerava a supremacia do poder executivo sob o legislativo.

• O socialismo e o comunismo

- o socialismo e o comunismo merecem reprovação por parte do fascismo, dado que assentam na luta de classes, a qual provoca divisões e o enfraquecimento do corpo social do Estado.

• O liberalismo económico

- o fascismo recusa o liberalismo económico, devido ao facto deste privilegiar os interesses individuais em detrimento dos interesses do Estado.

• Ler doc.2,p.86

1.2- Os Fascismos e/ou os Totalitarismos defendem o(a):

 

▪ Ultranacionalismo

 

- a Nação é um valor sagrado, um bem supremo, procurando os seus modelos no passado mais glorioso da Nação, nos tempos áureos de afirmação das nacionalidades.

 

▪ Imperialismo

- o imperialismo fascista deve ser ambicioso, daí impelir a Nação para fora das suas fronteiras.

- o nacionalismo exacerbado e fervoroso da ideologia fascista conduziu ao expansionismo territorial, evidenciado, por exemplo, na conquista da Etiópia pela Itália de Mussolini, em 1935, ou na teoria do espaço vital defendida por Hitler, invocando o pangermanismo, de forma a criar uma Grande Alemanha.

- as nações superiores devem subordinar as nações inferiores.

 

▪ Militarismo

- a crença nas virtudes da guerra e no sacrifício individual opõe-se às ideias liberais.

- os fascistas exaltam o culto da violência, do conflito e da força, traduzido no exercício físico e no treino militar, nas paradas e desfiles militares e na intimidação dos opositores.

 

 

▪ Autoritarismo

- vários aspetos espelham o forte cunho autoritário dos regimes fascistas: a concentração de poderes nas mãos de um único homem, a superioridade do Estado face ao indivíduo, que conduz à supressão dos direitos individuais ou o uso da força e da violência;

- na perspetiva dos chefes fascistas, só um Estado autoritário, a que todos se deviam subjugar, contribuía para o bem da Nação, do interesses coletivo.

 

▪ O Culto do Chefe

- o culto do chefe, providencial, guia e salvador da Nação, olhado como um herói, quase um ser divino, que se impõe pela sua forte personalidade e que incarna o Estado.

- o culto do chefe traduz-se pela difusão ilimitada da sua imagem.

- o fascismo advoga o reforço do poder executivo, personificado na pessoa de um líder carismático e incontestado.

 

▪ Partido Único

- para que não ocorressem cisões dentro do Estado, apenas o partido do regime, o partido único, estava autorizado a participar na cena política – Partido Nacional Fascista, em Itália e Partido Nacional - Socialista, na Alemanha.

- os restantes partidos foram proibidos, passando alguns deles a organizarem-se clandestinamente.

 

 

▪ Corporativismo

- o fascismo defendeu a criação das corporações (Itália) organismos que reuniam patrões e trabalhadores em corpos profissionais, os quais conciliam os seus interesses de modo a promoverem a paz, a ordem e a prosperidade, ou seja, o bem-estar geral; (na Alemanha tomaram o nome de Frente do Trabalho Nacional-Socialista);

- o corporativismo constituía um modelo de organização do sistema produtivo, através do qual se pretendia ultrapassar as tensões da sociedade industrial, tendo como propósito, ainda, combater o internacionalismo comunista e a luta de classes.

 

▪ Autarcia

- os Estados fascistas, na ótica dos seus chefes, deviam ser autárcicos, ou seja, autossuficientes. Assim, a produtividade agrícola e industrial deveria ser suficiente para fazer face às necessidade nacionais deixando de ser preciso recorrer às importações.

 

▪ Formação e desenvolvimento de um homem novo

- o homem novo deve ser formado para acreditar, obedecer e combater.

- as suas características deveriam ser a coragem, o espírito de disciplina e o rigor no cumprimento do dever nacional.

- na sociedade nazi-fascista, a mulher é desprezada e considerada cidadã submissa, limitada à cozinha, à educação dos filhos e aos assuntos religiosos.

1.1-AS OPÇÕES TOTALITÁRIAS DE DIREITA: OS FASCISMOS

​O demoliberalismo que parecia ter ganho força depois da Primeira Guerra Mundial, começou a perder terreno e a dar lugar a regimes de extrema-direita (Fonte Exploratória, pág.84). A Europa assistiu, deste modo, ao surgimento do totalitarismo de extrema-direita, dada a incapacidade da democracia parlamentar em responder à conjuntura de crise do pós-guerra. Os paradigmas do totalitarismo de extrema-direita, foram, sem dúvida, o fascismo e nazismo, implementados em Itália e na Alemanha, respetivamente. A URSS vivia, na altura, um totalitarismo de extrema-esquerda.

​Contextualização da ascensão do Fascismo em Itália: crise da democracia parlamentar do pós-guerra:

▪ baixas humanas e custos pela participação na guerra;

▪ descontentamento pela não incorporação dos territórios da Dalmácia e da cidade de Fiume no pós-guerra;

▪ escassas indemnizações de guerra;

▪ grave crise económico-financeira – inflação, decréscimo do poder de compra das classes médias e penúria do proletariado;

▪ agitação social – revolta de camponeses e operários com a ocupação de terras e de fábricas nos anos de 1919 e de 1920; ( ler Doc. 5, p. 34)

▪ protesto das classes médias e da alta burguesia, da grande proprietária rural e industrial - receio do alastramento do comunismo.

Fascismo (1922- 1945), de Mussolini, o Duce

Em 1919 - criação dos Fasci di Combattimento - movimento fascista, apoiado pelos grandes proprietários e pelas classes médias, criado por B. Mussolini. Os seus membros destacavam-se pelas camisas negras e pela violência e terror que espalharam no pós-guerra. Os principais alvos eram os socialistas e as organizações de operários. Em 1921- nascimento do Partido Nacional - Fascista a partir dos Fasci di Combattimento, liderado por B. Mussolini; Em 1922 - nos dias 27 e 28 de outubro deu-se a Marcha sobre Roma dos camisas negras*, com o objectivo de pressionar o rei Vítor Manuel III a nomear um governo chefiado por Mussolini; Em 1925 - em Dezembro, Mussolini implanta a ditadura fascista.

 

(* as milícias armadas eram constituídas por antigos combatentes, desempregados e membros das classes médias ameaçados pela crise económica).

 

 

 

• Contextualização da ascensão do Fascismo em Itália: crise da democracia parlamentar do pós-guerra:

▪ baixas humanas e custos pela participação na guerra;

▪ descontentamento pela não incorporação dos territórios da Dalmácia e da cidade de Fiume no pós-guerra;

▪ escassas indemnizações de guerra;

▪ grave crise económico-financeira – inflação, decréscimo do poder de compra das classes médias e penúria do proletariado;

▪ agitação social – revolta de camponeses e operários com a ocupação de terras e de fábricas nos anos de 1919 e de 1920; ( ler Doc. 5, p. 34)

▪ protesto das classes médias e da alta burguesia, da grande proprietária rural e industrial - receio do alastramento do comunismo.

Fascismo (1922- 1945), de Mussolini, o Duce

o 1919 - criação dos Fasci di Combattimento - movimento fascista, apoiado pelos grandes proprietários e pelas classes médias, criado por B. Mussolini. Os seus membros destacavam-se pelas camisas negras e pela violência e terror que espalharam no pós-guerra. Os principais alvos eram os socialistas e as organizações de operários.

o 1921- nascimento do Partido Nacional - Fascista a partir dos Fasci di Combattimento, liderado por B. Mussolini;

o 1922 - nos dias 27 e 28 de outubro deu-se a Marcha sobre Roma dos camisas negras*, com o objectivo de pressionar o rei Vítor Manuel III a nomear um governo chefiado por Mussolini;

 

o 1925 - em Dezembro, Mussolini implanta a ditadura fascista.

 

(* as milícias armadas eram constituídas por antigos combatentes, desempregados e membros das classes médias ameaçados pela crise económica).

• Contextualização da ascensão do Nazismo na Alemanha: crise da República de Weimar - cidade alemã onde foi elaborada a primeira Constituição democrática do país:

▪ obrigatoriedade do pagamento das indemnizações de guerra aos Aliados – imposições do Tratado de Versalhes;

▪ sentimento de humilhação decorrente das imposições do Tratado de Versalhes: territoriais, económicas e militares – "Diktat";

▪ crise económica, financeira e social: inflação galopante e desvalorização do marco;

▪ radicalização e agitação social e política: espartaquismo e anti-bolchevismo;

▪ aumento da miséria e da taxa de desemprego agravadas pela crise de 1929 - Grande Depressão;

▪ descrença na eficácia governativa das democracias parlamentares;

▪ receio da afirmação do comunismo na Alemanha por parte das classes médias e da alta burguesia;

▪ exploração do descontentamento social pela propaganda do Partido Nazi;

▪ aumento progressivo do peso eleitoral do Partido Nazi.

Nazismo (1933-1945), de Hitler, o Fuhrer

o 1920 - criação do Partido Nacional – Socialista ou Nazi;

o 1923 - Putsch, golpe de Estado, de Hitler contra a República de Weimar, sem êxito.

o 1932- O Partido Nazi conseguiu arrecadar 230 lugares no Parlamento. Hitler conquistou o apoio dos grandes proprietários industriais e da classe média, os quais temiam o avanço do comunismo.

o 1933 - em 30 de Janeiro, Hitler é eleito Chanceler da Alemanha. De seguida, põe termo ao regime republicano e instaura uma Ditadura.

o 1934 - Hitler, com a morte de Hindenburg, passa a acumular os cargos de Chanceler e de Presidente da República.

1.3- Os fascismos (fascismo italiano e o nazismo alemão) rejeitam o (a):

 

 

• Individualismo

- os regimes nazi-fascistas rejeitam o individualismo, ou seja, negam o respeito pelos direitos do Homem e pela dignidade humana;

- os direitos do indivíduo tinham de estar submetidos aos interesses do colectivo, do Estado.

- os indivíduos não têm existência por si, apenas existem enquanto enquadrados no Estado, pois ao contrário do individualismo defendido desde o século XVIII pelo Liberalismo, o fascismo valoriza o individuo, se “este forma corpo com o Estado”, de acordo com Mussolini.

• O princípio da igualdade

- as raças nascem para comandar e outras para obedecer, sendo imperativo das raças superiores dominarem as raças inferiores.

• O princípio da liberdade

- desprezo pela liberdade individual, pois a liberdade aliada à tolerância, divide e enfraquece o grupo.

• O princípio da fraternidade

- os totalitarismos contêm em si ideais que promovem a guerra e a violência.

• A democracia

- o sistema democrático, considerado fraco, é incapaz de salvaguardar o interesse nacional.

- as eleições não eram convocadas e, quando aconteciam, eram fraudulentas.

• O pluripartidarismo

- o sistema pluripartidário apenas gera divisões e discussões inúteis, enfraquecendo a Nação.

- apenas um partido estava autorizado.

• O sistema parlamentar

- o parlamentarismo, manifestação de fraqueza do poder, não passava de um verbalismo alheio aos interesses estratégicos da Nação.

- o fascismo considerava inútil o sufrágio universal e considerava a supremacia do poder executivo sob o legislativo.

• O socialismo e o comunismo

- o socialismo e o comunismo merecem reprovação por parte do fascismo, dado que assentam na luta de classes, a qual provoca divisões e o enfraquecimento do corpo social do Estado.

• O liberalismo económico

- o fascismo recusa o liberalismo económico, devido ao facto deste privilegiar os interesses individuais em detrimento dos interesses do Estado.

• Ler doc.2,p.86

1.4- Os Fascismos e/ou os Totalitarismos defendem o (a):

 

▪ Ultranacionalismo

 

- a Nação é um valor sagrado, um bem supremo, procurando os seus modelos no passado mais glorioso da Nação, nos tempos áureos de afirmação das nacionalidades.

 

▪ Imperialismo

- o imperialismo fascista deve ser ambicioso, daí impelir a Nação para fora das suas fronteiras.

- o nacionalismo exacerbado e fervoroso da ideologia fascista conduziu ao expansionismo territorial, evidenciado, por exemplo, na conquista da Etiópia pela Itália de Mussolini, em 1935, ou na teoria do espaço vital defendida por Hitler, invocando o pangermanismo, de forma a criar uma Grande Alemanha.

- as nações superiores devem subordinar as nações inferiores.

 

▪ Militarismo

- a crença nas virtudes da guerra e no sacrifício individual opõe-se às ideias liberais.

- os fascistas exaltam o culto da violência, do conflito e da força, traduzido no exercício físico e no treino militar, nas paradas e desfiles militares e na intimidação dos opositores.

 

 

▪ Autoritarismo

- vários aspetos espelham o forte cunho autoritário dos regimes fascistas: a concentração de poderes nas mãos de um único homem, a superioridade do Estado face ao indivíduo, que conduz à supressão dos direitos individuais ou o uso da força e da violência;

- na perspetiva dos chefes fascistas, só um Estado autoritário, a que todos se deviam subjugar, contribuía para o bem da Nação, do interesses coletivo.

 

▪ O Culto do Chefe

- o culto do chefe, providencial, guia e salvador da Nação, olhado como um herói, quase um ser divino, que se impõe pela sua forte personalidade e que incarna o Estado.

- o culto do chefe traduz-se pela difusão ilimitada da sua imagem.

- o fascismo advoga o reforço do poder executivo, personificado na pessoa de um líder carismático e incontestado.

 

▪ Partido Único

- para que não ocorressem cisões dentro do Estado, apenas o partido do regime, o partido único, estava autorizado a participar na cena política – Partido Nacional Fascista, em Itália e Partido Nacional - Socialista, na Alemanha.

- os restantes partidos foram proibidos, passando alguns deles a organizarem-se clandestinamente.

 

 

▪ Corporativismo

- o fascismo defendeu a criação das corporações (Itália) organismos que reuniam patrões e trabalhadores em corpos profissionais, os quais conciliam os seus interesses de modo a promoverem a paz, a ordem e a prosperidade, ou seja, o bem-estar geral; (na Alemanha tomaram o nome de Frente do Trabalho Nacional-Socialista);

- o corporativismo constituía um modelo de organização do sistema produtivo, através do qual se pretendia ultrapassar as tensões da sociedade industrial, tendo como propósito, ainda, combater o internacionalismo comunista e a luta de classes.

 

▪ Autarcia

- os Estados fascistas, na ótica dos seus chefes, deviam ser autárcicos, ou seja, autossuficientes. Assim, a produtividade agrícola e industrial deveria ser suficiente para fazer face às necessidade nacionais deixando de ser preciso recorrer às importações.

 

▪ Formação e desenvolvimento de um homem novo

- o homem novo deve ser formado para acreditar, obedecer e combater.

- as suas características deveriam ser a coragem, o espírito de disciplina e o rigor no cumprimento do dever nacional.

- na sociedade nazi-fascista, a mulher é desprezada e considerada cidadã submissa, limitada à cozinha, à educação dos filhos e aos assuntos religiosos.

 

 

Penso que é isto. Estava numa tabela, por isso se alguma coisa estiver fora do lugar já sabes

Editado por TreinadorB

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A mim falta-me as revoluções russas e aquilo dos kulaks, o resto sei tudo de cabeça.

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Existe algum sitio tipo Explicamat onde possamos aprender Fisica e Quimica com alguem a explicar?

 

Alguem sabe?

 

Abraço

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Estou a rever toda a matéria dos 3 anos na noite antes do exame :laugh:

Editado por TreinadorB

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Boa sorte para vocês malta, vou tirar uma nota de m*rda mas pronto, que vos corra muito melhor!!

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Boa sorte para vocês malta, vou tirar uma nota de m*rda mas pronto, que vos corra muito melhor!!

A confiança é o primeiro passo.. ;)

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Tou com um pressentimento que vai sair compostas no exame matematica..

 

 

 

Foi assim tao facil?

 

Tem escolhas multiplas onde 2 alíneas estão certas,perguntas sobre coisas básicas como 2 rios que desaguam no mar a sul do Tejo e o porquê do Bairro da Mouraria precisar de reestruturação :biggrin:

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FQ deve chegar para o 15. Tou com medo de matemática....

Alguem tem resumos fixes de Biologia?

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O exame era acessível, só me f*di nas pinturas de resto meh, deve chegar para 10.

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Era fácil, as escolhas múltiplas davam era para comer a cabeça a um gajo. Já vi as que tenho mal e de momento, tenho teste para 18. Conto tirar entre 12-14.

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as primeiras acertei tudo

Já sairam os critérios ou etc?

Se alguém que tiver certo e for a Versão 1 e poder dizer agradecia.

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Já sairam os critérios ou etc?

Se alguém que tiver certo e for a Versão 1 e poder dizer agradecia.

 

o meu stor confirmou

C-B-A-D

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ACABOOOOOOU CRL, FINALMENTE! O NUNO CRATO QUE ME CHUPE A PILA E ME ACARICIE O ESCROTO DE UMA FORMA QUE NEM A MÃE DELE SABE FAZEEEEEER!

 

Espero que tenha corrido bem a todos vós que também fizeram o exame, juntos no FM juntos em tudo, já se sabe. Quando os critérios sairem metam aí por favor malta.

 

Verão crl!

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Tenho estado agora a fazer exames. Já despachei os de 2014, hoje quero fazer pelos menos a 1º fase de 2013 e repetir os exercícios de 2014 em que tive mais dificuldade. Amanhã faço a 2º fase e a época especial de 2013 e na segunda faço dois intermédios e se der tempo mais um qualquer.

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eu só quero tirar mais que 16 no exame de economia.

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vais trocar de curso universitário?

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daqui a nada tenho um esgotamente nervoso com matematica...bem agr vou afinfalhar bem em limites, logaritmos e geometria que ainda tou um beqs meh nisso

 

E ainda tenho que estudar para economia, quero mais de 16!!

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