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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

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Acho muito bem que tirem os telefones dos centros de saúde. Por outro lado, deviamos ter implementada uma cadeira opcional de sinais de fumo.

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Visitante

 

:fixe:

 

Já tinha estado com a JAD numa conferência na FEP e já a tinha achado uma nojenta de primeira, para além da clara falta de ideias e dependência única da sua postura de dama de ferro. Mas ela esteve muito mal no programa, com a cassete preparada e toda nervosa quando era interrompida pelo Carlos Daniel (que tinha razão, já que eram 4 pessoas a falar)

 

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f*da-se :lol:

Editado por Visitante

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Parece que o cabeça-de-lista do PSD na Guarda, Carlos Peixoto, é especialista em pérolas de conteúdo duvidoso. Em Dezembro de 2009 disse o casamento homossexual poderia abrir a porta ao incesto e em Janeiro de 2013 afirmou que Portugal foi contaminado pela peste grisalha (em referência aos idosos) e que a ocupação do país por parte de imigrantes que tenderão a substituir as populações autóctones é assustador e desafia a nacionalidade portuguesa.

 

Este já dava para empunhar alegremente a bandeira do PNR.

Editado por Peplin

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Parece que o cabeça-de-lista do PSD na Guarda, Carlos Peixoto, é especialista em pérolas de conteúdo duvidoso. Em Dezembro de 2009 disse o casamento homossexual poderia abrir a porta ao incesto e em Janeiro de 2013 afirmou que Portugal foi contaminado pela peste grisalha (em referência aos idosos) e que a ocupação do país por parte de imigrantes que tenderão a substituir as populações autóctones é assustador e desafia a nacionalidade portuguesa.

 

Este já dava para empunhar alegremente a bandeira do PNR.

Parece que o PSD da Guarda continua a dar que falar: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/seguranca-social-nomeou-fiscal-distrital-um-militante-do-psd-que-nunca-trabalhou-na-area-1703324

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Passos Coelho alerta, como medida para manter a viabilidade da Segurança Social, que é possível vir a cortar nas pensões futuras. Dado que o Tribunal Constitucional é contra o corte nas pensões em pagamento, os futuros pensionistas poderão vir a ganhar menos.O futuro sistema funcionaria como um Plano Poupança Reforma.

 

@SIC

 

A improdutividade do aumento das horas de trabalho

 

Todos os anos somos alertados que a produtividade em Portugal é baixa. Há até quem já tenha atribuído este problema ao nosso clima, ou quem pense que aumentando o horário de trabalho resolveria este nosso problema…

 

Mas será que só por si se resolverá?

 

Sinceramente não acredito que seja credível que o acréscimo das horas de trabalho aumente a produtividade. Exemplo simples é o caso da Alemanha que tem horários de trabalho menores do que em Portugal e que regista aproximadamente o dobro da nossa produtividade.

 

A culpa é dos portugueses?

 

Não, não é! Os portugueses são excelentes colaboradores no estrangeiro e em contexto multinacional são reconhecidos pelas sua produtividade. Infelizmente os nossos governantes também dão um péssimo exemplo, ou alguém acreditará que um Conselho de ministros que dure 18 horas seja produtivo?... Por curiosidade pesquisei no Google alemão se haveria notícias acerca da duração dos Conselhos de Ministros neste país e não existem referências a tal facto, já em Portugal temos dezenas de notícias de Conselhos de Ministros que vão desde as 12 a 18 horas de duração.

 

O que deveremos fazer é diminuir o horário de trabalho e ter em consideração outras variáveis tais como melhorar a formação e o nosso sistema educativo, elaborar objetivos organizacionais bem definidos e alinhados com os colaboradores, adequar a ergonomia no local de trabalho, termos um bom sistema de saúde e de apoio à família, incentivar práticas saudáveis tais como o desporto, dotar os locais de trabalho de tecnologia adequada, entre outras. E assim sim, com estas e outras variáveis acauteladas conseguiremos aumentar a nossa produtividade.

 

Cumulativamente e não menos importante, teremos de repensar alguns hábitos pessoais… Um exemplo concreto:

 

Suponha que é um fumador moderado e que todos os dias fuma seis cigarros durante o horário de trabalho, três de manha, três de tarde. Como por razões obvias não pode fumar no seu local de trabalho, tem de se dirigir para a porta do edifício ou para a zona de fumadores. Calculemos então que entre fumar e deslocações apenas gasta dez minutos por cigarro. Como fuma seis cigarros gasta 60 minutos/dia. Como em 2014 teremos 253 dias úteis, retirando os 22 dias de férias ficamos com 231 dias para trabalhar. Fazendo as contas e tendo em consideração o nosso mero exemplo, um trabalhador fumador gasta em média por ano 28,8 dias de trabalho efetivo, agora falta-nos acrescentar os cafés, as conversas de corredor, entre outros…

 

Reforçando esta ideia, são vários os estudos que indicam que à medida que aumentamos o número de horas de trabalho a produtividade diminui.

 

Também não é solução retirarmos dias de férias e abolirmos feriados, pois os países que tem mais dias de férias e feriados são os mais produtivos.

 

Resumindo, todos temos responsabilidade no que toca ao aumento da produtividade. De entre outras soluções, o Estado terá de fomentar uma legislação abonatória deste objetivo e ainda incrementar bons sistemas de saúde e educação. Por seu lado, os empresários deverão criar modelos flexíveis e condições de trabalho ótimas. Por fim, os trabalhadores deverão aumentar o foco e concentração no trabalho, eliminando "ladrões de tempo", cultivando uma vida saudável e apostando na sua formação.

 

@JornaldeNegocios.pt

 

Interessante.

Editado por Vaart

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Na minha opinião se o português mediano das 8h trabalhar 5 por dia já é bom. A rotina prevalecente na maioria é pequeno almoço, lanches, cafés, cigarros, almoços por vezes infindáveis, lavar roupa suja na copa, etc. No norte da Europa são mais produtivos porque de facto durante as 8h de trabalho diria que trabalham a maior parte delas.

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Até podes ter razão, é necessário acabar com alguns maus hábitos dos colaboradores. No entanto, o que tu referes não se deve aplicar a todo o português mediano.

 

Por outro lado, as organizações devem apostar no bem-estar dos seus colaboradores, bem sei que o retorno referente à adoção dessas medidas é intangível, todavia já foi demonstrado empiricamente que organizações que apostam em boas práticas têm melhores resultados. As organizações não devem ver os colaboradores somente como uma ferramenta para atingir os seus fins, mas como um capital que deve ser estimulado e "cuidado".

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Na minha opinião se o português mediano das 8h trabalhar 5 por dia já é bom. A rotina prevalecente na maioria é pequeno almoço, lanches, cafés, cigarros, almoços por vezes infindáveis, lavar roupa suja na copa, etc. No norte da Europa são mais produtivos porque de facto durante as 8h de trabalho diria que trabalham a maior parte delas.

 

Eu acho que não é por aí. Quando estive em Erasmus na Holanda, que embora seja diferente de Noruegas e Finlândias, não achei que eles fossem mais produtivos no trabalho que nós.

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Até podes ter razão, é necessário acabar com alguns maus hábitos dos colaboradores. No entanto, o que tu referes não se deve aplicar a todo o português mediano.

 

Por outro lado, as organizações devem apostar no bem-estar dos seus colaboradores, bem sei que o retorno referente à adoção dessas medidas é intangível, todavia já foi demonstrado empiricamente que organizações que apostam em boas práticas têm melhores resultados. As organizações não devem ver os colaboradores somente como uma ferramenta para atingir os seus fins, mas como um capital que deve ser estimulado e "cuidado".

Oh claro, é uma generalização... Português mediano significa a generalidade dos portugueses. Claro que há gente a trabalhar que nem burros horas a mais e sem parar, da mesma maneira que há gente a coça-los num escritório o dia todo.

 

A intervenção do Estado acho que só obteria resultados nesta temática com medidas concretas em formação cívica desde tenra idade. E quando digo formação cívica é formação a sério, organizacional e comportamental (obviamente com pedagogias adequadas à idade), e não a disciplina de Formação Cívica que havia (há?) atualmente, que serve para o diretor de turma tratar dos assuntos pendentes.

Para mim ali dizerem que se deve apostar na educação é uma afirmação vazia. Não tem conteúdo nenhum. É lógico que o cidadão com mais formação tendencialmente terá mais civismo e sensibilidade para questões dessa índole.

 

Eu acho que não é por aí. Quando estive em Erasmus na Holanda, que embora seja diferente de Noruegas e Finlândias, não achei que eles fossem mais produtivos no trabalho que nós.

Qual achas que seja a razão?

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A questão da educação/formação é importante, mas considero mais importante o papel que as organizações podem, e devem, ter no bem-estar dos colaboradores. Em Portugal esse tipo de aspetos é negligenciado, mas devia ser muito mais valorizado.

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Qual achas que seja a razão?

 

Quer dizer, acredito que acabem por ser produtivos porque existe melhor organização e felicidade no trabalho. Depois deve ter a ver com o facto de saberem que há boas condições no trabalho, salários condizentes e que lhes proporciona estabilidade na vida em qualquer zona do país. Mas bastou-me ir a certos sítios e serviços públicos para ver que em Portugal não é assim tão mau comparando com eles. Os gajos saem do trabalho entre as 16h - 18h e vão para cafés, beber jolas e muitos jantar por lá. É normal que assim se sintam motivados :mrgreen:

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O grande problema da produtividade, não está directamente relacionado com as horas trabalhadas, ou com o esforço dos trabalhadores.

 

O problema está nos euros que produzimos. Façamos uma comparação com a Alemanha. Enquanto os portugueses, genericamente, produzem sapatos e têxteis, os alemães andam a produzir carros, electrodomésticos, medicamentos, com tecnologia de ponta. Quem gera mais riqueza, mais euros, por hora trabalhada? O português típico ou o alemão típico? E depois, associado a isso, temos salários mais baixos e temos um conjunto de serviços que também valem menos dinheiro, porque são prestados a empresas que valem menos. Eu trabalho numa sociedade de revisores e tenho as mesmas condições de trabalho e tecnologia disponível que os meus congéneres alemães. O problema é que para empresas da mesma dimensão, o alemão consegue cobrar muito mais que eu, porque vai, genericamente, prestar um serviço a uma empresa que gera mais riqueza...

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Na minha opinião se o português mediano das 8h trabalhar 5 por dia já é bom. A rotina prevalecente na maioria é pequeno almoço, lanches, cafés, cigarros, almoços por vezes infindáveis, lavar roupa suja na copa, etc. No norte da Europa são mais produtivos porque de facto durante as 8h de trabalho diria que trabalham a maior parte delas.

Afinal em que países é que já trabalhaste?

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O grande problema da produtividade, não está directamente relacionado com as horas trabalhadas, ou com o esforço dos trabalhadores.

 

O problema está nos euros que produzimos. Façamos uma comparação com a Alemanha. Enquanto os portugueses, genericamente, produzem sapatos e têxteis, os alemães andam a produzir carros, electrodomésticos, medicamentos, com tecnologia de ponta. Quem gera mais riqueza, mais euros, por hora trabalhada? O português típico ou o alemão típico? E depois, associado a isso, temos salários mais baixos e temos um conjunto de serviços que também valem menos dinheiro, porque são prestados a empresas que valem menos. Eu trabalho numa sociedade de revisores e tenho as mesmas condições de trabalho e tecnologia disponível que os meus congéneres alemães. O problema é que para empresas da mesma dimensão, o alemão consegue cobrar muito mais que eu, porque vai, genericamente, prestar um serviço a uma empresa que gera mais riqueza...

 

Ora bem, é isto mesmo.

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Bom post tio. Tocaste em pontos interessantes e muitas vezes esquecidos (por mim também) nesta questão da discussão da produtividade.

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O grande problema da produtividade, não está directamente relacionado com as horas trabalhadas, ou com o esforço dos trabalhadores.

 

O problema está nos euros que produzimos. Façamos uma comparação com a Alemanha. Enquanto os portugueses, genericamente, produzem sapatos e têxteis, os alemães andam a produzir carros, electrodomésticos, medicamentos, com tecnologia de ponta. Quem gera mais riqueza, mais euros, por hora trabalhada? O português típico ou o alemão típico? E depois, associado a isso, temos salários mais baixos e temos um conjunto de serviços que também valem menos dinheiro, porque são prestados a empresas que valem menos. Eu trabalho numa sociedade de revisores e tenho as mesmas condições de trabalho e tecnologia disponível que os meus congéneres alemães. O problema é que para empresas da mesma dimensão, o alemão consegue cobrar muito mais que eu, porque vai, genericamente, prestar um serviço a uma empresa que gera mais riqueza...

Pois, bem visto. É preciso inverter esse paradigma, e mão de obra qualificada para isso não falta.

Um ótimo exemplo das potencialidades do nosso país diria que é a área da Biotecnologia em Portugal e a evolução que teve desde o início de 2000.

 

Afinal em que países é que já trabalhaste?

Tive experiências profissionais em 3 continentes diferentes.

Não tive territorialmente no norte da europa, mas tive com gente de lá. No entanto se queres um exemplo concreto que possa sustentar o que disse ao nível de disciplina de trabalho, tive experiência nos US.

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Portugal devia fazer um plano a 5 anos para o mundo digital. Tudo o que formássemos (ou pegar em gente desempregada, etc) era fomentar algo nas TIC. Aprender a fazer um site, aprender a arranjar um computador, aprender a programar...

 

É a única coisa com a qual podemos competir com o resto do mundo. No know how informático/digital. Tudo o resto, qualquer país faz melhor que nós (ou pelo menos mais barato).

 

Isso que o Gonçalo referiu, é uma beca generalização e está enviesado, tá claro. Há sempre molengões e/ou preguiçosos em todo o lado. E também já tive em ambientes com malta estrangeira e sempre foram muito mais laidback que nós tugas...

 

Aliás, não é à toa que a malta vai lá para fora (mesmo a geração menos qualificada dos anos 60, ou a actual que é mão de obra mais qualificada - nos mais diversos ramos) é elogiada pela competência e dedicação.

 

Simplesmente aqui ganha-se mal e as estruturas organizacionais são, em regra, uma bela m*rda.

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Eu conheço uns alemães que sempre que vêm cá dizem que nós perdemos muito tempo a almoçar. :mrgreen:

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A rotina prevalecente na maioria é pequeno almoço, lanches, cafés, cigarros, almoços por vezes infindáveis, lavar roupa suja na copa, etc.

Maravilha, digo eu.

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Portugal devia fazer um plano a 5 anos para o mundo digital. Tudo o que formássemos (ou pegar em gente desempregada, etc) era fomentar algo nas TIC. Aprender a fazer um site, aprender a arranjar um computador, aprender a programar...

 

É a única coisa com a qual podemos competir com o resto do mundo. No know how informático/digital. Tudo o resto, qualquer país faz melhor que nós (ou pelo menos mais barato).

 

Isso que o Gonçalo referiu, é uma beca generalização e está enviesado, tá claro. Há sempre molengões e/ou preguiçosos em todo o lado. E também já tive em ambientes com malta estrangeira e sempre foram muito mais laidback que nós tugas...

 

Aliás, não é à toa que a malta vai lá para fora (mesmo a geração menos qualificada dos anos 60, ou a actual que é mão de obra mais qualificada - nos mais diversos ramos) é elogiada pela competência e dedicação.

 

Simplesmente aqui ganha-se mal e as estruturas organizacionais são, em regra, uma bela m*rda.

Concordo completamente no ganhar competências ao nível das TIC. Quando começaram a falar de introduzir programação no ensino básico achei uma ideia extremamente interessante, porque quanto mais não seja incutimos às novas gerações o pensamento estruturado associado à programação, que acaba por ser fundamental para desenvolver mentes críticas e capazes de resolver problemas.

Nós nunca vamos conseguir competir simplesmente por sermos programadores. Para isso há as Índias da vida, que são bem mais baratos. Mas sim em sermos capazes de resolver problemas.

 

Seus malandros, tudo no CMPT a passar o tempo e a fazer a produtividade descer.

Vá, voltem ao trabalho.

Verdade :mrgreen:

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Até podes ter razão, é necessário acabar com alguns maus hábitos dos colaboradores. No entanto, o que tu referes não se deve aplicar a todo o português mediano.

 

Por outro lado, as organizações devem apostar no bem-estar dos seus colaboradores, bem sei que o retorno referente à adoção dessas medidas é intangível, todavia já foi demonstrado empiricamente que organizações que apostam em boas práticas têm melhores resultados. As organizações não devem ver os colaboradores somente como uma ferramenta para atingir os seus fins, mas como um capital que deve ser estimulado e "cuidado".

 

Odeio este tido de linguagem. Se trabalhas e recebes para isso, e tens contrato de trabalho és trabalhador, nãp és essa treta de colaborador.

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