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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Odeio este tido de linguagem. Se trabalhas e recebes para isso, e tens contrato de trabalho és trabalhador, nãp és essa treta de colaborador.

 

idem, odeio esse termo do colaborador, se calhar chamar trabalhador é usar linguagem muito de esquerda.

Editado por vinsanity

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Odeio este tido de linguagem. Se trabalhas e recebes para isso, e tens contrato de trabalho és trabalhador, nãp és essa treta de colaborador.

 

Isso é a forma como tu escreves, aquela é a minha.

 

idem, odeio esse termo do colaborador, se calhar chamar trabalhador é usar linguagem muito de esquerda.

 

:lol:

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Parece que o cabeça-de-lista do PSD na Guarda, Carlos Peixoto, é especialista em pérolas de conteúdo duvidoso. Em Dezembro de 2009 disse o casamento homossexual poderia abrir a porta ao incesto e em Janeiro de 2013 afirmou que Portugal foi contaminado pela peste grisalha (em referência aos idosos) e que a ocupação do país por parte de imigrantes que tenderão a substituir as populações autóctones é assustador e desafia a nacionalidade portuguesa.

 

Este já dava para empunhar alegremente a bandeira do PNR.

 

Esse zé passava 90% do tempo na AR a ver gajas no fb. Depois abria a boca e era confrangedor. Quando se metia com essas teorias era vê-los a rirem-se dele.E E cheguei a ouvir pior :lol:

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Na minha opinião se o português mediano das 8h trabalhar 5 por dia já é bom. A rotina prevalecente na maioria é pequeno almoço, lanches, cafés, cigarros, almoços por vezes infindáveis, lavar roupa suja na copa, etc. No norte da Europa são mais produtivos porque de facto durante as 8h de trabalho diria que trabalham a maior parte delas.

 

Não falta quem trabalhe 5 horas em frente ao computador e tenha melhor produtividade do que aqueles que fazem as 8 horas. Dizer que os portugueses são preguiçosos é uma assunção errada.

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Admito que não gosto do termo colaborador

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Eu tou aqui para baixar a produtividade britanica.

 

#vamoquevamo #forcaportugal

Editado por Rui Cardoso

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Militante segurista explica a Costa porque não dá dinheiro ao PS

 

Um eleito municipal do PS no Seixal divulgou no You Tube uma carta aberta a António Costa na qual explica porque recusa dar dinheiro para a campanha de donativos desencadeada pelo líder do partido.

 

Militante 89052 do PS, assumido "segurista", Nelson Patriarca diz que já financia normalmente o PS com o que recebe como eleito municipal e justifica a sua "total indisponibilidade" para ajudar agora a pagar as despesas da campanha, "sejam elas canetas, fitas de pescoço e demais lombos assados", com dois factos.

 

Por um lado, não gostou da forma "fria, calculista e nada solidária" como Costa reagiu ao resultado do PS de António José Seguro nas últimas Europeias (31,5%, contra 27,7% para a coligação PSD/CDS). "O caráter com que abordou esta situação não me dão demasiadas razões para confiar em si", escreveu.

 

Por outro, discorda da forma como foi construída a lista de candidatos do PS a deputados pelo seu círculo, Setúbal (a cabeça de lista será a deputada Ana Catarina Mendes, presidente da distrital): "Soa-me tudo a mais dos mesmos filmes. Sinto uma total falta de espirito renovador nos lugares elegiveis no distrito de Setubal", diz Nelson Patriarca no vídeo que colocou online, queixando-se ainda da falta de representação do militante indicado pela concelhia do Seixal, "um concelho com mais de cem mil eleitores". "Não sei se sabe onde fica o Seixal. Bem poderia ter começado pela candidata em quinto lugar [Catarina Marcelino] e ir por aí fora", defende.

 

Na sua carta aberta, Nelson Patriarca contesta também o mecanismo que Costa desencadeou para incentivar donativos dos militantes eleitos em cargos de representação do PS ("não duvide que lhe será garantido o devido reconhecimento: informaremos a sua Secção e a sua Federação dos nomes de quem contribuiu e das quantias recebidas")

 

"Parece-me que este tipo de procedimentos pode gerar uma espécie de hall of fame [corredor da fama] de uma certa 'elite de militantes' que terá maior ou menor reconhecimento por ter pago o seu contributo, ou não", escreveu.

 

Acrescentando: "No meu caso, não sendo contribuinte, apenas espero que sejam cumpridos os deveres constitucionais a que estamos obrigados, mantendo uma igualdade entre militantes, paguem eles muito, poucochinho ou nada."

 

A "carta aberta" termina com Nelson Patriarca fazendo recomendações ao líder do PS: "Se fosse a si abandonava o ar condicionado do Rato e das salas de congressos e ia para a rua. Livre-se de metade da entourage da carne assada e faça-se ao caminho."

 

"O mínimo que lhe exigo é uma maioria absoluta e por cabazada", conclui.

 

@DN.pt

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Também ouvi isso, pelo círculo de Fora da Europa.

Editado por Vaart

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Para os entendidos.

 

Como funcionam os QREN's e esse tipo de apoios?

 

Há algum que se enquadre no âmbito de uma associação desportiva, nomeadamente para a aquisição de, por exemplo, carrinhas?

 

Obrigado.

Editado por bug

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Como adorava ter vivido nesta altura. Solidariedade entre os povos, esperança verdadeira no horizonte e algo porque se sabia que valia a pena lutar...

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:lol:

 

A brincar, a brincar deve ser dos últimos sociais democratas do pais.

 

Discordo dele em várias questões sociais mas respeito imenso o homem.

Editado por SAS_Robben

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Visitante

Que amadorismo, porra :lol:

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Visitante
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