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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

 

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:lol:

Editado por Woyzeck

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Os media Russos divulgaram há umas horas uma noticia contando que hoje um soldado Russo das forças especiais, que está a ser aclamado como herói, estava há uma semana a dirigir os bombardeamentos da força aérea que permitem o avanço das tropas Síria sobre a cidade histórica de Palmyra, foi descoberto e encontrando-se sozinho e rodeado por elementos do Estado Islâmico dirigiu um bombardeamento precisamente para as suas próprias coordenadas. - http://sputniknews.com/middleeast/20160325/1036930112/Russian-Special-Forces-Hero-Killed.html

De filme mesmo...

 

:prayer:

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:lol: O cumulo do descaramento.

 

A Globo recusou-se a divulgar os nomes da lista e o Moro pediu sigilo. Porquê? Porque desta lista constam os nomes dos principais opositores ao governa da Dilma e desta e do Lula nem sombra.

Não só Lula e PT parecem sair do Lava Jato. De tanto levantar pedra, a lama cai em todos os lados. Há mais de 200 políticos financiados pela Odebrecht

 

“O ‘Jornal Nacional’ não vai divulgar os nomes de políticos listados. O motivo é simples: além de a polícia não saber ainda se cometeram alguma ilegalidade, a lista inclui mais de 200 pessoas de todos esses partidos. Não faria sentido escolher uns e omitir outros. E o tempo não nos permitiria divulgar todos”, foi assim que justificou o principal telejornal da televisão brasileira, da Rede Globo, a não divulgação dos nomes que constam da lista de financiamentos da construtora Odebrecht a mais de 200 políticos de duas dezenas de partidos. Por mera coincidência, e embora esta parte da operação Lava Jato tenha sido desenhada para apanhar dois “marqueteiros” do PT, nem Lula da Silva nem Dilma Rousseff constavam da lista dos políticos alegadamente corrompidos pela maior construtora do mundo. Provavelmente, se estivessem, os jornalistas da Globo não resistiriam à notícia. Infelizmente para os espetadores desta televisão, apenas estão na listagem a maior parte dos nomes que fazem parte ativa do processo de impeachment.

 

A Polícia Federal apreendeu na 23.a fase da Operação Lava Jato, batizada de “Acarajé”, realizada no dia 22 de fevereiro, uma lista de políticos que receberam dinheiros da construtora Odebrecht, uma das principais empresas envolvidas no esquema de corrupção investigado pela justiça brasileira. Entre os nomes encontrados estão políticos de quase todos os partidos brasileiros . Há gente que terá recebido financiamento da construtora dos seguintes partidos: PT, PMDB, PSDB, PP, PSB, DEM, PDT, PSD, PC do B, PPS, PV, PR, PRB, SD, PSC, PTB, PTN, PT do B, PSOL, PPL, PTB, PRP, PCB e PTC. Entre os senadores constam da lista: Renan Calheiros (PMDB-AL), Aécio Neves (PSDB-MG), José Serra (PSDB-SP), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Romero Jucá (PMDB-RR). Entre os deputados estão o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e Celso Russomanno (PRB-SP). Basicamente, está muita da política brasileira, mas o mais importante, o quartel-general do impeachment, alegadamente contra a corrupção do governo PT, está lá em peso.

 

Ao contrário do que sucedeu às escutas ilegais feitas à presidente Dilma Rousseff e ao ex--presidente Lula da Silva, o juiz federal Sérgio Moro decretou nesta quarta-feira, 23, sigilo sobre a listagem da Odebrecht que envolve dezenas de políticos e partidos como supostos destinatários de valores da empreiteira. O magistrado pediu ao Ministério Público Federal que se manifeste sobre a “eventual remessa” da documentação ao Supremo Tribunal Federal (STF).

 

A argumentação do juiz é a presunção de inocência, e o facto de a construtora alegar que tudo não passava de financiamentos legais, estes argumentos não têm colhido com as outras acusações feitas ao ex-presidente Lula, como as supostas casas de milhões de euros que teria comprado.

 

No seu despacho estabelecendo o sigilo sobre a listagem, o juiz Moro diz que pode haver “prematura conclusão” quanto à natureza desses pagamentos. “Não se trata de apreensão no Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht e o referido Grupo Odebrecht realizou, notoriamente, diversas doações eleitorais registradas nos últimos anos”, justifica o juiz.

 

As autoridades estão a interrogar Marcelo Odebrecht, herdeiro da empresa, e a antiga secretária do grupo que aceitou fazer “delação premiada” depois da prisão, para identificar quais são as verbas inscritas nas listas que correspondem a financiamentos legítimos, e quais delas podem indicar verbas ilegais e para corromper decisores políticos.

 

A ex-secretária, depois de presa e solta, ajudou na identificação dos políticos, a maioria dos quais consta com pseudónimo, que estão nas listas de dinheiro dado pela empresa, nomeadamente os senadores Humberto Costa (PT-PE), Aécio Neves (PSDB-MG), Lindbergh Farias (PT-RJ), Patrus Ananias (ministro do Desenvolvimento Social), o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o deputado Mendonça Filho (DEM-PE).

 

Os valores registados nas listagens têm o financiamento a 316 políticos e 22 partidos e ultrapassam os 75 milhões de cruzeiros, cerca do dobro do valor declarado como doações do grupo empresarial nas prestações de contas que os candidatos apresentaram à Justiça Eleitoral (38 milhões). As disparidades reveladas pela documentação apreendida não ficam por aqui: sete empresas do grupo Odebrecht terão atuado como “patrocinadoras” de políticos que concorriam a eleições. No entanto, apenas três dessas empresas aparecem na contabilidade oficial dos partidos – as outras quatro não existem nos documentos que os partidos políticos brasileiros entregaram às autoridades eleitorais.

 

Mas não só políticos que disputavam eleições tinham direito à generosidade da construtora: na documentação apreendida na operação policial consta uma lista de contribuições a políticos históricos. Entre eles estão Sérgio Cabral (PMDB), então governador do Rio, e Luiz Fernando Pezão (PMDB), na época vice-governador. Também são citados na lista de “históricos” os deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Jorge Picciani (PMDB-RJ), o vice-governador do Rio Francisco Dornelles (PP) e o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

 

Como escreve o editor do site Outras Palavras, António Martins, depois do Lava Jato e da “mãe de todas as listas” é precisa uma reforma política no Brasil que proíba, entre outras coisas, os financiamentos das empresas privadas.

http://www.ionline.pt/501496

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Ainda falta o resultado final em Washington, mas o Bernie levou a melhor (~70 - ~30). No Alaska, vitória gigante, sendo que a Hillary só teve 19% (contra os 81% do Sanders), daqui a pouco deve-se saber os resultados no Hawaii.

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Eu acho que devia haver um "cantinho do Antifa", onde poderias desenvolver mais sobre politica, entre outros. Toda a gente gosta imenso do que vais partilhando, e ao mesmo aprende imenso pois por norma há assuntos que são pouco aprofundados e tu acabas por dar umas luzes há malta. Será que ainda vamos ver-te no mundo da politica?

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Abada do Sanders no Alaska, no Hawaii e em Washington.

Grande malha, mas continua a ser difícil recuperar o terreno perdido. Vai ser interessante ver os resultados em NY, em princípio a Hillary deve voltar a ganhar, no entanto...

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Grande malha, mas continua a ser difícil recuperar o terreno perdido. Vai ser interessante ver os resultados em NY, em princípio a Hillary deve voltar a ganhar, no entanto...

Foram vitórias muito específicas do Bernie Sanders. Não relança assim tanto a campanha.

But Alaska and Washington had two characteristics that made them very friendly terrain for Sanders: They were caucuses in predominantly non-black states. And there aren't many more of those on the calendar.

Fonte

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Foram vitórias muito específicas do Bernie Sanders. Não relança assim tanto a campanha.

Se ele conseguir continuar o "momentum" nunca se sabe, mas

continua a ser difícil recuperar o terreno perdido

 

Eu acho que, mais que a etnia dos estados, estas vitórias têm a ver com o facto de as pessoas o estarem a conhecer melhor e terem mais noção do que ele defende.

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Até Nova Iorque há Wisconsin e Wyoming. Acho que o Bernie ganha os dois (com mais dificuldade o 1º tho). Agora, Nova Iorque é f*da, porque a Hillary foi senadora do estado durante uns bons anos e, apesar do próprio Bernie ter nascido em Brooklyn, ela tem muito mais vantagem lá por ser uma Clinton.

 

O Bernie quer imenso fazer o debate agendado para Abril pelo Democratic National Committee (DNC) em Nova Iorque, mas a Hillary tem fugido um bocado, porque todas as sondagens dão-lhe enorme vantagem lá e, basicamente, não está nos interesses dela. Veremos. Ainda há tempo para ganhar terreno e um empate estatístico não seria mau para ele, isto se pensarmos que a California tem 457 delegates e o Bernie tem estado a apertar-lhe o cerco lá.

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Marcelo Rebelo de Sousa vai promulgar Orçamento de Estado para 2016. Anúncio vai ser feito às 17 horas.

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Luaty Beirão e os restantes activistas foram condenados entre 2 a 8 anos de prisão. É bastante triste.

 

A inacção de Portugal neste caso foi um tanto vergonhosa.

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Nunca ler um livro foi tão perigoso.

 

Woyzeck, o que querias que Portugal fizesse?

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Nunca ler um livro foi tão perigoso.

 

Woyzeck, o que querias que Portugal fizesse?

 

Queria que Portugal fosse como os estados unidos.

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Nunca ler um livro foi tão perigoso.

Não estou a defender a barbaridade da decisão, mas se começares a organizar sessões de leitura semanais do mein kampf, e ficares à espera que ninguém tire nenhuma conclusão além de "juntaram-se só para ler um livro"... há livros e livros, e numa ditadura uns têm mais peso que outros.

 

somas a isso o facto de a elite /nomenclatura de Luanda ainda viver com medos que criaram nos tempos da guerra, estava visto que ia dar nisto. deviam ter pensado um pouco, e pelo menos 1 deles devia ter saído para ser a voz incómoda.

 

PS: atenção que eles não estava a ler o mein kampf, foi só um exemplo :mrgreen:

Editado por Cabeça de giz

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Eu ainda não percebi é o que é que querem que Portugal faça. É claro que isto é uma situação vergonhosa para Angola, é lamentável e a liberdade deve ser o maior valor, mas o que é que querem que Portugal faça que vai fazer a diferença, que invada aquilo? que faça um embargo?

 

Interessante vídeo sobre o que defendem os candidatos republicanos do Finantial Times. É muito curto e muito informativo.

https://www.facebook.com/financialtimes/?fref=ts

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Angola é uma questão delicada. Por um lado queremos o melhor para a nossa ex-colónia(é sempre engraçado ver o sururu com brasil, angola e moçambique. um sentimento paternalista que me choca.), por outro também queremos o melhor para os nossos oligarcas angolanos que nos têm ajudado com dinheiro.

 

eu prefiro fingir que nada se passa. a ignorância é felicidade.

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Não estou a defender a barbaridade da decisão, mas se começares a organizar sessões de leitura semanais do mein kampf, e ficares à espera que ninguém tire nenhuma conclusão além de "juntaram-se só para ler um livro"... há livros e livros, e numa ditadura uns têm mais peso que outros.

 

Não importa que livro estavam a ler. Mesmo que fosse o Mein Kampf, o Anarchist Cookbook, ou Como Matar o Presidente Angolano em Três Simples Passos. Enquanto não se passasse de uma leitura de um livro, de discussões ou tertúlias sobre qualquer tema, não devia ser crime.

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Não importa que livro estavam a ler. Mesmo que fosse o Mein Kampf, o Anarchist Cookbook, ou Como Matar o Presidente Angolano em Três Simples Passos. Enquanto não se passasse de uma leitura de um livro, de discussões ou tertúlias sobre qualquer tema, não devia ser crime.

Muito isto.

 

Do meu ponto de vista, aliás, esse aspecto é daqueles que separa as democracias das ditaduras. Por exemplo, caso estivéssemos a falar do "Como Matar o Presidente Angolano em Três Simples Passos", numa ditadura as coisas poderiam facilmente correr para uma acusação por conspiração (?) ou associação criminosa. Numa democracia, pelo menos haveria uma investigação decente e a presunção de inocência.

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Numa carta enviada na terça-feira ao Supremo Tribunal brasileiro, o juiz Sérgio Moro admite que a sua decisão de divulgar publicamente as escutas telefónicas feitas pela Polícia Federal ao ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode “ser considerada incorrecta” e pede desculpas – três vezes – pela “controvérsia instaurada”. “Jamais foi a intenção desse julgador provocar polémicas, conflitos ou constrangimentos”, escreve o juiz sobre a divulgação à imprensa, no passado dia 16, do conteúdo de conversas telefónicas entre Lula da Silva e outras figuras de Estado, incluindo a Presidente da República Dilma Rousseff.

 

A decisão de Moro – que nos últimos dois anos se tornou um herói popular por estar aos comandos da Operação Lava Jato, investigando a maior rede de corrupção de que há memória no país – foi amplamente criticada por vários juristas brasileiros e na imprensa internacional, que viu sinais de autoritarismo e atropelos inconstitucionais. Moro foi instado a explicar-se há cerca de uma semana pelo juiz do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, que também determinou que este enviasse para o Supremo todos os processos envolvendo Lula que estavam sob a sua alçada, a fim de avaliar a conduta de Moro e decidir se a investigação iria ser retirada das suas mãos.

 

A divulgação das escutas telefónicas levantou dúvidas e discussões no meio jurídico por várias razões: por as conversas incluírem uma Presidente da República, uma figura de Estado que só o Supremo Tribunal tem autoridade para investigar; pela pressa que Moro demonstrou em divulgá-las, no mesmo dia em que o governo anunciara que Lula seria ministro da Casa Civil; por o advogado de Lula ser alvo de escutas, pondo em causa o direito de defesa do ex-Presidente; por Moro ter divulgado conversas que foram gravadas já depois da hora em que ele ordenou à Polícia Federal a suspensão das escutas.

 

Numa crítica a Moro, dias depois, a Presidente Dilma Rousseff disse num discurso na Bahia, que “em muitos lugares do mundo, quem fizer escutas a um Presidente vai preso, se não tiver autorização oficial do Tribunal Supremo”.

 

O pedido de desculpas de Moro não é exactamente um mea culpa, embora admita que não antecipou “eventuais e possíveis reflexos” da sua decisão “para a própria Exma. Presidenta da República”. “Vendo retrospectivamente a questão, especialmente após a controvérsia gerada”, escreve Moro, “compreendo que o entendimento então adoptado possa ser considerado incorrecto ou, mesmo sendo correcto, possa ter trazido polémicas e constrangimentos desnecessários. Jamais foi, porém, a intenção deste julgador provocar tais efeitos, e por eles, solicito respeitosas escusas a este Egrégio Supremo Tribunal Federal.”

 

O ofício de 31 páginas endereçado ao juiz do Supremo Teori Zavascki é, na verdade, uma ampla defesa da sua decisão. Sérgio Moro foi criticado por divulgar conversas envolvendo Dilma quando devia tê-las mantido em segredo de Justiça e enviado ao órgão judicial competente para apurar a Presidente, que goza de imunidade e só pode ser investigada pelo Supremo Tribunal Federal. Foi também esse o entendimento de Teori Zavascki ao mandar retirar a investigação das mãos de Moro. Segundo Zavascki, Moro era “reconhecidamente incompetente” para levantar o sigilo sobre as gravações dado que elas envolviam a Presidente da República. E fê-lo “sem nenhuma das cautelas exigidas em lei”, avaliou então o juiz do Supremo.

 

Moro, por sua vez, defende que tinha a competência necessária para tomar essa decisão uma vez que o foco da investigação era Lula e, ao contrário de Dilma, ele não gozava de imunidade – pelo menos, enquanto não tomasse posse como ministro. Segundo Moro, os diálogos telefónicos divulgados são relevantes do ponto de vista jurídico e criminal para o foco da investigação, que é Lula, porque eles provam que o ex-Presidente fez “solicitações indevidas” a outras autoridades públicas, nomeadamente membros do Governo, para que interferissem em seu favor para obstruir as investigações. Lula é investigado no âmbito da Lava Jato por suspeitas de ter sido presenteado com dois imóveis – um apartamento triplex e uma quinta – por empreiteiras envolvidas no escândalo de corrupção da Petrobras. Lula nega as acusações e não foi formalmente indiciado.

 

Moro diz que o motivo por trás da sua decisão não foi “político-partidário”, respondendo a acusações de ter simpatias partidárias contrárias ao Governo e de estar a ser selectivo ao focar as investigações no Partido dos Trabalhadores (PT) quando muitos outros políticos de todo o espectro ideológico também acumulam suspeitas.

 

Sobre a inclusão de conversas com Dilma, Moro diz que elas foram gravadas “fortuitamente”, e que a Presidente não estava sob investigação nem teve o seu telefone sob escuta. O juiz também nota que os diálogos não são “juridicamente relevantes” para a Presidente, isto é, não apresentam nenhum indício de que Dilma tenha cometido uma ilegalidade.

 

Quanto ao facto de ter autorizado escutas ao telefone do advogado de Lula, Roberto Teixeira, Sérgio Moro argumenta que isso aconteceu porque o advogado também está a ser investigado por ter intermediado a compra da quinta em Atibaia, no interior do estado de São Paulo, que Lula nega ser propriedade sua. O juiz defende que o segredo de Justiça aplica-se quando um advogado presta assistência jurídica a um cliente, mas que, neste caso, Roberto Teixeira está também sob investigação por suspeitas de envolvimento directo no crime de lavagem de dinheiro, “por auxiliar o ex-Presidente” na compra da quinta em Atibaia através de “pessoas interpostas”. A título de exemplo, Moro menciona que existe “uma quantidade bem maior de diálogos interceptados” – incluindo com um outro advogado de Lula, não investigado – que não foram divulgados e permanecem em segredo de Justiça.

 

“Após a controvérsia instaurada, observo que, embora vários juristas tenham criticado a decisão, vários outros a reputaram juridicamente acertada”, escreve Moro. Que conclui dizendo que, “apesar de todas as dificuldades envolvidas nesses processos do esquema criminoso da Petrobras, tem agido, em geral, com cautela e prudência”.

 

https://www.publico.pt/mundo/noticia/juiz-sergio-moro-pede-desculpas-por-divulgar-escutas-telefonicas-de-lula-1727536?page=2#/follow

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Nunca ler um livro foi tão perigoso.

 

Woyzeck, o que querias que Portugal fizesse?

Eu queria que Portugal usasse as relações diplomáticas e de amizade, " ", que tem com Angola para evitar, depois do crime humanitário que foi cometido, que pelo menos o Luaty Beirão que é cidadão Português (dupla nacionalidade) fosse preso. Que fosse pelo menos esse o pretexto para conseguir evitar esta situação de todos os chamados activistas.

 

O que ficou provado é que a maioria dos agentes políticos e diplomáticos estão bastante dependentes dos dólares ao ponto de se silenciarem. Para além do BE, de alguns deputados independentes do PS e do Embaixador de Portugal em Angola que foi pousar para a foto no hospital quando o Luaty estava em greve de fome ninguém com importância para actuar nesta situação se fez ouvir sequer.

 

Angola é um país que recebe imensos Portugueses, que tem imensos cidadãos com dupla nacionalidade, que tem imensos ex-retornados que retornaram à sua terra. Não nos podíamos abster de agir neste caso. Forçar um diálogo com a justiça Angolana, pelo menos.

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