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Poeira

Como Conquistar uma Rapariga ou um Rapaz

Publicações recomendadas

 

 

Vai pró car*lhinho, li isto agora no emprego e estou com a lágrima no olho....

 

Parabéns pelo que fizeste e os meus pêsames!

Editado por Cpt Hilts

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Sou um bocado mais velho do que a maioria da malta aqui do forum e apesar de não ser muito velho, tenho uma mentalidade muito diferente ou o que lhe quiserem chamar de pessoal com 3 ou 4 anos a menos do que eu ou ainda tive mesmo a sorte de como se diz encontrar a minha alma gémea.Estive com a minha mulher 16 anos gostei dela desde a 1º vez que olhei para ela.Durante esses 16 anos o que sentia por ela não se alterou 1 %.Conhecia quando ela ainda não era doente, infelizmente ela pouco depois teve uma doença grave e que a afetou muito, começou a andar de muletas, depois de cadeira de rodas e depois ficou acamada.Toda a malta que conheço diz que não conseguia fazer o que eu fiz por ela que foi basicamente cuidar dela quando ela já não conseguia cuidar dela própria.Mas porra não é isso que se faz quando se gosta verdadeiramente de uma pessoa?Ou deixasse de gostar só porque fica de muletas de cadeira ou acamada?Eu gostei dela quando andava quando ficou sentada e quando ficou deitada.Não me vejo a deixar de fazer o que fiz por ela.Infelizmente estou a falar no passado porque ela já cá não está faleceu à 3 meses.Isso tudo para dizer, que pela minha experiencia e pelo que me diziam as pessoas não estão para ter trabalho e daqui para a frente não que me ache um exemplo mas entre esta geração e à duas ou três atrás essas mais antigas existia muito mais malta com histórias iguais à minha.

Love tops all! :heart:

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Sou um bocado mais velho do que a maioria da malta aqui do forum e apesar de não ser muito velho, tenho uma mentalidade muito diferente ou o que lhe quiserem chamar de pessoal com 3 ou 4 anos a menos do que eu ou ainda tive mesmo a sorte de como se diz encontrar a minha alma gémea.Estive com a minha mulher 16 anos gostei dela desde a 1º vez que olhei para ela.

 

Durante esses 16 anos o que sentia por ela não se alterou 1 %.Conhecia quando ela ainda não era doente, infelizmente ela pouco depois teve uma doença grave e que a afetou muito, começou a andar de muletas, depois de cadeira de rodas e depois ficou acamada.Toda a malta que conheço diz que não conseguia fazer o que eu fiz por ela que foi basicamente cuidar dela quando ela já não conseguia cuidar dela própria.

 

Mas porra não é isso que se faz quando se gosta verdadeiramente de uma pessoa?Ou deixasse de gostar só porque fica de muletas de cadeira ou acamada?Eu gostei dela quando andava quando ficou sentada e quando ficou deitada.Não me vejo a deixar de fazer o que fiz por ela.

 

Infelizmente estou a falar no passado porque ela já cá não está faleceu à 3 meses.Isso tudo para dizer, que pela minha experiencia e pelo que me diziam as pessoas não estão para ter trabalho e daqui para a frente não que me ache um exemplo mas entre esta geração e à duas ou três atrás essas mais antigas existia muito mais malta com histórias iguais à minha.

:'(

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Cada vez se nota mais que o importante e aquilo que te "vendem" constantemente é tu próprio estares bem. Se não estás bem é porque estás mal e se estas mal estás infeliz o que não é o padrão. Se sais fora do padrão da felicidade estás a falhar e ninguém quer falhar, especialmente na vida.

 

O caso do rvdrc é daquelas coisas que são cada vez mais raras e que é de olhar para o outro como tu olhas para ti. Com o mesmo comprometimento e o mesmo empenho com que tu te tratarias. Se estás mal, não te vais abandonar. Vais tentar encontrar por todas as formas uma maneira de te pores bem. Numa relação, na minha opinião, deveria ser o mesmo. O amor que sentes por alguém não deve servir apenas para dizer gosto muito de ti ou amo-te, coisas que hoje parecem banais e que se dizem sem realmente se compreender as palavras mas isso é outra questão.

 

Claro que há casos e casos mas a maioria das vezes o caminho com menor resistência (a saída) é o mais fácil e portanto a primeira via. Resolver é complicado, demora tempo e é chato. Perde-se tempo e não estás feliz e aqui novamente parece voltar a imperar a felicidade total e que tem de ser constante. Uma mentira por vezes e fico a pensar se muitas relações com algum tempo e com paciência não teriam sido outra coisa mas enfim, não vale a pena ir por ai e contra mim falo porque acho que talvez tivesse funcionado com outro tipo de apoio mas não aponto a ela culpas por nada, se realmente já não sentia o que sentia por mim só se pode meter a viola no saco e seguir em frente porque continuar uma relação de fachada para que não nos abandonássemos é estúpido e acabaria por criar ainda mais infelicidade.

 

O tempo quero acreditar cura tudo e nesse email que o Domi pôs ai para trás, na resposta, revi-me em alguns pensamentos. O "nunca mais vou encontrar ninguém assim" é dos primeiros porque para mim ela representava muito daquilo que eu queria. Tinha os seus defeitos como eu mas não eram problema para mim. Agora claro que percebo que qualquer reconciliação é estúpida e que não vale mais a pena tentar lutar por algo sem futuro. Custa bastante mas espero que o tempo passe e possa eventualmente encontrar alguém a quem me possa dar e voltar a ter a felicidade que tive porque se isto é péssimo agora, em oposta mas igual medida, quando estávamos bem, foi a coisa mais fantástica e a feliz que tive em toda a vida.

Editado por Scirea

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Estamos numa era em que tudo parece fácil e descartável, e as pessoas não têm vontade nem paciência para lidar com as dificuldades. Uma autêntica cultura do desapego, com o patrocínio da tecnologia e das redes sociais.

Mas completamente. Eu dava por mim a fazer scroll no instagram (já apaguei aquilo que basicamente não me serve para nada) e a pensar " ein olha esta, porque é que a minha namorada não é assim". E se tivesse oportunidade nem sei se perdia os valores pelos quais fui criado e que me quero e tenho vido a reger. Mas a verdade é que a minha namorada só não se produz como tantas fazem, e se o fizesse provavelmente seria igual ou melhor que muitas.

 

Dificilmente encontrarei alguém igual a ela. Estou numa fase de m*rda da minha vida há cerca de ano e meio, que me tem custado de crl ultrapassar. Já lhe disse para me deixar porque sei que não estou a fazer tudo por ela, não a estou a fazer feliz como já fiz. Mas ela não larga, não me deixa. Ela todos os dias tem uma palavra para mim, um carinho, um gesto. Não há nada que pague isto.

 

Uma palavra para o senhor que perdeu a sua esposa e para o Fred. :)

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Mas completamente. Eu dava por mim a fazer scroll no instagram (já apaguei aquilo que basicamente não me serve para nada) e a pensar " ein olha esta, porque é que a minha namorada não é assim". E se tivesse oportunidade nem sei se perdia os valores pelos quais fui criado e que me quero e tenho vido a reger. Mas a verdade é que a minha namorada só não se produz como tantas fazem, e se o fizesse provavelmente seria igual ou melhor que muitas.

 

Dificilmente encontrarei alguém igual a ela. Estou numa fase de m*rda da minha vida há cerca de ano e meio, que me tem custado de crl ultrapassar. Já lhe disse para me deixar porque sei que não estou a fazer tudo por ela, não a estou a fazer feliz como já fiz. Mas ela não larga, não me deixa. Ela todos os dias tem uma palavra para mim, um carinho, um gesto. Não há nada que pague isto.

 

Uma palavra para o senhor que perdeu a sua esposa e para o Fred. :)

Então preserva bem essa rapariga.

 

É bom ver que ainda há quem mantenha valores assim. O problema é as gerações futuras que crescem neste "ambiente" (os miúdos de 15, 16 anos e por aí).

Editado por fucking_awesome

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A malta anterior à nossa geração também dizia o mesmo sobre a nossa. Isso são clichés ambulantes...

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Isso é verdade, e muitas vezes entra-se em generalizações. Mas outra verdade é que nunca houve tecnologia tão avançada como agora, e de certa forma isso está a afastar as pessoas, a torná-las muito frias emocionalmente. Acho que o perigo é esse, não a geração em si.

 

E o que falei das redes sociais aplica-se a pessoas de todas as idades, dado que quase toda a gente usa actualmente.

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Mas completamente. Eu dava por mim a fazer scroll no instagram (já apaguei aquilo que basicamente não me serve para nada) e a pensar " ein olha esta, porque é que a minha namorada não é assim". E se tivesse oportunidade nem sei se perdia os valores pelos quais fui criado e que me quero e tenho vido a reger. Mas a verdade é que a minha namorada só não se produz como tantas fazem, e se o fizesse provavelmente seria igual ou melhor que muitas.

 

Dificilmente encontrarei alguém igual a ela. Estou numa fase de m*rda da minha vida há cerca de ano e meio, que me tem custado de crl ultrapassar. Já lhe disse para me deixar porque sei que não estou a fazer tudo por ela, não a estou a fazer feliz como já fiz. Mas ela não larga, não me deixa. Ela todos os dias tem uma palavra para mim, um carinho, um gesto. Não há nada que pague isto.

 

Uma palavra para o senhor que perdeu a sua esposa e para o Fred. :)

Conheço tanta gente assim e ainda mais gente que à mínima proximidade com outra pessoa é capaz de trair alguém.

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Isso é verdade, e muitas vezes entra-se em generalizações. Mas outra verdade é que nunca houve tecnologia tão avançada como agora, e de certa forma isso está a afastar as pessoas, a torná-las muito frias emocionalmente. Acho que o perigo é esse, não a geração em si.

 

E o que falei das redes sociais aplica-se a pessoas de todas as idades, dado que quase toda a gente usa actualmente.

 

Mas isso abrange toda a gente. Basta falarmos com os nossos avós para eles nos contarem histórias de violência doméstica, traições a torto e a direito e a cagarem nas mulheres. Portanto, histórias de amor e dedicação, como a do rvdcr, são de admirar quer seja de agora ou de gerações anteriores, porque é preciso ter um arcaboiço e paixão para te dedicares assim a alguém. Não é a tecnologia que vai impedir que histórias dessas, raras, se concretizem porque antes não havia Internet e o que há mais são histórias recambulescas sobre namoros.

Editado por Koper

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Mas isso abrange toda a gente. Basta falarmos com os nossos avós para eles nos contarem histórias de violência doméstica, traições a torto e a direito e a cagarem nas mulheres. Portanto, histórias de amor e dedicação, como a do rvdcr, são de admirar quer seja de agora ou de gerações anteriores, porque é preciso ter um arcaboiço e paixão para te dedicares assim a alguém. Não é a tecnologia que vai impedir que histórias dessas, raras, se concretizem porque antes não havia Internet e o que há mais são histórias recambulescas sobre namoros.

A tecnologia ajuda um pouco na distância entre as pessoas se te deixares ir na onda.Parece que as pessoas estão mais proximas porque é só carregares num botão e estas a escrever para alguém ou a falar mas em termos de contato é diferente.

Agora isso é uma questão de uma pessoa se adaptar e fazer coisas de maneira diferente onde abrange as duas coisas.

 

Claro que para a malta mais nova que tem as tecnologias desde quase antes de saber andar já fazem desde sempre parte deles é dificil falar ou agir de outra maneira mas a maneira de pensar pode e vai estar lá com mais pessoas ou com menos pessoas.Mas que as tecnologias o ritmo de vida e a maneira como se vive interfere na maneira de pensar das pessoas não tenho muitas duvidas.

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È isto. era mais comum haver filhos fora do casamento antigamente do que agora, por exemplo. Da amostra que tenho e que me rodeio, claro. Só na minha familia foram vários.

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Mas isso abrange toda a gente. Basta falarmos com os nossos avós para eles nos contarem histórias de violência doméstica, traições a torto e a direito e a cagarem nas mulheres. Portanto, histórias de amor e dedicação, como a do rvdcr, são de admirar quer seja de agora ou de gerações anteriores, porque é preciso ter um arcaboiço e paixão para te dedicares assim a alguém. Não é a tecnologia que vai impedir que histórias dessas, raras, se concretizem porque antes não havia Internet e o que há mais são histórias recambulescas sobre namoros.

Eu não estou a falar em histórias rocambolescas, isso sempre houve e sei de várias no seio da minha própria família (do tempo de bisavós e tudo). Mas parece-me, e pode ser só impressão, que as pessoas desistem mais facilmente das relações agora.

 

E o papel da tecnologia (mais as redes sociais) aqui é o de criar uma imagem ilusória de facilidade, que ajuda às pessoas desistirem após a primeira dificuldade. Além de criar outra imagem ilusória de proximidade.

 

Em contraponto, a própria mentalidade é diferente e a ideia de criar família e viver em função disso já não é tão comum como noutros tempos (não digo que esteja correcto ou errado, é apenas distinto). Há maior ênfase no eu, na felicidade e liberdade individual.

Eu acho que a resposta estará algures no meio, como habitualmente. Há-que encontrar um equilíbrio entre as vantagens e desvantagens da tecnologia, e fazer com que nos ajude mas não nos robotize.

 

Isto tudo é, obviamente, a minha visão das coisas. Pode estar certa ou errada, e aceito que seja uma questão de percepção.

Editado por fucking_awesome

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È isto. era mais comum haver filhos fora do casamento antigamente do que agora, por exemplo. Da amostra que tenho e que me rodeio, claro. Só na minha familia foram vários.

Isso tambem é normal agora nem casamentos existem.

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Isso tambem é normal agora nem casamentos existem.

 

Não existirem casamentos, é um problema?

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Escrevi casamento mas era mais no sentido da relação. Existe pessoal que está junto a vida toda e não sente a necessidade de casar/trair.

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Não existirem casamentos, é um problema?

Não foi nada disso que disse.Respondi apenas ao que ele disse.E claro que existem casamentos mas existem muito menos do que existia por isso é normal antigamente existirem mais filhos fora do casamento.

 

Eu não estou a falar em histórias rocambolescas, isso sempre houve e sei de várias no seio da minha própria família (do tempo de bisavós e tudo). Mas parece-me, e pode ser só impressão, que as pessoas desistem mais facilmente das relações agora.

 

E o papel da tecnologia (mais as redes sociais) aqui é o de criar uma imagem ilusória de facilidade, que ajuda às pessoas desistirem após a primeira dificuldade. Além de criar outra imagem ilusória de proximidade.

 

Em contraponto, a própria mentalidade é diferente e a ideia de criar família e viver em função disso já não é tão comum como noutros tempos (não digo que esteja correcto ou errado, é apenas distinto). Há maior ênfase no eu, na felicidade e liberdade individual.

Eu acho que a resposta estará algures no meio, como habitualmente. Há-que encontrar um equilíbrio entre as vantagens e desvantagens da tecnologia, e fazer com que nos ajude mas não nos robotize.

 

Isto tudo é, obviamente, a minha visão das coisas. Pode estar certa ou errada, e aceito que seja uma questão de percepção.

Isso foi o que quis dizer ainda agora ai em cima.

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Eu não estou a falar em histórias rocambolescas, isso sempre houve e sei de várias no seio da minha própria família (do tempo de bisavós e tudo). Mas parece-me (e pode ser só impressão), que as pessoas desistem mais facilmente das relações agora.

 

E o papel da tecnologia (mais as redes sociais) aqui é o de criar uma imagem ilusória de facilidade, que ajuda às pessoas desistirem após a primeira dificuldade. Além de criar outra imagem ilusória de proximidade.

 

Em contraponto, a própria mentalidade é diferente e a ideia de criar família e viver em função disso já não é tão comum como noutros tempos. Há maior ênfase no eu, na felicidade e liberdade individual.

Eu acho que a resposta estará algures no meio, como habitualmente. Há-que encontrar um equilíbrio entre as vantagens e desvantagens da tecnologia, e fazer com que nos ajude mas não nos robotize.

 

Isto tudo é, obviamente, a minha visão das coisas. Pode estar certa ou errada, e aceito que seja uma questão de percepção.

 

Mas isso é a sociedade a evoluir de forma natural. Antes também havia, muitas vezes, a ideia de família por obrigação, ou porque o marido era o sustento, ou porque o divórcio era uma vergonha, etc etc. Um tio-avô meu traiu a mulher um se número de vezes, deixava-a com os filhos e uma vez a mulher foi buscá-lo a casa da amante com o filho, ela a chamar nomes à amante, o meu tio-avô a enche-la de porrada à porta da amante e ela a voltar para casa enquanto ele ficava na casa da amante. E histórias destas não devem faltar no passado. Portanto, tudo isto para dizer que histórias bonitas e pessoas que se estão a cagar para relacionamentos sempre existiram, a diferença é que agora se sabe e há liberdade moral para que isso aconteça mais a claro, enquanto antes era tudo escondido.

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Isso foi o que quis dizer ainda agora ai em cima.

Pois, já entendi. Mas o meu texto é relativamente longo, e eu estava a escrever na altura em que postaste :mrgreen:

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E espero que número continue a decrescer. Deve ser a forma mais patética de rotular o que quer que seja.

 

Essas questões das escapadinhas que dão para o torto não vão acabar passem os anos que passarem. Canalhas existirão sempre, não há forma de contornar o incontornável. Agora, as pessoas é que têm de saber bem para onde querem caminhar e, principalmente, com quem caminhar.

Editado por johan

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Escrevi casamento mas era mais no sentido da relação. Existe pessoal que está junto a vida toda e não sente a necessidade de casar/trair.

Claro que sim isso tem a ver com a mentalidade e com a maneira de pensar das pessoas.Existe pessoas que se lhe dão um pouco de atenção lá vão elas e outras que ficam na deles.

Outros que sentem vontade de ir mas pensam se vale a pena perder o que têm outros que não estão nem ai.

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Mas isso é a sociedade a evoluir de forma natural. Antes também havia, muitas vezes, a ideia de família por obrigação, ou porque o marido era o sustento, ou porque o divórcio era uma vergonha, etc etc. Um tio-avô meu traiu a mulher um se número de vezes, deixava-a com os filhos e uma vez a mulher foi buscá-lo a casa da amante com o filho, ela a chamar nomes à amante, o meu tio-avô a enche-la de porrada à porta da amante e ela a voltar para casa enquanto ele ficava na casa da amante. E histórias destas não devem faltar no passado. Portanto, tudo isto para dizer que histórias bonitas e pessoas que se estão a cagar para relacionamentos sempre existiram, a diferença é que agora se sabe e há liberdade moral para que isso aconteça mais a claro, enquanto antes era tudo escondido.

Verdade, sim senhor. Daí também causar esta percepção.

 

Mas relativamente à distância emocional nas relações em geral, acho que é mesmo verdade. E não gosto muito dessa evolução da sociedade.

Editado por fucking_awesome

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