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Sumudica by Night

Tópico Oficial da Fraude Fiscal

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Mas tu achas que eles entregam o dinheiro a qualquer um? E estamos a falar do pai dele, se ele nem nele confiasse estava muito mal... E caso não repares estamos a falar de milhões que eles ganham anualmente, estavam mal da vida se andassem todos os dias a ver por onde é que o dinheiro anda. O Messi (ou outra estrela qualquer) é como uma empresa, há quem tenha que tratar da parte que faz render (o Messi no futebol), há quem trate do dinheiro (Neste caso é o pai dele), e depois tens todos os outros sectores que vão fazendo alguma coisa.

 

Fosse o meu pai ou a minha mãe ou o meu piriquito ou uma contabilista eu de tempos a tempos ia checkar as coisas, aliás tenho o meu próprio negócio, pago a contabilista e mesmo assim checko se está tudo como era suposto e não ganho milhões se ganhasse ainda fazia muito pior. Estamos a falar de um homem não de uma criançola a menos que tu sejas muito jovem o teu raciocínio não faz sentido.

 

E dizeres que não sabe a 100% é muito diferente de saber 0%. Nem 8 nem 80, não acho que seja culpado mas não é de todo inocente pelo simples facto que é um homem feito e devia saber quais são as suas responsabilidades.

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A campanha de solidariedade do Barcelona pelo Messi deve ter sido das coisas mais ridículas que eu já vi na minha vida. :lol:

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Doce - Em muita coisa. Eu, por exemplo. sou caboverdiano, e embora vivo em Marrocos, tenciono voltar para o meu país e fazer a minha vida tranquila como toda pessoa pretende, com a minha namorada e o meu puto. Graças a DEUS, a nossa sociedade é relativamente livre e as pessoas têm como aproveitar um pouco da alegria da vida, mas o problema é que aquilo economicamente estagnou-se. O último partido que saiu do poder, após uma derrota daquelas, passou 15 anos no poder onde investiu muito nas infra-estruturas, nas instituições, etc. Houve um avanço em muitos pontos, mas desemprego é ainda realidade, a delinquência idem, fraco poder de compra e a divida pública já atingiu os 130% do PIB. O Estado não tem capacidade para empregar toda a gente e de assumir o papel de assistencialismo. Será sempre limitado e mesmo assim decidiram centralizar tudo no Estado e hoje pagamos por isso. Devemos muito e não produzimos grande coisa, pois com as políticas do Estado, o sector privado não evoluiu o suficiente para sustentar boa parte da Economia, com mais entradas de devisas externas, mais investimento e mais emprego nas empresas, sem falar na competitividade que mantém um certo equilíbrio nos preços. Acredito que, embora em contextos diferentes, Portugal tenha sofrido um pouco do mesmo problema. Houve uma recessão económica com base num Estado gastador e assistencialista. Com uma Economia muito restrita e limitada, fico claramente condicionado com essas políticas. As soluções não abundam.

Editado por totch

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Guest Alonso.

Toch em Marrocos? O meu pai é doido por Marrocos e esta a passar.me o bichinho :lol: parece um pais porreiro

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Toch em Marrocos? O meu pai é doido por Marrocos e esta a passar.me o bichinho :lol: parece um pais porreiro

 

Se tens boas condições financeiras vives bem, principalmente se for em Rabat, Marrakech, Agadir, Tanger e Casablanca (apesar da insegurança). Senão é um pouco complicado pois sem isso ficas um pouco limitado. Eu sou estudante/trabalhador e pai, não me sinto muito realizado aqui neste momento e já estou a preparar a minha volta para o meu país junto com os meus onde, apesar das dificuldade que mencionei acima, acredito ser capaz de explorar o meu potencial nem que seja um pouco. Atenção que não falo de trabalho, pois onde eu estou gostam muito de mim e pagam bem, mas tem mais a ver com a sociedade em si onde não me sinto "chez moi". Moro na cidade de Meknès.

 

Não querem passar este tema dos impostos para o Tópico da Política e da Economia?

 

Tens razão. Só me falta responder, como prometido, ao Whatever e não se toca mais no assunto. ;)

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Uma pessoa quando acha que já viu tudo... Os maluquinhos que faziam fila para ir ver o Sócrates a Évora são uns meninos ao pé desta gente.

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eu nem tenho a certeza se o que estou a ler nesta thread foi dito a sério ou não :lol:

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Estás a falar de paraísos fiscais que vivem do petróleo? Não arranjavas pior comparação? Ou estás a falar de países como a Bósnia, Guatemala ou Paraguai?

De resto toda a gente sabe como se vive mal em países cujos contribuintes são altamente taxados como a Dinamarca, a Suécia, a Holanda e o Japão.

 

Que conversa mais sem sentido.

 

Antes de mais, em nenhum momento falei de paraísos fiscais que vivem de petróleo. Já agora, de que países falas?

 

Em relação aos exemplos que deste, vamos então pegar no caso da Suécia. Muito mais do que um Estado que cobra “pesados” impostos sobre a renda dos mais ricos para pagar generosos benefícios (na Suécia, em média, o imposto de renda atinge perto de 44% da renda, podendo chegar até a 59% na maior das possibilidades), a Suécia é uma economia complexa e dinâmica, com elevado grau de produtividade, e características fundamentais de uma sociedade de mercado, como respeito à propriedade privada, burocracia reduzida, poucas dificuldades para se abrir ou manter um negócio e facilidade para se comercializar. Aleado a isso temos que perceber que não podemos limitar a nossa análise somente ao imposto sobre o rendimento da pessoa individual, mas também em casos como o IRC ou TSU, etc onde em vários dos países que mencionaste, não existem (acredito que seja o caso da Suécia). Esta combinação quase única torna o modelo sueco bastante distinto de outros países, como a França ou a Bélgica, também conhecidos pelo tamanho das atribuições estatais. Ao contrário destes países, a Suécia preserva um vigoroso crescimento económico e mantém-se bem posicionada quando o assunto é inovação. Algo que nem sempre foi assim.

 

É interessante ver que antes dos anos 90 a Suécia teve, mais ou menos a partir dos anos 50, um período de recessão económica quando o imposto sobre a renda chegou aos 102% (o que na prática obrigava a população a comprar imóveis e realizar outros investimentos que permitiam a dedução no imposto da renda). Tudo isso ob o tal plano chamado de “Löntagarfonderna”, cujo propósito não era outro se não o de uma “transição pacífica rumo ao socialismo”. Na prática, o governo sueco passou a determinar como se daria a divisão de lucro nas empresas. Parte dela seria ainda destinada ao capitalista, mas parte significativa ficaria retida em um fundo, sob controlo dos sindicatos, que passaria a ser convertido em participação acionária nas empresas. Em pouco mais de 20 anos, os empregados de cada empresa deteriam 52% do seu capital, e os sindicatos o controle de cada empresa sueca com mais de 50 funcionários. Duas décadas de aumentos de gastos públicos fizeram da Suécia um dos países com maior gama de serviços públicos do mundo, e ao mesmo tempo um dos mais endividados. Sem conseguir suprir todos os seus gastos com receita de impostos, o governo naturalmente elevou seu endividamento. Em 1984-85, por exemplo, 29% dos gastos públicos eram destinados ao pagamento de juros, número similar ao dos gastos com previdência. Poderia pegar em outras políticas aplicadas naquele tempo, mas não me apetece sair fora do foco da conversa.

 

Isso tudo levou o país a chamada “Grande Depressão Sueca”, que atingiu o país no início dos anos 90 e ocasionou uma forte mudança nos rumos da sua economia, e fez da Suécia um exemplo quase oposto daquilo que continua a ser difundido mundo afora, com muito atraso. Escapar da maior recessão económica em mais de 2 séculos não foi uma tarefa simples, e muito menos consensual. Jogar a culpa no sistema financeiro foi, como era de se esperar, a primeira alternativa. Na prática, porém, a Suécia decidiu dar a volta e buscar um equilíbrio em seu modelo, reforçando práticas de livre mercado e reduzindo o dirigismo estatal na economia. Controles de salários foram abolidos, por exemplo, e o setor privado ganhou espaço. O modelo já não é mais o do Estado grande e provedor.

 

E já que estamos a falar de impostos, hoje é o país que mais reduz impostos em todo o mundo. A taxa de impostos sobre grandes empresas na Suécia, por exemplo, é quase metade da americana (22% contra 40%), e o número de funcionários no setor público cai ano a ano. Para competir em um mundo cada vez mais globalizado, o país reduziu drasticamente os impostos. Apenas nos últimos 15 anos os impostos sobre grandes empresas caíram quatro vezes e a carga tributária geral saiu de 49,5% para 42,8%. O gasto público por sua vez caiu de 70,5% em 1993 para 51% em 2015.

 

Isso tudo tem contribuído para uma economia forte, menos centralizada no Estado e que consegue garantir as pessoas as condições mínimas de vida e ao mesmo tempo um forte poder de compra e de investimento.

 

Os impostos vão sempre existir, isso é algo que não nego. Não acredito é no endeusamento que se dá em certas políticas estatais que muitas vezes representam grandes gastos públicos (sustentados muitas vezes pelos impostos pagos pelos agentes económicos) e que no final não produzem o efeito esperado, antes pelo contrário, a longo prazo, têm quase sempre efeitos perversos.

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A campanha de solidariedade do Barcelona pelo Messi deve ter sido das coisas mais ridículas que eu já vi na minha vida. :lol:

 

Desastre de relações públicas de proporções bíblicas.

 

Eu sou fã incondicional de ver o Messi jogador dentro de campo, mais gozo ao ver jogar talvez só mesmo Don Andres, mas se estão à espera que eu tenha simpatia pelo Messi pessoa no contexto das falcatruas ao fisco, mais depressa apoiava que uma série de nigerianos avantajados lhes fossem fazer uma visita a todos. É gozar com a cara dum gajo.

 

Já agora, vale também para o Neymar. Será que já tão a preparar uma hashtag?

Editado por noikeee

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Não encontrei outro tópico:

 

Citação do jornal "Record" online

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MESSI ACEITA VOLTAR À SELEÇÃO ARGENTINA

Conversa com novo selecionador foi decisiva

Lionel Messi voltou atrás e vai continuar a representar a seleção da Argentina. A notícia está a ser avançada pela imprensa catalã, que adianta que o craque do Barcelona recuou depois de uma conversa com o novo selecionador, Edgardo Bauza.

 

Assim, Messi deverá voltar a vestir a camisola alviceleste já em setembro, nos jogos com Uruguai e Venezuela, de qualificação para o Mundial'2018. A convocatória será anunciada ainda hoje. Messi tinha anunciado o abandono da seleção depois da final da Copa América, que perdeu para o Chile no desempate por penáltis.

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Nhe. Vai se desgastar em viagens para os jogos de qualificação para nada....o Bauza que vá gerindo a situação ao longo destes 2 anos.

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Guest trz

Que mimado lol

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Caso seja, de facto, preso ficarei contente pela decisão. O Messi, apesar de trabalhador assalariado, é também um parasita do Estado que usufrui dos direitos e nega-se aos deveres.

 

Tanto milhão que esta malta do futebol anda a drenar às economias. Que façam um campeonato inter-cadeias e que regresse o Natal na Prisão.

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