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andriy pereplyotkin

Stand-Up Comedy

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Citação de 1906, há 9 minutos:

É admissível. Ele ficou na dúvida se era fá-lo ou falo e, por via das dúvidas, para não entrar em questões sexuais, resolveu da maneira que lhe pareceu mais apropriada.

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Citação de Jimpo, há 9 horas:

Acho bem apanhadas as tiradas relativamente à roupa e indumenta'ria mas o Salvador ja vai em 300 episodios com nao sei quantas entrevistas. é muito facil tirar uns segundos, juntar tudo, e dar a parecer que ele so fala daquilo. Sendo que costumo ouvir quase todos os episodios do Salvador, Bruno Nogueira, etc, é muito facil tirar certas frases e conversas, meter tudo junto e parecer outra coisa ou dar a entender que pessoa X so fala de Y. 

Cada vez gosto menos do formato do extremamente desagradavel por causa disso. 

Uma coisa é apanhar charlatoes e malta que vende banha da cobra, malta do espiritual e que se tenta vender e enganar o proximo e desmascarar isso. Ainda nao ouvi o segundo episodio sobre o Salvador mas nao acredito que va apanhar esses temas pela memoria que tenho do que oiço. 

 

Sempre foi assim, nota-se mais quando é alguém que segues o trabalho😅

Com o PTM foi a mesma coisa, ela foi atrás dele por causa de um bit de stand-up. E agora ele tem outro bit a reagir isso. Faz parte, ressabiamento de um lado e de outro.

Editado por migxstoper

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Citação de Jamarcus, Em 09/05/2025 at 00:05:

O Quintela é um gajo de direita normal, o Dores é chalupa basicamente

É curioso que em 2006 (antes de irem para a rtp) eles fazem um documentário para um dvd sobre a vida deles e tal... e falam que o ze diogo foi o último a juntar-se ao grupo e sentiram grandes dificuldades em integrar o quintela porque eram os 3 de esquerda e do benfica e o ze diogo era de direita e do sporting e todo orgulhoso disso.

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Citação de Jamarcus, há 3 horas:

O espetáculo do Gregório Duvivier está muito bom. Que tipo genial.

qual?

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Citação de Jamarcus, há 3 horas:

O espetáculo do Gregório Duvivier está muito bom. Que tipo genial.

Confirmo.

Citação de lastdance, há 9 minutos:

qual?

No Céu da Boca Língua.

Sendo que está longe de ser stand-up puro.

Editado por Ghelthon
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Citação de kareca, há 1 minuto:

Céu da Língua?

LOL porra, isso. O meu cérebro escorregou para a expressão.

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É muito interessante a forma como comediantes brasileiros se interessam e criam conteúdo à volta da língua portuguesa (Gregório e Porchat).

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Citação de kareca, há 4 horas:

É muito interessante a forma como comediantes brasileiros se interessam e criam conteúdo à volta da língua portuguesa (Gregório e Porchat).

e são bem mais corajosos porque se arriscam a ir para a cadeia 8 anos...

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Citação de Shai, há 22 horas:

Até curto do Salvador. É um gajo criativo e gosto de alguns dos seus projetos; mas a falta de poder de encaixe que ele tem não é de agora.

É daqueles tipos em que para se auto-criticar faz-lo sem problemas, mas para levar críticas ou observações de outros já tem uma dificuldade considerável para lidar com isso. Há sempre mil e uma desculpas das quais não passa por ele, é pela outra parte, pela sociedade, etc.

No fundo não foge muito de uns quantos humorístas seus colegas.

Diria mesmo que maior parte da "classe" é assim.

O próprio Bruno Nogueira também não me pareceu muito satisfeito com os episódios sobre ele no ED, quando o Alvim lhe perguntou sobre isso na Prova Oral. Mas foi politicamente correto.

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Citação de challenger, há 13 minutos:

Diria mesmo que maior parte da "classe" é assim.

O próprio Bruno Nogueira também não me pareceu muito satisfeito com os episódios sobre ele no ED, quando o Alvim lhe perguntou sobre isso na Prova Oral. Mas foi politicamente correto.

Por acaso aquela conversa dele com o João Vicente da Porta foi muito estranha.

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Citação de kareca, há 8 horas:

Por acaso aquela conversa dele com o João Vicente da Porta foi muito estranha.

Não tou a par. Que passou-se?

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Citação de Kenny Omega, Em 16/11/2025 at 18:19:

Haverá no Porto?

25 de Abril no Rosa Mota, está disponível na Worten. Os bilhetes mais baratos já foram quase todos. 

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Realmente precisávamos de mais um pouco do RAP nas nossas vidas. Já não bastava à segunda termos o Ricardo no escaparate da FNAC e da Bertrand; à quarta no Assim vamos ter de falar doutra maneira; à quinta-feira com um artigo semanal no Expresso, ao sábado no ex-Governo Sombra; ao domingo do Isto é gozar com quem trabalha; fora as múltiplas participações em podcasts, na Comercial; nos anúncios todos desde a Worten à Sagres, seja na rua em cartazes ou televisão. Ficava a faltar algo nos teatros. Enfim, este entretenimento de endeusamento português é qualquer coisa de arrepiante. Nada contra o homem até porque sigo os projetos e concordando e discordando, achando mais ou menos piada, sigo porque ele é de facto uma boa cabeça mas poramordasanta, deem lugar a outros nomes e outras pessoas, que desgaste.

Editado por Scirea

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Olha, até o acho semi-engraçado mas atualmente consumo zero RAP portanto ele estar nesses sitios todos e eu conseguir desencontrar-me parece saudável. É o trabalho dele, não é suposto trabalhar?

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No assim vamos ter de falar de outra maneira, quem me tem surpreendido pela positiva é o Gois que nao sabia que tinham um humor tao inteligente. O Zé Diogo tem uma facilidade e rapidez de piada de que gosto muito. Dos 3 até diria que o RAP é o que me faz sorrir menos. 

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Citação de Scirea, há 2 horas:

Realmente precisávamos de mais um pouco do RAP nas nossas vidas. Já não bastava à segunda termos o Ricardo no escaparate da FNAC e da Bertrand; à quarta no Assim vamos ter de falar doutra maneira; à quinta-feira com um artigo semanal no Expresso, ao sábado no ex-Governo Sombra; ao domingo do Isto é gozar com quem trabalha; fora as múltiplas participações em podcasts, na Comercial; nos anúncios todos desde a Worten à Sagres, seja na rua em cartazes ou televisão. Ficava a faltar algo nos teatros. Enfim, este entretenimento de endeusamento português é qualquer coisa de arrepiante. Nada contra o homem até porque sigo os projetos e concordando e discordando, achando mais ou menos piada, sigo porque ele é de facto uma boa cabeça mas poramordasanta, dê lugar a outros nomes e outras pessoas, que desgaste.

Calma, homem.

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Citação de Jamarcus, há 1 hora:

Calma, homem.

Irrita-me mesmo que se dê constantemente destaque a apenas uma pessoa no meio do entretenimento. Com tanta gente com qualidade por ai a trabalhar, mal se agarram a um, não largam. Ainda há pouco tempo era o Palmeirim. Não havia sitio que não estivesse o homem. Depois passou para o Candido Costa. Idem para a política (doutra forma) com o Ventura, só não mete é marcas.

Temos um mercado de personalidades pequeno mas existem pessoas a fazer bom trabalho e com qualidade por ai. Porque martelar sempre nos mesmos nomes? Outro exemplo de constante repetição é o TaskMaster.

Eu sigo Stand-up já há 3/4 anos a esta parte. Existem tantos nomes por ai com boas cabeças e não aparecem em lado nenhum. Deram uma oportunidade ao Manel Cardoso nas manhãs da comercial e correu bem por exemplo. Façam o mesmo com outros comediantes/entertainers. E volto a dizer, nada contra o RAP, isto não é sobre ele fazer a sua vida.

Editado por Scirea
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Citação de Scirea, Em 17/12/2025 at 17:25:

Irrita-me mesmo que se dê constantemente destaque a apenas uma pessoa no meio do entretenimento. Com tanta gente com qualidade por ai a trabalhar, mal se agarram a um, não largam. Ainda há pouco tempo era o Palmeirim. Não havia sitio que não estivesse o homem. Depois passou para o Candido Costa. Idem para a política (doutra forma) com o Ventura, só não mete é marcas.

Temos um mercado de personalidades pequeno mas existem pessoas a fazer bom trabalho e com qualidade por ai. Porque martelar sempre nos mesmos nomes? Outro exemplo de constante repetição é o TaskMaster.

Eu sigo Stand-up já há 3/4 anos a esta parte. Existem tantos nomes por ai com boas cabeças e não aparecem em lado nenhum. Deram uma oportunidade ao Manel Cardoso nas manhãs da comercial e correu bem por exemplo. Façam o mesmo com outros comediantes/entertainers. E volto a dizer, nada contra o RAP, isto não é sobre ele fazer a sua vida.

Não concordo com isso. O RAP fez isto, tal como a Joana encheu uma data de espetáculos num instante, o Batáguas veio de espetáculos esgotados, o Vitor Sá está em tour e com boas vendas, a Bumba encheu espetáculos, o Bruno Nogueira há uns anos abriu a porta e esgotou com o Meo Arena, etc.

Acho que o stand up está mais vivo que nunca (muito mais que no auge do Levanta te e Ri) e muito se deve a meios alternativos e nem todos querem ou precisam de andar nesses locais todos para estarem bem e ter protagonismo. 

Sobre o Taskmaster é tentar repetir aquilo que se vende (tal como a TVI sobrevive à pala de Big Brother e Casa dos Segredos 365 dias por ano) e nem só os humoristas dão bons concorrentes. Uma das melhores performances no Taskmaster que me lembro foi o Rui Melo quando esteve como convidado, por exemplo. Ainda que genericamente concordo que não deviam repetir concorrentes porque ainda têm um leque muito grande que podem usar

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Citação de JohnyM, há 12 horas:

Não concordo com isso. O RAP fez isto, tal como a Joana encheu uma data de espetáculos num instante, o Batáguas veio de espetáculos esgotados, o Vitor Sá está em tour e com boas vendas, a Bumba encheu espetáculos, o Bruno Nogueira há uns anos abriu a porta e esgotou com o Meo Arena, etc.

Acho que o stand up está mais vivo que nunca (muito mais que no auge do Levanta te e Ri) e muito se deve a meios alternativos e nem todos querem ou precisam de andar nesses locais todos para estarem bem e ter protagonismo. 

Sobre o Taskmaster é tentar repetir aquilo que se vende (tal como a TVI sobrevive à pala de Big Brother e Casa dos Segredos 365 dias por ano) e nem só os humoristas dão bons concorrentes. Uma das melhores performances no Taskmaster que me lembro foi o Rui Melo quando esteve como convidado, por exemplo. Ainda que genericamente concordo que não deviam repetir concorrentes porque ainda têm um leque muito grande que podem usar

Tudo o que tu disseste não discorda nem aponta outra coisa fora do que eu disse, só nos leva a outro tipo de debate do qual eu não falei. O da dimensão das personalidades e do métier em questão que independentemente do seu processo, pelas pessoas que são, enchem salas. Porque? Porque não há critério das pessoas que agora vão ver Stand-Up (e ainda bem que vão), há sim avatares famoso e uma máquina de propaganda bem montada para que quem tenha sucesso continue a ter sucesso, mesmo que vá contra o instituído como habitual na construção do seu trabalho. Senão vejamos, partindo dos exemplos que tu próprio deste:

O RAP, tanto quanto sei e das fontes com quem falo, não tem testado nada em lado nenhum. Não foi à Barraca, não foi ao LX comedy club, não foi à Discordia, não foi à Penha, não foi ao Ferroviario, não foi ao Ferro, não foi ao Xafarix ,etc. A Joana  idem, fez os espetáculos dela nos mesmos moldes. Escreveu umas linhas, não testou aquilo em lado nenhum, anunciou um espetáculo e aquilo esgotou num instante. A Bumba e o Bruno começaram a testar material para os seus últimos espetáculos 1 mês antes da primeira data do tour, sei porque fui ouvir ambos ao Maria Matos, sendo que a Bumba até ao dia anterior da primeira data, ainda fez um espetáculo na sala de baixo do LX Comedy a testar material tais eram as dúvidas. O Batáguas é o único desses nomes que testou o Processo durante 1 ano e tal em sítios antes de lançar o espetáculo. Ou seja, só mesmo cá é que um comediante faz isto porque ninguém trabalha assim em stand-up. Mesmo um Dave Chapelle, um Bill Burr, um Daniel Tosh, um Matt Rife, seja quem for, antes de lançar um espetáculo anda 1/2 anos semanalmente a testar material até ter um set consistente e aí sim faz um espetáculo de uma hora e tal numa grande sala. Aqui lançam-se aos leões num Meo Arena com 1 mês de trabalho e uns podcasts e videos feitos. Acho isto completamente delusional e contextual à novidade da coisa por cá. É o mesmo que teres uma grande palestra para dar mas só te começas a preparar na semana anterior, sendo que aqui não é uma questão de colocar umas frases a seguir umas às outras mas sim criar uma sequência de pensamentos cómicos que motivem o riso e criem uma atmosfera. Isso não se faz em 1 mês e pouco, por mais talentosos que sejam os nossos comediantes. Vendem porque as pessoas agora viciaram-se em ir ver espetáculos, mais a mais quando são as pessoas do destaque do costume a fazê-lo e também compram os bilhetes porque têm FOMO e pagam o que for preciso para não ficarem de fora. Especialmente os jovens que enchem salas de espetáculos de stand-up e que depois quando lá estão, não percebem timings, riem-se quando não é para rir, batem palmas a meio do bit, falam enquanto alguém está em palco, comentam sem critério em crowd-work do comediante, etc.. Em suma, não percebem o funcionamento da coisa. Isto é como ir a um museu e deixar as crianças correrem como se estivessem no parque das merendas ou acharem que não se podem levar malas lá para dentro para não roubar nada. Nada mais errado. São regras de funcionamento dos sítios que são inerentes ao que se faz ali. Testa-se para se ter segurança no texto, para que o comediante faça ver ao espectador que vai valer o dinheiro que se pagou (pedir 65€ ou mais para ver o RAP sem aquilo ter andado por aí parece-me, a meu ver, pagar para o ouvir nos programas que ele faz basicamente). 

Para finalizar no que eu disse anteriormente, isto é uma questão de marketing e exposição (como tudo hoje em dia). Só que uns têm mais do que outros. O problema é serem sempre os mesmos a terem as portas abertas. Mas talvez sejam dores de crescimento, espero.

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Citação de Scirea, há 12 horas:

Tudo o que tu disseste não discorda nem aponta outra coisa fora do que eu disse, só nos leva a outro tipo de debate do qual eu não falei. O da dimensão das personalidades e do métier em questão que independentemente do seu processo, pelas pessoas que são, enchem salas. Porque? Porque não há critério das pessoas que agora vão ver Stand-Up (e ainda bem que vão), há sim avatares famoso e uma máquina de propaganda bem montada para que quem tenha sucesso continue a ter sucesso, mesmo que vá contra o instituído como habitual na construção do seu trabalho. Senão vejamos, partindo dos exemplos que tu próprio deste:

O RAP, tanto quanto sei e das fontes com quem falo, não tem testado nada em lado nenhum. Não foi à Barraca, não foi ao LX comedy club, não foi à Discordia, não foi à Penha, não foi ao Ferroviario, não foi ao Ferro, não foi ao Xafarix ,etc. A Joana  idem, fez os espetáculos dela nos mesmos moldes. Escreveu umas linhas, não testou aquilo em lado nenhum, anunciou um espetáculo e aquilo esgotou num instante. A Bumba e o Bruno começaram a testar material para os seus últimos espetáculos 1 mês antes da primeira data do tour, sei porque fui ouvir ambos ao Maria Matos, sendo que a Bumba até ao dia anterior da primeira data, ainda fez um espetáculo na sala de baixo do LX Comedy a testar material tais eram as dúvidas. O Batáguas é o único desses nomes que testou o Processo durante 1 ano e tal em sítios antes de lançar o espetáculo. Ou seja, só mesmo cá é que um comediante faz isto porque ninguém trabalha assim em stand-up. Mesmo um Dave Chapelle, um Bill Burr, um Daniel Tosh, um Matt Rife, seja quem for, antes de lançar um espetáculo anda 1/2 anos semanalmente a testar material até ter um set consistente e aí sim faz um espetáculo de uma hora e tal numa grande sala. Aqui lançam-se aos leões num Meo Arena com 1 mês de trabalho e uns podcasts e videos feitos. Acho isto completamente delusional e contextual à novidade da coisa por cá. É o mesmo que teres uma grande palestra para dar mas só te começas a preparar na semana anterior, sendo que aqui não é uma questão de colocar umas frases a seguir umas às outras mas sim criar uma sequência de pensamentos cómicos que motivem o riso e criem uma atmosfera. Isso não se faz em 1 mês e pouco, por mais talentosos que sejam os nossos comediantes. Vendem porque as pessoas agora viciaram-se em ir ver espetáculos, mais a mais quando são as pessoas do destaque do costume a fazê-lo e também compram os bilhetes porque têm FOMO e pagam o que for preciso para não ficarem de fora. Especialmente os jovens que enchem salas de espetáculos de stand-up e que depois quando lá estão, não percebem timings, riem-se quando não é para rir, batem palmas a meio do bit, falam enquanto alguém está em palco, comentam sem critério em crowd-work do comediante, etc.. Em suma, não percebem o funcionamento da coisa. Isto é como ir a um museu e deixar as crianças correrem como se estivessem no parque das merendas ou acharem que não se podem levar malas lá para dentro para não roubar nada. Nada mais errado. São regras de funcionamento dos sítios que são inerentes ao que se faz ali. Testa-se para se ter segurança no texto, para que o comediante faça ver ao espectador que vai valer o dinheiro que se pagou (pedir 65€ ou mais para ver o RAP sem aquilo ter andado por aí parece-me, a meu ver, pagar para o ouvir nos programas que ele faz basicamente). 

Para finalizar no que eu disse anteriormente, isto é uma questão de marketing e exposição (como tudo hoje em dia). Só que uns têm mais do que outros. O problema é serem sempre os mesmos a terem as portas abertas. Mas talvez sejam dores de crescimento, espero.

O Jimmy Carr diz que agora é-lhe dificil testar material por causa da popularidade que já tem. Qualquer m*rda que diga as pessoas vão rir e isso dificulta-lhe em perceber o que funciona, o que não funciona e depois em enquadrar tudo para um show.

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