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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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No UK eu compro mesmo muitos produtos a acabar o prazo. No último dia de prazo, há desconto de 50% ou mais em pão, carnes, algumas frutas e vegetais...os dois primeiros compro e congelo e fico bem com isso. Este mecanismo elimina esse desconto baseado numa mentira de lutar contra o desperdício alimentar, mas é só mais greenwashing

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Citação de Black Hawk, há 11 horas:

Assumindo a informação na fonte que meteram na página anterior:

"Em termos concretos, explica-se que, por exemplo, a Morrisons foi a pioneira neste âmbito, removendo a validade de 90% de suas marcas de leite, incentivando os clientes a cheirá-lo para avaliar o seu frescor. Da mesma forma, a Asda, terceiro maior operador do Reino Unido, fez o mesmo com quase 250 referências de frutas e legumes.

Mas nem apenas estas marcas tomaram estas medidas. Insígnias tradicionalmente voltadas para consumidores de maior poder aquisitivo, como Waitrose e Marks & Spencer, também estão a dispensar este tipo de informação. A primeira já a eliminou em mais de meio milhar de produtos frescos, enquanto sua concorrente fez o mesmo com 300 referências."

Desculpem lá, mas acho que estamos a chegar a um ponto de ruptura no que à chalupice diz respeito. Agora querem incentivar os consumidores a cheirar os produtos para saber se os compram? E logo em produtos frescos, que são os mais críticos no que à data de validade diz respeito. Mas quê, pego num pacote de leite, eu que calho ter sinusite e há alturas em que perco o olfacto, abro-o e provo, se não estiver bom volto a colocá-lo na prateleira?

Depois passo pela zona da fruta e levo maçãs que já andaram a ser cheiradas e manuseadas por outras pessoas, sei lá se a última coisa que fizeram com as mãos foi limpar o rabo e saíram da casa de banho sem as lavar?

Covid, alguém se lembra do que é? Doenças associadas à falta de higiene? Não?

Eu não consigo acreditar que isto possa sequer ser ponderado em pleno século XXI. Mas está tudo doido?

Abres o iogurte, metes o dedo, provas, não presta fechas e metes no sitio, o cliente seguinte faz o mesmo.

Citação de Sandes., há 40 minutos:

No UK eu compro mesmo muitos produtos a acabar o prazo. No último dia de prazo, há desconto de 50% ou mais em pão, carnes, algumas frutas e vegetais...os dois primeiros compro e congelo e fico bem com isso. Este mecanismo elimina esse desconto baseado numa mentira de lutar contra o desperdício alimentar, mas é só mais greenwashing

Mas isso já existe aqui.
Está a acabar o prazo espetam com rotulo de 50% e siga.

A questão é vender fora do prazo ou nem sequer meter prazo.

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Citação de Axadrezado, há 6 minutos:

Abres o iogurte, metes o dedo, provas, não presta fechas e metes no sitio, o cliente seguinte faz o mesmo.

Mas isso já existe aqui.
Está a acabar o prazo espetam com rotulo de 50% e siga
.

A questão é vender fora do prazo ou nem sequer meter prazo.

Opa, eu também já comprei várias vezes destes produtos no continente. 

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Citação de toze2, há 1 minuto:

Opa, eu também já comprei várias vezes destes produtos no continente. 

Claro, também eu, e isso está bem.

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Citação de Axadrezado, Agora:

Claro, também eu, e isso está bem.

Yap, eu sou todo maricas com as cenas a acabar o prazo mas se sei que vou usar no dia ou no dia seguinte vale imenso a pena. 

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Eu não me importo que retirem os prazos dos produtos, pode ser que cure a prisão intestinal a muita gente

Editado por Plagio o Original

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Citação de Sandes., há 2 horas:

No UK eu compro mesmo muitos produtos a acabar o prazo. No último dia de prazo, há desconto de 50% ou mais em pão, carnes, algumas frutas e vegetais...os dois primeiros compro e congelo e fico bem com isso. Este mecanismo elimina esse desconto baseado numa mentira de lutar contra o desperdício alimentar, mas é só mais greenwashing

Eu também faço isso. Compro e como no dia, ou congelo.

O que se está a falar é totalmente diferente.

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Aproveito bem os produtos a acabar a validade no Lidl e no Casino (cadeia em França)

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Citação de Black Hawk, há 13 horas:

Depois passo pela zona da fruta e levo maçãs que já andaram a ser cheiradas e manuseadas por outras pessoas, sei lá se a última coisa que fizeram com as mãos foi limpar o rabo e saíram da casa de banho sem as lavar?

Covid, alguém se lembra do que é? Doenças associadas à falta de higiene? Não?

espera lá, tu precisas de prazo de validade na fruta e legumes?

Por essa conversa deduzo que não compres fruta e legumes assim

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só compras empacotado.

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Eu nunca sequer vi data de validade na fruta e legumes... está onde?

Editado por NIkeL

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Citação de Mayday, há 32 minutos:

 

hey, muitos países fazem vida a serem destino de fuga (mais ou menos pública) de criminosos. Porque nós não podemos tentar essa indústria?

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os chineses inventaram uma aplicação para os jovens dançarem o "desenrola, bate, roda devagarinho" para enfraquecerem a demoracia. Acho q está na mesma linha do "o putin convenceu-nos a votar nos fascistas"

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Citação de Plagio o Original, há 3 minutos:

os chineses inventaram uma aplicação para os jovens dançarem o "desenrola, bate, roda devagarinho" para enfraquecerem a demoracia. Acho q está na mesma linha do "o putin convenceu-nos a votar nos fascistas"

É tudo maluco com chapéus de aluminio. Pqp

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mas há uma coisa que é inegavel. o algoritmo faz viralizar no ocidente dancinhas parvas, e na china o que viraliza é gente a fazer cenas. arts & crafts, metalurgia, apanhar melancias no campo, enfim, serem produtivos. 

48943731.jpg

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Citação de IlidioMA, há 42 minutos:

mas há uma coisa que é inegavel. o algoritmo faz viralizar no ocidente dancinhas parvas, e na china o que viraliza é gente a fazer cenas. arts & crafts, metalurgia, apanhar melancias no campo, enfim, serem produtivos. 

 

Editado por Pavel

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Citação de Black Hawk, há 17 horas:

Esperem, só para ter noção se é mesmo isto que estamos a discutir: estamos a analisar se faz sentido as empresas venderem produtos fora de prazo - portanto fora do período recomendado pelos próprios produtores e a partir do qual poderão ser nocivos para os consumidores?

É isto que estamos a discutir?

Eu ainda nem acredito que isto é real, que mundo surreal aquele em que vivemos. 

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Citação de Ghelthon, há 4 horas:

Eu também faço isso. Compro e como no dia, ou congelo.

O que se está a falar é totalmente diferente.

Exato. Isso das carnes a ficarem fora de prazo salvava-me sempre na Universidade. Mas o que vão fazer no RU é completamente diferente

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Citação de Mayday, há 21 horas:

Eu em relação a isso também sou contra e acho para lá de ridículo.

Estava só a mostrar um exemplo em como o fim da validade podia ser bem utilizado.

Repara, eu sei onde queres chegar e concordo. Não só concordo como aproveito outlets e assim.

Não tenho nada contra comprar alguns produtos cujo prazo de validade está próximo de expirar. Principalmente produtos embalados cuja conservação não é tão crítica como os produtos frescos. Alguns produtos frescos que passem do prazo em casa, também os consumo se estiverem bons, tipo iogurtes, queijo, por aí.

Mas isso é uma decisão minha sobre produtos que comprei sabendo à partida os prazos de validade. Fui eu que os comprei, sou eu que os provo para saber se estão bons. Não os ando a cheirar no supermercado e à partida ninguém o fez antes de os comprar. É uma diferença do carago.

Citação de Puto Perdiz, há 7 horas:

espera lá, tu precisas de prazo de validade na fruta e legumes?

Por essa conversa deduzo que não compres fruta e legumes assim

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só compras empacotado.

Não preciso do prazo de validade, mas com as regras atuais parte-se do princípio que há um critério de qualidade - e que esses critérios são monitorizados pelas entidades responsáveis por isso - que obriga os vendedores a apenas colocar à venda produtos que estejam dentro dos prazos de consumo previstos pelo produtor.

Se retiram esse critério e passa a haver liberdade para se venderem produtos independentemente dos prazos de consumo, cabendo aos compradores decidirem no momento cheirando os produtos (LOL), deixa de haver essa obrigação no controlo de qualidade. Não faz sequer sentido que isto seja sequer equacionado.

Eu também falei das maçãs como exemplo, mas poderia ter falado de outro produto qualquer. Começo a pedir para me darem para a mão o fiambre ou o queijo para o apalpar e cheirar antes de decidir se está bom para ser cortado? Fazemos algo do género no peixe e na carne?

Oh pah, que raio...

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Citação de Black Hawk, há 10 horas:

Oh pah, que raio...

Um gajo acha que já viu de tudo, e depois apanha-se a discutir sobre se diminuir a segurança alimentar é ou não boa ideia.

Editado por Ghelthon

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Citação de Black Hawk, Em 28/08/2022 at 00:21:

Assumindo a informação na fonte que meteram na página anterior:

"Em termos concretos, explica-se que, por exemplo, a Morrisons foi a pioneira neste âmbito, removendo a validade de 90% de suas marcas de leite, incentivando os clientes a cheirá-lo para avaliar o seu frescor. Da mesma forma, a Asda, terceiro maior operador do Reino Unido, fez o mesmo com quase 250 referências de frutas e legumes.

Mas nem apenas estas marcas tomaram estas medidas. Insígnias tradicionalmente voltadas para consumidores de maior poder aquisitivo, como Waitrose e Marks & Spencer, também estão a dispensar este tipo de informação. A primeira já a eliminou em mais de meio milhar de produtos frescos, enquanto sua concorrente fez o mesmo com 300 referências."

Desculpem lá, mas acho que estamos a chegar a um ponto de ruptura no que à chalupice diz respeito. Agora querem incentivar os consumidores a cheirar os produtos para saber se os compram? E logo em produtos frescos, que são os mais críticos no que à data de validade diz respeito. Mas quê, pego num pacote de leite, eu que calho ter sinusite e há alturas em que perco o olfacto, abro-o e provo, se não estiver bom volto a colocá-lo na prateleira?

Depois passo pela zona da fruta e levo maçãs que já andaram a ser cheiradas e manuseadas por outras pessoas, sei lá se a última coisa que fizeram com as mãos foi limpar o rabo e saíram da casa de banho sem as lavar?

Covid, alguém se lembra do que é? Doenças associadas à falta de higiene? Não?

Eu não consigo acreditar que isto possa sequer ser ponderado em pleno século XXI. Mas está tudo doido?

Afinal a russa que apanhei num hotel na Turquia há cerca de 15 anos era uma visionária. A senhora, no restaurante, ia à zona das sopas com o filho e dava-lhe a provar a sopa com a concha usada por centenas de hóspedes para se servirem e voltava a mete-la no recipiente da sopa.😂

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Citação de Black Hawk, há 12 horas:

Não preciso do prazo de validade, mas com as regras atuais parte-se do princípio que há um critério de qualidade - e que esses critérios são monitorizados pelas entidades responsáveis por isso - que obriga os vendedores a apenas colocar à venda produtos que estejam dentro dos prazos de consumo previstos pelo produtor.

Se retiram esse critério e passa a haver liberdade para se venderem produtos independentemente dos prazos de consumo, cabendo aos compradores decidirem no momento cheirando os produtos (LOL), deixa de haver essa obrigação no controlo de qualidade. Não faz sequer sentido que isto seja sequer equacionado.

Não são as regras atuais que qualquer alimento empacotado tem de ter um prazo de validade e qualquer alimento não empacotado não precisa? É só ridículo ir ao supermercado, ter as mesmas maçãs empacotadas a 2 dias de expirar o prazo de validade e, ao lado, desempacotadas sem prazo de validade.

E mais uma coisa, vender sem prazo de validade não é o mesmo que vender produtos potencialmente perigosos para os humanos. Não se confunda regras de segurança alimentar e obrigações de estabelecimentos que vendem produtos alimentares com prazos de validade. Os prazos de validade, na forma atual, são tudo menos racionais, pelo que o Mayday postou aí atrás. São um super incentivo ao desperdício alimentar. Só uma pessoa que não tem noção (ou não se importa) do desperdício que há nos supermercados de produtos que estão saudáveis mas que vão para o lixo por causa destes prazos (ou que é de esquerda e que acha que esta medida é de direita, ou vice versa) é que pode ter uma visão tão errada da coisa.

Citação de Black Hawk, há 12 horas:

Eu também falei das maçãs como exemplo, mas poderia ter falado de outro produto qualquer. Começo a pedir para me darem para a mão o fiambre ou o queijo para o apalpar e cheirar antes de decidir se está bom para ser cortado? Fazemos algo do género no peixe e na carne?

Então devias, porque realmente a decisão de estar bom para ser cortado depende exclusivamente da pessoa que o vai cortar. Isto aplica-se ao peixe e à carne, sendo a fonte literalmente a pessoa que me arranjou o último peixe que comprei no supermercado. "Estes deitamos ao lixo no final do dia, que não aguentam para os próximos dias, mas há outros que ficam aqui dias"

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A cena de cheirar o leite é a sério? Já sem entrar na história das validades, não é algo que devia estar fechado/embalado?

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