Lifehouse Publicado 23 Dezembro 2022 Maltinha, guardem bem as notinhas que vão receber no Natal. Ao que parece o desconto do ISP vai acabar, ou seja, um de janeiro significa um aumento de quase 30 cêntimos nos combustíveis. Foi o que me venderam. Para a semana deve haver anúncio. Compartilhar este post Link para o post
Abraxas Publicado 23 Dezembro 2022 Citação de Lifehouse, há 21 minutos: Maltinha, guardem bem as notinhas que vão receber no Natal. Ao que parece o desconto do ISP vai acabar, ou seja, um de janeiro significa um aumento de quase 30 cêntimos nos combustíveis. Foi o que me venderam. Para a semana deve haver anúncio. Semana passada ainda deu para ter um ar do que era antes desta loucura de preços, foi bom enquanto durou. Compartilhar este post Link para o post
RoMbA Publicado 23 Dezembro 2022 Citação de Lifehouse, há 3 horas: Maltinha, guardem bem as notinhas que vão receber no Natal. Ao que parece o desconto do ISP vai acabar, ou seja, um de janeiro significa um aumento de quase 30 cêntimos nos combustíveis. Foi o que me venderam. Para a semana deve haver anúncio. Toca a atestar 😁 Compartilhar este post Link para o post
Lifehouse Publicado 23 Dezembro 2022 Citação de Gotham, Agora: Semana passada ainda deu para ter um ar do que era antes desta loucura de preços, foi bom enquanto durou. Com o tal desconto do ISP. E o preço do Barril de Brent nos 84 dólares (ainda). Será um longo 2023... Compartilhar este post Link para o post
Abraxas Publicado 23 Dezembro 2022 Citação de Lifehouse, há 12 minutos: Com o tal desconto do ISP. E o preço do Barril de Brent nos 84 dólares (ainda). Será um longo 2023... Vou começar a andar a pé, está visto Compartilhar este post Link para o post
Rain Dog Publicado 23 Dezembro 2022 eu felizmente enchi hoje o depósito da minha bicicleta, ficou-me a 0,00€ Se tivesse esperado até para a semana estava bem f*dido, ia ter de largar 0,00€ 😫 3 Compartilhar este post Link para o post
Lifehouse Publicado 23 Dezembro 2022 Certo, mas imagina viveres numa terrinha e só teres o carro às 04h20 para chegar à estação de comboio e apanhar o primeiro transporte para Lisboa. Tanta e tanta gente depende do carro não é porque quer... é porque não tem solução compatível com distâncias e tempo. 2 1 Compartilhar este post Link para o post
Abraxas Publicado 23 Dezembro 2022 Citação de Rain Dog, há 48 minutos: eu felizmente enchi hoje o depósito da minha bicicleta, ficou-me a 0,00€ Se tivesse esperado até para a semana estava bem f*dido, ia ter de largar 0,00€ 😫 Isso é giro em certas situações, pena não puderes dar isso como exemplo para toda a população Citação de Lifehouse, há 18 minutos: Certo, mas imagina viveres numa terrinha e só teres o carro às 04h20 para chegar à estação de comboio e apanhar o primeiro transporte para Lisboa. Tanta e tanta gente depende do carro não é porque quer... é porque não tem solução compatível com distâncias e tempo. Mesmo para quem vive na zona a redor de Lisboa, se quiserem ir para qualquer lado podem ir de transportes, mas estão sujeitos a mil e uma variáveis, demoram igual ou mais tempo e perdem flexibilidade A história das bicicletas funciona em certos cenários, eu vivi 5 anos na Holanda e deu para ver que é óptimo, com a excepção que Lisboa não é igual, não tem infrastructura para e a geografia não é favorável. 1 Compartilhar este post Link para o post
Rain Dog Publicado 23 Dezembro 2022 sentem-se logo atacados, nunca falha Compartilhar este post Link para o post
Lifehouse Publicado 23 Dezembro 2022 Não é uma questão de ataque e ainda bem que tens essa possibilidade. Quem me dera conseguir também. O meu ponto é que em matéria de transição para uma mobilidade mais limpa é preciso ter em conta uma multiplicidade de fatores e não apenas "os combustíveis fósseis são maus" (efetivamente são, óbvio). Para essa transição se dar é preciso uma transformação gigante no país e mais do que nas zonas mais povoadas, nas zonas fora dos eixos Lisboa e Porto e que tanta dificuldade têm no acesso a transporte público. Todos nós queremos o mesmo: poupar na nossa mobilidade diária e por consequência minimizar os estragos que já fizemos ao ambiente. Compartilhar este post Link para o post
Simeone Publicado 24 Dezembro 2022 Citação Anatomia de um desastre anunciado Francisco Pereira Coutinho, Emelin de Oliveira e Ana Rita Gil Imagine um país economicamente desenvolvido em que qualquer pessoa pode entrar livremente com a sua família em busca de trabalho. Um país que não deporta quase ninguém e que tem um serviço de estrangeiros e fronteiras em processo de desmantelamento. Um país que permite a regularização permanente de migrantes em situação irregular e que ostenta uma das leis da nacionalidade mais generosas do mundo. Este paraíso migratório, paradoxalmente integrado num espaço federal de integração política crescentemente hostil ao acolhimento de migrantes económicos e refugiados, chama-se – já provavelmente adivinhou – Portugal. Há muito boas razões que recomendam a adoção de políticas migratórias liberais e de acesso célere à cidadania. As consequências económicas do espectro do inverno demográfico decorrentes de décadas de reduzida natalidade e da fuga contínua de cérebros dificilmente podem ser contrariadas sem um elevado grau de abertura à imigração. Não há também qualquer justificação moral para condenar alguém sem recursos a viver eternamente num país pobre e sem perspetivas de desenvolvimento. A chocante disparidade de desenvolvimento entre o Norte e o Sul global tornam, aliás, inevitáveis os fluxos migratórios, sendo obviamente preferível criar formas acessíveis de imigração legal que evitem as redes de imigração clandestina e de tráfico de seres humanos. A integração social plena dos migrantes numa comunidade política nacional depende, por último, e em larga medida, do reconhecimento do estatuto jurídico-político de cidadão. Mas uma política de fronteiras abertas é, como bem se sabe, politicamente tóxica. Ainda que implique ganhos económicos a prazo, pode ter efeitos nefastos a curto prazo sobre as pessoas mais pobres nos países de destino, deprimindo o custo do trabalho não qualificado, sobreaquecendo o mercado da habitação e aumentando a competição por prestações sociais. O sucesso de plataformas populistas nos Estados Unidos (Trump) e um pouco por toda a União Europeia (v.g. Farage, Le Pen, Orbán, Abascal ou Meloni) tem estado intimamente ligado ao alimentar do medo das consequências de uma putativa invasão migratória. Parece ser pacífico, em todo o caso, que a questão das migrações não terá ainda afetado significativamente o sistema político português, muito provavelmente pela prosaica razão de o país não ter sido, por enquanto, sujeito a fluxos migratórios comparáveis, em termos relativos, ao americano ou ao dos restantes países da Europa Ocidental. Mas tal pode muito bem vir a ser o resultado da surpreendente consagração, em outubro de 2022, de uma nova via legal e expedita de imigração para Portugal: o visto de procura de trabalho. Qualquer pessoa oriunda do empobrecido Sul global pode agora entrar em Portugal para procurar trabalho sem grandes entraves burocráticos, salvo aqueles que resultam das dificuldades práticas de acesso aos consulados portugueses. O visto de procura de trabalho, apesar de resolver em teoria o problema colocado pelas redes de auxílio à imigração ilegal, é uma solução que apresenta problemas à partida e à chegada. À partida, porque o objetivo imediato de combate à escassez de mão-de-obra esbarra na incapacidade dos postos consulares de responderem a um número sem precedentes de pedidos de vistos, sendo hoje vários os Estados, sobretudos dos PALOP e até o Brasil, em que é praticamente impossível obter vaga para atendimento. Não só quem quer beneficiar desta oportunidade não a consegue efetivar, como ficam ainda sem conseguir atendimento – e, assim, obter visto – todos os outros que já se encontravam à espera de viajar para Portugal, como os beneficiários de reagrupamento familiar, estudantes e pessoas que já possuem contrato de trabalho. São conhecidos os relatos de famílias que não conseguem reunir-se sem pagarem centenas de euros para “comprarem”, no mercado negro de Bissau, uma vaga de atendimento no consulado. À chegada, porque manifestamente não contribui para o objetivo de promover migrações seguras ordenadas. O Governo tem alguma estimativa de quantas dezenas ou centenas de milhares de pessoas pretendem entrar em Portugal para procurar trabalho? Tem preparadas medidas para acolher estas pessoas que evitem a repetição dos casos noticiados de grupos de timorenses recém-chegados que viveram semanas em tendas em Lisboa? E o que vai fazer aos beneficiários de vistos que em quatro meses (ou seis meses, em caso de prorrogação) não encontrarem trabalho? Findo tal prazo, estas pessoas têm de abandonar o país… O problema é que Portugal não procede a retornos sistemáticos de pessoas em situação ilegal, como o exigem as normas europeias, o que se explica pela natureza impopular da implementação de uma política de expulsão, a qual é frequentemente vista como violadora de direitos humanos. A hipótese de um imigrante ser expulso com a sua família, especialmente se tiver filhos menores em idade escolar, é virtual. A isto acresce a circunstância de Portugal ter uma política de regularização permanente, que ficará disponível para o migrante, caso este venha a arranjar emprego mais tarde e trabalhe durante um ano. O incentivo à imigração, que já era elevado pela situação conjuntural de pleno emprego e pela perspetiva de acesso fácil a autorização de residência e, a curto prazo, ao graal da cidadania (cinco anos de residência), torna-se irresistível, pois agora há uma via legal e fácil para o efeito. Estará o país preparado para acolher um fluxo migratório sem precedentes? A resposta é não. Os migrantes qualificados vão enfrentar o inferno burocrático da equivalência de diplomas e da necessidade de autorização prévia para o exercício de profissões regulamentadas, como a de médico ou de advogado. Muitos dos não qualificados ficarão sujeitos às vergonhosas condições observadas nas estufas de Odemira resultantes da falta de escrúpulos de empregadores e da falência dos mecanismos de fiscalização estadual. O fim das entradas irregulares no país não irá terminar com situações de exploração humana semelhantes às de Odemira, provavelmente só agravará o problema porque levará à presença no território português de um número muito significativo de pessoas desesperadas para encontrar meios de subsistência para si e para as suas famílias. As redes de tráfico de seres humanos e de exploração laboral não perderão a oportunidade para se aproveitar da disponibilidade destes migrantes para suportar temporariamente condições de trabalho sub-humanas na expetativa de aceder à proteção social decorrente da regularização da sua presença no território português e, rapidamente, aos direitos políticos inerentes ao estatuto de cidadania. Estas pessoas formam hoje, já, uma casta explorada sem direitos, que vive num limbo jurídico que se eterniza à espera de uma resposta do Estado português ao número avassalador de pedidos de autorização de residência e de nacionalidade. Essa resposta pode tardar muitos meses, ou mesmo anos, mas chegará. E quando chegar, verificar-se-á que uma política de “portas abertas” não tem em conta que um Estado social tem capacidades de acolhimento limitadas, se quer garantir que todos os que habitam no seu território não vivam abaixo do limiar da pobreza. Se se confirmarem as perspetivas sombrias de recessão económica para os próximos anos, verificaremos a incapacidade do Estado social para suportar os encargos acrescidos com prestações sociais sem novos aumentos de impostos. Será provavelmente esse o momento em que o discurso identitário da nossa extrema-direita se vai definitivamente europeizar, esquecendo os ciganos e focando-se nos migrantes/portugueses de segunda. E talvez também seja esse o dia em que acordamos com uma Meloni como primeira-ministra. https://expresso.pt/opiniao/2022-12-23-Anatomia-de-um-desastre-anunciado-33d24f37?fbclid=IwAR3hvPv9guFoGpiQS48OFhqUzM_cDDD1bWxzuCvSC63JzPVrqYv_9n5ap20 Compartilhar este post Link para o post
Abraxas Publicado 24 Dezembro 2022 Alguém sabe como vão ficar os preços de combustível na próxima semana? Compartilhar este post Link para o post
Rei_Patricio Publicado 24 Dezembro 2022 Citação de Gotham, há 25 minutos: Alguém sabe como vão ficar os preços de combustível na próxima semana? https://contaspoupanca.pt/2022/12/23/combustiveis-precos-na-proxima-semana-26-dezembro-a-1-de-janeiro/ Gasóleo - 1 Gasolina +2.5 1 Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado 25 Dezembro 2022 (editado) Citação de Mayday, Em 17/12/2022 at 19:38: Há um partido novo? Já sou fã. https://www.facebook.com/groups/196565544915776/posts/555051835733810/?mibextid=6NoCDW https://expresso.pt/politica/2022-12-02-Depois-do-Alianca-com-novo-partido-Ossanda-Liber-aponta-a-direita-do-PSD-e-a-esquerda-do-Chega-d7b57e85 Quantos partidos novos novos? Editado 25 Dezembro 2022 por Ticampos Compartilhar este post Link para o post
Jpa Publicado 26 Dezembro 2022 (editado) Este caso mete muitaa impressão mas em nada viola a lei. Ela tinha contrato de mais dois anos, a TAP quis que ela fosse embora, e até recebeu ligeiramente menos do que era suposto. Enfim, isto basicamente é consequência da diferença enorme salarial de quem está em administrações e de quem está mais cá para baixo. E tenho lido que cá as administrações são muito melhor pagas que noutros países europeus, apesar de uma menor produtividade ou de salários menores dos trabalhadores. Editado 26 Dezembro 2022 por Jpa Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 26 Dezembro 2022 (editado) Citação de Jpa, há 12 minutos: Este caso mete muitaa impressão mas em nada viola a lei. Ela tinha contrato de mais dois anos, a TAP quis que ela fosse embora, e até recebeu ligeiramente menos do que era suposto. Não foi ligeiramente, foi muito menos. A indeminização total seria de 1.5M, ela recebeu 1/3. A única coisa que me causa impressão neste caso não é a indemnização. É ela ser demitida numa empresa pública e a seguir o mesmo empregador a contratar para a Navegação Aérea de Portugal. Se o motivo da demissão era incompetência (o que não parece ser o caso porque até posteriormente foi convidada para secretária de estado) então não faz sentido a segunda contratação. Se o motivo é uma promoção de carreira e se a saída para a NAV já estava alinhavada aquando da saída da TAP então o sensato seria chegarem à acordo para que não existisse lugar à indemnização. Mas é como dizes: é, ao contrário de outras polémicas recentes, absolutamente legal. Os valores (que advém do salário auferido na TAP) é que causam essa impressão. Editado 26 Dezembro 2022 por HappyKing Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 26 Dezembro 2022 Estudassem (a vida é um esquema em pirâmide) Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 26 Dezembro 2022 rescindiu com a Sonae Sierra e foi para a Sonae SGPS, pelo meio ainda recebeu 500 mil euros. Mas foi um bom negócio, porque era para receber 1 milhão e tal de euros. 2 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 26 Dezembro 2022 A TAP queria que ela saísse mas a trabalhadora arranja imediatamente lugar noutra empresa pública e num cargo hierarquicamente superior, ou a TAP foi enganada e pagou um balúrdio desnecessariamente porque a trabalhadora já tinha emprego garantido e não era preciso haver uma cessação de trabalho ou a TAP sabia e houve má gestão de dinheiro estatal. 1 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 26 Dezembro 2022 https://web3.cmvm.pt/sdi/emitentes/docs/ATOS81555.pdf Tendo sido nomeada pelos anteriores acionistas, e na sequência da alteração da estrutura societária da TAP, Alexandra Reis, vogal e membro do Conselho de Administração e Comissão Executiva da TAP, apresentou hoje renúncia ao cargo, decidindo encerrar este capítulo da sua vida profissional e abraçando agora novos desafios. Nos termos da referida renúncia, a mesma produzirá efeitos no dia 28 de fevereiro de 2022. Interessante, dá a entender que a saída foi por iniciativa da própria... Compartilhar este post Link para o post
Apocalypse Now Publicado 27 Dezembro 2022 (editado) Marcelo confrontado na rua com críticas duras: "Fala muito bem, é muito educado, mas não faz nada" https://cnnportugal.iol.pt/videos/marcelo-confrontado-na-rua-com-criticas-duras-fala-muito-bem-e-muito-educado-mas-nao-faz-nada/63aae7580cf2aea78584969c Editado 27 Dezembro 2022 por Apocalypse Now Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado 27 Dezembro 2022 Posts do Telmo Azevedo Fernandes com pessoas a falar de que "antigamente é que era" é daqueles red flags do caraças Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 27 Dezembro 2022 Citação de Apocalypse Now, há 1 hora: Marcelo confrontado na rua com críticas duras: "Fala muito bem, é muito educado, mas não faz nada" https://cnnportugal.iol.pt/videos/marcelo-confrontado-na-rua-com-criticas-duras-fala-muito-bem-e-muito-educado-mas-nao-faz-nada/63aae7580cf2aea78584969c se fosse eu dava-lhe um sopapo Compartilhar este post Link para o post