Petar Musa Publicado 7 Janeiro 2023 Citação de HappyKing, há 1 minuto: Sim. Este aqui em baixo (Apenas um exemplo da parvoíce que lá é discutida no programa em questão): O melhor são as pessoas que ligam para lá. Adoro gente indignada com tudo 😄 3 Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado 7 Janeiro 2023 (editado) Estás a uns anos de colar na cmtv Editado 7 Janeiro 2023 por Sandes. Compartilhar este post Link para o post
jean-luc godard Publicado 7 Janeiro 2023 Citação de HappyKing, há 5 horas: No outro dia falávamos sobre a questão de baixar o IVA do cabaz alimentar e se seria ou não benéfico: foi uma medida ridicula de um governo que está apertadinho nas sondagens, já toda a gente esperava Compartilhar este post Link para o post
Lip McBoatface Publicado 7 Janeiro 2023 (editado) Citação de HappyKing, há 1 hora: Sim. Este aqui em baixo (Apenas uns exemplos da parvoíce que lá é discutida no programa em questão): O Dia de Ação de Graças celebra-se sequer em Portugal? Que vítima do soft power que esse gajo saiu -.- (digo eu usando a expressão soft power 😄) Editado 7 Janeiro 2023 por Lip McBoatface 1 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 7 Janeiro 2023 Há alguma doença relacionada com apertos de mão? Isto não é normal. Citação de Lip McBoatface, há 40 minutos: O Dia de Ação de Graças celebra-se sequer em Portugal? https://www.publico.pt/2018/11/22/sociedade/noticia/peru-familia-tradicoes-assim-celebra-o-thanksgiving-portugal-1852016 Há quem o faça mas não é propriamente uma tradição por cá penso eu. Compartilhar este post Link para o post
pedritsh Publicado 7 Janeiro 2023 (editado) Citação de HappyKing, há 7 minutos: Há alguma doença relacionada com apertos de mão? Isto não é normal. Ainda se deve ter magoado o velhote, deu-lhe ali um esticão, faz logo um estiramento. Editado 7 Janeiro 2023 por pedritsh 1 Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 7 Janeiro 2023 Citação de HappyKing, há 5 minutos: https://www.publico.pt/2018/11/22/sociedade/noticia/peru-familia-tradicoes-assim-celebra-o-thanksgiving-portugal-1852016 Há quem o faça mas não é propriamente uma tradição por cá penso eu. tal como não era o halloween 1 Compartilhar este post Link para o post
Apocalypse Now Publicado 7 Janeiro 2023 Citação de HappyKing, há 10 minutos: Há alguma doença relacionada com apertos de mão? Isto não é normal. este senhor não está bem Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 7 Janeiro 2023 assim de repente fiquei com saudades do tempo da covid, quando não se dava passa bem. Ao menos não tinha que ver essas figuras tristes. Citação de Apocalypse Now, há 5 minutos: este senhor não está bem isto foi e 2019, para não falar de quando foi ter com o Donald Trump. Aliás, até parece que anda a imitar os apertos de mão do Trump. Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 7 Janeiro 2023 Citação de HappyKing, há 2 horas: Há alguma doença relacionada com apertos de mão? Isto não é normal. https://www.publico.pt/2018/11/22/sociedade/noticia/peru-familia-tradicoes-assim-celebra-o-thanksgiving-portugal-1852016 Há quem o faça mas não é propriamente uma tradição por cá penso eu. boomers a mostrar que ainda são machos, são da mesma raça dos que mandam bitaites às secretárias com idade das netas Compartilhar este post Link para o post
vakjew Publicado 7 Janeiro 2023 Citação de Puto Perdiz, há 2 horas: assim de repente fiquei com saudades do tempo da covid, quando não se dava passa bem. Ao menos não tinha que ver essas figuras tristes. isto foi e 2019, para não falar de quando foi ter com o Donald Trump. Aliás, até parece que anda a imitar os apertos de mão do Trump. Um dia destes apanha um gajo com tomates a fazer lhe o mesmo e acaba no chão Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 7 Janeiro 2023 Citação de Gilberto Carlos, há 9 horas: Eu gosto da rádio. É o que ouço durante a manhã 1 Compartilhar este post Link para o post
Pavel Publicado 7 Janeiro 2023 andrew tate finished agora o marcelo é o novo top g Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 7 Janeiro 2023 Carai, ouçam mas é a espanhola Rock FM pelo Radio Garden, isso é que é boa música. 1 Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 8 Janeiro 2023 Quem é que cagou este gajo na tv? Compartilhar este post Link para o post
Pavel Publicado 8 Janeiro 2023 a minha parte preferida é a cruzada de que a Anabela o estava a interromper como se esse acéfalo não parecesse um cão com raiva a gritar por cima de toda a gente dia após dia Compartilhar este post Link para o post
Apocalypse Now Publicado 8 Janeiro 2023 maior punchable face da tv portuguesa Compartilhar este post Link para o post
challenger Publicado 8 Janeiro 2023 Estão bem um para o outro. O Bugalho é um imbecil (e não é por ter 20 e tal anos), mas a Anabela também é mamadas constantes ao Costa e sus muchachos. 1 Compartilhar este post Link para o post
JohnyM Publicado 8 Janeiro 2023 O drama é porque num programa de comentário e debate na TV portuguesa alguém levantou a voz? Eu sempre que faço um zapping e na CMTV está a dar um dos programas de bola, raro é o momento em que não há berraria 1 Compartilhar este post Link para o post
Lip McBoatface Publicado 8 Janeiro 2023 (editado) Não conhecia esse gajo e percebo em parte, a maneira como ele fala é difícil não activar algum trigger inconsciente, que personagem. Anyway, ele provavelmente sabe o que está a fazer, se continuar os próximos 2 anos a dar audiências aí vem um contrato para escrever um livro de mesa de café à la José Gomes Ferreira. Editado 8 Janeiro 2023 por Lip McBoatface Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 8 Janeiro 2023 A substituta da mulher do Medina na TAP é mulher do João Tiago Silveira. Depois também há isto. https://expresso.pt/politica/2023-01-08-Ex-secretaria-de-Estado-do-Turismo-tera-violado-a-lei-no-regresso-ao-privado.-Rita-Marques-diz-se-absolutamente-segura-4cadd630 O PSD não diz nada porque nos Açores: https://www.dn.pt/politica/acores-cargo-de-direcao-ganho-por-mulher-de-secretario-regional-gera-polemica--15612000.html Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado 8 Janeiro 2023 Citação de Tio Hans, há 6 horas: A substituta da mulher do Medina na TAP é mulher do João Tiago Silveira. Depois também há isto. https://expresso.pt/politica/2023-01-08-Ex-secretaria-de-Estado-do-Turismo-tera-violado-a-lei-no-regresso-ao-privado.-Rita-Marques-diz-se-absolutamente-segura-4cadd630 O PSD não diz nada porque nos Açores: https://www.dn.pt/politica/acores-cargo-de-direcao-ganho-por-mulher-de-secretario-regional-gera-polemica--15612000.html Depois tens a madeira onde esse tipo de coisas já nem é notícia. Compartilhar este post Link para o post
Solero Publicado 9 Janeiro 2023 https://www.publico.pt/2023/01/09/opiniao/opiniao/busca-santo-graal-2034219 Alguém consegue colocar aqui este artigo? Compartilhar este post Link para o post
Roland Publicado 9 Janeiro 2023 Citação de Solero, há 35 minutos: https://www.publico.pt/2023/01/09/opiniao/opiniao/busca-santo-graal-2034219 Alguém consegue colocar aqui este artigo? Spoiler Opinião Em busca do Santo Graal Entre 2000 e 2022, segundo os dados da Comissão Europeia, Portugal foi a terceira economia da UE que menos cresceu em termos reais. Ricardo Paes Mamede 9 de Janeiro de 2023, 6:29 O crescimento da economia portuguesa tornou-se uma busca pelo Santo Graal. A aventura é menos divertida do que o filme homónimo dos Monty Python e menos excitante do que as sagas de Indiana Jones. Em comum têm a obsessão dos protagonistas por um qualquer elemento mágico, capaz de trazer a prosperidade a quem dele se apodere. A preocupação com o crescimento do país tem razão de ser. Entre 2000 e 2022, segundo os dados da Comissão Europeia, Portugal foi a terceira economia da UE que menos cresceu em termos reais (cerca de 0,8% ao ano, em média). Pior só a Itália e a Grécia, onde hoje se cria por ano quase a mesma riqueza que se criava na viragem do século. Por estranho que pareça, não há ainda um consenso sobre a razão desta paralisia. Em parte, isto deve-se à lógica da disputa partidária: diferentes explicações servem para culpar diferentes governos pelo mau desempenho passado. É também uma questão ideológica: cada leitura sobre os determinantes da evolução económica vem acompanhada de julgamentos de valor sobre o modo como a sociedade deveria ser organizada. As narrativas motivadas pela disputa partidária ou por questões ideológicas são tão eficazes nas redes sociais quanto incapazes de oferecer uma explicação convincente para o fenómeno em causa. Exemplos não faltam. No período da troika, a elevada dívida pública era vista como a raiz dos nossos problemas. Mas antes da crise financeira internacional de 2007/2008 a dívida do Estado em percentagem do PIB era bastante moderada (72,7%) e alinhada com a média europeia. Acresce que a maioria dos países que sofreram intervenções externas no período tinha rácios de dívida pública inferiores ao português e abaixo da média da UE. De resto, o aumento da dívida pública dos países é quase sempre um sintoma das suas dificuldades económicas – e não apenas uma causa. Se queremos perceber por que razão a dívida portuguesa é tão elevada, temos de perceber porque é que a economia não cresce – tanto ou mais do que o inverso. Fazer da redução do rácio da dívida o Santo Graal da economia portuguesa não nos levará longe. Dez anos passados, é mais habitual apontar-se a elevada “carga fiscal” (isto é, o valor das receitas fiscais e contributivas em percentagem do PIB) como factor decisivo do baixo crescimento. No entanto, durante a primeira década do século, quando a estagnação portuguesa foi mais acentuada, a “carga fiscal” manteve-se estável e abaixo da média da UE, bem como de vários países de dimensões semelhantes que tiveram desempenhos económicos muito mais favoráveis no período (como a Áustria e a República Checa, por exemplo). Por contraste, depois de a “carga fiscal” em Portugal ter aumentado muito em 2013, para fazer face à explosão da dívida pública durante a crise, a economia nacional cresceu a ritmos modestos mas muito superiores aos da década anterior. Quem quer fazer da redução da “carga fiscal” o Santo Graal da economia portuguesa talvez precise de olhar melhor para os números. Outra explicação popular – e populista – para a estagnação da economia portuguesa é a corrupção. Pela sua natureza, medir a corrupção é um problema: depende mais de percepções do que de factos objectivos. É sintomático que os inquéritos internacionais revelem uma desproporção enorme entre a percentagem de pessoas que consideram existir muita corrupção em Portugal e aquelas que alguma vez tiveram conhecimento de um caso concreto em primeira mão. Tendo isto presente, vale a pena assinalar que Portugal aparece numa posição mais favorável no índice de percepção de corrupção da Transparência Internacional do que a generalidade dos países da Europa de Leste, cujo crescimento foi muito superior ao português na última década. Isto não significa que a corrupção é irrelevante em Portugal ou que faz bem às economias, muito menos às democracias. Significa apenas a necessidade de produzir explicações mais elaboradas para um processo que não é simples. Segundo uma análise menos simples mas mais coerente com os factos, a estagnação da economia portuguesa desde 2000 é explicada pela combinação de três factores principais: o perfil de especialização de partida, a liberalização financeira da década de 1990 e a sucessão de choques externos ocorridos desde então. A estagnação da economia portuguesa desde 2000 é explicada pela combinação de três factores principais: o perfil de especialização, a liberalização financeira da década de 90 e a sucessão de choques externos Desde a década de 1960, a economia portuguesa funcionou como reserva de mão de obra barata da Europa Ocidental. Foi uma estratégia eficaz mas desqualificada de industrialização, que deixou marcas negativas duradouras e foi deixando de funcionar à medida que a globalização avançava e o próprio país se desenvolvia. No final da década de 1980, as elites locais optaram pela liberalização geral da economia, com o sector financeiro à cabeça. A explosão de crédito que se seguiu traduziu-se em ritmos de crescimento notáveis. Mas deixou atrás de si um lastro de dívida privada, que era já muito acentuada na viragem do século. Nos anos seguintes, o que poderia correr mal correu mesmo: a China invadiu a UE de produtos que concorriam directamente com a indústria portuguesa; o alargamento a Leste afastou do país o tipo de investimento estrangeiro que era mais frequente por estas bandas; a forte apreciação do euro entre 2002 e 2008 dificultou ainda mais a vida à indústria nacional; a crise energética de 2004-2008 (com o preço do barril de petróleo a atingir 140 dólares) e a crise financeira internacional que se seguiu deram a estocada final numa economia já muito endividada perante o exterior. Desde aí temos estado a recuperar lentamente, à boleia de uma sobre-especialização arriscada no turismo e enfrentando uma pandemia e a guerra na Ucrânia. Apesar de tudo, a economia portuguesa dá hoje sinais de estar mais bem preparada do que no passado para lidar com os desafios actuais: nas qualificações das pessoas, nos níveis de capitalização das empresas, nas dinâmicas de inovação e internacionalização, e não só. Mas as debilidades da sua estrutura produtiva persistem. A isso acresce um endividamento externo que é hoje muito superior ao de 2000 e uma situação demográfica desfavorável. Lidar com tudo isto não vai ser fácil. Exige um rumo claro, persistência nas opções estratégicas, capacidade e disponibilidade para identificar e corrigir erros – e esperar que os choques futuros não sejam demasiado violentos. Seria mais fácil oferecer-vos aqui um qualquer Santo Graal como solução para o crescimento da economia portuguesa, mas tenho de vos contar uma coisa: o Santo Graal não existe. O autor é colunista do PÚBLICO e escreve segundo o novo acordo ortográfico 2 Compartilhar este post Link para o post