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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Ticampos, há 3 horas:

Deixem lá os capitão fausto em paz! Eu já os deixei.

Vi os ontem em Guimaraes e só me lembrava de ti meu caro

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Passo muito tempo em Coimbra e Aveiro. Coimbra já foi uma excelente cidade mas nos próximos anos será uma cidade podre. 

Uma cidade que colapsa das 8h às 10h e das 17h às 19h30min. 

Uma cidade em que se vê corrupção a céu aberto com a construção duma faixa de autocarros, que já existia, e vão lhe dar o nome de metro, para dizerem que têm metro igual a Lisboa e Porto.

Coimbra hoje é pior que o centro de Lisboa. é o meu maior insulto à cidade.

Aveiro, pelo contrário, é o céu na terra. Eles têm pena de Coimbra ao ponto de não quererem expandir o ensino superior. Não vão abrir direito, vão abrir medicina agora e depois logo se vê. 

Uma cidade bem arrumada, onde não existe o fetichismo pelo passado. A calçada portuguesa na Lourenço Peixinho foi arrancada e colocaram alcatrão, algo impensável em Coimbra na praça e na sé velha. 

A solução para a habitação também passaria pela transferência da capital do país. 

Se a capital passasse a ser Aveiro ou uma aldeia qualquer do interior o capitalismo iria atrás do poder central. 

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Citação de Che, há 7 minutos:

A solução para a habitação também passaria pela transferência da capital do país. 

Se a capital passasse a ser Aveiro ou uma aldeia qualquer do interior o capitalismo iria atrás do poder central. 

eu já pensei o mesmo. Noutro dia numa conversa eu atirei essa ideia para a mesa e até estava a sugerir aquela zona ao sul do Tejo, ali entre Ponte de Sor, Abrantes, Chamusca e Coruche, que não tem "nada" e que seria central em relação ao país para a instalação de uma planned capital para Portugal, que levasse o Governo e as várias instituições para lá, ficando Lisboa este parque de diversões a céu aberto para turistas que já é, mas ao menos já desobrigaria muitos portugueses de terem de viver ali, o que diminuiria já um bom bocado a pressão habitacional na zona de Lisboa.

Claro, é uma ideia maluca e nunca vai acontecer. Mas outros países (Egipto e Indonésia) estão a fazer isso mesmo, por essas razões: as suas capitais estão a abarrotar pelas costuras.

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Vivo num bairro na linha de Sintra.

Quando chegámos há 20 anos atrás os prédios eram novos e a zona era deserta, hoje em dia temos três supermercados ao redor de casa e dois parques centrais.

Em contrapartida, a aldeia dos meus pais está igual há 30 anos atrás. Ou pior, visto que os dois cafés fecharam e quem não tem carro já não tem qualquer ponto de convívio acessível. Muita gente já faleceu e estimo que aquilo fique deserto em poucas décadas.

É um tema complexo e difícil de resolver, infelizmente.

 

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Citação de Plagio o Original, há 3 horas:

qnd foi a última vez que foram ao teatro?

fui no ano passado, e espero voltar a ir este ano. 

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Citação de IlidioMA, há 1 hora:

eu já pensei o mesmo. Noutro dia numa conversa eu atirei essa ideia para a mesa e até estava a sugerir aquela zona ao sul do Tejo, ali entre Ponte de Sor, Abrantes, Chamusca e Coruche, que não tem "nada" e que seria central em relação ao país para a instalação de uma planned capital para Portugal, que levasse o Governo e as várias instituições para lá, ficando Lisboa este parque de diversões a céu aberto para turistas que já é, mas ao menos já desobrigaria muitos portugueses de terem de viver ali, o que diminuiria já um bom bocado a pressão habitacional na zona de Lisboa.

Claro, é uma ideia maluca e nunca vai acontecer. Mas outros países (Egipto e Indonésia) estão a fazer isso mesmo, por essas razões: as suas capitais estão a abarrotar pelas costuras.

Ainda no outro dia meteram aí um vídeo a tentar explicar que não era bem esse o motivo pelo qual se está a construir uma capital planeada no Egipto.

E voltamos à história da pressão habitacional de Lisboa, Lisboa está há 40 anos a perder habitantes, são menos 250k pessoas que as que viviam cá no início das décadas de 60 e 80.

Editado por whatever

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Citação de Che, há 8 horas:

Aveiro, pelo contrário, é o céu na terra. Eles têm pena de Coimbra ao ponto de não quererem expandir o ensino superior. Não vão abrir direito, vão abrir medicina agora e depois logo se vê. 

Uma cidade bem arrumada, onde não existe o fetichismo pelo passado. A calçada portuguesa na Lourenço Peixinho foi arrancada e colocaram alcatrão, algo impensável em Coimbra na praça e na sé velha. 

A solução para a habitação também passaria pela transferência da capital do país. 

Se a capital passasse a ser Aveiro ou uma aldeia qualquer do interior o capitalismo iria atrás do poder central. 

Não troco Aveiro por nada ❤️ tudo "concentrado" num raio de acção de uns 3km 🤪

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Citação de Che, há 8 horas:

Passo muito tempo em Coimbra e Aveiro. Coimbra já foi uma excelente cidade mas nos próximos anos será uma cidade podre. 

Uma cidade que colapsa das 8h às 10h e das 17h às 19h30min. 

Uma cidade em que se vê corrupção a céu aberto com a construção duma faixa de autocarros, que já existia, e vão lhe dar o nome de metro, para dizerem que têm metro igual a Lisboa e Porto.

Coimbra hoje é pior que o centro de Lisboa. é o meu maior insulto à cidade.

Aveiro, pelo contrário, é o céu na terra. Eles têm pena de Coimbra ao ponto de não quererem expandir o ensino superior. Não vão abrir direito, vão abrir medicina agora e depois logo se vê. 

Uma cidade bem arrumada, onde não existe o fetichismo pelo passado. A calçada portuguesa na Lourenço Peixinho foi arrancada e colocaram alcatrão, algo impensável em Coimbra na praça e na sé velha. 

A solução para a habitação também passaria pela transferência da capital do país. 

Se a capital passasse a ser Aveiro ou uma aldeia qualquer do interior o capitalismo iria atrás do poder central. 

sim, Aveiro, a capital da bicicleta onde por admissão do poder local a bicicleta não tem lugar. A cidade mais plana do país onde o carro é rei. Uma cidade com transportes públicos ao nível de uma aldeia e que arranca espaços verdes e calçada para meter mais betão, alcatrão e estacionamento, sem dúvida digna de ser capital. Toda a nova construção em Aveiro é de luxo e os T0 estão a preços de Lisboa, já é meio caminho andado

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Citação de IlidioMA, há 9 horas:

Claro, é uma ideia maluca e nunca vai acontecer. Mas outros países (Egipto e Indonésia) estão a fazer isso mesmo, por essas razões: as suas capitais estão a abarrotar pelas costuras.

Isso do Egipto é barrete.

Os gajos gostam é de queimar dinheiro e obras megalómanas. Eles construíram Nova Cairo há uns 20 anos, nas vezes que lá fui as taxas de ocupação que partilharam comigo eram ridículas (tipo ao nível das cidades fantasma da China).

Agora estão a construir uma 3ª nova Cairo, que é a tal cidade planeada só para administração que referes. Não acho que vá ser isso que vá fazer Zamalek ser menos caótica do que é.

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Essas composições que mandam para o Expresso são penosas. Estes textos de opinião/propaganda não são revistos por editores?

Editado por whatever

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Citação de Ego Sum, há 6 minutos:

Agora estão a construir uma 3ª nova Cairo, que é a tal cidade planeada só para administração que referes. Não acho que vá ser isso que vá fazer Zamalek ser menos caótica do que é.

A ideia não é bem essa.

Ponto um, se levar já uns milhares de pessoas que têm de viver/trabalhar na cidade por ser capital (como o é em todas as capitais do mundo, mesmo as que a gente nem se lembra que são capitais, tipo Canberra) já são menos uns milhares de pessoas que têm de ocupara a cidade já lotada.

O resto fica lá? Sim. Mas, hopefully, criando um novo polo de atracção económico a médio prazo a visão passa por inverter a tendencia de atracção da actual capital, já hiper lotada, para um novo polo. O Cairo vai continuar a crescer, mas se já crescer 2% ao ano em vez de 6%, passado x anos a nova capital já compensou alguma coisa.

Não é milagre. Mas é uma solução mais decidida que as que o governo cá apresentou, que são um bocado de maquilhagem a ver se disfarça qualquer coisita, mas nao resolve nenhum problema de fundo.

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Citação de whatever, há 7 horas:

E voltamos à história da pressão habitacional de Lisboa, Lisboa está há 40 anos a perder habitantes, são menos 250k pessoas que as que viviam cá no início das décadas de 60 e 80.

epá, mas tens pressão habitacional. E isso é inegável. E aliás, eu até faço menção pelo que é: pq lisboa é uma parque de diversões a céu aberto para o turista que, por uma fracção do que pagaria em Paris ou Roma, está aqui tb numa cidade antiga europeia, que cool. Lisboa perde habitantes mas ganha turistas. O p´redio onde ontem vivia (podia viver) gente, agora estão adjudicados ao turismo.

Fazer o quÊ? Correr com os turistas para as pessoas voltarem a viver na cidade? Bem, são uma fatia importante do PIB, não estoua ver que isso seja possivel, sequer desejável de fazer.

O que eu estou a dizer é: ok, Lisboa é o polo económico, cultural, académico, turístico do país e isso nunca vai mudar; mas se puder deixar de ser o polo político, administrativo e judicial do país, já são uns milhares de pessoas que não têm de viver em Lisboa, e não são atraídos, a cada ano, para Lisboa. O resto fica como está.

Ah e não sejamos literais né. Ng fala de Lisboa, só Lisboa, de Belém aos Olivais. Falamos da AML que tem de ser entendida como um todo, na medida em que Rio de Mouro não vive para outra coisa se não para mandar gente para Lisboa. Não sejamos literais ao ponto de dizer "como Lisboa perde população não há pressão habitacional nenhuma". Não. É por haver pressão habitacional que a Lisboa perde essa população há décadas. E está cada vez pior esse fenómeno. Começou por ser para a Amadora, ali ao lado, depois Sintra, já vai em Mafra e agora até já estão a ir para Torres Vedras!, mas, e o ponto crucial, CONTINUAM A IR TRABALHAR PARA LISBOA. Ou seja, só se comprou ainda outro problema. O de as pessoas viverem a hora e meia do local de trabalho porque mais perto não dá para pagar. Que importa a solução vendada de dizer "bem, em Lisboa há prédios suficientes para uma cidade com o dobro da habitação" se esses prédios foram convertidos em hotelaria e escritórios, que são quem mais pode pagar a renda elevada olissiponense? A não ser que a solução seja uma Trotskyista de "correr com os hoteis e escritórios, os edificios de Lisboa são para as pessoas viverem" não vejo que haja uma solução para esse problema.

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Citação de Rain Dog, há 2 horas:

sim, Aveiro, a capital da bicicleta onde por admissão do poder local a bicicleta não tem lugar. A cidade mais plana do país onde o carro é rei. Uma cidade com transportes públicos ao nível de uma aldeia e que arranca espaços verdes e calçada para meter mais betão, alcatrão e estacionamento, sem dúvida digna de ser capital. Toda a nova construção em Aveiro é de luxo e os T0 estão a preços de Lisboa, já é meio caminho andado

mataram a buga?

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Citação de IlidioMA, há 1 hora:

epá, mas tens pressão habitacional. E isso é inegável. E aliás, eu até faço menção pelo que é: pq lisboa é uma parque de diversões a céu aberto para o turista que, por uma fracção do que pagaria em Paris ou Roma, está aqui tb numa cidade antiga europeia, que cool. Lisboa perde habitantes mas ganha turistas. O p´redio onde ontem vivia (podia viver) gente, agora estão adjudicados ao turismo.

Fazer o quÊ? Correr com os turistas para as pessoas voltarem a viver na cidade? Bem, são uma fatia importante do PIB, não estoua ver que isso seja possivel, sequer desejável de fazer.

O que eu estou a dizer é: ok, Lisboa é o polo económico, cultural, académico, turístico do país e isso nunca vai mudar; mas se puder deixar de ser o polo político, administrativo e judicial do país, já são uns milhares de pessoas que não têm de viver em Lisboa, e não são atraídos, a cada ano, para Lisboa. O resto fica como está.

Ah e não sejamos literais né. Ng fala de Lisboa, só Lisboa, de Belém aos Olivais. Falamos da AML que tem de ser entendida como um todo, na medida em que Rio de Mouro não vive para outra coisa se não para mandar gente para Lisboa. Não sejamos literais ao ponto de dizer "como Lisboa perde população não há pressão habitacional nenhuma". Não. É por haver pressão habitacional que a Lisboa perde essa população há décadas. E está cada vez pior esse fenómeno. Começou por ser para a Amadora, ali ao lado, depois Sintra, já vai em Mafra e agora até já estão a ir para Torres Vedras!, mas, e o ponto crucial, CONTINUAM A IR TRABALHAR PARA LISBOA. Ou seja, só se comprou ainda outro problema. O de as pessoas viverem a hora e meia do local de trabalho porque mais perto não dá para pagar. Que importa a solução vendada de dizer "bem, em Lisboa há prédios suficientes para uma cidade com o dobro da habitação" se esses prédios foram convertidos em hotelaria e escritórios, que são quem mais pode pagar a renda elevada olissiponense? A não ser que a solução seja uma Trotskyista de "correr com os hoteis e escritórios, os edificios de Lisboa são para as pessoas viverem" não vejo que haja uma solução para esse problema.

Tens a certeza que pensaste bem sobre este tema? É que a verdade é que consigo encontrar muito pouco sentido em quase tudo o que escreveste.

A premissa desta discussão foi o pacote de medidas para a habitação, a partir daqui falou-se essencialmente de dois temas, da concentração da população nos grandes centros urbanos e da coincidente concentração da população no litoral tendo-se discutido possíveis medidas de incentivo à re-população do interior do país.

Começas por dizer que há pressão habitational, claro que há, é a capital do país e uma das cidades que aparece sempre no topo dos rankings do pessoal que tem vida para fazer rankings de cidades, o que não é normal é a cidade ter perdido o número de habitantes que perdeu na última década, o que me arrisco a dizer que não tem paralelo com qualquer outra capital europeia.

Agora claro que se é verdade que a cidade tem perdido habitantes também é verdade que a AML tem crescido e as pessoas vão cada vez para concelhos mais distantes, Mafra, Palmela, Alcochete, Montijo, Sesimbra... e é aqui que não percebo mesmo como é que a tua ideia de uma capital planeada resolvia o que quer que seja. Dizes que o problema são estas tais pessoas que continuam a ter de ir trabalhar nos tais serviços de Estado que estão concentrados em Lisboa, ou seja, se passarmos a ter uma capital na Chamusca, a ideia é ter as pessoas a deslocar-se de Torres Vedras para a Chamusca em vez de para Lisboa? É essa a solução? Ou é ter as pessoas a mudarem-se de Torres, onde segundo dizes que algumas têm de viver porque não conseguem viver em Lisboa, para a Chamusca onde provavelmente também não sonham viver?

Uma sugestão: compara a distância entre Torres Vedras e Lisboa e entre Utrecht e Amesterdão e depois compara quanto é que se demora em transportes públicos entre os dois locais.

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Essa ideia de mudar a capital, especialmente construindo uma nova de raiz, é especialmente estapafúrdia tendo em conta que se anda há 50 anos a tentar decidir a localização do novo aeroporto, portanto só imagino o filme que seria para construir uma capital nova.

 

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Citação de HappyKing, há 5 minutos:

Sobre a semana de 4 dias - os resultados do maior teste feito ao dia de hoje no UK:

https://autonomy.work/portfolio/uk4dwpilotresults/

 

 

Com este governo conservador duvido que aconteça alguma coisa, mas pode ser que labour implemente algum inventivo a haver alguma mudança. Vamos ver. Provavelmente irá haver outro piloto algures com bons resultados e depois outro e depois outro e entretanto estamos em 2100 a trabalhar os 5 dias

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Citação de Sandes., há 3 minutos:

Com este governo conservador duvido que aconteça alguma coisa, mas pode ser que labour implemente algum inventivo a haver alguma mudança. Vamos ver. Provavelmente irá haver outro piloto algures com bons resultados e depois outro e depois outro e entretanto estamos em 2100 a trabalhar os 5 dias

Governo? As empresas privadas podem implementar o que quiserem desde que haja acordo com o empregado.

Mas acho piada à twitteira. Fazem estudo com 3000 pessoas:
The conclusion is clear: we need a shorter working week.

É logo, mai nada

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Citação de kareca, há 6 minutos:

Governo? As empresas privadas podem implementar o que quiserem desde que haja acordo com o empregado.

Mas acho piada à twitteira. Fazem estudo com 3000 pessoas:
The conclusion is clear: we need a shorter working week.

É logo, mai nada

Twitteira? É MP no parlamento do UK.

E o governo claro que pode incentivar, implementando esse standard na função pública por exemplo.

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