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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Sandes., há 1 minuto:

Ele diz as verdades

Para o caso de alguém ter dúvidas...

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Citação de KAralinda, há 3 horas:

O clima de guerra aberta entre duas fações do partido em Beja atingiu o auge, após a demissão da única vereadora que o partido tinha no Alentejo – e que já se tinha demitido de presidente da Distrital por discordâncias com Ventura. Direção Nacional não comenta

Eram 19 vereadores, sete já bateram com a porta: Ana Moisão, até aqui vereadora do Chega em Serpa e a única do partido no Alentejo, demitiu-se e passou a vereadora independente na última quinta-feira. A sua saída destapou uma guerra interna na distrital de Beja que dura já há vários meses, mete acusações de eleições fraudulentas pelo meio e é agora sobretudo um mar de insultos nas redes sociais entre militantes do Chega de duas fações inimigas.

“Tenho tentado manter-me em silêncio e vou continuar. No momento em que decidi desvincular-me do partido, virei uma página na minha vida”, começa por responder por escrito ao Expresso Ana Moisão, agora vereadora independente na autarquia de Serpa. “A minha decisão foi bastante refletida e desejo sorte aos colegas que representam o partido, porque nem tudo foi mau e conheci pessoas com quem foi um privilégio trabalhar”, acrescenta a ex-militante do Chega.

A história da implosão do partido no distrito alentejano pode começar a ser contada em novembro: Moisão, na altura presidente da distrital de Beja, escreveu uma carta à direção nacional do partido em que se queixava de falta de apoio e financiamento às estruturas locais por parte de Lisboa.

“Na altura disse-lhe para ter calma, porque isto não era uma corrida de cem metros”, garante Mário Cavaco, oficial superior das Forças Armadas na reforma que, na altura, já trabalhava com Ana Moisão, incluindo na elaboração do plano autárquico. “Era o número dois dela”, admite.

O Expresso sabe que Ventura viajou até Beja no mês seguinte para reunir com a estrutura local: decidiu manter a confiança política em Moisão “apesar das críticas” e tendo em conta o “excelente trabalho” que a vereadora tinha vindo a fazer. Mas em janeiro, Moisão foi mais longe: enviou uma carta à Direção Nacional onde afirmava que tinha perdido a confiança política em Ventura e, por isso, apresentava a demissão de líder da distrital de Beja. Voltou a lamentar a falta de fundos e apoio de Lisboa à região.

Uma das bandeiras de Ana Moisão durante a campanha autárquica tinha sido a integração do Hospital de Serpa (São Paulo, atualmente sob tutela da Misericórdia) no SNS, mas a 23 de julho de 2021 a proposta acabou chumbada no Parlamento – incluindo com os votos contra dos deputados do Chega.

Nas primeiras semanas do ano, Mário Cavaco foi “convocado” por Ventura à Assembleia da República e “à terceira” aceitou o convite para ser o candidato da Direção à distrital de Beja. “Senti a responsabilidade”, afirma ao Expresso.

António Cortez de Lobão, deputado à Assembleia Municipal de Serpa pelo Chega e ex-vice-presidente da distrital, acusa Cavaco de se ter aos poucos “encostado ao poder”. “Parecia o braço direito da Ana, e ela foi ingénua. Dava-lhe acesso, e ele ficou com os trunfos todos na mão”, lamenta.

ELEIÇÕES DISTRITAIS NÃO FORAM JUSTAS, DENUNCIA EX-VICE-PRESIDENTE

Seguiram-se eleições distritais a 15 de abril: Mário Cavaco conquistou o lugar com apenas uma lista a sufrágio e o anterior vice-presidente de Ana Moisão lamenta não ter podido formar oposição. “O Mário Cavaco conseguiu aceder aos ficheiros vindos da Direção Nacional, viu primeiro os nomes e contactos de todos os militantes, e rapidamente fez uma lista que era inultrapassável”, denuncia Cortez de Lobão, lembrando que em Beja não há assim tantos militantes com as quotas em dia. “E ele fez isso totalmente pela calada. Eu era vice-presidente e ele nunca falou comigo sobre isso”, adianta, para justificar o porquê de não ter conseguido fazer uma lista concorrente. “Não havia alternativa, eles bloquearam [o processo]”, garante.

Mário Cavaco nega todas as acusações. “Essa história é completamente falsa. Há um órgão eleito, que é Mesa Nacional, que enviou emails com informações para todos os militantes, inclusive com instruções”, garante.

Ao que contam ao Expresso, seguiram-se semanas de “pressões internas” para desvalorizar o trabalho da vereadora e isolá-la socialmente dos restantes militantes – incluindo pedidos para não partilhar nem “pôr gostos” nos seus conteúdos nas redes sociais. A gota de água terá sido na quinta-feira, dia 22: no final de uma reunião da autarquia, Moisão anunciou que passaria a vereadora independente, decisão já comunicada ao partido. Na carta de demissão, denuncia “ataques” por parte de membros da nova distrital e “problemas” no funcionamento interno dos órgãos em Beja.

Mário Cavaco nega ter liderado a campanha contra a vereadora: garante que Moisão “continuou a fazer um excelente trabalho” após as eleições. Contudo, após a demissão da agora independente, o líder da distrital enviou um email para todas as estruturas locais do partido com o título “Posição Política Estratégica”. Falando em nome da distrital, da Direção Nacional e do próprio André Ventura, Cavaco perguntou a todos os eleitos do partido em Beja “se continuam a defender os desígnios do Partido e do seu Presidente”, ficando a aguardar uma resposta, consultou o Expresso.

INSULTOS E ORFANDADE

João Perdigão, militante do partido e candidato à autarquia de Montemor-o-Novo em 2021 e um dos homens do aparelho no distrito ao lado (Évora), acusou Mário Cavaco de interferir diretamente com o trabalho da vereadora nos últimos meses: “Então o senhor vai a reuniões da Câmara Municipal de Beja e nem sequer fala pessoalmente com a vereadora que está nas mesmas? E faz intervenções políticas?”, perguntou, num texto publicado no Facebook após a demissão de Moisão.

Mário Cavaco leu o texto, falou dele ao Expresso: diz que simplesmente continuou a ir a reuniões da autarquia, e afirma que “o texto mostra algum azedume e quem sabe algum problema do foro psiquiátrico”. Além disso, garante que só é criticado porque não é natural do Alentejo e só nos últimos anos se mudou para Beja, onde tem “raízes familiares”. Também garante que já foi insultado de “racista”, apesar de ter “noras e netos de cor”.

O texto de Perdigão é um entre centenas que o Expresso leu nos últimos dias nas redes sociais, sobretudo Facebook e Whatsapp. Todos eles escritos por militantes do Chega, todos eles pertencentes a uma das duas fações. A esmagadora maioria tem insultos ora contra os apoiantes da vereadora, ora contra o atual líder da distrital.

Uma das palavras mais utilizadas nas discussões dos últimos dias tem sido “órfãos”, uma referência irónica aos militantes que continuam a apoiar Ana Moisão. “São os que nos querem colocar como dissidentes do partido, mas eu recuso-me a ser classificado dessa forma. Defendo André Ventura e o Chega, mas sou contra a atual direção da distrital de Beja”, explica António Cortez de Lobão.

“Alguém diga à prostituta de Beja que os órfãos do Chega não sobrevivem do dinheiro do partido”, escreveu Fátima Serra, militante e apoiante de Ana Moisão. A publicação, escrita na página do Chega em Beja, ataca Andreia Agostinho, que assumiu a liderança da concelhia de Beja nas eleições distritais de abril.

A militante Fátima Serra continua o ataque a Andreia Agostinho: “Ninguém quis estar na distrital contigo. Os órfãos não se deixaram contaminar por ti. (...) Uma dirigente política com este tipo de comentários. Que vergonha. Vocês deviam ser todos afastados de qualquer cargo, nem para limpar escadas servem.” Antes, Andreia Agostinha comentara na mesma página: “Então e agora os órfãos? O que vão fazer da vida?”, perguntava a dirigente do Chega em tom irónico.

Segundo Mário Cavaco, a distrital de Beja tinha 315 militantes ativos após as últimas legislativas – mas quando assumiu a liderança da distrital, em abril, restavam pouco mais de 70 militantes, garante. "Agora estamos a trabalhar para reativar a distrital e conseguir novos militantes, com um grande foco na juventude”, assegura, ao mesmo tempo que se distancia de todos os insultos que têm vindo a público.

No seu longo texto, o dirigente de Évora João Perdigão deixa um desafio a Cavaco: “No inimaginável cenário do senhor estar à frente da distrital aquando das eleições autárquicas de 2025, tem uma responsabilidade acrescida… [Vai] ser o candidato do Chega para derrotar a candidata independente Ana Moisão ou vai acobardar-se?”

O Expresso colocou a pergunta a Mário Cavaco. “Uma coisa de cada vez. Nem sei se estarei vivo nessa altura. Quando chegar a data logo falaremos desde que o Partido Cega assim o determine”, respondeu o líder da distrital.

DIREÇÃO NACIONAL NÃO COMENTA

O Expresso perguntou à Direção Nacional do Chega se iria reagir oficialmente ao processo que levou à saída de Ana Moisão do partido, mas fonte oficial do partido garantiu que não.

Quem reagiu à saída de Moisão foi Luc Mombito, conselheiro nacional do Chega e uma espécie de “faz tudo” de André Ventura, que no início do mês foi alvo de buscas domiciliárias por parte da Polícia Judiciária por suspeitas dos crimes de coação, ameaças, e atentado à liberdade de imprensa. "Pessoas que nunca seriam o que são sem alguém são sempre as primeiras a saltar do barco, e fazem-no com todo o drama do mundo. O problema? Ninguém liga, e amanhã ninguém se lembra delas", disse o amigo de Ventura, num comentário na rede social Facebook, que considerou um "desabafo".

A vereadora distancia-se das palavras vindas das redes sociais: tanto contra ela, como a favor dela. “Infelizmente as ruturas trazem sempre revolta e alguns discutem política com o mesmo fanatismo com que discutem futebol”, lamenta.

“Vou continuar a trabalhar, como sempre fiz desde o primeiro dia, com honestidade e verdade. Continuar o mandato na Câmara Municipal de Serpa e lutar pelas minhas gentes é um objetivo que permanece inalterado. O restante, o tempo dissolve e ajuda a superar”, finaliza a vereadora independente.

Apesar da violência verbal do confronto entre os dois lados, todas as pessoas que falaram com o Expresso garantiram que a agora vereadora independente é uma pessoa “competente” e “séria”.

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Como se quem vota neles quisesse saber disso para alguma coisa. Até já podiam ter perdido os vereadores todos. É lhes indiferente, a quem vota, se são ou não uma casa a arder com uma ânsia de poder incrível para fazer exatamente as mesmas falcatruas que quem tem o poder municipalmente faz enquanto adotam o discurso anti-sistema no sentido oposto. 

Editado por HappyKing

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Deixem os infantis em paz

Uma vez que é líder parlamentar do Chega, faz sentido que Pedro Pinto seja treinador de sub-13. É notório que a sua especialidade é comandar Infantis

Protejam os vossos filhos: há um homem no pelado a berrar com crianças. É Pedro Pinto, líder parlamentar do Chega. Segundo uma notícia do Expresso, terá atirado um chapéu a um jovem árbitro num torneio infantil sub-11 e sub-13 que ocorreu no distrito de Portalegre. O dirigente é treinador do Futebol Clube do Crato - equipa em que milita o seu próprio filho - e não gostou de ter sido expulso pelo árbitro. Depois de André Ventura e Pedro Frazão, mais um deputado do Chega que não concorda com uma decisão de um juiz. Desconhecia que o Futebol Clube do Crato tinha formação, mas já tinha ideia de que Pedro Pinto não tinha. É que estamos a falar de um árbitro de 18 anos. Dezoito. Não se justifica chamar-lhe "gatuno" - no máximo, "gatuninho" - quanto mais agredi-lo.

O Chega tem razão quando repete que as crianças portuguesas estão em perigo. Há, de facto, um grupo de adultos radicais que assustam crianças em eventos semanais por causa de um suposto “orgulho”: os pais de miúdos que jogam à bola. Percebe-se agora porque é que o Chega é contra a obrigatoriedade da disciplina de Cidadania nas escolas. Realmente, há algum mérito na ideia de que devem ser os progenitores a dar bons exemplos aos filhos. Como por exemplo, insultar árbitros adolescentes e arremessar-lhes bonés.

Noutro desafio do torneio, relata-se que, com a sua equipa a perder 8-0, o deputado ordenou aos seus jogadores que se atirassem para o chão, de modo a desperdiçarem tempo. Afinal, o partido anti-sistema é também o partido anti-jogo. Não é surpreendente que Pedro Pinto seja fã de Catenaccio. Diria que o homem é genericamente apreciador de tendências que floresceram nos anos 30 e que foram populares em Itália. Agora, uma coisa é jogar para o empate, outra é perder tempo quando se está a levar oito. O Chega preocupa-se com as goleadas da mesma forma que se preocupa com as famílias afetadas pela inflação dos bens essenciais. Só se focam na sua defesa quando o cabaz já é incomportável.

O Chega veio efetivamente ocupar todo o espaço da direita, já que não se ouvia falar de uma polémica nacional que envolvesse "Crato" e "falta de educação" desde o governo de Passos Coelho. E note-se que não é a primeira vez na história que esta vila alentejana vê o seu nome arrastado para a lama por causa de indivíduos convencidos de que são reis. Recorda-se de D. António? Era conhecido como o prior do Crato. Ao que tudo indica, Pedro Pinto ficará eternizado como o pior do Crato.

Foquemo-nos na parte futebolística. Em princípio, o deputado Pedro Pinto é um treinador limitado: só joga com extremos-direitos, não acredita no aquecimento e a constituição favorita é 4-1-9-3-3. Por outro lado, uma vez que é líder parlamentar do Chega, faz sentido que seja treinador de sub-13. É notório que a sua especialidade é comandar Infantis. Tanto num caso como noutro, o seu papel resume-se fundamentalmente a berrar "muito bem!", “isso!” e "vergonha!" a partir da bancada.

No Parlamento, Pedro Pinto, que agora confronta árbitros, já ameaçou o ex-assessor do Sporting Nuno Saraiva. O trajeto é claro: se André Ventura foi da CMTV para a política, Pedro Pinto só pretende ir da política para a CMTV. Ninguém nega que estas atitudes honram a história do Chega. O PSD nasceu em Lisboa, o PS nasceu em Bad Münstereifel, o Chega nasceu num estúdio de televisão onde se berra por causa de futebol. Nota-se, em todo este caso, uma inabalável identificação de Pedro Pinto com os fundamentos ideológicos do partido.

Entretanto, precisamente no Alentejo, surgiu mais uma autarca que já não Beja a mão de Ventura. A única vereadora que o partido tinha na região demitiu-se e passou a independente, pelo que, na distrital de Beja, anda a lavar-se mais roupa suja do que numa escolinha de futebol. Tinham 19 vereadores pelo país, mas sete já abandonaram entretanto. Os vereadores do Chega são os empregados de mesa do poder local: autarquia, já não quer? Neste contexto, compreendo finalmente porque é que Pedro Pinto julgou ter condições de ser treinador em part-time. É que, tanto no futebol como na baixa política, toda a gente sabe que nas distritais é só porrada.

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Mais um quase acidente grave de aviação em Portugal, desta vez no Porto.

Isso começa a tomar proporções ridículas. Fosse isso noutro continente, e a UE já tinha proibido voos 

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Citação de Gilberto Carlos, há 29 minutos:

a UE já tinha proibido voos 

é para ontem! É necessário banir todo o transporte de avião e automóvel já

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Citação de Rain Dog, há 47 minutos:

é para ontem! É necessário banir todo o transporte de avião e automóvel já

Olha um daqueles maluquinhos que se gosta de colar a quadros e ser insultado pelo publico em redor...

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99% dos portugueses não tem dinheiro para viajar e o Estado anda a torrar dinheiro em aviões. É entregar o sector a um país qualquer e gastar dinheiro onde é necessário. 

Está na hora das linhas férreas. 

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Muito curioso este renascimento da Temido. Achei que a sua carreira política teria terminado quando saiu da Saúde. Pelo desgaste que há de ter sido exercer a posição naquele contexto mas também pelo facto de antes de entrar no cargo não ser militante do partido. Vai-se candidatar à concelhia de Lisboa e o mais certo é ou estar na lista às europeias ou concorrer a Lisboa em 2025 parece-me. 

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Citação de Che, há 4 horas:

99% dos portugueses não tem dinheiro para viajar e o Estado anda a torrar dinheiro em aviões. É entregar o sector a um país qualquer e gastar dinheiro onde é necessário. 

Está na hora das linhas férreas. 

Não tape os olhos 

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Citação de Gilberto Carlos, há 10 horas:

Mais um quase acidente grave de aviação em Portugal, desta vez no Porto.

Isso começa a tomar proporções ridículas. Fosse isso noutro continente, e a UE já tinha proibido voos 

No Porto será uma questão de tempo até acontecer algo grave, sendo que sinais não faltam: ANAC reconhece que houve falhas graves no controlo aéreo no Porto e Ponta Delgada - Expresso

Não fosse o piloto da Ryanair e poderíamos estar aqui a lamentar umas 400+ mortes.

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Citação de Ghelthon, há 33 minutos:

No Porto será uma questão de tempo até acontecer algo grave, sendo que sinais não faltam: ANAC reconhece que houve falhas graves no controlo aéreo no Porto e Ponta Delgada - Expresso

Não fosse o piloto da Ryanair e poderíamos estar aqui a lamentar umas 400+ mortes.

E 2 anos depois voltamos a ter um caso semelhante e ninguém está a fazer nada. 

É mais seguro ir a Vigo apanhar um avião 

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Citação de Gilberto Carlos, há 10 horas:

Mais um quase acidente grave de aviação em Portugal, desta vez no Porto.

Isso começa a tomar proporções ridículas. Fosse isso noutro continente, e a UE já tinha proibido voos 

Ei... What?... Não tenho noção do que se passa/passou... Querem me explicar o que se passa? não é por nada, mas moro em pedras rubras e tal, não muito longe do aeroporto... 😨

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Citação de KAralinda, Agora:

Ei... What?... Não tenho noção do que se passa/passou... Querem me explicar o que se passa? não é por nada, mas moro em pedras rubras e tal, não muito longe do aeroporto... 😨

Neste caso, um avião teve permissão da torre de controlo para aterrar quando estava um avião na pista preparado para descolar. Felizmente o piloto do avião que ia aterrar viu o outro avião e abortou a aterragem, avisando a torre para a existência do outro avião.

Em 2021, também no Porto, passou um veículo na pista quando um avião ia descolar.

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Citação de Ghelthon, há 6 minutos:

Neste caso, um avião teve permissão da torre de controlo para aterrar quando estava um avião na pista preparado para descolar. Felizmente o piloto do avião que ia aterrar viu o outro avião e abortou a aterragem, avisando a torre para a existência do outro avião.

Em 2021, também no Porto, passou um veículo na pista quando um avião ia descolar.

WTF...vivo a uns passos do aeroporto e não soube nada disto.... tenho que frequentar mais as tascas da terriola... 

Sei que à uns anos atrás, havia muitas obras numa zona da pista, perto do tunel de paiço... nem sei como é que aquilo está... confesso que já não vou fazer planespotting à muito tempo...

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Citação de KAralinda, há 2 minutos:

WTF...vivo a uns passos do aeroporto e não soube nada disto.... tenho que frequentar mais as tascas da terriola... 

Sei que à uns anos atrás, havia muitas obras numa zona da pista, perto do tunel de paiço... nem sei como é que aquilo está... confesso que já não vou fazer planespotting à muito tempo...

Que inveja tenho tua por morares ao pé do aeroporto.

Essas coisas raramente se sabem na CS. Os casos de 2021 e 2022, tiveram mais de 1 ano encobertos até alguém meter isso na CS.

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Citação de KAralinda, há 3 minutos:

WTF...vivo a uns passos do aeroporto e não soube nada disto.... tenho que frequentar mais as tascas da terriola... 

Sei que à uns anos atrás, havia muitas obras numa zona da pista, perto do tunel de paiço... nem sei como é que aquilo está... confesso que já não vou fazer planespotting à muito tempo...

Aparentemente está ligado à falta de recursos no controlo de tráfego aéreo, que tanto quanto sei é uma profissão lixada, mas supostamente bem paga. Não sei como anda isso.

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Citação de Ghelthon, Agora:

Aparentemente está ligado à falta de recursos no controlo de tráfego aéreo, que tanto quanto sei é uma profissão lixada, mas supostamente bem paga. Não sei como anda isso.

... sim é... cheguei a tentar concorrer a uma vaga à muitos anos atrás, quando estava à procura dos 1ºs empregos, por indicação de pessoas amigas que trabalhavam no aeroporto...

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