Petar Musa Publicado 23 Novembro 2023 Citação de jmopborba, há 35 minutos: Plano e Orçamento nos Açores chumbado O Marcelo que decida bem agora Que m*rda foi essa de querer conversar com os partidos na segunda feira, e cancelar por "falta de agenda"? Compartilhar este post Link para o post
JPB Publicado 23 Novembro 2023 Não faço ideia mas espero que ele decida bem Compartilhar este post Link para o post
Burkina2008 Publicado 23 Novembro 2023 Citação de Pavel, há 6 horas: sem ir à Maurícia e a São Cristóvão, é hilariante que queiram usar uma métrica que faz parecer que a economia de Montenegro é superior à da Sérvia LOL génios Ninguem esta a medir se as economias sao maiores ou nao. Achas que se vive melhor no Paquistao do que no Luxemburgo? Qual achas que 'e a maior economia? A do Paquistao obviamente, mas essa lista 'e sobre desenvolvimento economico e nesse aspecto o Luxemburgo esta bastante a frente do Paquistao, assim como o Montenegro esta a frente da Servia devido a entre outras coisas o revenue turistico. Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 23 Novembro 2023 Citação de Thierry Henry, há 5 horas: O auge da minha doutrinação política na faculdade foi ter o Augusto Santos Silva a pedir uma caneta emprestada aos alunos mas a dizer que não aceitava nenhuma que fosse laranja. Bic laranja > Bic cristal Compartilhar este post Link para o post
lucho^ Publicado 23 Novembro 2023 Ticampos, evita, tens família. 2 Compartilhar este post Link para o post
JGabriel Publicado 23 Novembro 2023 É encontrar o IP desse men e outros da laia dele e meter-lhes uma bala nos cornos. 1 Compartilhar este post Link para o post
1906 Publicado 23 Novembro 2023 Mais vale cantar e mandar músicas para a malta. 4 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 23 Novembro 2023 Citação de JGabriel, há 40 minutos: É encontrar o IP desse men e outros da laia dele e meter-lhes uma bala nos cornos. Um dos administradores daquela conta é o Mário Machado. De balas nos cornos deve estar ele familiarizado. Compartilhar este post Link para o post
Simeone Publicado 23 Novembro 2023 No PS, os esquerdistas acabam sempre no centro Citação Cara leitora, caro leitor: Não me entusiasma minimamente esta discussão sobre o "centrismo" que anima por estes dias o PS. É o problema de já não ter 40 anos: já vi quase todos os protagonistas em todo o lado. Quando eu era miúda, Jorge Sampaio era da esquerda do partido contra António Guterres, um espécime mais à direita. Embora, anos antes, os dois representassem – com Vítor Constâncio – uma ala mais à esquerda do que Mário Soares. Tanto foi assim que Luísa Melo, então mulher de António Guterres, apoiou a candidatura presidencial de Salgado Zenha contra Mário Soares, na época da ala direita. Guterres tinha que apoiar Soares por razões políticas, mas era, tal como a mulher, um fidelíssimo de Zenha. Quando Mário Soares abandonou o partido havia um candidato da ala direita – Jaime Gama – que perdeu para os dois primeiros da "ala esquerda": Vítor Constâncio e Jorge Sampaio. Quando foi o confronto Sampaio-Guterres, já Guterres era da ala direita, tendo ir buscar ao velho gamismo Armando Vara. Na sua equipa, tinha dois jovens considerados prodígios, António José Seguro e José Sócrates. Na campanha de Jorge Sampaio ficou um seu delfim, o jovem António Costa – que tinha feito o estágio de advocacia no escritório que Sampaio partilhava com o seu tio. Havia mais "esquerdistas" com Sampaio: Alberto Martins, João Cravinho, Vera Jardim e Ferro Rodrigues. Costa foi depois ministro de Guterres e, após o PS ganhar as eleições, acabou, nas reuniões do Conselho de Ministros, a fazer uma dupla de ministros azougados com o ainda jovem Sócrates, que vinha da ala direita. Os dois irritavam-se muito, contava-se na época, com a dificuldade de Guterres em decidir. Quando Guterres se demite é preciso arranjar um candidato muito depressa. A coisa foi decidida em "petit comité". Era para ser o centrista Jaime Gama, a avançar, mas depois recua, e acaba a candidatar-se o esquerdista Ferro Rodrigues, que junta na sua direcção a esquerdista Ana Gomes, o esquerdista Paulo Pedroso, o jovem esquerdista (hoje eventualmente centrista) Pedro Adão e Silva. Ferro Rodrigues viria a ser em 2015 o primeiro símbolo da geringonça – a maioria de esquerda do Parlamento elegeu-o seu presidente. Sem tomar posição nesta disputa interna, Ferro hoje está cheio de dúvidas sobre a solução da geringonça. "Quando hoje se põe dentro do PS como bandeira o ressuscitar dessa experiência, é conveniente que quem a queira ressuscitar faça um balanço da parte positiva e da parte negativa", disse esta semana ao Observador. Voltando ao passado: quando Sócrates decide avançar em 2005, Costa apoia-o. É célebre o encontro em que Costa combinou com Sócrates que a sua geração não haveria de repetir a guerra fratricida entre Sampaio e Guterres em 1992. Manuel Alegre avançou contra Sócrates, representando a ala esquerda – um dos apoiantes de Alegre chamava-se Augusto Santos Silva, hoje um "centrista" que apoia José Luís Carneiro. Quando o reinado de Sócrates chega ao fim, confrontam-se Francisco Assis e António José Seguro. Assis era um centrista que foi apoiado por quase todos os notáveis que tinham estado com Sócrates, incluindo o outrora esquerdista António Costa. António José Seguro, que era da ala direita no tempo Guterres/Sampaio, passaria em 2011 para a ala esquerda contra o centrista Assis. Seguro tinha o apoio das federações exaustas com o socratismo e do dirigente federativo Pedro Nuno Santos (na época não tão notável assim), do notável esquerdista de sempre Alberto Martins e de um dirigente, então presidente da Câmara de Baião, chamado José Luís Carneiro. Em 2011, Pedro Nuno e Carneiro estavam os dois juntos na ala segurista. Só que então aparece um esquerdista, António Costa, que já o tinha sido (com Sampaio), deixado de ser (apoiando Sócrates e Assis) e voltado a assumir o "esquerdismo" quando decidiu candidatar-se contra António José Seguro, transformado subitamente no "direitista" do PS – por ter aprovado o Tratado Orçamental, por exemplo. Na entrevista que deu ao PÚBLICO, José Luís Carneiro diz que "a marca" de Pedro Nuno Santos "é o enclausuramento à esquerda". Enquanto isto, Pedro Nuno Santos – o negociador da geringonça – anda a esforçar por ser o mais branco possível sobre as suas relações com os partidos à esquerda. E se, enquanto comentador, defendia que o excedente orçamental servisse para pagar a médicos e professores, mal apresentou a candidatura deixou de explorar o assunto. Pedro Nuno entrou no Largo do Rato para anunciar a candidatura de mão dada com Francisco Assis – que esteve contra a geringonça – e fez ontem um "número de campanha" a almoçar no Hospital de Santa Maria, alegadamente para debater propostas para a saúde com o presidente da SEDES, Álvaro Beleza, que esteve na direcção de António José Seguro. A SEDES é um think tank que defende propostas essencialmente de direita. O problema é que tudo isto é fado. E o fado chama-se pertença à União Europeia, onde, como dizia há pouco tempo a constitucionalista Teresa Violante ao PÚBLICO, o eleitorado está condenado a escolher entre "um programa coca-cola e um programa pepsi-cola". Alguém está a ver o PS, seja dirigido por Pedro Nuno Santos ou por José Luís Carneiro, a não cumprir qualquer compromisso europeu? A Europa só aceita políticas centristas (viu-se com o Syriza no poder na Grécia). Achar que vem aí a revolução com Pedro Nuno Santos é um argumento para "épater les bourgeois". Simplesmente, a revolução é impossível e o "esquerdista" acabará centrista como todos os membros da ala esquerda que o precederam. Tenha um excelente fim-de-semana. Ana Sá Lopes Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 23 Novembro 2023 (editado) Citação O centro de dados de Sines vale todo este imbróglio? Com base no que se sabe, o grande centro de dados de Sines parece longe de constituir uma aposta decisiva para o nosso futuro comum. Um governo suportado por uma maioria absoluta caiu por causa de um centro de dados que está a ser construído em Sines. Na essência, esta é a história que conhecemos até agora sobre a Operação Influencer. O Ministério Público suspeita de que a Start Campus, empresa responsável pelo projecto, beneficiou de favores especiais do Governo, por via de advogados com relações próximas aos detentores do poder político. O primeiro-ministro demissionário sugeriu (sem o dizer) que o Governo agiu para atrair um grande investimento. Mas sabemos pouco sobre o valor que esse investimento tem para o país. Sabemos, isso é certo, que os grandes centros de dados são um negócio promissor. O seu desenvolvimento tem sido impulsionado pela computação na nuvem, a televisão por streaming, a mineração de criptomoedas, o trabalho à distância, a inteligência artificial — enfim, todas as actividades que exigem grandes capacidades de processamento e de armazenamento de dados. Segundo a consultora McKinsey, a procura destes serviços duplicou na última década e deverá duplicar outra vez até 2030. Para os investidores em grandes centros de dados, Portugal é um destino atractivo. Nos EUA e não só, o sector tem sido olhado com grande cepticismo, devido à sua elevada pegada de carbono, ao elevado consumo de água (necessário ao arrefecimento dos equipamentos) e à pressão que exerce sobre as redes eléctricas nacionais e locais. Para reduzir a polémica, os investidores apostam hoje na construção de centros de dados mais sustentáveis, que recorrem a energia eléctrica de fontes renováveis para alimentar os equipamentos e à água do mar para os arrefecer. Sines oferece uma e outra a bons preços, assim como terrenos a custos acessíveis e boa conectividade a redes intercontinentais de cabos de fibra óptica. O facto de Portugal ser atractivo para estes investidores não significa, no entanto, que o investimento em causa seja benéfico para o país na mesma proporção. "Quando anunciou o projecto em 2021, o Governo apresentou-o como “o maior investimento estrangeiro captado pelo país desde a Autoeuropa” — cerca de 3,5 mil milhões de euros. O Governo apontava ainda o “enorme potencial de exportação de serviços” e a alteração das “características do investimento” que tem sido captado para Sines, na direcção da transição digital. Mas estes dados e argumentos valem menos do que aparentam." Desde logo, a comparação com a Autoeuropa é desmedida. A empresa alemã de Palmela emprega perto de cinco mil trabalhadores e compra grande parte dos componentes de que necessita a empresas que produzem no país. Também mantém relações próximas com várias outras entidades nacionais (universidades, institutos politécnicos, centros tecnológicos, centros de formação, etc.), contribuindo assim para o desenvolvimento do sistema nacional de inovação. O impacto esperado do centro de dados de Sines não tem nada de semelhante — seja ao nível do emprego, do valor acrescentado nacional, do efeito de arrastamento sobre a economia ou do desenvolvimento tecnológico do país. Segundo o próprio Governo, a criação de empregos directos pela Start Campus até 2025 corresponderá a 1200 postos de trabalho — quatro vezes menos do que o número de trabalhadores da Autoeuropa. E nada garante que esses postos de trabalho beneficiem muito a economia local ou até a nacional: uma parte importante das tarefas altamente qualificadas envolvidas na operação dos grandes centros de dados — arquitectura, gestão e segurança de redes, sistemas de informação e dados — tendem a ser desenvolvidas à distância, incluindo a partir do estrangeiro. A criação de emprego directo e indirecto em Sines não seria despicienda, é certo: para um concelho com menos de 20 mil habitantes permanentes, afectado pelo encerramento recente da central termoeléctrica, a criação de algumas centenas de postos de trabalho qualificados ou semiqualificados fará alguma diferença. Mas o efeito global é modesto. O impacto limitado na economia nacional fica ainda mais evidente se tivermos em conta a origem dos equipamentos utilizados. Os grandes centros de dados albergam a infra-estrutura tecnológica necessária para fornecer aplicações e serviços digitais, e para armazenar e gerir grandes volumes de informação. Trata-se, essencialmente, de equipamentos electrónicos (como servidores, unidades de armazenamento de dados e equipamento de rede), mas também de dispositivos relacionados com a produção e o armazenamento de energia, com a ventilação e o arrefecimento das instalações ou com a segurança dos edifícios. Ao contrário do que acontece com a fileira automóvel, poucos destes equipamentos são produzidos em Portugal (que foi perdendo competitividade na indústria electrónica para os produtores asiáticos nas últimas décadas). E com certeza que os investidores não ficariam à espera do desenvolvimento de uma indústria nacional dedicada para procederem à execução do projecto. Na verdade, em alguns casos, a instalação de grandes centros de dados é acompanhada pelo compromisso dos investidores de apoiarem o desenvolvimento da indústria ou do sistema científico e tecnológico nacional. Isto tende a acontecer com mais frequência quando o investimento é conduzido por uma grande plataforma tecnológica ou uma fornecedora de serviços na nuvem (como a Amazon, a Google, a IBM, a Microsoft ou a Oracle). Para estes actores, as contrapartidas que acompanham os investimentos são vistas como acções de relações públicas que visam reforçar a proximidade com as autoridades nacionais. Também aqui o caso da Start Campus é distinto: os financiadores da operação são fundos de investimento, que pouco têm para oferecer ao desenvolvimento tecnológico do país. É possível identificar algumas vantagens potenciais para Portugal do investimento da Start Campus, como seja o eventual reforço da conectividade nas redes internacionais de fibra óptica ou o reforço da imagem do país como destino de investimentos na esfera digital. Se existem outras vantagens, é pena que pouco ou nada se tenha dito sobre elas. Com base no que se sabe, o grande centro de dados de Sines parece longe de constituir uma aposta decisiva para o nosso futuro comum. Ainda menos um motivo que justifique um envolvimento atípico das autoridades na sua promoção. Como aqui já escrevi há tempos, o investimento estrangeiro é um meio, não um fim. Também sobre isto valeria a pena debater, em vez de assumir que todo o capital que vem de fora é bom por natureza e merece todos os esforços das autoridades públicas, ao ponto de as pôr em xeque." Muito bom artigo do Paes Mamede. O último parágrafo remata muito bem a ideia: esta coisa de todo o investimento que é feito em Portugal ser bom per si é perversa. A comparação com a Autoeuropa é muito bem conseguida também e espelha bem essa ideia. Editado 23 Novembro 2023 por HappyKing 1 Compartilhar este post Link para o post
Bashir Publicado 23 Novembro 2023 Os dados são públicos, cada um usa como quiser. É lidar. Compartilhar este post Link para o post
challenger Publicado 23 Novembro 2023 Citação de a.lopes, há 6 horas: Graças a Deus que estudei engenharia, não lidei com politiquisses nenhumas Eu nunca tive aulas com ele, porque era de Mecânica, mas o António Samagaio que dava aulas no departamento de ambiente na Universidade de Aveiro diz que também era uma boa peça. É só consultar o Facebook. Compartilhar este post Link para o post
JPB Publicado 23 Novembro 2023 (editado) Marcelo ouve os partidos no dia 30 (Açores) Editado 23 Novembro 2023 por jmopborba Compartilhar este post Link para o post
Thierry Henry Publicado 23 Novembro 2023 Citação de antifa, há 6 horas: Políticas à parte, das 2 ou 3 interações que já tive com o Santos Silva sempre achei que era um gajo do crl. Muito fácil de se falar com ele e muito culto. É cinco estrelas. A disciplina que tive com ele também puxava a esse lado, Sociologia das Organizações. Fui para a primeira aula com a ideia de não voltar lá até ter exame mas graças ao gajo não falhei uma. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 23 Novembro 2023 Esperemos que o Bolieiro faça um Orçamento nos Açores com medidas mais do agrado da IL como a legalização da venda de órgãos humanos e bébes, privatização de empresas públicas e dolarização da economia. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 23 Novembro 2023 Citação de Burkina2008, há 4 horas: Falo de primeiro ministro democraticamente eleito e tu argumentas com o Nuno Melo…enfim és mais um que só vê uma cor (à beira de extinção) a frente O Marcello Caetano era um Primeiro Ministro democraticamente eleito? Nem PM, nem eleito e muito menos democraticamente. 1 Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 23 Novembro 2023 Ticampos, podias meter uma marca de água do Ventura a ch*par uma pila Não sei, fica a ideia. 2 1 Compartilhar este post Link para o post
Burkina2008 Publicado 23 Novembro 2023 Citação de Descartes, há 20 minutos: O Marcello Caetano era um Primeiro Ministro democraticamente eleito? Nem PM, nem eleito e muito menos democraticamente. Mário Soares…estás um pouco trocado, vai lá ler o que eu escrevi Compartilhar este post Link para o post
challenger Publicado 23 Novembro 2023 Muito engraçado o episódio de hoje da Reportagem da SIC sobre o Ricardo Salgado. Aquilo na Líbia foi um forrobodó com a ajuda do Escária e do Portas. Compartilhar este post Link para o post
Prata Publicado 23 Novembro 2023 (editado) Citação de antifa, há 13 horas: Portanto para ouvir "a outra parte", não é um Nuno Melo da vida que se tem de ouvir, a outra parte seria o Otelo. Que a (extrema) direita tenha mitificado a data, porque tinham de arranjar um contraponto ao 25 de Abril e tornem aquilo uma coisa preto no branco é previsível. Que generalizadamente se caia na esparrela e se ignore os intervenientes porque convém é outra. Aliás, acho que nós os 2 estamos a dizer o mesmo, porque os relatos dos intervenientes, seja o Vasco Lourenço, o Eanes ou até o Mário Soares, sempre relativizaram a data, em contraponto com a mitificação feita por sectores da direita. O Soares menorizava o 25 de novembro? Antes pelo contrário, basta ouvir agora os poucos destacados dirigentes do PS que dizem que a postura em relação ao 25 de novembro é uma ofensa à memória do Salazar e à luta dele contra o PCP. Quanto ao Eanes, o que disse foi que não celebrava o 25 de novembro porque as datas fraturantes não deviam ser celebradas. Por fim, chamar à IL de extrema direita e dizer que querem um contraponto ao 25 de abril é de rir ou então é de quem acha que é dono do 25 de abril. Citação de Prata, há 1 minuto: Editado 23 Novembro 2023 por Prata Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 23 Novembro 2023 Citação de Burkina2008, há 36 minutos: Mário Soares…estás um pouco trocado, vai lá ler o que eu escrevi Tens razão. Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 23 Novembro 2023 Citação de JGabriel, há 3 horas: É encontrar o IP desse men e outros da laia dele e meter-lhes uma bala nos cornos. Mesmo que fosse para tribunal, não sei se o Twitter seria obrigado a isso. Tenho ideia que na UE continua a olhar para estes dados como um atentado à privacidade individual Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 24 Novembro 2023 Citação de kareca, há 12 horas: Será mesmo inocencia? Deve ser, se soubesse com quem está a falar, provavelmente nem se daria ao trabalho, por várias razões. Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 24 Novembro 2023 Este mamar na teta do estado por quem recebe RSI tem de acabar. 2 Compartilhar este post Link para o post