Puto Perdiz Publicado 20 Maio 2024 Citação de HappyKing, Agora: "Honra seja feito ao senhor Tânger Correia que traz sempre teorias interessantes para debate". Algo dentro disto? interessantes no sentido de mirabolantes. Ao nível do Japão não ter invadido os EUA por causa da população armada. 1 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 20 Maio 2024 Esta é a parte onde o Tânger repete que vai dar no focinho do Putin Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 20 Maio 2024 Citação de Puto Perdiz, Agora: interessantes no sentido de mirabolantes. Eu inicialmente interpretei assim. Fiquei na dúvida depois com a segunda parte. Mas terás razão. Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 20 Maio 2024 o João Oliveira com esta cena da industria do armamento ficou exaltado Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 20 Maio 2024 O Putin cita Pedro o Grande e Estaline e o João Oliveira acha que os planos dele é tanga do Ocidente? Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 20 Maio 2024 Liberdade e demo cracia oroweliana Anti walkismo, acabaram as caminhadas para todos 1 Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 20 Maio 2024 Citação de Lebohang, Em 17/05/2024 at 20:57: ficou com o turco, mas perdeu o MAS Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 20 Maio 2024 MOMENTO ALTO DO DEBATE O duelo entre João "Zelensky" Cotrim e João "Miss Mundo" Oliveira. Muito bom. MOMENTOS TWILIGHT ZONE Como se está a ver o PAN é o único adulto na sala. Dito pelo Pedrocas com ar traquina; O financiamento para a indústria de defesa na Europa deve ser feito desviando os fundos atribuídos às indústrias dos combustíveis fósseis e às touradas; Eu assinei os acordos de paz no Kosovo; A agenda walk; Eu defendo as minorias desde que elas continuem a ser minorias; As posições das maiorias devem prevalecer. Daí a palavra Democracia. DEMO CRACIA. Poder do povo. O papel dos ecologistas nas guerras devia ser colocar cravos nas espingardas. O Chega está na ID porque eles nos acolheram lá. Muitas vezes a desinformação é confundida com informação. O Chega é vítima de discursos de ódio. A desinformação combate-se com fact-checks. Não, a desinformação combate-se com a qualificação das populações. Não, às vezes dizem que o Chega disse coisas que não disse. Não, qualquer coisa ... endometriose, menopausa, cibersegurança ... Confesso que não consegui apanhar muito bem esta última ideia. Estava para lá da Twilight Zone. 3 1 Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 20 Maio 2024 O seculo xxi substituiu o patriotismo pela defesa da integridade territorial da Ucrânia, maravilhoso Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 21 Maio 2024 Spoiler PEDRO CORDEIRO O melhor foi apenas menos mau do que dois assim-assim e um péssimo Não foi um debate entusiasmante o desta noite, na SIC Notícias, entre os cabeças de lista do Chega, IL, CDU e PAN. Não por falta de oposição de ideias entre os candidatos — dois europeístas e dois antieuropeístas, como frisou o animalista Pedro Fidalgo Marques, para escândalo do cheguista Tânger Correa, por ele acusado de “discurso de ódio” e de querer “destruir a União Europeia” e a forma de vida dos portugueses —, mas por manifesta ausência de brilho. Cotrim de Figueiredo voltou a surgir preparado, apoiante crítico da UE e ágil ao desmontar disparates de Tânger sobre minorias e a sempiterna agenda ‘wok’ (antes fosse utensílio de cozinha). Coerente a defender a liberdade de expressão e a rejeitar tentações censórias para combater a desinformação, o liberal falou ainda de alargamento e defesa, que reconhece desafiantes. E demarcou-se de um Governo holandês que una liberais à extrema-direita. O comunista João Oliveira desfiou as habituais críticas do seu partido à UE, com capacidade oratória que se lhe não pode negar. Encarniçou-se num duelo com Tânger sobre quem era menos amigo da democracia, e depois o seu lirismo antibélico chocou com a defesa das democracias por Cotrim. Neste campo, o embaixador da direita radical embrulhou-se pela enésima vez e Fidalgo quis proclamar-se “adulto na sala”, com posição de pés no chão. Tudo junto, achei Cotrim o melhor, sem louvor nem aclamação, só por ter estado eloquente, sereno e bem-humorado. Oliveira é articulado, mas não vai além de repetir a cassete comunista que tão pouco tem rendido. Fidalgo não envergonhou, foi além da cartilha animalista (pouco presente nestes três quartos de hora), mas tampouco se diferenciou. E Tânger espalhou-se, como é hábito, mesmo sem ter defendido, como há dias, o carniceiro sérvio Milosevic. Vencedor: Cotrim Figueiredo LILIANA VALENTE Cotrim ganhou na guerra Cotrim não precisou de correr muito para ser o mais eficaz no debate desta noite que juntava europeístas e eurocéticos. O candidato da Iniciativa Liberal procurou o confronto de ideias por várias vezes, sobretudo com o candidato comunista, João Oliveira. Ambos procuraram cavar as diferenças entre os partidos que representam, nomeadamente na política económica, mas sobretudo em como lidar com a guerra. Se até apo momento da discussão sobre a guerra, considero que ambos os candidatos estavam particularmente bem em expor as suas ideias e mostrar que são efetivamente diferentes, a guerra na Europa e como responder a ela voltou a ser um calcanhar de Aquiles para o candidato comunista. A posição do partido não é fácil de explicar e aplicar na prática - defender a paz é o correto, o modo como se chega é que provoca divisões - e Oliveira acabou por ouvir o liberal a fazer um comício em defesa da Ucrânia. “Enquanto houver Putins e quem os defende, temos de estar armados. Se queres paz, prepara-te para a guerra”, disse. João Oliveira rebateu com a ideia de que é preciso lutar contra a propaganda de guerra e que acredita tanto na ideia de que Putin quer controlar a Europa como nas armas de destruição maciça no Iraque, para mostrar que há uma tentativa de controlo da ideia das massas. As diferenças entre Cotrim e Oliveira, que ainda por cima eram os dois melhores debatentes (e mais experientes) neste painel - acabaram por dominar um debate entre candidatos bastante diferentes. O candidato do Chega só apareceu para dizer uma teoria bastante abstrusa, para não dizer outra coisa, sobre maiorias e minorias em democracia, para se queixar de que o Chega é vítima de ataques de todos os outros e para enaltecer o seu antigo papel de embaixador como pergaminho nestas eleições. Além disso, pouco restou. Já o candidato do PAN, novo nestas andanças, mostrou várias vezes a audácia de entrar em contradição com os restantes, sobretudo com Tânger Corrêa, mas também com João Oliveira sobre a guerra. Vencedor: Cotrim Figueiredo RICARDO COSTA Notas para todos, vitória para Cotrim Sou suspeito porque sempre defendi os debates a dois. Sou ainda mais suspeito porque acho divertido dar notas aos candidatos. Ora, neste curto texto não me deixam fazer nem uma coisa nem outra. Começando pelo vencedor: João Cotrim Figueiredo foi quem melhor aproveitou o debate, já que depois dum falso arranque contra Bugalho & Temido foi encontrando o seu caminho. Dar-lhe-ia um 8, se me deixassem. Apenas mais um ponto dos que merece João Oliveira, que só entrou nos debates na sexta-feira mas tem representado bem a CDU e esteve quase ao nível televisivo de Cotrim (por largos minutos, os dois esqueceram os outros candidatos). Tânger Correia passou ao lado das teorias diplomáticas do Facebook, o que lhe vale uma positiva baixa, talvez um 5. Pedro Fidalgo Marques esteve um pouco mais à vontade do que na sua fraca estreia, mas ainda em terreno negativo. Vencedor: Cotrim Figueiredo MIGUEL CADETE Cotrim dominou, Tânger foi o que perdeu mais Ia o debate morno e até, de alguma forma consensual, com todos os três partidos - à falta dos grandes como PS e AD entre o quarteto da noite, aqueles a que era possível ganhar votos que se vissem - a bater no candidato do Chega. Ia o debate calminho até que chegou o tema da política de Defesa, ou melhor, da guerra na Ucrânia. Se os ânimos estavam serenos, logo a coisa esquentou e, parece que sem aviso prévio, passaram todos a malhar no candidato da CDU. Foram mais de trinta minutos em que a associação dos temas em discussão à realidade portuguesa - o crescimento económico, a transição verde ou mesmo a liberdade de expressão - dificilmente foi conseguida por qualquer um dos debatentes. Alguns revelaram inclusive estar menos bem preparados, ainda que todos cuidassem em falar para o seu próprio público. Perdeu, mais do que os outros, Tânger Correia, que se sentiu sempre limitado pela opinião (por vezes em mudança) do seu líder e por se mostrar demasiado cordato para este modelo de discussões televisivas. Pelo contrário, Cotrim de Figueiredo dominou a conversa, não tanto pelo que disse nos seus períodos de tempo, mas sobretudo pelos apartes que foi metendo, dando conta de experiência parlamentar. Foi nesse desenlace ucraniano que choveram as críticas a João Oliveira que não descolou - como aliás seria de esperar - de uma posição pró-Putin, no que não foi seguido - talvez mais surpreendentemente - por afável candidato do Chega. Pedro Fidalgo Marques foi seguindo de perto Cotrim de Figueiredo não conseguindo mostrar, na maior parte dos temas, uma voz própria. Vencedor: Cotrim Figueiredo JOÃO SILVESTRE Cotrim vs Oliveira, Tânger e Fidalgo a assistir Os debates das eleições europeias caem, muitas vezes, num de dois extremos: só se discutem temas nacionais (ainda que europeizados) ou só se discute a Europa como política externa. Neste frente-a-frente, que juntava João Cotrim Figueiredo (IL), João Oliveira (CDU), Tânger Correa (Chega) e Pedro Fidalgo Marques (PAN), discutiram-se alguns temas europeus que são, na verdade, temas nacionais. Temas do dia-a-dia, que contam para as nossas vidas e que condicionam os governos. Regras orçamentais, reindustrialização, desinformação, defesa. Nem sempre com a profundidade necessária, nem sempre com a devida leitura das suas implicações. Falou-se de reindustrialização sem dizer que Portugal nunca foi verdadeiramente industrial e muita da indústria que tinha (e perdeu) não era suficientemente competitiva. Falou-se de desinformação e nem todos pareciam estar a falar do mesmo. Falou-se da guerra na Ucrânia e, em alguns momentos, parecia um jogo e sombras. João Cotrim Figueiredo esteve sempre seguro e melhor que os opositores na generalidade dos temas. Conhecedor dos assuntos e europeísta. Preocupado, por exemplo, com o facto de a Europa ter perdido terreno para os EUA “numa década e meia” por “falta manter os olhos na bola”. E sempre a marcar terreno contra João Oliveira e Tânger Corrêa. O debate centrou-se, aliás, no confronto entre Oliveira e Cotrim Figueiredo que estiveram vários furos acima dos restantes candidatos. João Oliveira esteve mais sólido neste debate do que no anterior, onde a saída do euro foi um tema dominante, e marcou pontos em vários momentos. O candidato do Chega foi ‘apertado’ sobre a proximidade da sua família política europeia a Vladimir Putin e sobre a liberdade de expressão. Não foi muito consistente na tentativa de ir apresentando uma versão light das ideias do Chega. Pedro Fidalgo Marques, mais ativo, teve uma participação positiva, com ataques a Tanger Correa e João Oliveira. Vencedor: Cotrim Figueiredo 1 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 21 Maio 2024 Citação de HappyKing, há 14 horas: Muito bem o João Oliveira aqui. Quando disse aquilo ontem referia-me a isto. 1 Compartilhar este post Link para o post
AntiZio Publicado 21 Maio 2024 https://x.com/ShapiraDor/status/1792844614073713088 Nem com os mandatos os liberais deixam de ser genocidas. Que p*ta de vergonha. Só não percebo é como é que metade do fórum votou no Rui depois de reunir com este monstro. Se alguém me conseguir ajudar como é que aquilo não foi desqualificante... Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 21 Maio 2024 Deve ter sido uma bela discussão, o facto de termos de fazer tudo para trazer os reféns de volta Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 21 Maio 2024 Alguém me consegue explicar porque é que os principais apoios da "Nova Estratégia para a Habitação" só incidem sobre a compra de casa, e não sobre a construção? É algo que não consigo entender. Compartilhar este post Link para o post
El Colosso Publicado 21 Maio 2024 Citação de Plagio o Original, há 33 minutos: Deve ter sido uma bela discussão, o facto de termos de fazer tudo para trazer os reféns de volta Fazer tudo para trazer os reféns de volta = rejeitar as propostas de cessar-fogo e continuar a matar palestinianos Compartilhar este post Link para o post
Banks29 Publicado 21 Maio 2024 Citação de Ghelthon, há 11 minutos: Alguém me consegue explicar porque é que os principais apoios da "Nova Estratégia para a Habitação" só incidem sobre a compra de casa, e não sobre a construção? É algo que não consigo entender. A construção em si já tem vários apoios e até tem muita mais liberdade de ser concedido o crédito até porque muitas vezes implica custos menores do que a compra de uma casa construída/a ser construída. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 21 Maio 2024 Citação de Banks29, há 3 minutos: A construção em si já tem vários apoios e até tem muita mais liberdade de ser concedido o crédito até porque muitas vezes implica custos menores do que a compra de uma casa construída/a ser construída. Mas não tens crédito a 100% também. E, vendo bem, construção até mexe mais a Economia. 2 Compartilhar este post Link para o post
Banks29 Publicado 21 Maio 2024 (editado) Citação de Ghelthon, há 6 minutos: Mas não tens crédito a 100% também. E, vendo bem, construção até mexe mais a Economia. Depende. Se pedires crédito para o terreno + crédito para construção chegas aos 100% na construção, só tens é direito a 75/80% na compra do terreno. O que acontece muitas vezes é que as pessoas tem o dinheiro para o terreno e só pedem para a construção, assim nunca chegas aos 100% (acho que o Millennium chega aos 95% mediante certos pontos). E o ponto importante é avaliar em que momentos é que os bancos começam as tranches, porque alguns dão-te 90% mas depois tens de ter já alguma coisa construída para a primeira tranche, ou seja, por exemplo, se a obra custar 100K, eles dão-te 90k mas se for preciso tens de gastar 10k + 10k para se iniciar a obra e receberes a primeira tranche. Editado 21 Maio 2024 por Banks29 Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 21 Maio 2024 Citação de Banks29, há 4 minutos: Depende. Se pedires crédito para o terreno + crédito para construção chegas aos 100% na construção, só tens é direito a 75/80% na compra do terreno. O que acontece muitas vezes é que as pessoas tem o dinheiro para o terreno e só pedem para a construção, assim nunca chegas aos 100% (acho que o Millennium chega aos 95% mediante certos pontos). E o ponto importante é avaliar em que momentos é que os bancos começam as tranches, porque alguns dão-te 90% mas depois tens de ter já alguma coisa construída para a primeira tranche, ou seja, por exemplo, se a obra custar 100K, eles dão-te 90k mas se for preciso tens de gastar 10k + 10k para se iniciar a obra e receberes a primeira tranche. Tenho ideia que mesmo apenas na construção não dão mais do que 90%. Seja como for, o meu ponto mantém-se, não acho que faça grande sentido que os benefícios se foquem apenas na compra, mas enfim. Compartilhar este post Link para o post
Banks29 Publicado 21 Maio 2024 Citação de Ghelthon, há 1 minuto: Tenho ideia que mesmo apenas na construção não dão mais do que 90%. Seja como for, o meu ponto mantém-se, não acho que faça grande sentido que os benefícios se foquem apenas na compra, mas enfim. Se for só construção em si, não passam como referi sem ser o Millennium que abre até aos 95% mas tens de cumprir uns pontos. Se meteres a 100% na construção é muito arriscado. Basta ver os últimos casos que saltaram cá para fora(um deles até foi em Almada) de malta que começa a construir e depois fica com o dinheiro ou as empresas ficam com o dinheiro e a obra fica a meio e o crl. E pelo país sem se saber ainda deve haver muitos mais casos de malta que começou, gastou o dinheiro com outras m*rda e construir a casa ardeu ou pagou a uma empresa para construir, meteram uns pilares e correram para fecharem a empresa. Ao comprares a casa já feita ou no papel, eles só dão o dinheiro mesmo no final quando tudo pronto para a escritura, o risco é bem menor. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 21 Maio 2024 (editado) Citação de Banks29, há 7 minutos: Se for só construção em si, não passam como referi sem ser o Millennium que abre até aos 95% mas tens de cumprir uns pontos. Se meteres a 100% na construção é muito arriscado. Basta ver os últimos casos que saltaram cá para fora(um deles até foi em Almada) de malta que começa a construir e depois fica com o dinheiro ou as empresas ficam com o dinheiro e a obra fica a meio e o crl. E pelo país sem se saber ainda deve haver muitos mais casos de malta que começou, gastou o dinheiro com outras m*rda e construir a casa ardeu ou pagou a uma empresa para construir, meteram uns pilares e correram para fecharem a empresa. Ao comprares a casa já feita ou no papel, eles só dão o dinheiro mesmo no final quando tudo pronto para a escritura, o risco é bem menor. Acho que hoje em dia isso será difícil, precisamente pelo facto dos bancos só libertarem o dinheiro faseadamente, e após vistorias dos próprios, etc. Agora claro, o risco numa construção é bem maior, pelo que provavelmente os bancos até põem mais entraves aí (não faço ideia, estou a falar de cor). Se assim for, mais uma razão para haver apoio estatal também na construção, porque essa é tão ou mais importante, especialmente numa fase em que se fala tanto de despovoamento do interior e afins. No meu caso não me faz diferença, porque pretendo avançar e felizmente tenho capacidade para pagar 10% ou 20% de entrada. Já moro no interior e a casa será no interior também, na mesma cidade mas em zona rural. Mas imagino que haja imensa gente que até gostava de sair da cidade, tem um terreno vindo da herança onde gostava de construir, mas por uma razão ou por outra não consegue. Se se vai apoiar a compra (que não sei se é a opção certa, mas não é isso que pretendo discutir), acho que faria sentido apoiar também a construção. E isto para não entrar nas questões burocráticas da coisa, terrenos, leis, etc., onde teria também pano para mangas. 😁 Editado 21 Maio 2024 por Ghelthon Compartilhar este post Link para o post
Banks29 Publicado 21 Maio 2024 Citação de Ghelthon, há 1 minuto: Acho que hoje em dia isso será difícil, precisamente pelo facto dos bancos só libertarem o dinheiro faseadamente, e após vistorias dos próprios, etc. Agora claro, o risco numa construção é bem maior, pelo que provavelmente os bancos até põem mais entraves aí (não faço ideia, estou a falar de cor). Se assim for, mais uma razão para haver apoio estatal também na construção, porque essa é tão ou mais importante, especialmente numa fase em que se fala tanto de despovoamento do interior e afins. No meu caso não me faz diferença, porque pretendo avançar e felizmente tenho capacidade para pagar 10% ou 20% de entrada. Já moro no interior e a casa será no interior também, na mesma cidade mas em zona rural. Mas imagino que haja imensa gente que até gostava de sair da cidade, tem um terreno vindo da herança onde gostava de construir, mas por uma razão ou por outra não consegue. Se se vai apoiar a compra (que não sei se é a opção certa, mas não é isso que pretendo discutir), acho que faria sentido apoiar também a construção. E isto para não entrar nas questões burocráticas da coisa, terrenos, leis, etc., onde teria também pano para mangas. 😁 Depende do banco mas alguns não chegam a efetuar as vistorias e nem existe uma primeira vistoria, dão logo um terço e siga. Há gente que tem e gostava como dizes, o problema é quando chega aos papéis e é terrenos sem licença de construção, terrenos agrícolas, terreno com 500m2 e depois só podes construir 150m2 e tens lá uma casa já de pé do avó que ocupa o terreno todo, quando vais a ver só ai tens de gastar uns 20 ou 30k + obras as pessoas pensam 2 vezes. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 21 Maio 2024 Citação de Banks29, há 1 minuto: terreno com 500m2 e depois só podes construir 150m2 E se for terreno de 3000m2 e só podes construir 150m2? 👀 Compartilhar este post Link para o post
Jimpo Publicado 21 Maio 2024 Citação de Ghelthon, há 37 minutos: Mas não tens crédito a 100% também. E, vendo bem, construção até mexe mais a Economia. Quase de certeza que terá a ver com falcatruas. "Suba aí os orçamentos para eu ficar com dinheiro em caixa pra comprar o Porsche". Tou a exagerar como é óbvio mas é para fazer valer o ponto Compartilhar este post Link para o post
Banks29 Publicado 21 Maio 2024 Citação de Ghelthon, Agora: E se for terreno de 3000m2 e só podes construir 150m2? Também acontece, embora em alguns casos podes sempre pedir para aumentar a área do terreno, só se for uma parte ren ou agrícola é que fica mais complicado. No tempo dos nossos avós é que era tudo sem regras, compravas o terreno com 500m2 e ele construía para ai em 490m2 🤣. Compartilhar este post Link para o post