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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de KAralinda, há 9 minutos:

Nah.... pode ser que vá torrar o capacete algures no Douro, nesse fds!

Yah, é fim de semana prolongado

 

Btw, vi ontem nas notícias a campanha do Chega em que Olhão. O André Ventura tem um problema com o desejo de ser o centro das atenções. Até parecia que ele é que é o candidato às europeias. o Tânger só assoprava, era possível ver naquela cara o pensamento de "o que um gajo aguenta pelo tacho".

Hoje tomei um pouco de atenção à publicidade estática, à beira das estradas, e a do Chega tem a cara do Ventura em vez da do Tânger.

Entretanto tenho que ouvir mais um episódio do livros da poça, mais um deputado do Chega que é escritor e cujo tema do livro parece andar à volta de sexo promíscuo

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Por falar em Chega, já se pronunciaram alguma vez sobre estas medidas do IRS Jovem? Gostava de perceber se aquilo vai mesmo andar para a frente ou não.

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Citação de KAralinda, há 1 hora:

Nah.... pode ser que vá torrar o capacete algures no Douro, nesse fds!

Se não conseguires votar antecipadamente, No dia das eleições podes votar em qualquer mesa de voto do país. 

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Citação de Puto Perdiz, há 1 hora:

Entretanto tenho que ouvir mais um episódio do livros da poça, mais um deputado do Chega que é escritor e cujo tema do livro parece andar à volta de sexo promíscuo

Se for o que estou a pensar, a Sábado ou a Visão falaram disso há poucas semanas. Foi editado com vários erros ortográficos.

O plot é sobre uma prostituta brasileira que está em PT de forma ilegal

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Com a conversa bloqueada, Ventura prosseguiu até encontrar uma cabeleireira com uma cliente, que reagiram à presença da celebridade. “Este é um país de ladrões há muitos anos”, gritou-lhe a mulher, que depois assumiria ao Expresso que não votou no Chega, apesar de ser “quem diz as verdades”. E sabe quem é o candidato do Chega às europeias? “É um rapaz novo…” Estava a pensar em Sebastião Bugalho, o candidato da AD, resposta errada. Então, pegou no panfleto e viu: “Ah, é este senhor…” Que não estava na campanha.

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Citação de Lebohang, há 41 minutos:

Com a conversa bloqueada, Ventura prosseguiu até encontrar uma cabeleireira com uma cliente, que reagiram à presença da celebridade. “Este é um país de ladrões há muitos anos”, gritou-lhe a mulher, que depois assumiria ao Expresso que não votou no Chega, apesar de ser “quem diz as verdades”. E sabe quem é o candidato do Chega às europeias? “É um rapaz novo…” Estava a pensar em Sebastião Bugalho, o candidato da AD, resposta errada. Então, pegou no panfleto e viu: “Ah, é este senhor…” Que não estava na campanha.

Depois admiram-se do ADN ter tido 100k votos

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Citação de Petar Musa, há 44 minutos:

Depois admiram-se do ADN ter tido 100k votos

Eh pah... a joana amaral dias é a candidata da AD? 

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Citação de Petar Musa, há 4 minutos:

Então o Livre arranjou alguém para o parlamento com mais pimenta na lingua! 

Editado por KAralinda

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O chega, através do Ventura, veio dizer que com albuquerque vai chumbar o programa de governo. Se o jpp e o ps também votam contra, as coisas começam logo bem. Colocar-se em causa a falta de responsabilidade que o psd teve em voltar a colocar o albuquerque em eleições é que está difícil de acontecer.

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O Cotrim não ficar à frente do Bugalho, em qualquer eleição possível (de delegado de turma a Presidente da ONU), só releva o impacto que o clubismo e caciquismo têm na democracia

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Citação de Aiden, há 7 minutos:

O Cotrim não ficar à frente do Bugalho, em qualquer eleição possível (de delegado de turma a Presidente da ONU), só releva o impacto que o clubismo e caciquismo têm na democracia

Que percentagem de pessoas que vota no PSD sabe que o Bugalho é o cabeça de lista? Que percentagem de pessoas que vota no PSD, sabendo que o Bugalho é cabeça de lista, sabe com algum grau de profundidade o que o Bugalho defende/quem ele é? 

Editado por HappyKing

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Citação de Aiden, há 5 minutos:

O Cotrim não ficar à frente do Bugalho, em qualquer eleição possível (de delegado de turma a Presidente da ONU), só releva o impacto que o clubismo e caciquismo têm na democracia

sim, mas a gente não vota em pessoas (excepto para PR), vota em partidos, programas, ideologias, se quiseres. E o Cotrim, IL, ficar atrás do Bugalho, AD (alegadamente, social-democrata) é perfeitamente natural, tendo em vista os programas e ideias de ambos os partidos. 

Pelo menos para já. Qualquer dia o PSD converte-se à flat tax e aí vai ser igual votar num ou no outro.

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Citação de Aiden, há 1 hora:

O Cotrim não ficar à frente do Bugalho, em qualquer eleição possível (de delegado de turma a Presidente da ONU), só releva o impacto que o clubismo e caciquismo têm na democracia

Também é preciso ver que, além das pessoas votarem pela ideologia, também votam pelos restantes que podem ser eleitos e não apenas pelo cabeça de lista.

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Citação de Lebohang, há 9 minutos:

Posts apagados

Não é aqui que se discute a posição dos partidos portugueses em relação a assuntos internacionais?

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Citação de AntiZio, há 2 horas:

Não é aqui que se discute a posição dos partidos portugueses em relação a assuntos internacionais?

Pode-se discutir com recurso a links de jornais que noticiam os massacres e crimes de guerra israelitas, não é preciso ir buscar links com fotos de decapitações e outros que tais.

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É hoje o melhor debate das Europeias.

Citação

Dos federalistas aos nacionalistas: quem são e o que defendem os nove partidos mais pequenos na corrida eleitoral?

Nas eleições de 9 de junho, há nove partidos menos conhecidos do grande público a concorrer ao Parlamento Europeu. Esta quinta-feira debatem na RTP.

Há cinco anos valeram 323.653 votos. Hoje são menos os partidos sem representação parlamentar (nacional ou europeia) a candidatar-se às Eleições Europeias. Entre os que tentam alcançar pela primeira vez os cerca de 4,7% necessários para eleger, há um partido europeu, mas também nacionalistas, socialistas e centristas. O Expresso falou com os seus cabeças-de-lista, aqui apresentados pela mesma ordem que surgem no boletim de voto, para saber que bandeiras ambicionam levar a Bruxelas.

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MOVIMENTO ALTERNATIVA SOCIALISTA (MAS)

Depois de ter ficado de fora das legislativas de março devido ao conflito interno, o MAS volta a apresentar-se às Europeias. Em 2019 ficou em último com 6641 votos. A estas eleições tentaram concorrer duas listas, tendo o Tribunal Constitucional decidido a favor da lista encabeçada por Gil Garcia (que a opositora Renata Cambra diz ter sido expulso do partido).

O candidato - que dá o conflito por “esclarecido” - adiantou que a sua campanha terá no “centro” o combate à extrema-direita tanto em Portugal como na UE. O partido, que se assume “provavelmente a única candidatura antissistémica”, argumenta que o partido de Ventura pouco difere dos poderes tradicionais que se têm alternado no poder. “O Chega parece que está por fora, mas vem da direita tradicional. É o pior da direita tradicional. Não é alternativa.”

A sua principal bandeira de campanha é a redução dos salários dos eurodeputados e das subvenções para assessores e assistentes do Parlamento Europeu. Se for eleito, Gil Garcia quer ainda propor a criação de um salário mínimo europeu de pelo menos 1300 euros, porque diz que é necessário “nivelar os direitos dos trabalhadores por cima”.

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PARTIDO DA TERRA (MPT)

Saído da coligação com o Aliança (partido fundado por Santana Lopes que desaparece agora do boletim de votos), o MPT volta a ir sozinho a votos precisamente nas eleições em que obteve o seu melhor resultado em 2014, quando conquistou dois eurodeputados.

Com uma “candidatura de causas e integração”, o cabeça de lista Manuel Carreira destaca a história do partido, que mantém muito presentes os princípios que Gonçalo Ribeira Telles tornou basilares, aquando da fundação em 1993. “Após três décadas, as causas e razão de ser do MPT são mais prementes do que nunca: ecologia, humanismo, liberalismo e felicidade”.

“As nossas bandeiras não passaram de moda, mas temos de acrescentar outras causas que nos batem à porta”, acrescenta o também vice-presidente do partido. O abandono da agricultura, “a educação escolar e familiar ambivalente entre direitos e deveres” e a habitação são algumas das bandeiras que levam para a campanha. Mas também a “emigração descontrolada à procura de ser dignificada e devidamente legislada” que deve ter também em consideração “a cultura diferente e necessidades específicas”.

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REAGIR INCLUIR RECICLAR (R.I.R.)

Ganhou mediatismo pela mão do fundador, Vitorino Silva (mais conhecido como Tino de Rans), mas é atualmente liderado por Márcia Henriques, que se apresenta a estas eleições como cabeça de lista. O partido quer “falar direto e verdade” e vê nesta “forma de estar na política”, com uma “linguagem acessível para que todos entendam” o traço que os distingue, explica a líder.

Nestas eleições dizem-se “europeístas”, mas não a favor de uma Europa federalista. No Parlamento Europeu, querem os deputados a fazer um “maior esforço” para defender interesses nacionais e salvaguardar “independência e soberania”. Do programa constam 15 propostas, incluindo a criação de matrículas europeias para os automóveis e de dois novos tribunais europeus, assim como a taxação da “robótica quando em substituição de postos de trabalho”.

Sem historial nas Europeias (uma vez que foi constituído dias depois das eleições de 2019), o R.I.R. foi o segundo partido mais votado entre os que não conseguiram eleger nas últimas legislativas.

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ALTERNATIVA DEMOCRÁTICA NACIONAL (ADN)

É a mais recente encarnação do Partido Democrático Republicano. Fundado por António Marinho e Pinto, conseguiu nas últimas Legislativas - depois de uma confusão com a sua sigla - mais de 100 mil votos.

Nestas eleições têm Joana Amaral Dias como cabeça de lista. A ex-deputada do Bloco de Esquerda já esteve associada ao movimento Juntos Podemos e soma candidaturas pelo Nós Cidadãos e pela coligação AGIR (PTP e MAS). Tenta agora chegar ao Parlamento Europeu onde quer defender a paz, afirmando que o ADN é o único que a defende “sem tibiezas”.

Quer também defender as “liberdades” e uma das suas principais bandeiras é o combate ao que diz serem tentativas de forçar uma identidade digital e o fim do dinheiro físico. O ADN recusa a ideia de os europeus serem “shippados” e de terem de “revelar os seus dados em qualquer circunstância” como foi “ensaiado” durante a pandemia com os certificados digitais de covid, explica a candidata.

São também contra o globalismo e o supranacionalismo. Diz a cabeça de lista que instituições como a NATO, FMI, BCE, Comissão Europeia e OMS estão a “subverter” a democracia, uma vez que cada vez mais “ditam de cima para baixo o que o povo deve fazer” e que não foram eleitas por ninguém.

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VOLT PORTUGAL (VP)

É o braço português do partido pan-europeu que foi fundado em 2017 como reação ao Brexit, extremismo, populismo, nacionalismos e eurocepticismo. É a primeira vez que se candidatam às Europeias em Portugal, mas nas legislativas somaram perto de 12 mil votos.

Para estas eleições defendem o rendimento básico europeu, um complemento para pessoas que trabalham mas cujo rendimento não cobre despesas básicas, explica o cabeça de lista, Duarte Costa. Querem também triplicar o orçamento da UE em inovação e reformas nas instituições europeias para ter uma “UE mais eficaz mas também mais democrática”. Pela defesa da paz, são a favor da criação de forças armadas europeias e defendem uma diretiva europeia que mobilize 60% dos orçamentos de Defesa dos estados para a cooperação intraeuropeia.

No combate às alterações climáticas, querem antecipar a neutralidade carbónica para 2040 e alargar o mercado de emissões, utilizando as receitas para assegurar uma transição climática justa. Propõem também a criação de critérios nas fronteiras externas relativos a alterações climáticas e defesa de direitos humanos. Desta forma será possível proteger as empresas europeias que já estão a descarbonizar-se e influenciar outras juridições que comercializam com a UE.

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ERGUE-TE (E)

O antigo Partido Nacional Renovador mudou de nome em 2020 e tem como cabeça de lista o independente Rui da Fonseca e Castro. O ex-juiz foi expulso da magistratura em 2021, por (entre outros motivos) publicar vídeos negacionistas da covid-19 nas redes sociais.

O Ergue-te considera-se “atualmente o único partido com um cariz verdadeiramente nacionalista” que se opõe a “a toda e qualquer transferência de soberania para entidades supranacionais”, começa por apresentar o candidato.

São também “contra uma imigração de que Portugal não necessite” e acreditam na “ordem natural” e que tudo o que vá contra essa “identidade biológica” é que é “uma construção social”. Querem por isso combater o que dizer ser “financiamento público que começa na Europa” às “ideologias de género” que estão a “promover a homossexualidade e sexualização” das crianças.

Nas últimas semanas, o partido esteve envolvido em vários episódios em que a polícia teve de intervir. Primeiro invadiu uma sessão sobre igualdade de género e direitos LGBT em Cabeceiras de Basto. Dias depois circularam nas redes sociais imagens da violenta agressão a um homem durante uma ação do partido junto à sede do Bloco de Esquerda.

Se nas últimas Europeias (ainda como PNR) tiveram mais de 16 mil votos, nestas Legislativas ficaram-se pelos seis mil.

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NOVA DIREITA (ND)

É o partido mais recente a candidatar-se nestas eleições, completando cinco meses precisamente a 9 de junho. Ainda assim, e embora admitam que possa ser “muito cedo” para eleger, estão confiantes que estão a crescer. No início desde ano, concorreram já às Legislativas, superando os 14 mil votos.

Ossanda Liber volta a ser a principal cara do partido nestas europeias, que também se afirma como o “único partido de direita verdadeiramente soberanista em Portugal”. “A nossa maior distinção é não defendermos que o país continue a agir como um pedinte nas interacções com as Instituições Europeias”, afirma.

Quer por isso defender a “soberania nacional e dos outros países da UE” contra a “imposição da vontade comunitária sobre os interesses nacionais”. São contra a criação de impostos europeus, emissão de dívida conjunta e o fim da unanimidade nas decisões do Conselho. Defendem a reestruturação das políticas europeias, sobretudo em setores como a agricultura, a pesca e a energia. Mostram-se também “preocupados com a liberdade de expressão” e contra o “wokismo” e o “politicamente correto”.

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PARTIDO TRABALHISTA PORTUGUÊS (PTP)

Fundado em 2009, o partido está particularmente ativo na Madeira, mas permanece pouco conhecido a nível nacional. Se nas eleições regionais do passado domingo conseguiu 1222 votos, nas Legislativas ficou a um voto de duplicar esse valor.

José Manuel Coelho é o cabeça de lista. O polémico ex-deputado regional é conhecido por vários episódios caricatos, como ter levado a bandeira do autoproclamado estado islâmico para sessão solene no parlamento regional ou ter pedido asilo político ao principado da Pontinha para escapar à condenação de prisão efetiva por injúria.

Num comunicado enviado aos jornais regionais da Madeira há um mês reiterou a vontade do PTP de “ser a voz do combate à corrupção e da defesa da liberdade de expressão no Parlamento Europeu”. “Desde que aderimos à UE, os apoios comunitários deveriam ter servido para o desenvolvimento económico do país, no entanto, continuamos na cauda da Europa, e isso deve-se porque boa parte desse dinheiro foi desviado para a corrupção.”

Com a presença online praticamente parada desde 2019, foi o único partido a não responder às várias tentativas de contacto por parte do Expresso.

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NÓS, CIDADÃOS! (ND)

Constituiu-se partido em 2015, mas se nas últimas Europeias teve perto dos 34.7 mil votos (ficando inclusivamente à frente da Iniciativa Liberal), nas Legislativas foi o segundo partido menos votado, com apenas 2.396 votos.

Pedro Ladeira é o cabeça de lista nestas Europeias. Está preocupado “com o Défice Demográfico na UE que a não ser realisticamente percebido poderá levar à destruição da Civilização Cristã Ocidental e à captura da Europa por cidadãos oriundos de outros países”, embora reconheça a necessidade dessa imigração para a economia.

Por isso destaca a sua proposta Home4family, para defender o “conceito de família” em três frentes, promovendo a natalidade e assim “exercer um controlo positivo sobre a necessidade europeia de mão de obra”. Neste âmbito defende o fim do celibato da Igreja Católica, mas também que a Comissão Europeia estabeleça um “Programa Europeu de Combate ao Défice Demográfico, em que todas as despesas relativas aos filhos de casais europeus sejam suportadas pelos Estados a 100% até fim da escolaridade obrigatória, para casais com rendimentos brutos anuais até cem mil euros”. Propõe ainda a construção de “10 milhões de apartamentos T3 com o mesmo projecto arquitectónico em todos os países”.

Esperemos que o Carlos Daniel puxe pelo candidato do Nós, Cidadãos!, parece haver ali muito potencial

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O Nós Cidadãos não era um partido quase normal centrista, tirando os devaneios de ser a favor de democracia direta e cenas assim? Que crl aconteceu? 😂 destruição da civilização cristã?

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