smashing_pumpkin Publicado Janeiro 17 Citação de Tibraco, há 16 minutos: O quê? Podes repetir? Então porque o artigo fala num grupo de whatsapp é porque esse grupo de whatsapp existe mesmo? É que esse grupo é referido pela "Teresa" que, e até aqui tudo bem, não se quer expor. Agora, essa conclusão de que "se está no artigo, é porque é verdade" é inacreditável. bla bla bla Compartilhar este post Link para o post
bmfpcdm Publicado Janeiro 17 Citação de Tibraco, há 18 minutos: O quê? Podes repetir? Então porque o artigo fala num grupo de whatsapp é porque esse grupo de whatsapp existe mesmo? É que esse grupo é referido pela "Teresa" que, e até aqui tudo bem, não se quer expor. Agora, essa conclusão de que "se está no artigo, é porque é verdade" é inacreditável. "Nas conversas de WhatsApp, às quais o DN teve acesso, várias mulheres (devidamente identificadas) assumem que foram vítimas de assédio e que contaram a pessoas com responsabilidade dentro do partido, que nomeiam, sem que isso resultasse em qualquer tipo de ação (participações que a hierarquia do partido, presente e passada, nega). “Todos sabem”, diz uma delas, num eco talvez inconsciente do “Todas sabemos” que surgiram graffitados nas paredes do CES em referência aos alegados assédios perpetrados por Boaventura de Sousa Santos." Compartilhar este post Link para o post
Tibraco Publicado Janeiro 17 Citação de bmfpcdm, há 9 minutos: "Nas conversas de WhatsApp, às quais o DN teve acesso, várias mulheres (devidamente identificadas) assumem que foram vítimas de assédio e que contaram a pessoas com responsabilidade dentro do partido, que nomeiam, sem que isso resultasse em qualquer tipo de ação (participações que a hierarquia do partido, presente e passada, nega). “Todos sabem”, diz uma delas, num eco talvez inconsciente do “Todas sabemos” que surgiram graffitados nas paredes do CES em referência aos alegados assédios perpetrados por Boaventura de Sousa Santos." Eu li a noticia. O ponto aqui é que "está no artigo, logo é verdade". Não mostram print's, não identificam vitimas/agressores, não referem nenhum espaço temporal... É uma mão cheia de nada. Tem tanta credibilidade como os artigos que fazem referência ao facto da Inês Bichão já ter dito/feito isto e aquilo. . 6 Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado Janeiro 17 Citação de rcoelho14, há 9 horas: Ventura deixa cair a "moderação", recupera os "três Salazares" e quer ser como Afonso Henriques contra "os mouros" Mostrar conteúdo oculto Quando, na segunda-feira, João Cotrim de Figueiredo considerou que André Ventura estava mais “moderado”, choveram críticas sobre o candidato liberal, mas também dúvidas sobre se, efetivamente, o líder do Chega tinha suavizado a retórica. Essas dúvidas foram rapidamente esbatidas: André Ventura tem endurecido o discurso e terminou a campanha a elogiar Salazar. Depois de uma primeira semana focada no Governo e sem ataques de nota, o Ventura de sempre voltou em força. Desde os ataques à “imigração descontrolada” que deixou o país “dilacerado”, aos que beneficiam de subsídios e apoios sociais, à “ideologia de género” e à defesa dos “valores cristãos” do país, às sugestões que PS e PSD restringiram propositadamente o voto dos emigrantes, até ao slogan “Deus, Pátria, Família e Trabalho” (referência ao antigo mote salazarista), recuperado em Portalegre; poucos dos argumentos mais radicais e nacionalistas que marcaram a construção da personagem de André Ventura faltaram na reta final da campanha para as presidenciais. E foi nessa onda mais intensa e mais confrontacional que Ventura fechou a campanha. À curta arruada no Chiado durante a tarde, seguiu-se o comício de encerramento no Palácio de Exposições, no Instituto Superior de Agronomia, também em Lisboa. Recebido por cerca de 600 pessoas, o presidente do Chega e um dos favoritos à passagem à segunda volta nas presidenciais fez uma série de avisos, numa longa soliloquia de cerca de 50 minutos, baseado na defesa da “humildade e patriotismo” e de um “levantamento de um país que não aceita ser invadido, humilhado ou substituído” e da “defesa dos nossos valores civilizacionais”. Arruada no Chiado em Lisboa Arruada no Chiado em Lisboa Ana Baiao 16 Ventura disparou contra tudo o que tem atacado ao longo dos anos. Houve, em particular, um ataque cerrado e insistente sobre minorias de género, como ainda não tinha acontecido nesta campanha eleitoral. Falando várias vezes “nos LGBT”, o líder do Chega deixou até uma mensagem que “não vai haver nem mais um cêntimo” para “todas as associações, institutos, organizações, que andarem nas escolas, nas universidades, nas instituições civis, a promover ideologia de género, LGBT nas crianças”. André Ventura defendeu que Portugal tem de ser “um país cristão, de valores cristãos, de cristianismo e de valores europeus”. E fez um apelo inverso ao voto. “Se querem mais imigração descontrolada em Portugal, não votem em mim. Quem quer mais mesquitas em Portugal, não vote em mim. Quem acha que a ideologia de género está bem nas escolas, não vote em mim. Quem acha bem que o Estado Social tem de ser um bar aberto, mesmo para aqueles que não querem fazer nada, não vote em mim”, esclareceu o candidato presidencial, rematando que a sua mensagem não deve ser mal-interpretada: “Eu disse ao país ao que vinha”. E, aos imigrantes, contou que disse a muitos nestas semanas que “têm de voltar para o seu país porque não podemos ter cá pessoas ilegalmente”. “Fomos a campanha mais patriota, a única capaz de dizer que Portugal é mais importante que tudo”, frisou, reforçando o lema “os portugueses primeiro”. “Comecei a campanha a dizer que o país precisa de três ‘Salazares’ e hoje tenho a certeza que tinha razão”, insistiu o líder do Chega. Até houve tempo para citar outra figura história, D. Afonso Henriques, que lutou “perante os mouros que nos queriam continuar a invadir”. “Eu quero ser o símbolo de uma nação que se levanta e nunca mais se deixa derrotar”, rematou. Ao mesmo tempo, Ventura rejeitou as advertências vindas dos oponentes sobre sobre o regresso do “fascismo e do racismo”, lamentando que digam “exatamente o mesmo há décadas”. “Eu não vou para a segunda volta para agradar a todos, vou para dizer ao país a verdade, que tem de pôr ordem, mesmo quando uma parte do país não queira ordem”, apontou. Apelo “ao povo que vota” no PSD e na IL marca descida do Chiado Durante a tarde, o líder do Chega fez a já habitual descida do Chiado. Foi curta (durou cerca de 20 minutos) e foi menos participada do que a das legislativas de 2025, quando apareceu de surpresa para o discurso final, ainda combalido do episódio clínico dos dias anteriores. Aos jornalistas, Ventura voltou a fazer o apelo que tinha lançado a Luís Montenegro a meio da campanha, invocando a “consciência” do primeiro-ministro e pedindo para que os líderes do PSD e da IL não sejam “um obstáculo” no confronto contra António José Seguro, caso ambos disputem a segunda volta. “Se acham que não devem apoiar o único candidato de direita na segunda volta, pelo menos não obstaculizem”, afirmou Ventura, citando a notícia desta sexta-feira do Expresso sobre o eventual silêncio do PSD. E apontou a Montenegro, mais uma vez, que foi consigo que aprovou a lei de estrangeiros e a lei da nacionalidade. Acrescentou, contudo, que o seu convite não se dirige especificamente aos dirigentes partidários, mas antes ao “povo que vota no PSD, que vota na Iniciativa Liberal, que não votou no Chega, mas que não quer os socialistas de volta”. “Segundo as sondagens, neste momento, eu sou o único que consegue derrotar na primeira volta o candidato do PS. Isso significa que há uma escolha a fazer no domingo e essa escolha, que eu espero protagonizar, é derrotar o socialismo”, reforçou. Reconheceu ainda que um resultado positivo no domingo “não será ainda a mudança final, porque teremos uma segunda volta”, mas espera que ficar à frente na primeira volta dê “um conforto às pessoas que essa mudança vá acontecer”. Na intervenção da noite, Ventura congratulou-se também por ter feito uma campanha que, na sua ótica, foi focada “nos assuntos”, especialmente na saúde. E para isso serviu-se da controvérsia sobre a mulher deitada no Serviço de Urgências dos Hospitais de Coimbra, que marcou a primeira semana de campanha. “Naquela mulher, estendida no chão de um hospital em Coimbra, estava o país todo. Era o símbolo maior da vergonha de um país que geriu tudo mal”, avaliou o candidato, no derradeiro apelo ao voto. Olha, passou a moderação pelos vistos. Se é verdade ou não, deixo para a justiça. Mas começa a haver muito fumo em volta disto tudo. Acima de tudo, mostrou que o Cotrim não tem o mínimo perfil para o cargo. À minima pressão, desatou a disparar para todo o lado. Mesmo ignorando isto do assédio, foi uma semana absolutamente desastrosa, desde o apoio ao Ventura que depois voltou atrás (até ser apanhado aos abraços ao Pedro Pinho), ao mandar uma carta aberta ao PSD a chorar pelo apoio deles. Eu ontem ouvia o Ventura no rádio e, não fosse aquela voz de carneiro morto até me parecia um gajo minimamente decente 😅 Compartilhar este post Link para o post
bmfpcdm Publicado Janeiro 17 Citação de Tibraco, há 2 minutos: Eu li a noticia. O ponto aqui é que "está no artigo, logo é verdade". Não mostram print's, não identificam vitimas/agressores, não referem nenhum espaço temporal... É uma mão cheia de nada. Tem tanta credibilidade como os artigos que fazem referência ao facto da Inês Bichão já ter dito/feito isto e aquilo. . Portanto, tu consideras realista que o DN está, declaradamente, a violar o código deontológico, mentindo sobre ter acesso às conversas? Sendo assim, se mostrassem as "prints", o que te ia impedir de pensar que são falsificadas? 11 Compartilhar este post Link para o post
Lifehouse Publicado Janeiro 17 Pah! Sei que é giro bater nos jornalistas. Mas, caramba. Mais respeito. A malta anda a receber o salário mínimo, aflita para pagar as contas, a pedir ajuda aos familiares e no fim ainda é o culpado de tudo o que se passa no mundo e/ou só dizem mentiras. Começa a ser um exagero. Compartilhar este post Link para o post
Tibraco Publicado Janeiro 17 Citação de bmfpcdm, há 9 minutos: Portanto, tu consideras realista que o DN está, declaradamente, a violar o código deontológico, mentindo sobre ter acesso às conversas? Sendo assim, se mostrassem as "prints", o que te ia impedir de pensar que são falsificadas? Mas tudo o que vem nos jornais é automaticamente verdadeiro? Vamos lá ver o que foi dito. O Smashing, com base no que vem nessa noticia, diz que não parecem existir dúvidas de que o assédio é algo banal na IL. Certo? Lendo a noticia, é uma mão cheia de nada. O DN diz que "teve acesso ao grupo", onde várias mulheres referem ter sido assediadas e que esse mesmo assédio foi reportado internamente. O que eu digo é que, com base no que vem nesse artigo, não é possível concluir nada (ao contrário do que fez o Smashing). Não sabes quem foi assediado, não sabes quem foi o assediador, não sabes quando é que o assédio foi perpetuado...Não sabes nada, exceto que a situação foi denunciada internamente. Ora acontece que a IL já veio negar a existência dessas denúncias. Podem estar a mentir, claro, (como o DN pode estar a inventar que acedeu a um grupo de whatsapp) mas que factos tens, até à data, para retirar daqui qualquer tipo de conclusão? Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado Janeiro 17 Eu também acredito que seja um ataque das lojas de maçonaria contra o Cotrim de Figueiredo. Ainda que sendo o típico liberal incel, não acredito que conseguisse falar com uma mulher, quanto mais assediar dezenas. 1 Compartilhar este post Link para o post
bmfpcdm Publicado Janeiro 17 Citação de Tibraco, há 7 minutos: Mas tudo o que vem nos jornais é automaticamente verdadeiro? Vamos lá ver o que foi dito. O Smashing, com base no que vem nessa noticia, diz que não parecem existir dúvidas de que o assédio é algo banal na IL. Certo? Lendo a noticia, é uma mão cheia de nada. O DN diz que "teve acesso ao grupo", onde várias mulheres referem ter sido assediadas e que esse mesmo assédio foi reportado internamente. O que eu digo é que, com base no que vem nesse artigo, não é possível concluir nada (ao contrário do que fez o Smashing). Não sabes quem foi assediado, não sabes quem foi o assediador, não sabes quando é que o assédio foi perpetuado...Não sabes nada, exceto que a situação foi denunciada internamente. Ora acontece que a IL já veio negar a existência dessas denúncias. Podem estar a mentir, claro, (como o DN pode estar a inventar que acedeu a um grupo de whatsapp) mas que factos tens, até à data, para retirar daqui qualquer tipo de conclusão? Se certos comportamentos, que constituem assédio, estão normalizados na IL (o que as conversas entre múltiplas vítimas parecem corroborar), surpreendente seria se a IL viesse confessar que tem um backlog enorme de denúncias. Compartilhar este post Link para o post
Simeone Publicado Janeiro 17 Citação de bmfpcdm, há 50 minutos: Portanto, tu consideras realista que o DN está, declaradamente, a violar o código deontológico, mentindo sobre ter acesso às conversas? Sendo assim, se mostrassem as "prints", o que te ia impedir de pensar que são falsificadas? Só acredito se me adicionarem ao grupo! Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado Janeiro 17 Citação de bmfpcdm, há 1 hora: "Nas conversas de WhatsApp, às quais o DN teve acesso, várias mulheres (devidamente identificadas) assumem que foram vítimas de assédio e que contaram a pessoas com responsabilidade dentro do partido, que nomeiam, sem que isso resultasse em qualquer tipo de ação (participações que a hierarquia do partido, presente e passada, nega). “Todos sabem”, diz uma delas, num eco talvez inconsciente do “Todas sabemos” que surgiram graffitados nas paredes do CES em referência aos alegados assédios perpetrados por Boaventura de Sousa Santos." O DN teve acesso, mas o @Tibraco não. É como São Tomé. Compartilhar este post Link para o post
Tibraco Publicado Janeiro 17 Citação de bmfpcdm, há 35 minutos: Se certos comportamentos, que constituem assédio, estão normalizados na IL (o que as conversas entre múltiplas vítimas parecem corroborar), surpreendente seria se a IL viesse confessar que tem um backlog enorme de denúncias. Essa é a palavra chave. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Janeiro 17 Citação de Tibraco, há 47 minutos: Mas tudo o que vem nos jornais é automaticamente verdadeiro? Ora nem mais. Ainda por cima um pasquim como o Diário de Notícias, que, convenhamos, não tem a credibilidade de uma Folha Nacional. 2 Compartilhar este post Link para o post
Tibraco Publicado Janeiro 17 Citação de Ghelthon, há 10 minutos: O DN teve acesso, mas o @Tibraco não. É como São Tomé. Só para perceber... É por ser o DN? Quando é o Correio da Manhã, ou os jornais desportivos, a dizerem as maiores barbaridades com base na premissa do "X teve acesso", pode-se duvidar mas do DN não? Citação de Descartes, há 1 minuto: Ora nem mais. Ainda por cima um pasquim como o Diário de Notícias, que, convenhamos, não tem a credibilidade de uma Folha Nacional. Chegou o entendido. Ainda bem. A noticia do DN, que certamente a leste, justifica a conclusão do Smashing onde j"á não parece restar dúvidas de que existe assédio na IL"? Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Janeiro 17 Citação de Tibraco, há 2 minutos: Só para perceber... É por ser o DN? Quando é o Correio da Manhã, ou os jornais desportivos, a dizerem as maiores barbaridades com base na premissa do "X teve acesso", pode-se duvidar mas do DN não? Chegou o entendido. Ainda bem. A noticia do DN, que certamente a leste, justifica a conclusão do Smashing onde j"á não parece restar dúvidas de que existe assédio na IL"? Não quero saber das conclusões do Smashing para nada. Só comentei a tua frase em que questionas se tudo o que vem nos jornais é automaticamente verdadeiro. Neste caso, se o DN escreve explicitamente que teve acesso a conversas de WhatsApp, eu acredito que essas conversas existem. Porque o DN é um órgão de comunicação social a que dou credibilidade. Qualquer conclusão que se retire sobre a existência dessas conversas é outro assunto. Compartilhar este post Link para o post
Tibraco Publicado Janeiro 17 Citação de Descartes, Agora: Não quero saber das conclusões do Smashing para nada. Só comentei a tua frase em que questionas se tudo o que vem nos jornais é automaticamente verdadeiro. Neste caso, se o DN escreve explicitamente que teve acesso a conversas de WhatsApp, eu acredito que essas conversas existem. Porque o DN é um órgão de comunicação social a que dou credibilidade. Qualquer conclusão que se retire sobre a existência dessas conversas é outro assunto. Certo. E eu posso duvidar do contrário? Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Janeiro 17 Citação de Tibraco, Agora: Certo. E eu posso duvidar do contrário? Claro que podes. Por enquanto ainda temos essa liberdade. E foi exatamente isso que eu dei a entender quando te respondi pela primeira vez. Quando insinuei que, para ti, o DN é um pasquim que não tem a credibilidade da Folha Nacional. Compartilhar este post Link para o post
Tibraco Publicado Janeiro 17 (editado) Citação de Descartes, há 7 minutos: Claro que podes. Por enquanto ainda temos essa liberdade. E foi exatamente isso que eu dei a entender quando te respondi pela primeira vez. Quando insinuei que, para ti, o DN é um pasquim que não tem a credibilidade da Folha Nacional. E isso é, obviamente, um abuso das minhas palavras. Há jornalistas bons e jornalistas maus. Eu não sei se o jornalista em questão está a mentir ou não. Sei que diz que teve acesso a um determinado grupo onde existem denúncias de assédio. É verdade ou é mentira? Não sei, mas posso levantar questões. Se ele teve acesso à informação, por que razão não a detalhou? Qual o motivo para escrever uma noticia que não acrescenta nenhum facto? Pior, aumenta a especulação, pois ao escrever o que escreveu, qualquer pessoa que esteja na IL pode ser associada a este caso. Se para ti é um bom trabalho do jornalista, tudo bem. Discordamos nesse sentido. Mas o pior de tudo, e isto não é para ti, são as conclusões "sem margem para dúvidas" que se tiram de um artigo que não diz nada. Sintomático dos tempos em que vivemos, onde a sede de sangue é maior que a racionalidade. Daí ter um tipo sóbrio como o Seguro a PR ser uma boa noticia. Editado Janeiro 17 por Tibraco Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado Janeiro 17 Citação de Tibraco, há 1 hora: Mas tudo o que vem nos jornais é automaticamente verdadeiro? 1 Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado Janeiro 17 Esse mesmo se estivesse literalmente (sim) por baixo de uma violação a levar com os tomates na testa, ia encontrar algo "não é bem assim" 8 1 Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Janeiro 17 Citação de Tibraco, há 7 minutos: E isso é, obviamente, um abuso das minhas palavras. Há jornalistas bons e jornalistas maus. Eu não sei se o jornalista em questão está a mentir ou não. Sei que diz que teve acesso a um determinado grupo onde existem denúncias de assédio. É verdade ou é mentira? Não sei, mas posso levantar questões. Se ele teve acesso à informação, por que razão não a detalhou? Qual o motivo para escrever uma noticia que não acrescenta nenhum facto? Pior, aumenta a especulação, pois ao escrever o que escreveu, qualquer pessoa que esteja na IL pode ser associada a este caso. Se para ti é um bom trabalho do jornalista, tudo bem. Discordamos nesse sentido. Mas o pior de tudo, e isto não é para ti, são as conclusões "sem margem para dúvidas" que se tiram de um artigo que não diz nada. Sintomático dos tempos em que vivemos, onde a sede de sangue é maior que a racionalidade. Daí ter um tipo sóbrio como o Seguro a PR ser uma boa noticia. Tu não sabes se o jornalista mentiu ou não. Estás no teu direito. Eu acredito que não mentiu quando refere que teve acesso acesso às conversas. E acredito porque tenho o DN como um jornal credível. Tu, suportado na ignorância que admites, concluis que o jornalista não fez um bom trabalho. Colocas em causa o seu profissionalismo só porque desconfias à partida da sua honestidade. O problema está em ti, e não no jornalista. 1 Compartilhar este post Link para o post
Tibraco Publicado Janeiro 17 Citação de Descartes, há 1 minuto: Tu não sabes se o jornalista mentiu ou não. Estás no teu direito. Eu acredito que não mentiu quando refere que teve acesso acesso às conversas. E acredito porque tenho o DN como um jornal credível. Tu, suportado na ignorância que admites, concluis que o jornalista não fez um bom trabalho. Colocas em causa o seu profissionalismo só porque desconfias à partida da sua honestidade. O problema está em ti, e não no jornalista. Isto é mentira. O que escrevi foi isto: "É verdade ou é mentira? Não sei, mas posso levantar questões. Se ele teve acesso à informação, por que razão não a detalhou? Qual o motivo para escrever uma noticia que não acrescenta nenhum facto? Pior, aumenta a especulação, pois ao escrever o que escreveu, qualquer pessoa que esteja na IL pode ser associada a este caso." Não duvido porque desconfio à partida da sua honestidade. Desconfio porque ele escreve que teve acesso a um grupo com determinada informação mas depois não a detalha. O trabalho dele é informar, esta noticia apenas aumenta a especulação e ainda tem o efeito de colocar todos os elementos da IL sob um manto de suspeição. Compartilhar este post Link para o post
Jamarcus Publicado Janeiro 17 Citação de bmfpcdm, há 2 horas: Portanto, tu consideras realista que o DN está, declaradamente, a violar o código deontológico, mentindo sobre ter acesso às conversas? Sendo assim, se mostrassem as "prints", o que te ia impedir de pensar que são falsificadas? Citação de Descartes, há 53 minutos: Não quero saber das conclusões do Smashing para nada. Só comentei a tua frase em que questionas se tudo o que vem nos jornais é automaticamente verdadeiro. Neste caso, se o DN escreve explicitamente que teve acesso a conversas de WhatsApp, eu acredito que essas conversas existem. Porque o DN é um órgão de comunicação social a que dou credibilidade. Qualquer conclusão que se retire sobre a existência dessas conversas é outro assunto. É um raciocínio muito típico da extrema-direita. Põe em causa vários dos pilares básicos da nossa sociedade, desde a ciência ao jornalismo. E depois não há maneira de ganhar uma discussão com eles, porque vão constantemente duvidar de todos os argumentos dados, indo cada vez mais ao absurdo. Mas depois acreditam no Folha Nacional, nas sondagens do Twitter, e num vídeo no YouTube sobre vacinas. 4 Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado Janeiro 17 Citação de kareca, há 39 minutos: Esse mesmo se estivesse literalmente (sim) por baixo de uma violação a levar com os tomates na testa, ia encontrar algo "não é bem assim" Ia dizer que podia ser só um sonho. Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado Janeiro 17 Um WhatsApp com várias mulheres a relatar que foram vítimas de assédio é capaz de ser mentira, mas trinta mulheres aleatórias a relatar que nunca foram assediadas por ele é um grande álibi. Compartilhar este post Link para o post