Ir para conteúdo
What

Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Ion Timofte, há 46 minutos:

Eu também era assim tonto quando apareceu o Trump no seu primeiro mandato e pensei: se ele ganhar, os americanos vão que o homem é um palhaço e ao menos este assunto acaba e fica arrumado!

"Se o Chega tiver mais do que um deputado, os portugueses vão ver a m*rda que aquilo é na assembleia e vão deixar de votar neles!!"

  • Like 1

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Tio Hans, há 6 horas:

Até pode ser um poço de nada. Mas parece, tanto quanto se sabe, ser sério, boa pessoa e educado. Só isso é uma evolução brutal face ao nível dos políticos actuais. Comparar o nível humano do Seguro com um Pedro Nuno, um Montenegro, um Rui Rocha, uma Mortágua ou qualquer tipo do Chega é comparar a obra prima do mestre com a prima do mestre de obra.

Gosto da coragem de fazer uma avaliação do "nível humano" feito por quem há meia dúzia de dias pensava votar no Cotrim. 

Podias só dizer que preferes uns a outros.... 

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de AntiZio, há 43 minutos:

Gosto da coragem de fazer uma avaliação do "nível humano" feito por quem há meia dúzia de dias pensava votar no Cotrim. 

Podias só dizer que preferes uns a outros.... 

Malta, onde é que já se viu dar uma opinião num fórum da internet?

Compartilhar este post


Link para o post

dissimulado? esse colega (censurado) é assumidamente chegano há uns 2 anos pelo menos

  • Concordo! 4

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Apple, há 5 minutos:

dissimulado? esse colega (censurado) é assumidamente chegano há uns 2 anos pelo menos

Já não via nada dele há muito tempo, não fazia ideia.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de kareca, há 12 horas:

Ninguém está surpreso, certo?

Sabezz

Compartilhar este post


Link para o post

 

Citação de Lebohang, há 11 horas:

O Seguro é a personificação do estar no lugar certo à hora certa, ele sempre foi uma figura completamente banal no PS, alguém que só chegou a líder apenas para aquecer o lugar até ao aparecimento de alguém mais competente e que toda a gente visse como potencial PM, e agora sem nada que fizesse prever irá cair-lhe ao colo o cargo de PR.

Acho que para mérito dele também houve aqui uma leitura tática do momento, ele percebeu que com as crónicas dificuldades do PS nas Presidenciais mais um vazio na esquerda bastaria ele apenas estar no boletim para disputar a passagem à segunda volta com o mais que certo apuramento do Ventura mais a inevitabilidade da queda do Almirante mais a colagem do MM ao Governo que só o prejudicaria.

"Sempre foi uma figura banal no PS"

  • Presidente do Conselho Nacional da Juventude aos 23 anos;
  • Presidente do Fórum da Juventude da União Europeia aos 27 anos;
  • Vice-Presidente da União Internacional das Juventudes Socialistas;
  • Secretário-Geral da Juventude Socialista aos 28 anos;
  • Secretário de Estado da Juventude no governo do Guterres;
  • Secretário de Estado Adjunto no mesmo Governo;
  • Vice-Presidente do Grupo Parlamentar Socialista no Parlamento Europeu;
  • Ministro Adjunto do Primeiro Ministro;
  • Líder do Grupo Parlamentar do Partido Socialista.

 

"Só chegou a líder apenas para aquecer o lugar"

  • Sucede ao Sócrates em 2011 num período bastante conturbado derrotando o Francisco Assis com 68% dos votos;
  • Cola os cacos no Partido, permitindo, pelo meio, que o país liderado pelo Passos Coelho demonstre à Troika que era um país unido e fiável com a tal abstenção violenta e construtiva ao Orçamento de 2012 que ainda hoje, mais de 14 anos depois é a maior crítica que lhe conseguem fazer;
  • Recandidata-se em 2013 sem que qualquer adversário tenha a coragem de o desafiar. Com uma participação maior do que nas eleições de 2011 recolhe mais de 95% de votos a favor;
  • Ganha as eleições autárquicas de 2013 (3 anos depois da tempestade Sócrates) com uma das maiores vitórias de sempre do PS (acima dos 36% dos votos expressos) conquistando 150 Câmaras, deixando o PSD bem longe com cerca de 100 e com o pormenor de ver o António Costa com mais de 50% em Lisboa;
  • Ganha as eleições europeias de 2014. A tal que foi por poucochinho e que originou a tomada de poder do Costa. O tal que se apresentou a eleições legislativas em 2015 e que perdeu por poucochinho.

Nota: bastou uma simples consulta à wikipédia para sistematizar estas informações.

 

No 2º parágrafo atribuis-lhe qualidades de vidente.

  • Vazio na esquerda quando na altura em que ele avançou havia nomes da área socialista a aparecer como putativos candidatos à razão de um por semana?
  • Mais que certo apuramento do Ventura para a 2ª volta numa altura em que o Ventura assumia publicamente que não queria ser candidato e andava a "namorar" o Almirante para lhe dar o apoio do Chega?
  • Inevitabilidade da queda do Almirante quando se "temia" que este ganhasse logo à 1ª volta tamanha era a sua popularidade?
  • A colagem do MM ao Governo é a única "previsão" minimamente credível na altura em que o Seguro se apresentou como candidato.

 

 

Editado por Descartes
  • Like 2
  • Concordo! 5

Compartilhar este post


Link para o post

Mulheres juntaram-se para denunciar assédio na IL. Mas tiveram medo

Spoiler

O ano é 2023, o mesmo ano no qual rebentou, em abril, aquele que é até agora o maior escândalo português associado ao movimento #metoo. O “caso Boaventura de Sousa Santos”, ou “caso CES”— de Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra —, surgido a partir de um artigo publicado numa revista científica internacional sobre assédio sexual na academia, e que o DN investigou desde o primeiro momento.

É, curiosamente, no mesmo mês, abril de 2023, em que rebenta esse escândalo, que ao DN chega pela primeira vez a informação de que há, num partido que se posiciona, face ao CES, no outro lado do espectro ideológico (o fundador da IL e atual deputado Carlos Guimarães Pinto apelidou o CES de “viveiro da esquerda radical”), mulheres que se queixam de ser vítimas de assédio sexual. Esta informação, porém, acaba por não ter seguimento: as mulheres em causa optam por não falar ao jornal. Têm medo, explica quem fez a intermediação.

Ainda assim, meses mais tarde, várias mulheres ligadas à IL criam um grupo de WhatsApp para, precisamente, debater o assunto. “Queríamos perceber se havia mais casos de assédio sexual e de assédio laboral, para proteger as pessoas, e era também a tentativa de criar uma espécie de aliança entre as mulheres, para serem mais valorizadas no partido”, explica ao jornal uma delas, a quem chamaremos Teresa.

E a que conclusão chegaram? “Que não fazíamos ideia da quantidade de assédios que havia e que com o poder deles sobre tudo era completamente impossível fazermos alguma coisa.” Ficaram com a ideia de que havia vários casos? “Sim.” 

Teresa, como a maioria das mulheres que integrou esse grupo, tem episódios de assédio sexual para contar, mas prefere que o DN não os revele nem ao autor porque, diz, se o fizer será de imediato identificada. Porquê? “Porque alguns ocorreram à frente de terceiros do partido.”

Quando o grupo surgiu, relata, já tinha tido conhecimento de outro caso semelhante ao seu. “Lembro-me de que quando me contaram não fiquei surpreendida, porque eu própria já tinha sido assediada. Depois percebi que havia bastante mais gente com o mesmo problema.”

“Todos sabem”

Nas conversas de WhatsApp, às quais o DN teve acesso, várias mulheres (devidamente identificadas) assumem que foram vítimas de assédio e que contaram a pessoas com responsabilidade dentro do partido, que nomeiam, sem que isso resultasse em qualquer tipo de ação (participações que a hierarquia do partido, presente e passada, nega). “Todos sabem”, diz uma delas, num eco talvez inconsciente do “Todas sabemos” que surgiram graffitados nas paredes do CES em referência aos alegados assédios perpetrados por Boaventura de Sousa Santos.

Aliás outra das participantes (a esta chamamos Sara) do grupo começou por ter esperança de que dali pudesse sair algo semelhante ao Coletivo de Vítimas do CES, um conjunto de mulheres que escreveu, sob anonimato, várias cartas sobre a situação no centro académico.

“Elas estavam a tentar unir-se para fazerem uma queixa conjunta anónima, ou para falarem anonimamente aos media. Mas ficaram em pânico por não saberem em quem podiam confiar e tiveram medo de ser processadas por difamação.” Sorri. “E tinham razão, como se constata: é ver o que se está a passar com a Inês Bichão.”

Inês Bichão, recorde-se, é uma ex-assessora parlamentar da IL cujo nome saltou esta segunda-feira para a ribalta graças à partilha de uma foto de uma story privada (“só para amigos chegados”) da sua conta de Instagram, story na qual acusa João Cotrim Figueiredo de assédio sexual, exemplificando esse assédio com algumas frases que o atual candidato presidencial lhe teria endereçado. 

Malgrado ter certificado, em comunicado enviado esta quinta-feira para a Lusa, que a partilha pública da informação sucedeu contra a sua vontade, a ex-assessora terá já, de acordo com o que foi dito por Cotrim de Figueiredo aos media, uma queixa-crime por difamação contra ela na justiça. Nas redes sociais, o partido estende a ameaça: “Este assunto será tratado em tribunal, onde tudo será esclarecido, de forma inequívoca. Todos os que, sem evidência ou qualquer fundamento, participaram nesta campanha coordenada de difamação terão de por ela responder.”

Por coincidência, também no caso do CES a primeira reação de Boaventura de Sousa Santos foi ameaçar com processos por difamação — que, depois de o Coletivo de Vítimas revelar os nomes de todas as suas integrantes, acabaria por colocar a várias dessas mulheres.

“Esta intimidação toda vai fazer com que haja ainda menos coragem de falar”

Ver o que aconteceu a Inês Bichão deixou Teresa de rastos. “Podia ter acontecido comigo — com todas nós, se tivéssemos avançado para uma denúncia pública. A intimidação toda que a IL está a fazer, a maneira como a Inês foi tratada nos jornais, vai fazer com que as pessoas tenham ainda menos coragem de falar.”

Questionada sobre o que acha que deveria ter acontecido no partido face aos relatos que algumas das mulheres dizem ter feito a instâncias internas — caso de Inês Bichão, que no aludido comunicado afirma ter reportado internamente os factos em causa — e a situações em que terceiros assistiram a interlocuções ou gestos abusivos, Teresa hesita. “O que acho que devia ter acontecido? Quando alguém testemunha uma situação assim, deve chamar logo a atenção, seja a quem for; que deve haver um pedido de desculpas. E mais: uma pessoa com aquele tipo de comportamentos não deve poder avaliar, contratar, não pode estar no grupo de pessoas que vai tomar esse tipo de decisão. E acho que o partido devia ter uma maneira eficaz de lidar internamente com estes casos, que não acredito que tenha até hoje. Há uma ausência de responsabilização, e não me parece que ninguém, entre os dirigentes, queira que haja.”

E face à situação que aconteceu agora, como acha que o partido deveria ter feito? “É muito difícil dizer, porque se está no meio de uma campanha. Mas como mulher e pessoa decente acho que o mínimo seria não instigar o jornalismo a fazer uma devassa à vida da Inês e depois de isso acontecer, pedir que não seja feito. É o mínimo de humanidade. E o acusar imediato pelo crime de difamação é uma maneira de silenciar as pessoas com a qual eu não concordo.”

Sara concorda. “O que a IL deveria ter feito era fazer um processo de investigação interno, abrir um canal de denúncias, fazer tudo para a averiguar.” Em vez disso, comenta, houve encobrimento; nada. 

Teresa suspira. “Uma pessoa disse-me uma frase que se aplica na perfeição: isto não é o metoo (eu também), é o me neither (eu também não). É o que está a acontecer, e deixa-me muito triste.” 

 

Compartilhar este post


Link para o post

Ventura deixa cair a "moderação", recupera os "três Salazares" e quer ser como Afonso Henriques contra "os mouros"

Spoiler

 

Quando, na segunda-feira, João Cotrim de Figueiredo considerou que André Ventura estava mais “moderado”, choveram críticas sobre o candidato liberal, mas também dúvidas sobre se, efetivamente, o líder do Chega tinha suavizado a retórica. Essas dúvidas foram rapidamente esbatidas: André Ventura tem endurecido o discurso e terminou a campanha a elogiar Salazar.

Depois de uma primeira semana focada no Governo e sem ataques de nota, o Ventura de sempre voltou em força. Desde os ataques à “imigração descontrolada” que deixou o país “dilacerado”, aos que beneficiam de subsídios e apoios sociais, à “ideologia de género” e à defesa dos “valores cristãos” do país, às sugestões que PS e PSD restringiram propositadamente o voto dos emigrantes, até ao slogan “Deus, Pátria, Família e Trabalho” (referência ao antigo mote salazarista), recuperado em Portalegre; poucos dos argumentos mais radicais e nacionalistas que marcaram a construção da personagem de André Ventura faltaram na reta final da campanha para as presidenciais.

E foi nessa onda mais intensa e mais confrontacional que Ventura fechou a campanha. À curta arruada no Chiado durante a tarde, seguiu-se o comício de encerramento no Palácio de Exposições, no Instituto Superior de Agronomia, também em Lisboa. Recebido por cerca de 600 pessoas, o presidente do Chega e um dos favoritos à passagem à segunda volta nas presidenciais fez uma série de avisos, numa longa soliloquia de cerca de 50 minutos, baseado na defesa da “humildade e patriotismo” e de um “levantamento de um país que não aceita ser invadido, humilhado ou substituído” e da “defesa dos nossos valores civilizacionais”.
Arruada no Chiado em Lisboa

Arruada no Chiado em Lisboa

Ana Baiao

16

Ventura disparou contra tudo o que tem atacado ao longo dos anos. Houve, em particular, um ataque cerrado e insistente sobre minorias de género, como ainda não tinha acontecido nesta campanha eleitoral. Falando várias vezes “nos LGBT”, o líder do Chega deixou até uma mensagem que “não vai haver nem mais um cêntimo” para “todas as associações, institutos, organizações, que andarem nas escolas, nas universidades, nas instituições civis, a promover ideologia de género, LGBT nas crianças”.

André Ventura defendeu que Portugal tem de ser “um país cristão, de valores cristãos, de cristianismo e de valores europeus”. E fez um apelo inverso ao voto. “Se querem mais imigração descontrolada em Portugal, não votem em mim. Quem quer mais mesquitas em Portugal, não vote em mim. Quem acha que a ideologia de género está bem nas escolas, não vote em mim. Quem acha bem que o Estado Social tem de ser um bar aberto, mesmo para aqueles que não querem fazer nada, não vote em mim”, esclareceu o candidato presidencial, rematando que a sua mensagem não deve ser mal-interpretada: “Eu disse ao país ao que vinha”.

E, aos imigrantes, contou que disse a muitos nestas semanas que “têm de voltar para o seu país porque não podemos ter cá pessoas ilegalmente”. “Fomos a campanha mais patriota, a única capaz de dizer que Portugal é mais importante que tudo”, frisou, reforçando o lema “os portugueses primeiro”.

“Comecei a campanha a dizer que o país precisa de três ‘Salazares’ e hoje tenho a certeza que tinha razão”, insistiu o líder do Chega. Até houve tempo para citar outra figura história, D. Afonso Henriques, que lutou “perante os mouros que nos queriam continuar a invadir”. “Eu quero ser o símbolo de uma nação que se levanta e nunca mais se deixa derrotar”, rematou.

Ao mesmo tempo, Ventura rejeitou as advertências vindas dos oponentes sobre sobre o regresso do “fascismo e do racismo”, lamentando que digam “exatamente o mesmo há décadas”. “Eu não vou para a segunda volta para agradar a todos, vou para dizer ao país a verdade, que tem de pôr ordem, mesmo quando uma parte do país não queira ordem”, apontou.

Apelo “ao povo que vota” no PSD e na IL marca descida do Chiado

Durante a tarde, o líder do Chega fez a já habitual descida do Chiado. Foi curta (durou cerca de 20 minutos) e foi menos participada do que a das legislativas de 2025, quando apareceu de surpresa para o discurso final, ainda combalido do episódio clínico dos dias anteriores.

Aos jornalistas, Ventura voltou a fazer o apelo que tinha lançado a Luís Montenegro a meio da campanha, invocando a “consciência” do primeiro-ministro e pedindo para que os líderes do PSD e da IL não sejam “um obstáculo” no confronto contra António José Seguro, caso ambos disputem a segunda volta.

“Se acham que não devem apoiar o único candidato de direita na segunda volta, pelo menos não obstaculizem”, afirmou Ventura, citando a notícia desta sexta-feira do Expresso sobre o eventual silêncio do PSD. E apontou a Montenegro, mais uma vez, que foi consigo que aprovou a lei de estrangeiros e a lei da nacionalidade.

Acrescentou, contudo, que o seu convite não se dirige especificamente aos dirigentes partidários, mas antes ao “povo que vota no PSD, que vota na Iniciativa Liberal, que não votou no Chega, mas que não quer os socialistas de volta”. “Segundo as sondagens, neste momento, eu sou o único que consegue derrotar na primeira volta o candidato do PS. Isso significa que há uma escolha a fazer no domingo e essa escolha, que eu espero protagonizar, é derrotar o socialismo”, reforçou.

Reconheceu ainda que um resultado positivo no domingo “não será ainda a mudança final, porque teremos uma segunda volta”, mas espera que ficar à frente na primeira volta dê “um conforto às pessoas que essa mudança vá acontecer”.

Na intervenção da noite, Ventura congratulou-se também por ter feito uma campanha que, na sua ótica, foi focada “nos assuntos”, especialmente na saúde. E para isso serviu-se da controvérsia sobre a mulher deitada no Serviço de Urgências dos Hospitais de Coimbra, que marcou a primeira semana de campanha. “Naquela mulher, estendida no chão de um hospital em Coimbra, estava o país todo. Era o símbolo maior da vergonha de um país que geriu tudo mal”, avaliou o candidato, no derradeiro apelo ao voto.

Olha, passou a moderação pelos vistos.

 

Citação de doom_master, há 7 minutos:

De cada vez que se puxa o fio, a coisa vai cheirando mais a esturro.

Se é verdade ou não, deixo para a justiça.
Mas começa a haver muito fumo em volta disto tudo.

Acima de tudo, mostrou que o Cotrim não tem o mínimo perfil para o cargo.
À minima pressão, desatou a disparar para todo o lado.

Mesmo ignorando isto do assédio, foi uma semana absolutamente desastrosa, desde o apoio ao Ventura que depois voltou atrás (até ser apanhado aos abraços ao Pedro Pinho), ao mandar uma carta aberta ao PSD a chorar pelo apoio deles.
 

Compartilhar este post


Link para o post

Mas são mouros ou são do Bangladesh? Já não percebo um crl.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de antifa, há 7 minutos:

Mas são mouros ou são do Bangladesh? Já não percebo um crl.

Tal como ha séculos atrás chamaram Guiné a tudo. É tudo igual pra eles.

Compartilhar este post


Link para o post

adoro que o tema atual do tópico seja provar que o Seguro tem credenciais. Quando tens uma cara tão de panhonha que as pessoas nem acreditam que na verdade és qualificado 

  • Like 1
  • Haha 1

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de rcoelho14, há 7 horas:

Se é verdade ou não, deixo para a justiça.
Mas começa a haver muito fumo em volta disto tudo.

Acima de tudo, mostrou que o Cotrim não tem o mínimo perfil para o cargo.
À minima pressão, desatou a disparar para todo o lado.

Mesmo ignorando isto do assédio, foi uma semana absolutamente desastrosa, desde o apoio ao Ventura que depois voltou atrás (até ser apanhado aos abraços ao Pedro Pinho), ao mandar uma carta aberta ao PSD a chorar pelo apoio deles.

O gajo não pode ser presidente. Antes um "panhonha" que não diz nada mas que é moderado, que um precipitado que é radical e que muito provavelmente vai ativamente apoiar tentativas de alterar a constituição muito mais à direita que a atual.

O que eu tenho algum receio é que estas últimas sondagens mandem algum voto "útil" do MM que já se percebeu que não tem hipóteses, para ele. 

A história do assédio não me quis pronunciar primeiro porque não há grande coisa para dizer, só quem estava lá para saber, segundo porque a única interpretação óbvia era que o timing era suspeito e sequer mencionar isso parece que desculpa o gajo e descridibiliza a alegada vítima. Só que o timing não ser inocente, não implica que a história seja necessariamente mentira. Neste momento a explicação mais provável parece-me de que foi uma história guardada na gaveta para o tempo certo de o f*der, mas que tem algum fundo de verdade. Mas lá está, é f*dido comentar porque só os intervenientes é que sabem mesmo o que se passou.

Compartilhar este post


Link para o post

Quanto ao Cotrim ser verdade ainda não se sabe, mas quanto à situação ser "banal" na IL parece que não existem grandes dúvidas. Esse artigo fala num grupo de whatsapp, fala claramente das pessoas e mensagens partilhadas e para isso estar ali é porque tiveram acesso ao grupo, às mensagens, às pessoas e às datas. Isto deveria ter implicações muito sérias para a IL.

  • Concordo! 2

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de noikeee, há 34 minutos:

O gajo não pode ser presidente. Antes um "panhonha" que não diz nada mas que é moderado, que um precipitado que é radical e que muito provavelmente vai ativamente apoiar tentativas de alterar a constituição muito mais à direita que a atual.

O que eu tenho algum receio é que estas últimas sondagens mandem algum voto "útil" do MM que já se percebeu que não tem hipóteses, para ele. 

A história do assédio não me quis pronunciar primeiro porque não há grande coisa para dizer, só quem estava lá para saber, segundo porque a única interpretação óbvia era que o timing era suspeito e sequer mencionar isso parece que desculpa o gajo e descridibiliza a alegada vítima. Só que o timing não ser inocente, não implica que a história seja necessariamente mentira. Neste momento a explicação mais provável parece-me de que foi uma história guardada na gaveta para o tempo certo de o f*der, mas que tem algum fundo de verdade. Mas lá está, é f*dido comentar porque só os intervenientes é que sabem mesmo o que se passou.

Isso ser a “única interpretação óbvia” diz mais sobre quem faz esse juízo de valor do que de tudo o resto.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Rain Dog, há 1 hora:

adoro que o tema atual do tópico seja provar que o Seguro tem credenciais. Quando tens uma cara tão de panhonha que as pessoas nem acreditam que na verdade és qualificado 

brat winter

Compartilhar este post


Link para o post

Esperemos que o nazi nem vá à segunda volta, mas mesmo que vá parece que a possibilidade de ganhar é perto de nula isso é bom para quem gosta disto da democracia (mesmo com os defeitos que tem).

No entanto, é importante termos noção que com os péssimos políticos deste país no futuro próximo ele vai ser primeiro ministro ou presidente da republica 

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de smashing_pumpkin , há 36 minutos:

Quanto ao Cotrim ser verdade ainda não se sabe, mas quanto à situação ser "banal" na IL parece que não existem grandes dúvidas. Esse artigo fala num grupo de whatsapp, fala claramente das pessoas e mensagens partilhadas e para isso estar ali é porque tiveram acesso ao grupo, às mensagens, às pessoas e às datas. Isto deveria ter implicações muito sérias para a IL.

Mas os ILers vão todos dizer que as investigações são da esquerdista Ex do Sócrates e que não tem credibilidade. Quando foi ela a escavar o caso do Boaventura andavam todos a babar-se.

  • Concordo! 1

Compartilhar este post


Link para o post

A minha (simples) reflexão em relação às Presidenciais é a seguinte.

Faz sentido a meu ver, neste momento, ter um "conas de sabão" a Presidente da República. Não precisamos de alguém disruptivo.

Nessa perspectiva, o Seguro é disparado o melhor candidato. O Almirante a partir do momento em que começou a falar f*deu e o Marques Mendes citando a juventude tem aura negativa.

De resto não vou mentir, o Cotrim esteve na minha consideração como voto por uns tempos, mas na última semana revelou-se: uma característica mínima que um presidente deve ter é postura e o homem não demonstrou ter isso; além de ser imperdoável a colagem que o gajo fez ao Chega de forma dissimulada. 

O Seguro, tenho dificuldades em votar em malta ligada ao histórico recente do PS mas ele não tem ligações aos casos e casinhos de corrupção, sendo politicamente mais aberto ao diálogo e a várias ideologias (aqui o cmpt ajudou a perceber isto) portanto o voto torna-se mais óbvio para mim.

  • Concordo! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de rcoelho14, há 8 horas:

Ventura deixa cair a "moderação", recupera os "três Salazares" e quer ser como Afonso Henriques contra "os mouros"

  Mostrar conteúdo oculto

Olha, passou a moderação pelos vistos.

? o q é q a moderação podia fazer?

  • Haha 13

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de smashing_pumpkin , há 1 hora:

mas quanto à situação ser "banal" na IL parece que não existem grandes dúvidas. Esse artigo fala num grupo de whatsapp, fala claramente das pessoas e mensagens partilhadas e para isso estar ali é porque tiveram acesso ao grupo, às mensagens, às pessoas e às datas. 

O quê? Podes repetir? Então porque o artigo fala num grupo de whatsapp é porque esse grupo de whatsapp existe mesmo? É que esse grupo é referido pela "Teresa" que, e até aqui tudo bem, não se quer expor. Agora, essa conclusão de que "se está no artigo, é porque é verdade" é inacreditável.

  • Haha 3

Compartilhar este post


Link para o post

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisa de ser membro desta comunidade para poder comentar

Criar uma conta

Registe-se na nossa comunidade. É fácil!

Criar nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Autentique-se agora

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Outros membros neste tópico

    Nenhum utilizador registado está a visualizar esta página.

×
×
  • Criar Novo...