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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Ghelthon, Agora:

Ou seja, por cada embalagem, quem a vende tem de enviar 10 cêntimos ao projecto?

Diria que deve haver aí um sistema qualquer feito pelos gajos dos computadores que controla isso, não me parece que o Belmiro tenha de ir levar 10 cêntimos a Lisboa cada vez que vende uma coca cola.

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Citação de Rei_Patricio, Agora:

Diria que deve haver aí um sistema qualquer feito pelos gajos dos computadores que controla isso, não me parece que o Belmiro tenha de ir levar 10 cêntimos a Lisboa cada vez que vende uma coca cola.

Sim claro, em teoria.

Mas ok, obrigado pela resposta.

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Citação de Ghelthon, há 3 minutos:

Ou seja, por cada embalagem, quem a vende tem de enviar 10 cêntimos ao projecto?

Se funcionar como outras coisas do género funcionaram, os 10cêntimos são logo pagos na aquisição do produto.

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Citação de Ghelthon, há 4 horas:

Outro aspecto importante: agora pagamos mais 10 cêntimos. Para onde vão esses 10 cêntimos? Para o vendedor ou para o produtor?

Há 10 anos quando começaram a cobrar 10cent/saco, esses 10cent era um imposto que depois os comerciantes pagavam ao Estado (como os Ecolub, por exemplo). Só que o que era pago ao Estado eram menos de 8cent/saco.

Como 1cent dá para uns 3 sacos, os comerciantes pequenos ainda metiam uns cêntimos aos bolsos. A grandes cadeias metiam bastante mais dinheiro.

Não sei se esses valores ainda se mantêm 

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Citação de Petar Musa, há 25 minutos:

Há 10 anos quando começaram a cobrar 10cent/saco, esses 10cent era um imposto que depois os comerciantes pagavam ao Estado (como os Ecolub, por exemplo). Só que o que era pago ao Estado eram menos de 8cent/saco.

Como 1cent dá para uns 3 sacos, os comerciantes pequenos ainda metiam uns cêntimos aos bolsos. A grandes cadeias metiam bastante mais dinheiro.

Não sei se esses valores ainda se mantêm 

De onde é que tiraste esses dados?

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Citação de Rei_Patricio, há 2 horas:

Diria que deve haver aí um sistema qualquer feito pelos gajos dos computadores que controla isso, não me parece que o Belmiro tenha de ir levar 10 cêntimos a Lisboa cada vez que vende uma coca cola.

Se o Belmiro fosse a Lisboa levar 10 cêntimos estaríamos perante o Apocalipse Zombie.

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Citação de Descartes, há 40 minutos:

Se o Belmiro fosse a Lisboa levar 10 cêntimos estaríamos perante o Apocalipse Zombie.

Se fosse para ir buscar os 10 cêntimos acreditava.

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Citação de smashing_pumpkin , há 1 hora:

De onde é que tiraste esses dados?

Eu trabalhava num parceiro de um ERP.

Os sacos serem tão baratos foi um dono de uma cadeira de supermercados que me disse 

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Citação de doom_master, há 9 horas:

Que papelzinho triste a que o PCP se prestou.

Mas o esperado. Quando se diz que o PCP é um partido diferente, também é nestas coisas.

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Citação de Axadrezado, há 26 minutos:

Se fosse para ir buscar os 10 cêntimos acreditava.

A mim não faz diferença, meto sempre 10 cêntimos 

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Chamar finório ao Pedro Pinto é um enxovalho.

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Citação de La Flame, há 5 minutos:

 

Boas

Opah que vergonha alheia. 

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Citação de La Flame, há 7 minutos:

 

Boas

isto tem de ser considerado @freudianslip

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Citação de La Flame, há 8 minutos:

 

Boas

Deu ontem no RAP.

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Citação de Descartes, há 15 minutos:

Chamar finório ao Pedro Pinto é um enxovalho.

Muito engraçado parabéns 

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Citação de Plagio o Original, há 1 minuto:

Muito engraçado parabéns 

E a vírgula?

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Apanhei uns minutos do “debate” do Ventura na CNN, e o gajo diz que a IGF detectou problemas com subvenções na ordem dos 5 mil milhões.

Uma rápida pesquisa no Google diz-me que esse valor é de 100 milhões. Não há naquele estúdio uma alma com um aparelho ligado à Internet e que possa fazer fact-check imediato? São 4 comentadores e um pivot. f*da-se.

Ok, encontrei o valor correcto.

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Publicado (editado)

Ter um curso superior traz mais emprego e mais salário, mas custos são um “obstáculo à entrada de muitos estudantes”

Citação

Licenciados e mestres não só ingressam no mercado de trabalho com salários mais altos, como as diferenças para quem só tem o 12º ano aumentam ao longo da carreira profissional. Mas o acesso ao ensino superior continua a ser muito desigual, num país que gasta pouco por estudante e em que os custos suportados pelas famílias são o dobro da média da União Europeia

Spoiler

estudantes”

Isabel Leiria
8–11 minutes

Desde 1998, a percentagem de jovens adultos com idades entre 25 e 34 anos com ensino superior quadruplicou, passando de 11% para 43% em 2024. O enorme atraso face à média da União Europeia foi assim encurtado, ainda que Portugal continue atrás de países como França e Espanha, onde mais de metade dos jovens adultos completaram o ensino superior. A Irlanda é o país com a percentagem mais alta – dois em cada três têm este diploma. Mas além do salto de qualificações da população portuguesa, que ganhos económicos resultam para cada estudante diplomado? São os mesmos para todos os cursos? E quanto custa às suas famílias suportar mais anos de estudo?

Estas e outras questões são respondidas no mais recente ‘policy paper’ da Fundação Francisco Manuel dos Santos, dedicado ao tema “Ensino Superior e Emprego Jovem em Portugal” e conduzido por Luís Catela Nunes, Pedro Reis e Teresa Thomas.

Em termos gerais, o que se verifica é que a frequência de ensino superior, sobretudo ao nível do mestrado, está associada a altas taxas de emprego, salários mais altos no início da carreira e crescentes com o acumular de experiência profissional.

Ao fim de cinco anos após a conclusão do curso, a taxa de emprego para licenciados e para titulares de mestrado é a mesma: 93%. A diferença é que quem se fica pela licenciatura pode demorar mais tempo a encontrar um emprego.

As taxas são mais baixas para quem não vai além do secundário. Ao fim de cinco anos, é de 88% para quem concluiu um curso profissional e de 86% para quem fez um científico-humanístico.

 

Mestrado rende mais 49%; TIC e Matemática em alta

 

Para esta análise e em relação aos rendimentos, os investigadores apenas conseguiram ter acesso aos salários praticados no sector empresarial privado e excluíram quem tira um curso técnico superior profissional (número reduzido) e quem tem o doutoramento (pela diversidade de percursos). Feita a ressalva, verificou-se que, em 2023, os jovens adultos licenciados ganharam, em média, mais 28% do que os que só concluíram o secundário. Entre os titulares de mestrado, a diferença aumenta para 49%.

De um modo geral e logo no início de carreira, a “vantagem salarial do ensino superior em relação ao ensino secundário é substancial”. Os licenciados começam com salários mais elevados do que os jovens com ensino secundário já com três anos de experiência. E os diplomados com mestrado começam com salários mais elevados que os licenciados com dois anos de experiência.

Estas diferenças por níveis de ensino mantiveram-se estáveis ao longo da última década.

Os valores globais escondem, no entanto, as variações que existem entre áreas de estudo e até mesmo entre instituições, ou seja, pessoas com o mesmo nível de instrução e formação ganham salários muito diferentes.

Os cursos nas áreas de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), Matemática e Estatística e Engenharia são as que oferecem salários médios mais altos. Outros fora das áreas das Ciências e Tecnologias, como Saúde, Gestão e Administração e Direito, também proporcionam salários elevados para quem tem o grau de mestrado. Já os cursos de Educação e Serviços Sociais são aqueles que garantem, em média, remunerações mais baixas – ganham cerca de metade dos mestres em TIC.

O que também muda de forma mais significativa é a progressão salarial entre quem tem e não tem ensino superior. O crescimento salarial com apenas o ensino secundário é muito limitado com o aumento da idade e praticamente não há diferenças entre quem tirou um curso geral ou um profissional. Pelo contrário, tem grande progressão entre os titulares de mestrado. Resultado: licenciados e mestres não só ingressam no mercado de trabalho com salários mais altos, como as diferenças para quem só tem o 12º ano aumentam com a experiência profissional.

 

Estudar vale a pena, mas não é acessível a todos

 

O estudo também analisou o chamado “retorno financeiro líquido do investimento no ensino superior”, que compara benefícios de rendimento ao longo da vida associados à frequência de ensino superior com os custos da educação, que incluem propinas, material escolar e os rendimentos de que se abdicou por se ter ficado a estudar mais anos.

Nesta comparação, a posição de Portugal é muito favorável, já que os custos individuais de tirar um curso superior em Portugal são os segundos mais baixos da OCDE e os ganhos salariais a longo prazo significativos. Esta relação origina um rácio benefício-custo muito acima da média: por cada euro investido no ensino superior, o retorno é de 13,7 euros, 68% acima da média dos países da EU (8,2). Isto explica-se essencialmente pelo facto de os salários serem baixos em Portugal, ou seja, quem opta por estudar em vez de trabalhar, está a abdicar de um total de rendimentos não muito alto, explica-se no estudo.

Mas o facto de os custos serem baixos em termos absolutos, não significa que, em termos relativos e tendo em conta os baixos rendimentos das famílias e da população em geral, as despesas iniciais não sejam um obstáculo significativo à entrada de muitos estudantes no ensino superior”, sobretudo para os que provêm de famílias com mais dificuldades económicas. “Avaliados os custos diretos em percentagem do PIB per capita, o panorama muda bastante”, explica Luís Catela.

“Assim, embora os custos absolutos sejam baixos em Portugal, os custos diretos em percentagem do PIB per capita são elevados quando comparados com a maioria dos países europeus. Isto significa que os custos iniciais — como propinas e outras despesas diretas — podem constituir sérios obstáculos à entrada no ensino superior. Enfrentar estes desafios de liquidez é essencial não só para promover a equidade, mas também para melhorar a eficiência global do sistema educativo. Para tal, é necessário dispor de mecanismos de apoio financeiro sólidos — nomeadamente bolsas de estudo —, de modo a assegurar que estudantes com mérito académico não sejam excluídos do ensino superior”, lê-se no estudo.

“Se quem tem rendimentos mais baixos não consegue financiar os estudos que vão assegurar melhores condições, então estamos a perpetuar as desigualdades de origem”, reforça o investigador da Nova SBE Luís Catela Nunes.

 

Um sistema sob pressão

 

Num momento em que “o modelo português de partilha de custos - que combina financiamento público com propinas — está sob pressão, devido à despesa diminuta nas instituições de ensino superior (em 2022, as despesas por estudante eram 35% inferiores à média da UE‑25) e às elevadas contribuições das famílias (30%, ao passo que a média da UE‑25 era de 13%)”, todas as hipóteses têm de ser postas em cima da mesa e avaliadas, consideram os investigadores.

Para garantir que existe ajuda financeira “equitativa e financiamento sustentável”, é imprescindível assegurar bolsas de estudo que aliviem os custos iniciais dos estudantes de baixos rendimentos. E qualquer alteração no valor das propinas – que pode ser necessária para um financiamento que garanta a qualidade do sistema – deve também ter essa preocupação e ser acompanhada de ajudas financeiras dirigidas aos grupos mais vulneráveis.

Os autores põem também a hipótese de ser avaliada a viabilidade de um sistema de empréstimos indexados aos rendimentos pós-conclusão do curso. Este modelo teria a vantagem de atribuir aos estudantes parte da responsabilidade do financiamento de um sistema que traz benefícios para a sociedade e o país em geral, mas que também traz muitos benefícios individuais.

No plano da informação, é preciso melhorar as estatísticas e desenvolver um sistema nacional que interligue bases de dados da educação, emprego e salários. Para este estudo, os investigadores não conseguiram algo tão básico como aceder às remunerações pagas no sector público por percurso formativo nem dados acessíveis e sistemáticos, curso a curso — licenciatura ou mestrado — sobre o emprego e os salários dos recémdiplomados.

 

Editado por rcoelho14

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Citação de Ghelthon, há 2 minutos:

Cunhado de Leitão Amaro alvo de buscas - JN

O cheiro é diferente, mas...

É diferente de quê?

O Leitão Amaro também foi alvo de buscas? Está comprovado que esteve envolvido minimamente na situação? Ou a ideia é que deve ser responsabilizado pelo o que o cunhado deixa ou não de fazer? 

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