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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Publicado (editado)
Citação de Ghelthon, há 32 minutos:

Mas aí é que está: se não fazes 6km para ir reciclar, será que vais fazer sei lá quantos para levar a "tralha" toda para o supermercado e colocar as garrafas uma a uma na máquina?

Claro que teres eocpontos tão longe de ti é um problema, que obviamente tira logo a vontade. E parte da solução passaria por aí, tornar isto mais acessível a todos.

Não acho que esta seja a melhor solução, de todo. E sou sincero, não estou a ver-me a andar com as garrafas para o supermercado e ficar lá a enfiar as garrafas.

No meu caso vou porque estamos a falar de uma, no máximo duas garrafas por semana na ida a um supermercado onde já tinha que me deslocar e já.

É diferente de levar um saco de 130 litros de vidro no banco de trás do carro, a chocalhar.

EDIT: Curiosamente fica-me mais perto até ir ao supermercado do que ao ecoponto. É por uma centena de metros, mas fica.

Editado por Carson Wentz
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Citação de Ghelthon, há 41 minutos:

Mas aí é que está: se não fazes 6km para ir reciclar, será que vais fazer sei lá quantos para levar a "tralha" toda para o supermercado e colocar as garrafas uma a uma na máquina?

Claro que teres eocpontos tão longe de ti é um problema, que obviamente tira logo a vontade. E parte da solução passaria por aí, tornar isto mais acessível a todos.

Não acho que esta seja a melhor solução, de todo. E sou sincero, não estou a ver-me a andar com as garrafas para o supermercado e ficar lá a enfiar as garrafas.

Espera até chegares ao supermercado e as máquinas te rejeitarem as embalagens, como aliás já está a acontecer.

Esta medida nunca foi sobre reciclagem...

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Acho que vocês podem ir buscar 5 anos de informação sobre o caso Holandês para esta questão. 

Primeiro que tudo é uma questão de hábito que é facilitado por se poder fazer em supermercados. Eu tenho as minhas próprias quezílias com isto (o custo devia ser imputado a quem fabrica estes materiais, não sei se é o caso, e como é necessário um incentivo, também concordo que devia ser uma recompensa de por exemplo 15centimos como se tem discutado na Holanda como opção no futuro, mas o consumidor tem de sentir alguma razão forte para fazer isto, portanto ou é risco de perder dinheiro ou possibilidade de ganhar dinheiro).

O que podem esperar aí se se seguir o exemplo de cá:

- 75% de material recuperado por ano (quando é necessário uma taxa de 90% para a medida ser bastante efetiva)

- Sem abrigo e malta desesperada por dinheiro a abrir caixotes do lixo à procura de garrafas e latas que deixa cidades grandes em mau estado (é um grande problema cá e infelizmente mostra o nível de desespero que existe também cá).

Agora, esta medida nunca ter sido sobre reciclagem é um argumento de nem não conhece a indústria e a dificuldade em manter negócio de forma legítima nela.

 

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Isto existe há anos na Alemanha e não é problema (pelo menos em 2016 quando lá tive em Erasmus toda a gente fazia isto) e era nos mesmos moldes que aqui. É uma questão de mentalidade. 

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Aqui na Áustria (e na Alemanha tbm) são 25cent. É só uma questão de hábito, não percebo o shitstorm todo que tem sido levantado por causa disto. 

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Citação de pedropb13, há 2 minutos:

Aqui na Áustria (e na Alemanha tbm) são 25cent. É só uma questão de hábito, não percebo o shitstorm todo que tem sido levantado por causa disto. 

Em 2016 eram 10 cêntimos. (Na cidade em que estive).

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A única coisa que me dá trigger é comprar uma garrafa numa estação de comboio/aeroporto e ficar a arder 25cent porque não a consigo entregar. 

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São sempre os mesmos a ficar a arder ou com a responsabilidade em cima. Essa é que é a questão

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está tudo explicado

introduzir maquinas de dinheiro em troca de garragas de plastico -> especulação imobiliaria -> pacote laboral em favor do patronato -> tornar todas as pessoas sem abrigo -> pessoas apanham garrafas de plastico em troca de 25 centimos -> aquecimento global resolvido

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Só para esclarecer, o meu problema não é a medida em si - o meu problema é que toda a gente tenha de pagar os 10 cêntimos extra. Idealmente, seria melhor ter isto na base da recompensa, sim, mas sem a punição inicial do custo extra. Não faz sentido, especialmente para quem já faz reciclagem e separação.

Dito isto, não sei ao certo como funciona nos outros países, se também há o custo extra que depois é recuperado, ou se não há o custo e portanto só há a parte da recompensa.

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Citação de pedropb13, há 1 hora:

Aqui na Áustria (e na Alemanha tbm) são 25cent. É só uma questão de hábito, não percebo o shitstorm todo que tem sido levantado por causa disto. 

No meu caso, por exemplo, tenho recolha de reciclagem porta-a-porta há anos.
Tudo separado em contentores próprios, funciona de forma incrível.

Agora vou ter de começar a separar garrafas e latas num saco para meter na mala do carro e levar ao supermercado mais próximo.

É uma bela m*rda

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Eles não tinham contratado equipas de comunicação?

Que desastre.

A admissão indireta, posteriormente corrigida por perceber o que tinha acabado de dizer, de que esta reforma é gravosa para os trabalhadores.

A admissão de que a reforma laboral, feita pelos partidos que lideram o governo do qual ela é ministra, da troika foi muito gravosa para os trabalhadores. 

A referência que a UGT fez muito bem em aprovar essa reforma gravosa para os trabalhadores.

30 segundos brilhantes.

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Citação de HappyKing, há 1 minuto:

Eles não tinham contratado equipas de comunicação?

Que desastre.

A admissão indireta, posteriormente corrigida por perceber o que tinha acabado de dizer, de que esta reforma é gravosa para os trabalhadores.

A admissão de que a reforma laboral, feita pelos partidos que lideram o governo do qual ela é ministra, da troika foi muito gravosa para os trabalhadores. 

A referência que a UGT fez muito bem em aprovar essa reforma gravosa para os trabalhadores.

30 segundos brilhantes.

Alguém garante que, a este ponto, o facto dessa e a da Saúde ainda estarem nos cargos não é só uma experiência social do Montenegro?

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Citação de Ghelthon, há 8 minutos:

Alguém garante que, a este ponto, o facto dessa e a da Saúde ainda estarem nos cargos não é só uma experiência social do Montenegro?

o montenegro também faz parte da experiência social

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Citação de HappyKing, há 2 horas:

Eles não tinham contratado equipas de comunicação?

Que desastre.

A admissão indireta, posteriormente corrigida por perceber o que tinha acabado de dizer, de que esta reforma é gravosa para os trabalhadores.

A admissão de que a reforma laboral, feita pelos partidos que lideram o governo do qual ela é ministra, da troika foi muito gravosa para os trabalhadores. 

A referência que a UGT fez muito bem em aprovar essa reforma gravosa para os trabalhadores.

30 segundos brilhantes.

Assim é que eles são bons, a dizer ao que vêm 

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Com tanta conversa sobre essa história da "Volta" para a reciclagem de garrafas e latas de bebida e ninguém falou sobre o aspeto mais ridículo de toda a campanha: o anúncio protagonizado pelo Palmeirim e a Inês.

Uma abordagem que achei interessante foi o facto de alguns destacarem a questão da mentalidade como determinante para o sucesso da medida. Dando exemplos de como a coisa se processa no estrangeiro, por exemplo. E também a premissa inicial do @Ghelthon de que o foco deveria estar na recompensa e não no castigo.

Vou contar-vos uma história para refletirem. Há cerca de 50 anos, pouco depois do 25 de abril, começaram a aparecer os super-mercados. Ainda não se sonhava com hiper-mercados ou centros comerciais. Não havia Continentes nem Pingos Doces. Existia nessa altura uma prática curiosa. Que se denominava, coloquialmente, de "depósito". Em que consistia? Num método simples. As pessoas iam ao Super-Mercado onde existia uma área identificada como "DEPÓSITO" e entregavam garrafas vazias. Pela quantidade de garrafas entregues recebiam um talão de desconto que abatia no valor das compras que iam fazer. Era uma coisa engraçada. E ainda não se falava de ambiente, de alterações climáticas, de aquecimento global, de reciclagens e tudo isso... Mas funcionava. Porque é que deixou, em poucos anos, de se praticar? Simples. Porque entraram no mercado os grandes operadores cujo foco se dirigiu para matérias de rentabilidade, de maximização do lucro e de contenção de despesas. Demorámos décadas e várias experiências falhadas até regressarmos a um conceito parecido. Só que mais complexo e menos amigável.

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há 50 anos? Isso existia em todos os Modelos do país nos 00s

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Citação de Rain Dog, Agora:

há 50 anos? Isso existia em todos os Modelos do país nos 00s

Mais me ajudas.

O "há 50 anos" era para sublinhar fortemente que isto não é inventar a roda nem sequer é uma questão de mentalidade do português que não tem preocupações ambientais.

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Durante uns tempos nos Açores vigorou nalgumas cidades uns contentores de plástico que devolviam dinheiro a cada x gramas.

Depois acabou porque começou a haver uma polémica porque os mais necessitados andavam a revirar lixo para depois ir lá depositar.

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Bom, a pena acessória de perda de nacionalidade foi chumbada por unanimidade no TC. 

O Ventura veio já reagir e "exigiu" ao Governo para aprovar novamente na AR, caso contrário, que levaria para referendo o assunto e os portugueses que respondam. 

Já basta faltarem ao trabalho para ir a minifs contra o Lula - com algemas da sex shop da esquina - ou pedirem ajudas de custo por dias em que não houve sessões parlamentares. Agora quer gastar dinheiro em referendo para um "não-assunto"? É que o Nuno e o Miguel também praticam crimes como roubo, violação, pedofilia e não vejo o Ventura pedir a perda de nacionalidade para eles.

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Citação de Descartes, há 47 minutos:

Mais me ajudas.

O "há 50 anos" era para sublinhar fortemente que isto não é inventar a roda nem sequer é uma questão de mentalidade do português que não tem preocupações ambientais.

Na madeira a empresa de cervejas da madeira ainda o faz.

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Citação de smashing_pumpkin , há 8 minutos:

Na madeira a empresa de cervejas da madeira ainda o faz.

Há um dado curioso nisso... É para fugir à ecotaxa, que só existe nas regiões autónomas.

Resumindo, compras uma Super Bock, por exemplo, a empresa paga uma taxa (ecotaxa) por garrafa, em forma de IEC (imposto especial de consumo) -obviamente é cobrada ao consumidor final - a ECM, ao fazer a "remota" fica isenta do pagamento da ecotaxa, pois as garrafas são, supostamente, utilizadas novamente.

Agora, quando fores ao supermercado repara nas promoções da Super Bock, que às vezes anda mais barata que a Coral e pensa que ainda têm de pagar a ecotaxa, não sei se são engarrafadas cá ou não (este à parte, por causa do transporte).

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Qual é a razão de apenas aceitarem a garrafa se estiver intacta?

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Citação de Descartes, há 6 horas:

Com tanta conversa sobre essa história da "Volta" para a reciclagem de garrafas e latas de bebida e ninguém falou sobre o aspeto mais ridículo de toda a campanha: o anúncio protagonizado pelo Palmeirim e a Inês.

Uma abordagem que achei interessante foi o facto de alguns destacarem a questão da mentalidade como determinante para o sucesso da medida. Dando exemplos de como a coisa se processa no estrangeiro, por exemplo. E também a premissa inicial do @Ghelthon de que o foco deveria estar na recompensa e não no castigo.

Vou contar-vos uma história para refletirem. Há cerca de 50 anos, pouco depois do 25 de abril, começaram a aparecer os super-mercados. Ainda não se sonhava com hiper-mercados ou centros comerciais. Não havia Continentes nem Pingos Doces. Existia nessa altura uma prática curiosa. Que se denominava, coloquialmente, de "depósito". Em que consistia? Num método simples. As pessoas iam ao Super-Mercado onde existia uma área identificada como "DEPÓSITO" e entregavam garrafas vazias. Pela quantidade de garrafas entregues recebiam um talão de desconto que abatia no valor das compras que iam fazer. Era uma coisa engraçada. E ainda não se falava de ambiente, de alterações climáticas, de aquecimento global, de reciclagens e tudo isso... Mas funcionava. Porque é que deixou, em poucos anos, de se praticar? Simples. Porque entraram no mercado os grandes operadores cujo foco se dirigiu para matérias de rentabilidade, de maximização do lucro e de contenção de despesas. Demorámos décadas e várias experiências falhadas até regressarmos a um conceito parecido. Só que mais complexo e menos amigável.

Eu ainda sou do tempo da tara nas cervejas, Desc. Levava-se a grade com as garrafas vazias.

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