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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Petar Musa, há 8 minutos:

Não sabia que era aceitável traçar o perfil das pessoas pelo aspecto.

Não é. Mas podemos ter opinião...

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Citação de Petar Musa, há 58 minutos:

Não sabia que era aceitável traçar o perfil das pessoas pelo aspecto.

Não é o aspeto, há coisas que se podem inferir a partir do comportamento verbal e não-verbal. 

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Citação de Tio Hans, há 1 hora:

O Hugo Soares é um delfim do Montenegro. De qq forma, para mim o Montenegro não tem ar de mafioso. Se o é ou não, é outra conversa.

O Montenegro para enganar a malta até foi ensinado pela agência de comunicação durante a campanha a sorrir de forma diferente, basicamente deixou aquele sorrisinho de Mr. Burns para adotar outro mais "simpático" 

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Citação de Peplin, há 5 horas:

Esse Hugo Soares é outro serzinho execrável.

Estás a ver aquele gajo que sobe não porque é muito bom, mas sim porque é lambe botas sem amor próprio? É a imagem que eu tenho dele

PS: lembrei-me de uma qualidade! Ao menos serve para ensinar a jogar ao par ou ímpar!

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Citação de KAralinda, há 50 minutos:

Pessoal... é Off-Topic mas alguém pode-me arranjar este artigo? 

https://expresso.pt/opiniao/2025-08-21-ok-o-mata-conversa-517badd9

 😎

Spoiler

Fui acusado de ser um dry texter. Não percebi do que se tratava, mas compreendi que podia ser algo grave. E era. Procurei rapidamente uma definição e percebi que se refere a alguém que envia — ou fecha — mensagens de forma muito seca e monossilábica ou sem entusias­mo. Uma pessoa manda um texto grande com explicações e a outra responde com um “OK”, não parecendo ter vontade de prolongar a conversa. Ou usa emojis demonstrativos de pouco entusiasmo em querer retorno. Isto é a definição de um dry texter — um “escrevinhador seco”. Seria o meu caso? Provável. O crime, a ofensa maior da forma de expressão destes comunicadores, é, portanto, o “OK” solitário. Uma concordância arrasadora.

Procurei exemplos e descobri um filminho de segundos de um anónimo — “o boss” do texto seco. Alguém, numa bancada a assistir a um jogo de futebol, recebe no WhatsApp uma mensagem longuíssima, supostamente da namorada. Esse fulano faz um infindável scroll no ecrã sem ler e responde direto: “OK”, e guarda o telemóvel. “Que rei!” Júbilo geral nos comentários. A prova de que o temido “OK” — embora fosse um modo de evitar o confronto — era também uma forma deliberada de ignorar paleio e dominar problemas desnecessários. Namorada com conversas da treta? “OK.” Uma falsa concordância, porque responder em segundos a uma mensagem longa equivale a dizer que nem se leu. O “OK” é um “estou-me a lixar” ou um “não quero saber”. Mais passivo-agressivo não é possível. Fiz uma introspeção. É verdade. Quando se está a marimbar, quando já não se tem paciência, quando já não importa o que o interlocutor tem a dizer, responde-se “OK”. Não é “sim”, é um “não quero saber”. Raios, sou um dry texter. Mas venho de muito longe.

Lembro-me do mundo em que se agarrava no telefone fixo e se dizia: “Estou sim, boa tarde. Quem fala?”

Lembro-me do mundo em que se agarrava no telefone fixo e se dizia: “Estou sim, boa tarde. Quem fala?” Cada vez que aquele aparelho à entrada da casa tocava um pouco fora de horas toda a família estremecia, pois só poderia ser uma catástrofe. Tento estar atento a estas nuances comunicacio­nais das últimas décadas. Até estas do dry texter, que confundem a própria geração Z (os jovens com 20 e poucos anos) na utilização de emojis em contexto profissio­nal. Deduzo que não é novidade para ninguém dizer que os Z chamam aos millennials de “cringe”, dado que para uns e outros os significados dos emojis são diferenciados. Nada de especial, faz parte da eterna questão geracional. Eu também não sei se é bem verdade — só posso garantir pelo que leio, dado não ser coisa que lhes vá perguntar —, mas parece-me aceitável que cada geração desenvolva a sua “linguagem digital”, sendo que os símbolos são os mesmos. Ou seja: para os mesmos emojis, significados diferentes.

Leio que os Z detestam o polegar para cima (hostil, agressivo e coisa de cota), que é a forma de os velhos (eu, um gen X) quererem terminar a conversa. Verdade, acertaram. Também odeiam o coração e o sinal de “OK” com a mão — são emojis que denunciam a idade do utilizador. Drama. Detestam o tradicional smiley, que consideram forçado e roça a condescendência. Por exemplo, em vez do emoji a rir à gargalhada, preferem a caveira. Sim, a caveira é um dos emojis de eleição. Tudo isto está muito certo, mas levanta questões de interpretação, dado que estamos a falar de linguagem escrita hipersintetizada, em que a “linguagem jovem” de hoje já está ultrapassada amanhã. E tem o drama de estar essencialmente assente no subtexto de convenções sociais em constante evolução. Ou seja, o espaço para a ambiguidade e para o mal-entendido é enorme. E para os jovens, estando numa fase de afirmação de identidade, tudo é mais dramático. Por exemplo, ficar com a mensagem por ler (seja o visto, sejam as setinhas azuis) ou receber um mero “OK” pode fazer com que se entre numa espiral de dúvidas, insegurança e stresse comunicacional. O uso de emojis servirá muitas vezes para calibrar. Agora, só um “OK”? É desprezo? Porquê?

Não consigo contabilizar a quantidade de vezes em que uma resposta minha no Whats­App levou a mal-entendidos. Durante muitos anos recusei-me a usar emojis, até constatar que, sem eles, arriscava todo o tipo de problemas. Usar sarcasmo ou ironia sem bonequinhos era chatice certa. Já basta a mensagem não ter tom ou a ajuda da linguagem não verbal poder estar a ser lida horas depois de enviada ou sem a atenção devida. Se não tiver emojis, então o risco de mal-entendido eleva-se. Acontece que há essa evolução contínua do significado desses signos. Mas aí, azarucho. Terão de ser os mais novos a fazer o esforço. Um smiley a chorar a rir é o que é, e não respondam com uma caveira. Farei de estúpido. Morte? Como morte?

Consta que há problemas na comunicação empresarial. Entre a gen Z e os superiores hierárquicos. É aqui que as diferenças interpretativas se tornam mais problemáticas. Gestores acham que há falta de seriedade, mas os jovens funcionários dizem que os utilizam para tornar a mensagem mais clara. Porém, a questão levantada é que os emojis podem reduzir a perceção de autoridade de um emissor. É ainda um confronto entre quem aprendeu com SMS e quem nasceu com smartphones. Mas, para ser sincero, o problema geracional dentro das empresas está mesmo na postura dos mais jovens, que é cada vez mais incompreensível para os mais velhos (que vai de uma intransigência em relação a direitos com horá­rios, mesclada com uma inusitada ambição — assim o ouço constantemente), e não em ambivalências comunicacionais. Ah, discordam? OK.

 

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Citação de Tio Hans, há 8 horas:

Eu acho que o Hugo Soares tem ar de mafioso.

tem ar de caloteiro, é diferente

mafioso = rui rio, santana lopes, miguel albuquerque

caloteiro = hugo soares, montenegro

c*na de sabão = moedas, antónio seguro

 

é perfeitamente legîtimo julgar pessoas pelo aspeto, especialmente porque é sempre verdade

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Citação de HappyKing, há 18 horas:

Com que então o Plano Nacional de Leitura também vai com o crl?

O tecido empresarial português necessita de mão de obra iliterada para sobreviver. 

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o hugo soares tem pinta de ter 3 restaurantes 4 táxis e duas caves T0 junto à estação de rio de mouro para alugar

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Citação de Duda34, há 10 horas:

Thiago? Thibraco 

Também me lembrei dessa possibilidade.

 

Citação de Lebohang, há 10 horas:

Excelente medida, todos sabemos que o Pedro da saga "Os Cinco" e uma personagem woke. 

Não é por aí. Os rapazes dos Cinco são o Júlio e o David.

Mas a Maria José, que só responde se a chamarem por Zé, essa sim, deixa os conservadores de cabelos em pé.

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Citação de PRFA47, há 2 horas:

Oh the irony....

FB_IMG_1755792183360.jpg

Os cartazes são todos a mesma m*rda, só mudam o nome do concelho e a fotografia e nome do/a candidato/a.

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Citação de Peplin, há 1 minuto:

Os cartazes são todos a mesma m*rda, só mudam o nome do concelho e a fotografia e nome do/a candidato/a.

Já apanhei um "Vamos limpar a Amadora" no meio do bairro mais africano da Buraca.

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Citação de Peplin, há 4 minutos:

Os cartazes são todos a mesma m*rda, só mudam o nome do concelho e a fotografia e nome do/a candidato/a.

Sai mais barato. É economia de escala.

E mesmo assim têm problemas. Em Peniche tiveram que rasgar os primeiros que fizeram.

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Hoje esse (censurado) fascista veio fazer campanha eleitoral para o Fundão. Nojento aproveitar uma calamidade para aparecer como bom samaritano.

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Citação de Mesut Ozil, há 2 minutos:

Hoje esse (censurado) fascista veio fazer campanha eleitoral para o Fundão. Nojento aproveitar uma calamidade para aparecer como bom samaritano.

Já começo a ter pena dele. Uns criticam-no porque ele está de férias enquanto o país está a arder. Outros criticam-no quando ele aparece nos locai que arderam. Assim é difícil...

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Citação de PRFA47, há 2 horas:

Oh the irony....

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O trabalhador tem o cu à mostra em homenagem aos dois caras de cu no cartaz?

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Citação de Mayday, há 2 minutos:

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O que terá acontecido?

Essa foi a decisão do ano passado que ia resolver os problemas todos e acabar com os incêndios.

Este ano qual é a medida que saiu da varinha mágica? Reforço dos grupos que previnem e ajudam a investigar os fogos? Não me parece mal. Mas fico expectante para saber qual será a solução de 2026.

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Citação de Descartes, há 13 minutos:

Essa foi a decisão do ano passado que ia resolver os problemas todos e acabar com os incêndios.

Este ano qual é a medida que saiu da varinha mágica? Reforço dos grupos que previnem e ajudam a investigar os fogos? Não me parece mal. Mas fico expectante para saber qual será a solução de 2026.

Não serão preciso medidas em 2026 porque não vai haver nada para arder. 

Será que o governo ficou a saber que os interesses que sobrevoam os incêndios também financiam partidos e campanhas?!

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Citação de Mayday, há 22 minutos:

IMG_20250821_200750_110.jpg

O que terá acontecido?

Parafraseando o camarada @Che o tecido empresarial da Navigator necessita de eucaliptal carbonizado para sobreviver. 

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O slogan do Chega em Sintra é "Meter Sintra na linha".

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Citação de Almeno, há 45 minutos:

O slogan do Chega em Sintra é "Meter Sintra na linha".

Com o comboio por chegar.

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