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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Por outro lado, Luís Montenegro reiterou que o dispositivo de combate aos incêndios atual é o “maior de sempre”, envolve “76 meios aéreos, mais 869 operacionais do que no ano passado e mais 238 veículos de combate”.

O chefe do executivo frisou, contudo, que apesar destas “medidas preventivas e do diagnóstico, a força do inimigo foi enorme”, salientando que houve “25 dias ininterruptos de severidade meteorológica extrema”, com “mais de 65% de ocorrências no período de 01 a 20 de agosto”.

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Citação de doom_master, há 26 minutos:

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Agora é aproveitar as oportunidades que surgem da tragédia.

Os meus clientes... errr... os investidores e empresários... 

Madeira, lítio, energia solar... 

Contactem via [email protected]

 

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Citação de doom_master, há 1 hora:

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Bons mods a incendiar o tópico

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A prova de que o socialismo nunca funcionará está no buffet do seu hotel

Avatar de Mário Amorim Lopes

Existem geralmente duas formas de estudar como as pessoas vivem em socialismo: lendo os clássicos que o descreveram, da não-ficção de um Solzhenitsyn à ficção de uma Ayn Rand, ou visitando países como Venezuela ou Cuba. Nesta crónica presto-me a inaugurar uma terceira: observando um buffet à discrição para centenas de pessoas, qual David Attenborough no BBC Vida Selvagem.

O comportamento das pessoas perante um buffet à discrição é uma verdadeira experiência sociológica, que nos ajuda a perceber porque é que o socialismo não funciona. Este comportamento é verdadeiramente universal: atravessa culturas e etnias diferentes, religiões conflituantes e nacionalidades beligerantes. No fundo, toda a humanidade junta no mesmo propósito de açambarcar comida em volumes apreciáveis para o seu prato.

Este comportamento não depende de fatores culturais ou societais porque é uma característica intrinsecamente humana, ou seja, é natural, é biológico, está-nos nos genes – conceito que os socialistas, e todos os sortidos de esquerda, sempre tiveram algum rebuço em reconhecer. É da natureza humana reagir a incentivos e decidir em função disso, e não há maior incentivo do que coisas grátis, especialmente se envolver uma pirâmide de camarões e sobremesas que nem sabiam existir, mas que, em caso de dúvida, convém servir em triplicado.

Um buffet à discrição tem várias coisas similares ao socialismo: em primeiro lugar, tudo é ‘gratuito’; segundo, não existem preços a atrapalhar. Pelo menos em teoria, não há luta de classes entre as massas – há luta pelas massas. É a máxima de Marx ‘a cada um de acordo com as suas necessidades’ aplicada às duas vitrines dos gelados.

Ora, acontece que as necessidades de algo gratuito são ilimitadas, pelo que o principal efeito, empiricamente observável em mesa alheia, são pratos e pratos a abarrotar de comida, metade da qual não será consumida. O leitor atento poderá argumentar que a analogia falha: o buffet representa a abundância, o socialismo a escassez. Contudo, a abundância inicial do buffet é precisamente o que nos permite observar, em câmara lenta, o processo que gera essa mesma escassez: não havendo freios à procura, sendo tudo gratuito, toda a gente consome de forma desmesurada e açambarca o que pode, também por receio que outros o façam primeiro e lhes levem o quinhão. A cada um de acordo com os seus olhos, mais do que barriga.

O outro motivo pelo qual se gera escassez em economias socialistas é a inexistência de preços. Os preços, para lá de moderarem este comportamento desbragado e introduzirem racionalidade na decisão de consumir ou não, permitem que milhares de pessoas que nunca se conheceram, que porventura nem sequer partilham nada em comum, se consigam coordenar e prover os consumidores. Preço alto significa escassez, mas também significa oportunidade de lucro, pelo que incentiva mais gente a tentar providenciar aquele bem ou serviço.

Num buffet não há preços. O pão e a lagosta ‘custam’ o mesmo para o consumidor.

Efeito? Uma corrida desenfreada à lagosta. Quem chega primeiro leva tudo ou quase tudo. E é geralmente aqui que o próprio hotel tem de introduzir mecanismos de racionamento, embora em moldes diferentes dos socialistas. Em Cuba, cada pessoa recebe cerca de 3 quilos de arroz por mês. Carne, raramente. E quando recebe são uns derivados ultraprocessados que fazem as salsichas parecer bife do lombo. Já no buffet, o racionamento capitalista neste simulacro de socialismo é bem mais generoso: dois lavagantes por pessoa.

No buffet também só há uma aparente igualdade. Ao início, bandejas cheias. No entanto, os primeiros a chegar ganham vantagem. Os que conhecem os empregados do hotel também. E houvesse tempo suficiente, seria instituído um pequeno mercado negro, em que uma pequena gorjeta daria lugar a um prato reservado que não circula no banquete dos comuns – tal como acontece nos regimes socialistas.

É por tudo isto que os socialistas falam da necessidade de se criar o Homem novo, porque o Homem, como ele é, não serve. Na ideologia cartesiana, puramente racionalizada do socialismo, se o ser humano não encaixa na teoria não se muda a teoria, muda-se o ser humano. E é nesse momento que a analogia adequada deixa de ser buffet à discrição e passa a ser o Hunger Games.

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Cooperativas de croissants? O socialismo não funciona. 

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Confirmo. Hoje quando cheguei ao buffet do hotel (estou na China) às 8:15 os chineses já tinham surripiado tudo. Só sobrava 1 iogurte.

No dia anterior fui dos primeiros a chegar pouco depois das 7 e foi um sonho.

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A prova de que o liberalismo económico nunca funcionará está no seu restaurante favorito: se eu perguntar ao funcionário se tem batatas, leite meio-gordo, sal, manteiga, pimenta preta em pó, cebola, alho, azeite, carne de vaca picada, vinho branco, molho inglês, cominhos em pó, polpa de tomate e gemas de ovo e a resposta for afirmativa ele nunca fará empadão de carne porque não está na ementa. 

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O tecido empresarial português não sobrevive com buffets socialistas em resorts de 5* 

Make buffets great again! 

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Citação de Lebohang, há 16 horas:

Um buffet à discrição tem várias coisas similares ao socialismo: em primeiro lugar, tudo é ‘gratuito’; segundo, não existem preços a atrapalhar. Pelo menos em teoria, não há luta de classes entre as massas – há luta pelas massas. É a máxima de Marx ‘a cada um de acordo com as suas necessidades’ aplicada às duas vitrines dos gelados.

Eu quero conhecer um buffet que seja gratuito!! 

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O deputado MAL nunca viu os vídeos de canais de YouTube brasileiros de malta a fazer bandejão de 3 KG em rodízios. 

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Citação de Lebohang, há 21 minutos:

O deputado MAL nunca viu os vídeos de canais de YouTube brasileiros de malta a fazer bandejão de 3 KG em rodízios. 

"Olha só, o môzão caiu de boca nessa picanha, delícia"

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Mesmo assim a parte mais ridícula daquilo é que ele fala como se fosse um evento único e esquece-se dos efeitos a longo prazo. Sim, nos primeiros dias as pessoas iam elouquecer (também porque antes não tinham acesso a certo tipo de coisas). Mas depois, com a normalização do acesso à coisas, seria atingido um equilíbrio. 

Também é de realçar que esse anormal acha que para uma sociedade funcionar é preciso existir bens que só são acessíveis a uma pequena parte da população. Imagino que não consiga dormir à noite se o António e a Gertrudes jantarem lavagante, já que o que ele é, tem que ser medido de forma clara em relação aos outros.

Editado por smashing_pumpkin
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Esta noite, mais uma tertúlia com André Ventura. Desta vez por cortesia da SIC. Já foram quantas do bombeiro-deputado este mês?

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Citação de Caviar, há 21 minutos:

Por mim era feriado

Calha a que dia da semana?

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Citação de Descartes, há 18 minutos:

Calha a que dia da semana?

Terça-feira. Podiam dar tolerância de ponto na segunda-feira também

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Citação de Caviar, há 42 minutos:

Terça-feira. Podiam dar tolerância de ponto na segunda-feira também

Apoiado!

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Citação de Lebohang, há 13 horas:

A prova de que o liberalismo económico nunca funcionará está no seu restaurante favorito: se eu perguntar ao funcionário se tem batatas, leite meio-gordo, sal, manteiga, pimenta preta em pó, cebola, alho, azeite, carne de vaca picada, vinho branco, molho inglês, cominhos em pó, polpa de tomate e gemas de ovo e a resposta for afirmativa ele nunca fará empadão de carne porque não está na ementa. 

Há um restaurante em Coimbra onde peço sempre um prato que não está na ementa e nunca mo negaram. Em que ficamos?

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