doom_master Publicado 27 Agosto 2025 Citação Por outro lado, Luís Montenegro reiterou que o dispositivo de combate aos incêndios atual é o “maior de sempre”, envolve “76 meios aéreos, mais 869 operacionais do que no ano passado e mais 238 veículos de combate”. O chefe do executivo frisou, contudo, que apesar destas “medidas preventivas e do diagnóstico, a força do inimigo foi enorme”, salientando que houve “25 dias ininterruptos de severidade meteorológica extrema”, com “mais de 65% de ocorrências no período de 01 a 20 de agosto”. 8 Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado 27 Agosto 2025 Citação de doom_master, há 21 minutos: 5 Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 27 Agosto 2025 Citação de doom_master, há 26 minutos: Agora é aproveitar as oportunidades que surgem da tragédia. Os meus clientes... errr... os investidores e empresários... Madeira, lítio, energia solar... Contactem via [email protected] 1 Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado 27 Agosto 2025 Citação de doom_master, há 1 hora: Bons mods a incendiar o tópico wait 1 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 27 Agosto 2025 Citação A prova de que o socialismo nunca funcionará está no buffet do seu hotel Um buffet à discrição tem várias coisas similares ao socialismo: em primeiro lugar, tudo é ‘gratuito’; segundo, não existem preços a atrapalhar Mário Amorim Lopes 25 de Agosto 2025 Existem geralmente duas formas de estudar como as pessoas vivem em socialismo: lendo os clássicos que o descreveram, da não-ficção de um Solzhenitsyn à ficção de uma Ayn Rand, ou visitando países como Venezuela ou Cuba. Nesta crónica presto-me a inaugurar uma terceira: observando um buffet à discrição para centenas de pessoas, qual David Attenborough no BBC Vida Selvagem. O comportamento das pessoas perante um buffet à discrição é uma verdadeira experiência sociológica, que nos ajuda a perceber porque é que o socialismo não funciona. Este comportamento é verdadeiramente universal: atravessa culturas e etnias diferentes, religiões conflituantes e nacionalidades beligerantes. No fundo, toda a humanidade junta no mesmo propósito de açambarcar comida em volumes apreciáveis para o seu prato. Este comportamento não depende de fatores culturais ou societais porque é uma característica intrinsecamente humana, ou seja, é natural, é biológico, está-nos nos genes – conceito que os socialistas, e todos os sortidos de esquerda, sempre tiveram algum rebuço em reconhecer. É da natureza humana reagir a incentivos e decidir em função disso, e não há maior incentivo do que coisas grátis, especialmente se envolver uma pirâmide de camarões e sobremesas que nem sabiam existir, mas que, em caso de dúvida, convém servir em triplicado. Um buffet à discrição tem várias coisas similares ao socialismo: em primeiro lugar, tudo é ‘gratuito’; segundo, não existem preços a atrapalhar. Pelo menos em teoria, não há luta de classes entre as massas – há luta pelas massas. É a máxima de Marx ‘a cada um de acordo com as suas necessidades’ aplicada às duas vitrines dos gelados. Ora, acontece que as necessidades de algo gratuito são ilimitadas, pelo que o principal efeito, empiricamente observável em mesa alheia, são pratos e pratos a abarrotar de comida, metade da qual não será consumida. O leitor atento poderá argumentar que a analogia falha: o buffet representa a abundância, o socialismo a escassez. Contudo, a abundância inicial do buffet é precisamente o que nos permite observar, em câmara lenta, o processo que gera essa mesma escassez: não havendo freios à procura, sendo tudo gratuito, toda a gente consome de forma desmesurada e açambarca o que pode, também por receio que outros o façam primeiro e lhes levem o quinhão. A cada um de acordo com os seus olhos, mais do que barriga. O outro motivo pelo qual se gera escassez em economias socialistas é a inexistência de preços. Os preços, para lá de moderarem este comportamento desbragado e introduzirem racionalidade na decisão de consumir ou não, permitem que milhares de pessoas que nunca se conheceram, que porventura nem sequer partilham nada em comum, se consigam coordenar e prover os consumidores. Preço alto significa escassez, mas também significa oportunidade de lucro, pelo que incentiva mais gente a tentar providenciar aquele bem ou serviço. Num buffet não há preços. O pão e a lagosta ‘custam’ o mesmo para o consumidor. Efeito? Uma corrida desenfreada à lagosta. Quem chega primeiro leva tudo ou quase tudo. E é geralmente aqui que o próprio hotel tem de introduzir mecanismos de racionamento, embora em moldes diferentes dos socialistas. Em Cuba, cada pessoa recebe cerca de 3 quilos de arroz por mês. Carne, raramente. E quando recebe são uns derivados ultraprocessados que fazem as salsichas parecer bife do lombo. Já no buffet, o racionamento capitalista neste simulacro de socialismo é bem mais generoso: dois lavagantes por pessoa. No buffet também só há uma aparente igualdade. Ao início, bandejas cheias. No entanto, os primeiros a chegar ganham vantagem. Os que conhecem os empregados do hotel também. E houvesse tempo suficiente, seria instituído um pequeno mercado negro, em que uma pequena gorjeta daria lugar a um prato reservado que não circula no banquete dos comuns – tal como acontece nos regimes socialistas. É por tudo isto que os socialistas falam da necessidade de se criar o Homem novo, porque o Homem, como ele é, não serve. Na ideologia cartesiana, puramente racionalizada do socialismo, se o ser humano não encaixa na teoria não se muda a teoria, muda-se o ser humano. E é nesse momento que a analogia adequada deixa de ser buffet à discrição e passa a ser o Hunger Games. O cabeça de melão levanta-se tarde e a más horas e depois queixa-se que já não tem croissants no buffet. Pá levanta-te às 8 da manhã! A culpa é de seres preguiçoso, não é do socialismo! pic.twitter.com/cmdEiPbn27 — Dr. Ben-Hur-ão™ ⭐ (Comentary) (@DrBenhurao) August 26, 2025 5 Compartilhar este post Link para o post
Um buffet à discrição tem várias coisas similares ao socialismo: em primeiro lugar, tudo é ‘gratuito’; segundo, não existem preços a atrapalhar
Existem geralmente duas formas de estudar como as pessoas vivem em socialismo: lendo os clássicos que o descreveram, da não-ficção de um Solzhenitsyn à ficção de uma Ayn Rand, ou visitando países como Venezuela ou Cuba. Nesta crónica presto-me a inaugurar uma terceira: observando um buffet à discrição para centenas de pessoas, qual David Attenborough no BBC Vida Selvagem. O comportamento das pessoas perante um buffet à discrição é uma verdadeira experiência sociológica, que nos ajuda a perceber porque é que o socialismo não funciona. Este comportamento é verdadeiramente universal: atravessa culturas e etnias diferentes, religiões conflituantes e nacionalidades beligerantes. No fundo, toda a humanidade junta no mesmo propósito de açambarcar comida em volumes apreciáveis para o seu prato. Este comportamento não depende de fatores culturais ou societais porque é uma característica intrinsecamente humana, ou seja, é natural, é biológico, está-nos nos genes – conceito que os socialistas, e todos os sortidos de esquerda, sempre tiveram algum rebuço em reconhecer. É da natureza humana reagir a incentivos e decidir em função disso, e não há maior incentivo do que coisas grátis, especialmente se envolver uma pirâmide de camarões e sobremesas que nem sabiam existir, mas que, em caso de dúvida, convém servir em triplicado. Um buffet à discrição tem várias coisas similares ao socialismo: em primeiro lugar, tudo é ‘gratuito’; segundo, não existem preços a atrapalhar. Pelo menos em teoria, não há luta de classes entre as massas – há luta pelas massas. É a máxima de Marx ‘a cada um de acordo com as suas necessidades’ aplicada às duas vitrines dos gelados. Ora, acontece que as necessidades de algo gratuito são ilimitadas, pelo que o principal efeito, empiricamente observável em mesa alheia, são pratos e pratos a abarrotar de comida, metade da qual não será consumida. O leitor atento poderá argumentar que a analogia falha: o buffet representa a abundância, o socialismo a escassez. Contudo, a abundância inicial do buffet é precisamente o que nos permite observar, em câmara lenta, o processo que gera essa mesma escassez: não havendo freios à procura, sendo tudo gratuito, toda a gente consome de forma desmesurada e açambarca o que pode, também por receio que outros o façam primeiro e lhes levem o quinhão. A cada um de acordo com os seus olhos, mais do que barriga. O outro motivo pelo qual se gera escassez em economias socialistas é a inexistência de preços. Os preços, para lá de moderarem este comportamento desbragado e introduzirem racionalidade na decisão de consumir ou não, permitem que milhares de pessoas que nunca se conheceram, que porventura nem sequer partilham nada em comum, se consigam coordenar e prover os consumidores. Preço alto significa escassez, mas também significa oportunidade de lucro, pelo que incentiva mais gente a tentar providenciar aquele bem ou serviço. Num buffet não há preços. O pão e a lagosta ‘custam’ o mesmo para o consumidor. Efeito? Uma corrida desenfreada à lagosta. Quem chega primeiro leva tudo ou quase tudo. E é geralmente aqui que o próprio hotel tem de introduzir mecanismos de racionamento, embora em moldes diferentes dos socialistas. Em Cuba, cada pessoa recebe cerca de 3 quilos de arroz por mês. Carne, raramente. E quando recebe são uns derivados ultraprocessados que fazem as salsichas parecer bife do lombo. Já no buffet, o racionamento capitalista neste simulacro de socialismo é bem mais generoso: dois lavagantes por pessoa. No buffet também só há uma aparente igualdade. Ao início, bandejas cheias. No entanto, os primeiros a chegar ganham vantagem. Os que conhecem os empregados do hotel também. E houvesse tempo suficiente, seria instituído um pequeno mercado negro, em que uma pequena gorjeta daria lugar a um prato reservado que não circula no banquete dos comuns – tal como acontece nos regimes socialistas. É por tudo isto que os socialistas falam da necessidade de se criar o Homem novo, porque o Homem, como ele é, não serve. Na ideologia cartesiana, puramente racionalizada do socialismo, se o ser humano não encaixa na teoria não se muda a teoria, muda-se o ser humano. E é nesse momento que a analogia adequada deixa de ser buffet à discrição e passa a ser o Hunger Games.
Che Publicado 27 Agosto 2025 Cooperativas de croissants? O socialismo não funciona. Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 28 Agosto 2025 Confirmo. Hoje quando cheguei ao buffet do hotel (estou na China) às 8:15 os chineses já tinham surripiado tudo. Só sobrava 1 iogurte. No dia anterior fui dos primeiros a chegar pouco depois das 7 e foi um sonho. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 28 Agosto 2025 A prova de que o liberalismo económico nunca funcionará está no seu restaurante favorito: se eu perguntar ao funcionário se tem batatas, leite meio-gordo, sal, manteiga, pimenta preta em pó, cebola, alho, azeite, carne de vaca picada, vinho branco, molho inglês, cominhos em pó, polpa de tomate e gemas de ovo e a resposta for afirmativa ele nunca fará empadão de carne porque não está na ementa. Compartilhar este post Link para o post
dpitz Publicado 28 Agosto 2025 O tecido empresarial português não sobrevive com buffets socialistas em resorts de 5* Make buffets great again! 1 Compartilhar este post Link para o post
Ed Publicado 28 Agosto 2025 Citação de Lebohang, há 16 horas: Um buffet à discrição tem várias coisas similares ao socialismo: em primeiro lugar, tudo é ‘gratuito’; segundo, não existem preços a atrapalhar. Pelo menos em teoria, não há luta de classes entre as massas – há luta pelas massas. É a máxima de Marx ‘a cada um de acordo com as suas necessidades’ aplicada às duas vitrines dos gelados. Eu quero conhecer um buffet que seja gratuito!! Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 28 Agosto 2025 O deputado MAL nunca viu os vídeos de canais de YouTube brasileiros de malta a fazer bandejão de 3 KG em rodízios. 1 Compartilhar este post Link para o post
doom_master Publicado 28 Agosto 2025 Citação de Lebohang, há 21 minutos: O deputado MAL nunca viu os vídeos de canais de YouTube brasileiros de malta a fazer bandejão de 3 KG em rodízios. "Olha só, o môzão caiu de boca nessa picanha, delícia" 2 Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado 28 Agosto 2025 (editado) Mesmo assim a parte mais ridícula daquilo é que ele fala como se fosse um evento único e esquece-se dos efeitos a longo prazo. Sim, nos primeiros dias as pessoas iam elouquecer (também porque antes não tinham acesso a certo tipo de coisas). Mas depois, com a normalização do acesso à coisas, seria atingido um equilíbrio. Também é de realçar que esse anormal acha que para uma sociedade funcionar é preciso existir bens que só são acessíveis a uma pequena parte da população. Imagino que não consiga dormir à noite se o António e a Gertrudes jantarem lavagante, já que o que ele é, tem que ser medido de forma clara em relação aos outros. Editado 28 Agosto 2025 por smashing_pumpkin 2 Compartilhar este post Link para o post
Genzo Publicado 28 Agosto 2025 Esta noite, mais uma tertúlia com André Ventura. Desta vez por cortesia da SIC. Já foram quantas do bombeiro-deputado este mês? Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 28 Agosto 2025 Governo cria comissão para assinalar 50 anos do 25 de novembro e equipara data ao 25 de Abril 3 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 28 Agosto 2025 Timing fantástico do deputado Mário Amorim Lopes para ter escolhido o buffet socialista Portugal entre os melhores da UE no acesso a refeições completas: só 5,1% da população não consegue pagar Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 28 Agosto 2025 Citação de Caviar, há 21 minutos: Por mim era feriado Calha a que dia da semana? Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 28 Agosto 2025 Citação de Descartes, há 2 minutos: Calha a que dia da semana? Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 28 Agosto 2025 Citação de Lebohang, há 2 minutos: 3 Compartilhar este post Link para o post
Caviar Publicado 28 Agosto 2025 Citação de Descartes, há 18 minutos: Calha a que dia da semana? Terça-feira. Podiam dar tolerância de ponto na segunda-feira também Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 28 Agosto 2025 Citação de Caviar, há 42 minutos: Terça-feira. Podiam dar tolerância de ponto na segunda-feira também Apoiado! Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado 28 Agosto 2025 Citação de Mayday, Em 26/08/2025 at 21:18: Inb4: Um juiz qualquer vai soltá-lo. https://www.dnoticias.pt/2025/8/28/461031-homem-que-agrediu-a-mulher-em-machico-fica-em-prisao-preventiva/ 1 Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 28 Agosto 2025 Citação de smashing_pumpkin , há 5 minutos: https://www.dnoticias.pt/2025/8/28/461031-homem-que-agrediu-a-mulher-em-machico-fica-em-prisao-preventiva/ Inb4: Não foi um juiz qualquer. Compartilhar este post Link para o post
andriy pereplyotkin Publicado 28 Agosto 2025 Citação de Lebohang, há 13 horas: A prova de que o liberalismo económico nunca funcionará está no seu restaurante favorito: se eu perguntar ao funcionário se tem batatas, leite meio-gordo, sal, manteiga, pimenta preta em pó, cebola, alho, azeite, carne de vaca picada, vinho branco, molho inglês, cominhos em pó, polpa de tomate e gemas de ovo e a resposta for afirmativa ele nunca fará empadão de carne porque não está na ementa. Há um restaurante em Coimbra onde peço sempre um prato que não está na ementa e nunca mo negaram. Em que ficamos? Compartilhar este post Link para o post