Puto Perdiz Publicado 22 Julho 2019 2/3 já dá para mudar a constituição Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 23 Julho 2019 Citação de Black Hawk, Em 21/07/2019 at 22:55: O aquecimento global também vem de antes da Revolução Industrial, mas isso não significa que esta não tenha acelerado exponencialmente o processo. Citação de IlidioMA, Em 22/07/2019 at 00:05: A pertença da Turquia à NATO é pouco natural, já que esta é uma Aliança Atlântica de cariz e valores Ocidentais; a Turquia mais facilmente se enquadrava noutro género de Aliança, de valores mais conservadores-autoritários, , uma nova Santa Aliança. Apenas por não ser comunista não veio a integrar um bloco soviético, onde o seu tradicional autoritarismo e domínio dos militares se enquadrava mais. Podemos afirmar que a inclusão da Turquia na NATO, ab initio, era mais um casamento de conveniência do que uma integração cultural e civilizacionalmente natural. Ou seja, a Turquia sempre teve uma relação dúbia com a NATO; agora que os própios "donos" da NATO têm uma relação pereclitante com a Aliança, a Turquia aproveita para gravitar para um Aliado com o qual sente mais afinidades, quer históricas, quer culturais, quer de valores. E isto não aconteceria se os EUA mantivessem a NATO coma uma prioridade. Sim mas com o aquecimento global conseguimos perceber que entre a revolução industrial e o Sec XX existiram coisas que aceleraram o processo. Neste caso não se consegue apontar nada. Bem pelo contrário. A única pedra no sapato da administração americana para com os parceiros da NATO é o facto de muitos Países não pagarem o que está acordado(2% dos orçamentos de defesa) e pretenderem que isso seja rectificado nos próximos anos. Ora com a Turquia o problema não só não é este(estão muito próximos dos 2%) como o Erdogan manifestou total concordância com o Trump quando disse que existiam países muito ricos que gastavam só 1% do PIB em defesa. Posto isto, o que deveria ter feito diferente os EUA? Não insistir nas questão das obrigações dos membros da NATO? Mesmo que isso acontecesse, não faria diferença nenhuma em relação à Turquia. A Turquia está a transformar-se cada vez mais num Estado assumidamente muçulmano, autoritário e iliberal e por isso, procura alternativas a essa mundovisão liberal e ocidental que a NATO ainda representa. Mas este processo de melhoria de relações já acontece há algum tempo, foi interrompido por aquele abate não intencional daquele sukhoi russo, mas a normalização foi recuperada 2 anos depois. Isso foi bem visível em 2016 quando na sequência daquele suposto ''golpe de estado'' o Erdogan agradeceu muito o apoio ao Putin e acusou o ocidente de virar as costas á Turquia. A Turquia não é um parceiro fácil dos Estados Unidos, e existem alguns focos de discordância, mas é uma aliança muito mais natural do que uma aliança com a Russia. Não existem grandes ligações históricas e culturais positivas entre os dois países. Ambos os impérios enfrentaram-se repetidamente ao longo dos séculos, em conflitos sangrentos e muito complicados. Ainda hoje os dois países estão em lados opostos em quase todos os conflitos, desde a guerra civil da Syria, ás questões do Chipre, Arménia e muitos outros problemas. Por isso, se me disserem que o exército europeu que está a ser pensado é um resultado da postura do Trump em relação a Países Europeus da NATO, concordo. Em relação á Turquia não, é completamente diferente, o Erdogan quer ver a Turquia como um País líder do islão, autoritário e por isso quer depender menos dos Estados Unidos. Se essa(a visão do Erdogan) é a verdadeira natureza da turquia é outro assunto, eu tenho algumas dúvidas e, mais dia menos dia, ele vai ser de lá e vamos ter um outro tipo de presidente na Turquia. 1 Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 23 Julho 2019 Alguém sabe onde se pode arranjar o programa do PS? Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 23 Julho 2019 Isso são os traços gerais do programa, não o programa na totalidade. Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 23 Julho 2019 Citação de ascom, há 9 horas: Sim mas com o aquecimento global conseguimos perceber que entre a revolução industrial e o Sec XX existiram coisas que aceleraram o processo. Neste caso não se consegue apontar nada. Bem pelo contrário. A única pedra no sapato da administração americana para com os parceiros da NATO é o facto de muitos Países não pagarem o que está acordado(2% dos orçamentos de defesa) e pretenderem que isso seja rectificado nos próximos anos. Ora com a Turquia o problema não só não é este(estão muito próximos dos 2%) como o Erdogan manifestou total concordância com o Trump quando disse que existiam países muito ricos que gastavam só 1% do PIB em defesa. Posto isto, o que deveria ter feito diferente os EUA? Não insistir nas questão das obrigações dos membros da NATO? Mesmo que isso acontecesse, não faria diferença nenhuma em relação à Turquia. A Turquia está a transformar-se cada vez mais num Estado assumidamente muçulmano, autoritário e iliberal e por isso, procura alternativas a essa mundovisão liberal e ocidental que a NATO ainda representa. Mas este processo de melhoria de relações já acontece há algum tempo, foi interrompido por aquele abate não intencional daquele sukhoi russo, mas a normalização foi recuperada 2 anos depois. Isso foi bem visível em 2016 quando na sequência daquele suposto ''golpe de estado'' o Erdogan agradeceu muito o apoio ao Putin e acusou o ocidente de virar as costas á Turquia. A Turquia não é um parceiro fácil dos Estados Unidos, e existem alguns focos de discordância, mas é uma aliança muito mais natural do que uma aliança com a Russia. Não existem grandes ligações históricas e culturais positivas entre os dois países. Ambos os impérios enfrentaram-se repetidamente ao longo dos séculos, em conflitos sangrentos e muito complicados. Ainda hoje os dois países estão em lados opostos em quase todos os conflitos, desde a guerra civil da Syria, ás questões do Chipre, Arménia e muitos outros problemas. Por isso, se me disserem que o exército europeu que está a ser pensado é um resultado da postura do Trump em relação a Países Europeus da NATO, concordo. Em relação á Turquia não, é completamente diferente, o Erdogan quer ver a Turquia como um País líder do islão, autoritário e por isso quer depender menos dos Estados Unidos. Se essa(a visão do Erdogan) é a verdadeira natureza da turquia é outro assunto, eu tenho algumas dúvidas e, mais dia menos dia, ele vai ser de lá e vamos ter um outro tipo de presidente na Turquia. gostei muito dessa tua análise, mas pretendo rebater um pouco. A questão do Trump com a NATO não se prende apenas com os co-pagamentos dos aliados. Ou melhor, em termos literais, sim. Ele só abordou directamente isso. No entanto transmite uma grande sinal (e a política internacional e a diplomacia são feitas mais nos sinais que se lêm nas entrelinhs do que nas declarações) de que os EUA já não valorizam a NATO como faziam. Repara, no fundo a NATO é uma criação dos ianques, que interessava aos ianques e que eram o primeiro meio de afimração da América no mundo. Era uma espécie de Mickey Mouse club: sim os Portuguais e as Turquias pertenciam, mas os EUA eram o Mickey Mouse, o centro gravitacional, a razão de ser deste clube. Ora, nunca os EUA atacaram a NATO, nunca um presidente dos EUA criticou o seu funcionamente, nunca uma administração a descurou. A vinda do Trump, e o camião de m*rda que ele atirou para cima da NATo logo de rajada (essa é a sua táctica: atira uma camião de m*rda para cima de todo o tipo de relação bilateral, para que a contraparte venha a correr, pedir batatinhas, por favor, por favor), deu o tiro de partida para os outros membros da NATO repensarem a sua integração. Na Europa começou-se a falar de um exército europeu (o qual, a vir, já vem com 40 ou 50 anos de atraso); para a Turquia foi altura de pensar em qu espécie de aliança se sentiria mais em casa. Tudo certo, que a Turquia (o Erdogan, mas a Turquia é o Erdogan) se vê como uma espécie de líder natural do mundo islâmico, mas acho que sabe que não pode chefiar a sua própria coligação militar de nações. No Mundo Árabe os sauditas não deixariam; no mundo Islâmico contariam em acréscimo com a oposição do Irão. O único "mundo" que podem liderar é o mundo turquico, Cazaquistões e Turquemenistões, mas isso é poucochinho. Porém, a conecção com a Rússia é natural e vantajosa. A vários níveis. E para ambas as partes. Dizer que a Turquia não tem grandes ligações com a Rússia é um erro. Sim, durante seculorum ambos os países andaram em permanentes guerras, pelo controlo dos Balçã, Caucaso, Mar Negro. Mas isso é um somenos. Ser rival não é antónimo de afinidades. A Suécia sempre foi, historicamente, a grande rival da Dinamarca. No entanto, também é o país com o qual esta tem mais afinidades. Idem para Portugal e Espanha. Aliás, a rivalidade, muitas vezes, até é uma questão de afinidade: dois entes podem tornar-se rivais precisamente por serem parecidos, ou por se equivalerem em estatuto e ambições. A Turquia, apesar de ter andado às turras com a Rússia entre os séculos XVI e XX, não deixa de partilhar mais a mundivisão dos russos, que a dos Ingleses. Uma mundivisão iliberal, autoritária, com um culto do chefe, do líder, sempre com uma prevalência forte das forças armadas. À partida dirias, que isto também descreve um pouco os EUA. Sim, com a diferença significativa de que nos EUA não há uma cultura de submissão da sociedade ao poder. Ou seja, se a sociedade não concordar com o poder, este não o submete. Na Turquia e na Rússia (e nesse lado do mundo) sim. Passemos à Rússia. Desde a queda do bloco soviético a Rússia Imperial vê-se vazia e perdida. Não tem um grande bloco de aliados que anule a NATO; perdeu a influência que tinha em zonas onde sempre mandou; e vê-se reduzida a uma série pouco conexa de ligações com países dispersos, ainda enquadradas pela existência da URSS. Tem as suas Sírias, um ou dois países de Africa e pouco mais. Perdeu para a China a liderança de uma espécie de bloco para-marxista (Cube, Vietnam e Coreia do Norte), e rivaliza com a China a influencia em países (regimes) declaradamente anti-yankee (Nicaragua, Venezuela, Bolívia, etc). Tem influência, mas tem de a partilhar com o seu camarada chinês. O único sítio onde mantém um imperialismo russo é na Bielorrusia (que na prática é ainda uma RSS da Rússia) e na Ásia central (excluindo o Tajiquistão, que alinha primariamente com o Irão, com o qual partilha tudo, culturalmente). Ora é nesta zona que a Turquia também se assumiu como potênica influenciadora, pois é a líder natural (e tem-o exercido) do mundo Turquico, e os países deste bloco, sempre buscando não estarem tão dependentes da Rússia, têm buscado alternativas, que encontram na Turquia. É aqui que pode haver uma aliança, burtal, entre Rússia e Turquia. Reconhecendo uma na outra um igual histórico, concordam numa partilha de poder, formando um bloco coerente e quasi-territorialmente contíguo, juntando forças para que esse bloco inclua países que quer um quer outro tenha, ou tenha tido influência. O objectivo seria, pois, incluir a Síria (onde o Assad incrivelmente sobreviveu - mais uma vez por falta de decisão da NATO); o Azerbaijão (muito amigo de ambas as potências, e que faz fronteira com as duas); quiçã impôr uma influência no Iraque e no Líbano. Se o Irão se vir muito acossado pelos EUA, entra no barquinho também e traz o Tajiquistão consigo para completar o ramalhete da Ásia Central. Quiçá o Paquistão, sempre tão autoritário e cada vez mais isolado (com o senão de fazerem da índia um inimigo). Na Europa, então poderia ser um fartote. A Rússia tem comprado influência no velho continente através do financiamento da sua destruição, com os seus agentes, Salvinis e os Salvinis de cada país. Cada vez mais há líderes a pretender uma aproximação à Rússia (na Alemanha inclusive, por causa do gás). Não creio que algum dia a Europa Ocidental, mesmo que entregue aos Farages, Le Pens, Salvinis, Wilders, etc, etc, entre para um bloco com a Rússia. Aqui o que a Rússia pretende é outra coisa, Comprar a sua inação e o seu silênico enquanto recupere algum do seu bloco de leste (Ucrânia, à cabeça), e principlamente balcânico (onde a Turquia têm uma influência tremenda, em países como a Albânia, Bosnia, Kosovo, Macedónia). Com jeitinho, ainda levavam a Sérvia, isolando ou até levando, a Grécia. A junção de poderes da Turquia e da Rússia é algo que seriamente poderia criar um bloco de poder como o o mundo não via há muito. Tudo enquanto os EUA, manietados por Trump até 2024, nada fariam pela chantagem que o Kremlin tem sobre ele e pela evidente imbecilidade desta administração e isolacionismo pateta. (não revi, se tiver erros ortográficos, o Descartes que me perdoe.) 2 Compartilhar este post Link para o post
Lage_Effect Publicado 23 Julho 2019 (editado) Estes britânicos tem é que se f*der sozinhos Editado 23 Julho 2019 por Lage_Effect Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado 23 Julho 2019 Citação de Lage_Effect, há 6 minutos: Estes britânicos tem é que se f*der sozinhos Esta eleicao foi apenas dentro do partido conservador, e era claro que entre as opcoes para leader, o Boris e' o mais forte. Acaba por ser ate' a melhor coisa para o pais, porque coloca mais plausivel que o gajo faca m*rda ao ponto que haja votos para acabar com este governo e realizar novas eleicoes gerais. Noutra corrida 'a lideranca de um partido, a Jo Swindon ganhou nos Lib Dems, um resultado natural de alguem que pode dar uma lideranca forte a um partido que se torna um candidato serio nas proximas eleicoes, com os resultados fracos evidentes dos conservadores e dos trabalhistas. Compartilhar este post Link para o post
Mica Publicado 23 Julho 2019 Passados 4 anos é de se lhe tirar o chapéu ao António Costa, realmente. O PS passou de um declínio evidente a provável maioria absoluta em 4 anos, e pelo meio um Governo impensável com suporte dos partidos de esquerda, que correu muito melhor do que as melhores expetativas do povo português. Se o PS continuasse na m*rda, com este PSD, não sei sinceramente que País tínhamos hoje... Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 23 Julho 2019 Citação de Gorki, há 1 hora: Isto do Boris ir para primeiro-ministro através de eleições dentro do próprio partido sem ter sido ido a eleições... não foi o mesmo com a May? Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado 23 Julho 2019 Citação de Puto Perdiz, há 23 minutos: não foi o mesmo com a May? yup, inicialmente com a demissao do Cameron. O que a May fez (que foi tão de génio como de mesquinho), foi aproveitar uma má fase de reputação dos trabalhistas para convocar eleições gerais...que iria perder se não fizesse coligação com os idiotas dos DUP. Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 23 Julho 2019 https://www.propublica.org/article/trump-inc-podcast-tommy-hicks-jr-donald-trump-jr-hunting-buddy Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 24 Julho 2019 É um modelo que funciona em vários países anglo-saxónicos, na Austrália também acontece isso. Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 24 Julho 2019 (editado) Citação de IlidioMA, Em 23/07/2019 at 12:21: gostei muito dessa tua análise, mas pretendo rebater um pouco. A questão do Trump com a NATO não se prende apenas com os co-pagamentos dos aliados. Ou melhor, em termos literais, sim. Ele só abordou directamente isso. No entanto transmite uma grande sinal (e a política internacional e a diplomacia são feitas mais nos sinais que se lêm nas entrelinhs do que nas declarações) de que os EUA já não valorizam a NATO como faziam. Ora, nunca os EUA atacaram a NATO, nunca um presidente dos EUA criticou o seu funcionamente, nunca uma administração a descurou. A vinda do Trump, e o camião de m*rda que ele atirou para cima da NATo logo de rajada (essa é a sua táctica: atira uma camião de m*rda para cima de todo o tipo de relação bilateral, para que a contraparte venha a correr, pedir batatinhas, por favor, por favor), deu o tiro de partida para os outros membros da NATO repensarem a sua integração. Na Europa começou-se a falar de um exército europeu (o qual, a vir, já vem com 40 ou 50 anos de atraso); para a Turquia foi altura de pensar em qu espécie de aliança se sentiria mais em casa. ''Uma mundivisão iliberal, autoritária, com um culto do chefe, do líder, sempre com uma prevalência forte das forças armadas.'' Vou-me focar no cerne da discussão que é se o Trump provocou ou não a compra dos armamento russo. Tu achas que sim porque o Trump transmitiu um grande sinal nas entrelinhas. Eu acho que não foi nas entrelinhas, o Trump abertamente chamou a NATO de obsoleta, ultrapassada, redundante etc, mas também ninguém a retórica do Trump é tão incoerente e inconsistente que se torna irrelevante, sobretudo quando os atos da sua administração(atos, não sinais) são no sentido contrário. Os principais membros do gabinete dele(Pompeo, Pence etc são militantemente atlanticistas). Um pequeno país dos balcãs, o Montenegro aderiu à NATO, deram-se início ao processo de adesão da Macedónia do Norte; também podemos apontar para a enorme construção de um forte da NATO na Polónia, o maior co-investimento dos últimos tempos promovido e em grande parte pago pela administração Trump. Ora, não me parece correcta essa tua visão de que os Estados Unidos estão a descurar a NATO(se o fizessem não entravam novos membros, não se fazia investimento recorde em bases na europa de leste). Se olharmos para o que está realmente a acontecer e ignorarmos um bocadinho títulos sensacionalistas, percebemos que pouco mudou. A única pedra no sapato no qual os Estados Unidos estão a insistir desde o primeiro dia( e com alguma razão) é mesmo a questão dos orçamentos de defesa dos aliados. Isso naturalmente aborreceu os aliados europeus que procuram uma maior independência na gestão da sua defesa; agora a razão pela qual a Turquia procure uma menor dependência dos Estados Unidos não tem a ver com isso porque eles próprios até estão de acordo com o Trump nesse aspeto. Aliás, o Erdogan tem uma muito melhor relação com o Trump do que com o Obama. Tudo o que se tem escrito sobre o esfriar de relações entre USA e Turquia tem sido está relacionada com o a tentativa de golpe falhada ou com a não deportação do Gulen. Esta compra da Turquia é obviamente má para a NATO mas não significa que a Turquia vai sair da aliança. As relações com a Rússia estão a melhorar e vão continuar a melhorar mas isso não significa que sejam aliados. Existem demasiadas que coisas que sempre dividiram e vão dividir no futuro os dois país. Uma mundovisão não se limita apenas a natureza autoritária do Estado, senão, a Arábia Saudita e o Irão seriam aliados. Uma mundovisão inclui também uma certa partilha de valores, objectivos comuns, cultura etc, e a Turquia e a Rússia, aparte da questão do YPG discordam em quase tudo. Além do mais, a Turquia é intrísecamente liberal. É um país dividido, existe uma parte mais europeia e outra mais islâmica. Já teve governos bastante liberais e que em pouco se distinguiam da Europa. E um dia vai voltar a ter. Este ano já perdeu a Istanbul. Citação de Gorki, há 8 horas: Sim. Não deixa de ser uma situação pouco democrática. Os deputados legitimamente eleitos pelo parlamento votarem no Primeiro-ministro é pouco democrático? Citação de Lebohang, há 7 horas: É um modelo que funciona em vários países anglo-saxónicos, na Austrália também acontece isso. Não é modelo anglo saxónico, é mesmo a natureza do parlamentarismo. Aqui também é assim e foi assim com a transição Durão Barroso-Santana Lopes; em Itália isto acontece com alguma frequência. Mas isto sucede em todos os países onde o parlamento decide quem vai ser o primeiro-Ministro. Editado 24 Julho 2019 por ascom Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 24 Julho 2019 https://www.democracynow.org/2019/7/22/iran_strait_hormuz_tensions_us_uk Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 25 Julho 2019 Em espanha vamos ter eleições. Eu não gosto do iglesias mas a forma como o Sanchez o tratou é indiscritível. Arrogância, insolência, soberba são palavras que ficam aquém para descrever o tratamento do Sanchez. Terá sucesso? Acredito que sim. Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado 25 Julho 2019 Aparentemente os Lib Dems ja avancaram com uma motion of no confidence no governo do Boris. Aparentemente tinham que o fazer agora antes das ferias de verao para ser logo debatido no fim das ferias, a 3 de setembro. Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 25 Julho 2019 (editado) Citação de Sandes., há 59 minutos: Aparentemente os Lib Dems ja avancaram com uma motion of no confidence no governo do Boris. Aparentemente tinham que o fazer agora antes das ferias de verao para ser logo debatido no fim das ferias, a 3 de setembro. Não vai dar em nada. O corbyn já disse que não é o momento. O labour vai votar numa moção de não confiança juntamente com o resto do parlamento quando/se o no deal se tornar inevitável. Nessa altura sim vão ter hipótese de deitar abaixo o governo e fazer um governo de união nacional se alguns tories se rebelarem. Esse governo iria organizar um novo referendo e fazer novas eleições. O problema é que isso seria tão impopular que não vejo outro resultado que não a vitória massiva de uma coligação entre conservadores e brexit; ainda para mais quando os partidos remainers vão concorrer separados. Lib+Green & Labour(agora voltou a ser um partido remainer). Outra hipótese seria o parlamento votar contra o no deal. Isto já foi votado mas nunca passou. Pode ser que mais perto do precipício mais conservadores votem contra. https://twitter.com/pmdfoster/status/1154330400115834883?s=19 Os planos do Johnson nesta thread Editado 25 Julho 2019 por ascom Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado 25 Julho 2019 Citação de ascom, há 2 minutos: Não vai dar em nada. O corbyn já disse que não é o momento. O labour vai votar numa moção de não confiança juntamente com o resto do parlamento quando/se o no deal se tornar inevitável. Nessa altura sim vão ter hipótese de deitar abaixo o governo e fazer um governo de união nacional se alguns tories se rebelarem. Esse governo iria organizar um novo referendo e fazer novas eleições. O problema é que isso seria tão impopular que não vejo outro resultado que não a vitória massiva de uma coligação entre conservadores e brexit; ainda para mais quando os partidos remainers vão concorrer separados. Lib+Green & Labour(agora voltou a ser um partido remainer). Outra hipótese seria o parlamento votar contra o no deal. Isto já foi votado mas nunca passou. Pode ser que mais perto do precipício mais conservadores votem contra. Nao e' o momento agora, mas em Setembro a situacao pode ser diferente. Fonte dos Lib Dems disse que preferiram fazer assim porque se fizerem a motion so' em setembro, atrasam mais o debate sobre a motion e arriscam-se a nao haver governo durante a deadline do brexit. E isto e' especialmente pertinente porque cabinet apontado pelo Boris e' das piores coisas que ja' se viu, tbh. E' um desastre 'a espera de acontecer. E assim se abre tambem as ferias de verao para se recolher apoio para o voto em setembro. Compartilhar este post Link para o post
Cannonball Publicado 25 Julho 2019 Citação de ascom, há 5 horas: Não vai dar em nada. O corbyn já disse que não é o momento. O labour vai votar numa moção de não confiança juntamente com o resto do parlamento quando/se o no deal se tornar inevitável. Nessa altura sim vão ter hipótese de deitar abaixo o governo e fazer um governo de união nacional se alguns tories se rebelarem. Esse governo iria organizar um novo referendo e fazer novas eleições. O problema é que isso seria tão impopular que não vejo outro resultado que não a vitória massiva de uma coligação entre conservadores e brexit; ainda para mais quando os partidos remainers vão concorrer separados. Lib+Green & Labour(agora voltou a ser um partido remainer). Outra hipótese seria o parlamento votar contra o no deal. Isto já foi votado mas nunca passou. Pode ser que mais perto do precipício mais conservadores votem contra. https://twitter.com/pmdfoster/status/1154330400115834883?s=19 Os planos do Johnson nesta thread Duvido que Tories + Brexit Party tivessem maioria. O brexit party tem estado a descer em todas as polls, e neste momento os 2 juntos têm 42% dos votos. Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 25 Julho 2019 Citação de ascom, há 7 horas: Em espanha vamos ter eleições. Eu não gosto do iglesias mas a forma como o Sanchez o tratou é indiscritível. Arrogância, insolência, soberba são palavras que ficam aquém para descrever o tratamento do Sanchez. Terá sucesso? Acredito que sim. têm até 24 de setembro para chegarem a acordo. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 26 Julho 2019 Uma águia com duas cabeças e tacos de golfe. Trump discursa com selo presidencial adulterado Compartilhar este post Link para o post
Sumudica by Night Publicado 26 Julho 2019 Quando estiverem em baixo, pensem que a Ana Leal está nomeada para um Globo de Ouro. Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 26 Julho 2019 Citação de Gorki, há 3 horas: A ERC deliberou que a TVI mentiu deliberadamente nas reportagens da Ana Leal sobre o PCP antes das Europeias. http://www.pcp.pt/sobre-deliberacao-da-erc-pcp-tinha-tem-razao-tvi-mentiu-caluniou tal como mentiram nas resportagens sobre as adopções da IURD. A TVI vai-se f*der com este jornalixo sensacionalista. É que o PCP, coise, mas a IURD vai mover o céu e a terra em pedidos de indeminzações milionários. Não me surpreenderia se a TVI "foldar" a médio prazo, afundada em dívidas de indemnizações (ao que se junta a queda livre em que estão desde o início do ano, com a SIC a prosperar como nenhum grupo de comunicação prosperou antes). Compartilhar este post Link para o post