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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Não vai haver austeridade, vai haver austeridade, não vai haver austeridade...

O Costa que se decida de uma vez por todas.

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Já agora deliciosa a azia da Fernanda Câncio no twitter devido aos apoios de 15M do Governo à imprensa privada, deviam estar à espera que chovesse dinheiro fácil e afinal vai haver critérios de distribuição consoante a tiragem e receitas publicitárias.

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Citação de Lebohang, há 1 minuto:

Já agora deliciosa a azia da Fernanda Câncio no twitter devido aos apoios de 15M do Governo à imprensa privada, deviam estar à espera que chovesse dinheiro fácil e afinal vai haver critérios de distribuição consoante a tiragem e receitas publicitárias.

rip observador

sorte grande para o cm

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Citação de Mayday, há 1 minuto:

rip observador

sorte grande para o cm

Houve uma rutura de lidamentos total na redação do Diário de Notícias que vai obrigar a uma longa paragem por lesão, até o Pedro Marques Lopes que é apenas cronista lá foi para o Twitter reclamar. 🤣

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Por causa disto é que já vi 3 vezes o novo vídeo do Jerónimo a relembrar Lenine nos seu 150 aniversário. Matou mas foi pouco.

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Citação de Lebohang, há 47 minutos:

Não vai haver austeridade, vai haver austeridade, não vai haver austeridade...

O Costa que se decida de uma vez por todas.

Ele sempre disse que não. O título do expresso parece que foi tirado do contexto. Enfim, mais um dia no escritório do grupo impresa

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O Ventura hoje optou por pegar em títulos de notícias (essa que o @ascom fala do Expresso) para tentar armar peixeirada com o PM e ainda questionou o tempo que ele tinha para responder, acusando o Ferro Rodrigues de parcialidade. Política? Zero.

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Citação de Thierry Henry, há 1 minuto:

O Ventura hoje optou por pegar em títulos de notícias (essa que o @ascom fala do Expresso) para tentar armar peixeirada com o PM e ainda questionou o tempo que ele tinha para responder, acusando o Ferro Rodrigues de parcialidade. Política? Zero.

Podes tirar o Ventura da CMTV mas não podes tirar a CMTV do Ventura.

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Citação de Lebohang, há 59 minutos:

Houve uma rutura de lidamentos total na redação do Diário de Notícias que vai obrigar a uma longa paragem por lesão, até o Pedro Marques Lopes que é apenas cronista lá foi para o Twitter reclamar. 🤣

já sabe que vai cair para o lado dele

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Citação de Lebohang, há 1 hora:

Houve uma rutura de lidamentos total na redação do Diário de Notícias que vai obrigar a uma longa paragem por lesão, até o Pedro Marques Lopes que é apenas cronista lá foi para o Twitter reclamar. 🤣

Ai não. Se deixa de pingar lá se vai o Brunch ao fim de semana. 

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Citação de Puto Perdiz, há 2 horas:

já sabe que vai cair para o lado dele

 

Citação de challenger, há 1 hora:

Ai não. Se deixa de pingar lá se vai o Brunch ao fim de semana. 

O gajo trabalha e escreve numa data de sítios, SIC, TSF, A Bola, etc... Até numa revista de golfe.

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Ontem quem levasse para casa um barril de petróleo pagavam-lhe para comprar – este estava à venda a um preço negativo. É como as salsichas da Ikea, digo sempre que aquilo custa 50 cêntimos mas é tão mau que em breve nos oferecem 1 euro para as comer. Muitos estão habituados a ver as crises do capitalismo como um fenómeno marcado pela inflação, mas a deflação é que é a marca da crise capitalista: deflação na produção, às vezes com inflação nos preços. Quero isto dizer que o valor real na competição da salsicha é menos 10 mas está à venda por mais 20. Tentarei explicar aqui como funciona. Peço-vos paciência. Um dos significados da palavra crise é «conjuntura ou momento perigoso, difícil ou decisivo». Por outro lado, crise aparece como «oportunidade».

O que há de perigoso, difícil ou decisivo para os que vivem do seu trabalho? Como toda a crise cíclica que ocorre no sistema capitalista desde o início do século XIX (este tipo de crise é um exclusivo do capitalismo, uma vez que as crises pré-capitalistas eram crises de escassez, de penúria, provocadas por maus anos agrícolas, guerras, etc., agora temos excesso de produção), esta manifesta-se em primeiro lugar por uma superprodução de capital. Uma expressão disso mesmo são as bolhas, mas num nível mais profundo temos, por exemplo, a quantidade física de casas produzidas muito além do necessário, com preços muito acima do razoável. Observa-se, igualmente, um aumento no custo unitário do trabalho, muito em particular nos EUA, que são o motor do sistema, e fazem que a crise seja globalizada. Olhando por outro ângulo, vemos uma deflação (queda do valor) tanto no preço da propriedade como dos bens. Ora tudo isto é, para um trabalhador, o melhor que poderia acontecer: queda dos preços.

O mesmo não é possível dizer para os bancos e a indústria (seja de bens ou de serviços) que dependem dos preços dessas propriedades para garantir os juros, dividendos ou rendas que remuneram os capitais aí investidos. Por isso, estes reagem à crise com medidas contracíclicas, que visam reverter o ciclo de queda do lucro. Os bancos centrais cortam a taxa de juro para criar liquidez, as empresas despedem ou fecham para estancar a queda do lucro (deitam laranjas fora para evitar vendê-las a um preço abaixo da taxa média de lucro, para usar a imagem de 1929, hoje já há stock de alimentos a degradar-se e ao mesmo tempo fome presente). E os governos despejam os seus helicópteros cheios de dinheiro na banca e na indústria para trocar os ativos desvalorizados por outros valorizados, ou seja, trocam as reformas, salários, empresas públicas robustas, layofs, etc, por lixo titularizado (caso da TAP, por exemplo, neste momento; ou da dívida bancária da CP). Troca-se riqueza real — salários e bens públicos, transportes e trabalhadores — por papéis desvalorizados, as dívidas bancárias destas empresas. É precisamente nesse movimento de combate à crise de valorização do capital que começa a crise de (des)valorização dos salários. É importante compreender que não se trata de uma mesma crise, não estamos todos no mesmo lugar do barco — há gente no porão, a maioria, alguns no convés e outros ao leme.

A impressão de dinheiro pelo Banco Central Europeu não quer dizer nada a não ser mais austeridade — dinheiro não faz dinheiro nem evita a queda da taxa média de lucro, deflação nos preços de produção. A impressão de dinheiro nos EUA em 2008 — quantitative easing — teve efeitos porque os EUA têm a maior produtividade do mundo, os chineses a produzir a preço de ditadura do Partido Comunista da China, e acima de tudo porque o salário médio nos EUA sofreu uma queda histórica de 25% desde 2008 e foi essa queda, o salário, o único valor real, que pagou a impressão desse dinheiro. Ou seja, a salvação do capitalismo norte-americano, e por arrasto do comércio mundial, foi feita desde o segundo semestre de 2009 com uma queda abrupta no salário, conseguida pelo aumento do desemprego.

Os ciclos económicos da produção capitalista, descritos em O Capital de Marx, que ocorriam no século XIX sensivelmente a cada dez anos e hoje a cada sete anos (estão cartografados pelo Departamento de Comércio norte-americano), têm um ciclo de vida que podemos descrever assim: período de crise, expansão, pico de acumulação, crise… A origem das crises cíclicas é a desvalorização da propriedade por aumento do capital constante (investimentos, máquinas, tecnologia, etc.) perante o capital variável (salários). No modo de produção capitalista, as crises são de superprodução de capital e não de escassez, como na Idade Média. Quando o custo do trabalho, a única origem do valor, sobe em relação ao capital constante, há uma crescente desvalorização da propriedade, cai a taxa média de lucro. É a crise. Tudo isto estava em movimento impagável antes da pandemia, a pandemia espoletou uma nova crise cíclicas, mas não a originou. Ela, a pandemia, encontrou um doente diabético, obeso, cardíaco, que é o capitalismo mundial titularizado cada vez mais em dívidas impagáveis.

A crise não afeta os trabalhadores no seu primeiro momento. Pelo contrário, há queda de preços, como houve ontem com o petróleo. Normalmente no final do ciclo, antes de se entrar em crise (ou seja, antes de se dar uma queda na taxa de lucro, deflação de preços na produção, etc., que muitas vezes se manifesta com quedas nas bolsas), há uma alta taxa de empregabilidade da mão de obra ou do custo unitário do trabalho. Nesta crise, o desemprego atingirá níveis estruturais e inéditos, mais de 25% da força de trabalho em Portugal, números reais, em 2021, o que significa que o grau de desvalorização dos capitais — e a necessidade de acionar medidas contracíclicas mais devastadoras — será desta vez muito superior. Estamos em cima de um vulcão. Estamos, do ponto de vista da produção capitalista, numa bifurcação histórica em que ou há concentração de empresas e mega falências e desemprego de massas, ou revolução do mundo do trabalho que exproprie os bancos e empresas estratégicas para a produção e uma política de pleno emprego, ou guerras de expansão concorrencial e luta imperial bélica.

Nos EUA, ao contrário do que é erradamente referido nos manuais, as taxas de desemprego de 1929 só foram revertidas quando o país entrou na guerra, em 1941. Foi a economia de guerra, ou seja, transformar desempregados em soldados, forças produtivas em fábricas de máquinas de destruição, que reverteu a crise de acumulação.A megaimpressão de dinheiro pelo Banco Central Europeu corresponde a atirar gasolina para o fogo. Se esse dinheiro não for pago, ou seja, se não encontra correspondência na produção, o prejuízo é assumido a 80% pelas populações de cada país; se for pago, é porque os cortes nos salários vão ser ainda maiores para conseguir pagar essa impressão de dinheiro. Quando os projetos social-democratas e federalistas pedem coronabonds e festejam a impressão de dinheiro pelo Banco Central Europeu, penso numa metáfora caseira. Tenho flores nas varandas que a minha mãe — engenheira genética florestal – me diz que estão mal: sol a mais, sol a menos, água a mais, água a menos, nutrientes, o certo é que elas só estão mesmo bonitas quando vou de férias e são cuidadas… por ela. Um dia destes vinguei-me, cheguei a casa e vi o hibisco resplandecente de flores e liguei-lhe: afinal «também eu sabia cuidar das flores!» Ela respondeu-me: «Está a morrer, as plantas quando estão a morrer desatam a reproduzir-se.»

Dinheiro não é valor, trabalho é valor. O nosso desafio hoje não é salvar o capitalismo, morto. É salvar-nos da sua salvação, uma guerra entre nações, numa altura em que o Médio Oriente é um anel de fogo e a guerra civil já está na Ucrânia, Síria, ou um confronto bélico China-EUA, cada vez mais provável. O monstro aproxima-se. É imperioso construir uma alternativa que não seja, como foram as do passado, como na URSS, um pesadelo ditatorial. Era sobre isso – podemos ou não construir sociedades justas, iguais e livres, que rompam o ciclo de acumulação – que devíamos estar todos juntos a pensar, dia e noite. E não a saudar os hibiscos e o seu brilho no leito de morte.

Texto adaptado do meu livro ensaio “Para onde vai Portugal?” (Bertrand).

https://raquelcardeiravarela.wordpress.com/

Leitura interessante.

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Já agora internacionalmente as coisas estão a ficar "interessantes", a Austrália e mais uns quantos países da Commonwealth juntaram-se aos EUA para um pedido de inquérito à atuação da China no início da pandemia.

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Citação de Lebohang, há 1 hora:

O gajo trabalha e escreve numa data de sítios, SIC, TSF, A Bola, etc... Até numa revista de golfe.

é a vida actual dele. Cair do Dn leva por arrasto a TSF e a restante global media.

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Citação de Puto Perdiz, há 13 minutos:

é a vida actual dele. Cair do Dn leva por arrasto a TSF e a restante global media

E ele que "trabalhou" tanto para aqui chegar. E trabalha ainda mais para ver se lhe chega finalmente o tacho na política.

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Citação de Mayday, há 3 horas:

"Não é um problema de gestão".

Estás em grande na arte da deturpação.

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Citação de Lebohang, há 5 horas:

Leitura interessante.

Não li o texto, mas ao passar só reparei nesta: "e acima de tudo porque o salário médio nos EUA sofreu uma queda histórica de 25% desde 2008".

De onde raio é que ela tirou essa?

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Não pode ser verdade, a Joacine não ter direito à palavra nas comemorações do 25 de Abril. Espero que reconsiderem

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Citação de ascom, há 10 horas:

Não pode ser verdade, a Joacine não ter direito à palavra nas comemorações do 25 de Abril. Espero que reconsiderem

foi a votação e votaram que não, os únicos que votaram a favor foram os partidos com um só deputado.

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Nunca um deputado não inscrito teve direito antes. Não me chateia que não tenha.

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Também não me chateia, o que me verdadeiramente incomoda é este apego ao Regimento como se fosse uma Bíblia quando ele está evidentemente antiquado e ultrapassado visto que foi feito numa altura em que havia 5 partidos na AR (+ a bengala PEV) e agora temos o dobro.

É este apego a coisas ultrapassadas feitas há décadas e completamente desfasadas da realidade que mata verdadeiramente a democracia.

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