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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Acho que deviam fazer uma petição sobre os limites da opinião relativamente a abusos policiais. Não quero ofender ninguém. 

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Citação de SAS_Robben, há 2 horas:

Eu entendo que ele quer todos os policias morram e sejam perseguidos, porque para eles todo e qualquer polícia é assassino. É a apologia do assassinio de forma indiscriminada pela categoria profissional das pessoas.

 

N acho q o che tenha um problema com os policias enquanto indivíduos, se são pessoas boas ou más, mas enquanto instituição, visto ser a ferramenta que o estado impõe para  obter o monopólio da violência e prepetuar a segregação racial e de classes que existe, especialmente nos usa lol

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Citação de Plagio o Original, há 1 minuto:

N acho q o che tenha um problema com os policias enquanto indivíduos, se são pessoas boas ou más, mas enquanto instituição, visto ser a ferramenta que o estado impõe para  obter o monopólio da violência e prepetuar a segregação racial e de classes que existe, especialmente nos usa lol

O problema do Che é querer ser troll. Por isso é que não existe uma nuance em nada do que ele escreve. Há anos que não leio nada vindo dele que não possa ser interpretado como ser troll. Não acredito minimamente que ele acredita em tudo o que escreve. Ele só escreve para provocar reações e acho que todos nós já percebemos isso há muito. 

No caso dele acreditar no que diz, então tem graves problemas para resolver.

Por exemplo, no caso do antifa, eu estou em concordância com ele na essência de perto de 90% dos temas mas diria que temos uma diferença no grau de atuação sobre as questões porque provavelmente sou mais moderado nas formas de atuação que acho que devem ser utilizadas. No entanto, consigo perfeitamente respeitar as opiniões dele e as considero legitimas porque tentam ser o mais intelectualmente honestas possíveis e são baseadas nas interpretações legitimas que ele faz dos atos.

Já o Che diz o que diz porque quer atenção e provocar.

De resto, o problema é complexo porque acho que é legitimo tanto criticar a instituição como os indivíduos que a compõe porque uma coisa alimenta a outra.

A Instição está podre porque uma (boa) parte dos indivíduos que a compõe também estão podres e (boa) parte dos indivíduos estão podres porque a Instituição está podre. Não é fácil de resolver.

Já li e ouvi relatos de que em algumas cidades americanas houve capacidade de literalmente despedir departamentos e esquadras inteiras e as substituir por gente nova com outro tipo de mentalidade mais democrática e liberal e que nestas cidades as coisas melhoraram. Talvez seja uma opção, não sei mas que é um tema complexo é e é urgente tratar dele e aqui estou a incluir em Portugal onde o racismo policial existe e não é pouco. A quantidade de policias que apoia ideais facistas é alarmante.

Agora nunca mas nunca irei considerar que é responsável e moralmente aceitável considerar que todo o qualquer policia é um facista e criminoso. Se não aceito que se considere que todo o cigano é um criminoso, que todo o negro é inferior, que um homem do lixo é menor pelo trabalho que se faz também não posso aceitar que toda uma classe profissional seja tratada de tal forma que se peça a morte de todos os seus elemento até porque, lamento, precisamos desta classe profissional. Precisamos dela limpa mas precisamos.

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A cena do Che é passar demasiado tempo no r/ChapoTrapHouse. Eu também gosto mas não ando a partilhar por aí as coisas daquele cantinho brilhantemente insano de trollagem esquerdista.

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Citação de antifa, há 1 hora:

A cena do Che é passar demasiado tempo no r/ChapoTrapHouse. Eu também gosto mas não ando a partilhar por aí as coisas daquele cantinho brilhantemente insano de trollagem esquerdista.

EU oiço o podcast às vezes. É ainda mais hilariante.

Editado por ascom

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Citação de SAS_Robben, há 5 horas:

Já li e ouvi relatos de que em algumas cidades americanas houve capacidade de literalmente despedir departamentos e esquadras inteiras e as substituir por gente nova com outro tipo de mentalidade mais democrática e liberal e que nestas cidades as coisas melhoraram. Talvez seja uma opção, não sei mas que é um tema complexo é e é urgente tratar dele e aqui estou a incluir em Portugal onde o racismo policial existe e não é pouco. A quantidade de policias que apoia ideais facistas é alarmante.

O problema é que não é meramente policial, é sistémico. Se tentarmos resolver apenas a questão policial, não duvido que em 10/15 anos estejamos na mesma.

É um tema fundo. Ontem alguém perguntava no twitter qual seria a melhor abordagem para "resolver" o assunto. Eu disse e acho que tem que ser mesmo na educação (com noção que é dossier para demorar décadas), tudo o resto é andar a correr atrás do prejuízo. Enquanto não reestruturarmos o programa de história, deixarmos de glorificar as colonizações e formos sérios com os contextos políticos dos acontecimentos, não vejo como podemos querer que alguém chegue ao fim dos ciclos de ensino obrigatório a não se achar superior.

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Citação de ascom, há 3 horas:

EU oiço o podcast às vezes. É ainda mais hilariante.

RIP Virgil 😭

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Citação de bmfpcdm, Agora:

Mais cedo, ou mais tarde, todos nós temos que morrer.

Tem que morrer como Mussolini. 

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Citação de Mayday, há 1 hora:

Tem que morrer como Mussolini. 

Correto, como Mussolini e como qualquer comum mortal. O mundo não é composto por judeus errantes.

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@SAS_Robben, identifiquei-te a ti porque acho que és do que mais estão por dentro da política americana, o anuncio do apoio do Powell ao Biden o que pode significar? Tendo em conta que o mesmo é um republicano de alguma nomeada. 

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Citação de Ed, há 12 minutos:

@SAS_Robben, identifiquei-te a ti porque acho que és do que mais estão por dentro da política americana, o anuncio do apoio do Powell ao Biden o que pode significar? Tendo em conta que o mesmo é um republicano de alguma nomeada. 

Não é para mim, mas não terá grande impacto. O Powell já tinha apoiado a Clinton e o Obama. Ele não é uma figura influente para os republicanos atuais e, acima de tudo, ter feito parte da admnistração Bush não abona muito a seu favor. 

Ainda assim, mantenho a minha previsão de há uns meses, de que o Biden vai ganhar. A razão pela qual penso isso é que ele se deu muito melhor nas primárias democratas com eleitorado branco e de colarinho azul do que a Hillary há 4 anos  e foi esse eleitorado que lhe custou a vitória. Assumindo que todas as pessoas que votaram Hillary vão votar Biden, ele vai conseguir esses votos extra nesses Estados importantes como Wisconsin, Michigan, Pennsylvannia e Ohio e torná-los azuis(senão todos pelo menos 2 deles).

Editado por ascom
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Citação de Ed, há 18 minutos:

@SAS_Robben, identifiquei-te a ti porque acho que és do que mais estão por dentro da política americana, o anuncio do apoio do Powell ao Biden o que pode significar? Tendo em conta que o mesmo é um republicano de alguma nomeada. 

Nenhum impacto.

O Powell fez parte da Cúpula Bush que faz parte dos ódios de estimação dos apoiantes do Trump e já anda a se juntar aos democratas desde o Obama.

Na realidade o ataque ao Trump vindo de generais como o Powell, Mathis, John Allen, Wesley Clark, Kelly e companhia só demonstra é como o Establishment do Pentagono não pode como ele. De certa forma é bom sinal porque dá ideia de que se o Trump fizer uma loucura o Pentagono tira-lhe o tapete mas para os apoiantes dos Trump é irrelevante.

 

Editado por SAS_Robben
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Podemos dizer então que o Partido Republicano está partido? Uma ala mais hardcore, populista e conservadora, penso eu que poderemos albergar o Tea Party, e uma mais "liberal" que é gerida pelo establishment antigo do partido?

Entretanto ao que parece Bush e Romney não vai apoiar o Trump.

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Citação de Ed, há 4 minutos:

Podemos dizer então que o Partido Republicano está partido? Uma ala mais hardcore, populista e conservadora, penso eu que poderemos albergar o Tea Party, e uma mais "liberal" que é gerida pelo establishment antigo do partido?

Entretanto ao que parece Bush e Romney não vai apoiar o Trump.

Nenhum impacto, em 2016 foi a mesma lengalenga, Bush não vai votar em Trump mas em Clinton, o partido está dividido e depois foi o que se viu. O Bush não apoiar o Trump equivale à Ana Gomes não apoiar o Costa.

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Citação de Ed, há 4 minutos:

Podemos dizer então que o Partido Republicano está partido? Uma ala mais hardcore, populista e conservadora, penso eu que poderemos albergar o Tea Party, e uma mais "liberal" que é gerida pelo establishment antigo do partido?

Entretanto ao que parece Bush e Romney não vai apoiar o Trump.

isso já tinha acontecido nas últimas eleições. A Fox ao início andava a cascar no Trump, só quando ele estava com a primárias no bolso é que o começaram a apoiar.

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Citação de Ed, há 8 minutos:

Podemos dizer então que o Partido Republicano está partido? Uma ala mais hardcore, populista e conservadora, penso eu que poderemos albergar o Tea Party, e uma mais "liberal" que é gerida pelo establishment antigo do partido?

Entretanto ao que parece Bush e Romney não vai apoiar o Trump.

Não diria que está partido, cerca de 90% dos republicanos apoiam o Trump e esta sondagem foi feita no meio da crise, porque a % de apoio no partido deve ser até um pouco maior.

Esse tal establishment já perdeu o controlo há muito do partido, já não existe. 

Editado por ascom

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Citação de ascom, há 24 minutos:

Ainda assim, mantenho a minha previsão de há uns meses, de que o Biden vai ganhar. A razão pela qual penso isso é que ele se deu muito melhor nas primárias democratas com eleitorado branco e de colarinho azul do que a Hillary há 4 anos  e foi esse eleitorado que lhe custou a vitória. Assumindo que todas as pessoas que votaram Hillary vão votar Biden, ele vai conseguir esses votos extra nesses Estados importantes como Wisconsin, Michigan, Pennsylvannia e Ohio e torná-los azuis(senão todos pelo menos 2 deles).

Eu também mantenho a minha até ver, Julho e Agosto serão decisivos para perceber o cenário norte-americano, já que é nesses 2 meses que as sondagens se costumam aproximar um pouco mais dos resultados finais. O Trump pode dar-se ao luxo de perder marginalmente a eleição e ser eleito Presidente, coisa que o Biden não pode. Além do mais é presidente incumbente, o que lhe dá vantagem e penso que vá ganhar os debates contra o Biden. Diria 55% Trump ganhar, 45% Biden ganhar. Mas com muita margem de erro, a 1 de Agosto já se terá uma melhor noção.

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Citação de El Colosso, há 7 minutos:

Uma semana e já estamos aqui

 

Como é que isto funcionaria? Genuinamente curioso lol

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Citação de Ed, há 3 minutos:

Podemos dizer então que o Partido Republicano está partido? Uma ala mais hardcore, populista e conservadora, penso eu que poderemos albergar o Tea Party, e uma mais "liberal" que é gerida pelo establishment antigo do partido?

Entretanto ao que parece Bush e Romney não vai apoiar o Trump.

https://thehill.com/homenews/senate/500829-gop-senators-dodge-on-treatment-of-white-house-protesters

"“I didn’t watch it closely enough to know,” Sen. Mitt Romney (R-Utah) told reporters. "

 

O Romney é um valente filho da mãe sedento de poleiro que se tenta fazer passar por bom da fita. Ele que enfie um tronco de carvalho no cu e rode até fazer fogo. c*ralhos o f*dam.

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É só aqui que concordo com Satre, vs Camus. O lado humanista de Camus que defendia que a revolta era o único meio para atingir o fim essencial da felicidade e chegar ao encontro determinante com a liberdade, aqui, neste contexto, nestes momentos, não tem (total) validade porque essa revolta é uma revolta interior, uma revolta de espírito, uma revolta que nunca se opõe à vida humana, e hoje podemos adicionar que nunca se opõe à propriedade privada, nunca a sacrificaria pela defesa e manutenção de princípios fundamentais comuns a todos, igualitários e equitativos.

Camus defendia a independência das colónias Francesas, da Argélia, onde nasceu, mas não defendia os movimentos de libertação. Camus defendia a possibilidade de ambos, os árabes e os descendentes dos colonos, viverem numa Argélia livre em igualdade. O que seria sempre injusto porque para os árabes nunca seria exactamente uma libertação plena. Tudo no plano da utopia. Uma vez perguntaram-lhe porque é que se ele defendia a independência se opunha aos movimentos de libertação e ele respondeu que entre a justiça e a mãe, escolhia a mãe.

Satre estava errado, e ficou do lado errado da história mesmo entre os comunistas, ao defender a ideia desvirtuada do comunismo Stalinista e as suas atrocidades, mas no plano teórico consegue ter razão. Para defendermos eficazmente os nossos princípios temos que conseguir sacrificar alguma coisa. Camus defendia a independência da Argélia mas apenas se isso não exigisse um sacrifício da sua parte, o abandono da sua pátria, e prejuízo para a sua mãe. 

É aqui que encontro um paralelismo com a situação actual. Não é possível querer uma mudança pedindo que as coisas fiquem como estão. 

Não vamos conseguir defender a democracia, os nossos direitos, liberdades e garantias, os valores humanistas, de quem se predispõe sem exame de consciência a meter 10000 soldados na rua contra o seu próprio povo, de quem pede violência contra os manifestantes, de quem incita o ódio contra minorias, põe em causa os valores democráticos e mais um sem fim de acções antagonistas, fazendo apenas marchas pacíficas, incapazes de encarar o sacrifício. Assim é uma vitória para os opressores. Abrir um parêntesis para dizer que a destruição da propriedade privada e a pilhagem de lojas não faz parte da revolta, é aproveitamento e táctica desestabilizadora para justificar algumas acções, como pudemos testemunhar. 

A resposta violenta, martirizada, pode também não ser a solução, Martin Luther King e Malcom X defendiam reacções diferentes e tiveram o mesmo fim, perderam ambos. Pode acontecer que a força do inimigo seja sempre superior. Mas a história não deixa dúvidas, quando não estamos no terreno da justiça, da liberdade, do bem senso, da democracia, a violência, para qualquer um dos lados, é sempre a mais eficaz. Não há revoluções pacificas, todas as revoluções são violentas.

Os idealismos, por si só, não resultam perante um opressor violento. Todos os idealismos pós renascimento se concretizaram depois da violência. 

Não teríamos vencido os nazis e os fascistas sem contrapor com a mesma violência. E o grande dilema de Curchill foi vencido quando compreendeu que nunca venceria a Guerra se não sacrificasse as vidas que sacrificou no desembarque da Normandia. Que teria sido do mundo se perante a loucura nazi e fascista tivéssemos só agido pacificamente, de que teria valido a coragem dos anti-fascistas se se tivessem revoltado apenas interiormente e não agissem, não se opusessem?

Tolstoi, Gandhi, Camus, Thoreau, todos eles admitiam a importância da revolta como fundamental, no entanto, apenas uma revolta interior e individual. Perderam quase sempre perante a força do opressor. E não por caso, quase todos, se isolaram da sociedade e do mundo, à excepção de Camus. A desobediência civil de Thoreau contra as politicas xenófobas e populistas de James K. Polk (O Donald Trump do século XIX) foi deixar de pagar impostos, mas quando saiu da cabana onde vivia isolado e foi à cidade engraxar os sapatos, prenderam-no. Esta revolta mesmo que interior e individual é importantíssima, têm todos razão, mas quando é a defesa dos nossos princípios colectivos que está em quase a revolta tem que ganhar outra dimensão, uma dimensão de ataque e defesa mais concreta. A ideia do homem revoltado de Camus é a forma mais consciente de viver, mas individualista e apática perante contextos como este.  

Camus tinha, em parte, razão numa coisa. É uma hipocrisia condenar a violência de um lado e justificar a violência do outro. Mas dependendo do que está em causa, a violência pode ser justificável. Este argumento pode ter pouca força porque depende sempre da perspectiva. Da perspectiva do opressor também há uma razão, uma moral, uma certeza. Mas o mal e o bem não deixam dúvidas a ninguém, acredito eu.

Foi sempre a rebelião das massas, a rebelião do colectivo que nos trouxeram a uma mundo que consideramos, não perfeito, mas mais justo e equilibrado, que lhe acrescentou valores e dignidades. Com mais ou menos sacrifícios. 

Claro, a morte de Donald Trump deveria ser metafórica, uma derrota, a sua morte politica, mas isso parece ser uma realidade impossível, não só pela análise do seu comportamento recente mas o comportamento do passado histórico (passo a redundância). Compreenderemos melhor esta revolta quando, e se, Donald Trump perder as eleições e se recusar a aceitar os resultados, quando lançar o caos e tudo cair pelas mãos de um individuo e por um individuo.

Se acontecer na América, acontecerá em todo o lado.

Donald Trump tem que servir de exemplo. 

Não sou a favor da violência, mas compreendo-a e por vezes acho-a necessária. 

Editado por Mayday
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