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Mary

Tudo sobre Conte, o furacão que surpreendeu o futebol inglês

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Citação do jornal "A Bola" online

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Antonio Conte revolucionou o Chelsea e está a deixar Inglaterra espantada com a eficácia e o sucesso da equipa liderada pelo italiano.

Conheça os passos, os segredos e algumas curiosidades à volta deste treinador italiano.

Há um ano, antes dos jogos do Boxing Day (26 de dezembro), o Chelsea era 15.º classificado na Premier League, com 18 pontos, três acima da linha de água e a 20 do líder Leicester. Mourinho tinha acabado de ser despedido e fora substituído por Hiddink e o campeão em título somava problemas atrás de problemas.

Em 366 dias tudo mudou. Hoje (quinta-feira, 29 de dezembro de 2016) o Chelsea é líder isolado, com 46 pontos, mais sete que o segundo classificado, o City, depois de 12 vitórias seguidas que viram os blues galgarem lugares na tabela até uma posição que poucos esperariam que pudesse ocupar nesta altura. Incluindo o próprio treinador, Antonio Conte, apontado por quase todos como o grande responsável pela inversão na fortuna do Chelsea esta época. «Chegar ao Natal, abrir o jornal e ver que estamos no topo é fantástico. Se me perguntassem antes, tenho de ser honesto, seria difícil de acreditar, mas os jogadores merecem-no», admitiu.

Há muitas explicações para a fantástica carreira do Chelsea na presente temporada, mas quase todas têm o dedo do italiano que tomou Inglaterra de assalto, depois do sucesso na Série B, com Bari e Siena, depois na Juventus e nas duas épocas anteriores na seleção italiana. Conte chegou qual furacão e mudou muita coisa em Stamford Bridge - da relação com os jogadores à participação nas atividades do clube, culminando na já célebre alteração tática (para um 3x4x3 invulgar em Inglaterra) depois de duas derrotas seguidas e que valeu, para já, a melhor sequência de triunfos do Chelsea na Premier League.

Do génio ao feitio difícil

Antonio Conte tem fama de ter feitio difícil. «É um génio, mas como todos os génios é meio louco. Quando ele está zangado um balneário é um dos sítios mais perigosos onde se pode estar. Já entrou ao intervalo, estando nós a ganhar, a atirar garrafas de água para todos os lados por causa dalgum erro que tivéssemos feito ou por sentir que deveríamos ter uma vantagem maior», descreve Andrea Pirlo, médio que Conte foi buscar ao Milan logo na sua época de estreia na Juventus, e que viria a revelar-se decisivo no regresso da Vecchia Signora ao domínio do futebol italiano (três títulos consecutivos com Conte, depois de dois sétimos lugares).

Mas se Conte se enfurece com alguma regularidade - como quando mandou calar Buffon num momento em que, no balneário, o guarda-redes e capitão da Juventus decidiu falar de prémios de jogo, ou quando explodiu com Krasic logo num dos primeiros jogos como treinador da Juve, pelo facto de o sérvio não seguir as suas instruções táticas -, é também um acérrimo defensor dos seus jogadores. Desde que veja que trabalham. «Ele tem um caráter forte e é muito emotivo. Passa o tempo a gritar com toda a gente, a fazer os jogadores darem um pouco mais, e isso tem-nos ajudado. Deu-nos a confiança de que poderíamos vencer jogos, vencer o campeonato, e de repente começámos a ganhar. Os resultados estão à vista», diz Pedro Rodriguez, desilusão do Chelsea na época passada depois de ter sido contratado ao Barcelona por 27 milhões de euros, e que este ano encontrou o seu espaço e o bom futebol.

Conte incentiva o espírito de grupo - e já promoveu jantares coletivos com o plantel nalguns célebres restaurantes de Londres, em ocasiões especiais - mas o impacto não se faz sentir apenas junto dos jogadores. Os relatos que chegam de Cobham, centro de treinos do Chelsea, dão conta de uma satisfação generalizada dos funcionários do clube com o treinador - pela sua atenção ao detalhe, do vídeo à informação média e física. E o facto de o italiano ter comparecido na festa de Natal, em vez de apenas gravar um vídeo, como era tradição, mais ajuda à imagem que quer fazer passar, de que o sucesso é coletivo e não se limita apenas a quem trabalha no relvado.

Conte: a carreira

Conte teve uma fantástica carreira de jogador, iniciada no Lecce e que prosseguiu, entre 1991 (pela mão de Giovanni Trapattoni) e 2004, na Juventus, onde foi capitão e conquistou cinco campeonatos e cinco provas internacionais. Como treinador subiu o Bari e o Siena antes de chegar à Juventus, que devolveu ao topo do futebol italiano - apesar de ter falhado na Europa, com eliminações perante o Bayern nos quartos da Champions em 2012/13 e perante o Benfica nas meias-finais da Liga Europa em 2013/14 (numa época em que a final era jogada em Turim, e depois de ter sido terceiro no grupo na Liga dos Campeões, atrás de Real Madrid e Galatasaray).

Divergências com os administradores da Juventus sobre o reforço do plantel precipitaram a saída na pré-época de 2014/15. Dois meses depois estava na seleção italiana, que levou de forma autoritária à fase final do Euro-2016, onde viria a cair com a Alemanha nos quartos de final, no desempate por penalties (com um conjunto de jogadores considerado pela crítica como um dos piores das últimas décadas).

Conte é como treinador a imagem do que foi como jogador - um misto de garra e inteligência, com um lado emocional muito forte. «Não tinha o talento de Zidane ou Roberto Baggio como jogador, e joguei com os dois. Eles, rodeados de adversários, tinham capacidade para se libertar ou fazer algo interessante com a bola. Eu compensava a falta de talento com o esforço, o trabalho e a capacidade de sacrifício, mas por vezes, se não tivesse um companheiro por perto, poderia perder a bola. Como treinador, desde o primeiro dia que quis procurar soluções para os meus jogadores quando tivessem a bola. Não quero que façam as coisas só porque eu digo, quero que as percebam, que compreendam qual a utilidade de algo que fazemos, defensiva ou ofensivamente. Porque se perceberem, tenho a certeza de que as vão fazer com mais convicção e aprender melhor.»

A tática, os jogadores

Esta filosofia terá sido fundamental na grande revolução na equipa do Chelsea, feita já com a época a decorrer. Depois do sucesso com Juventus e seleção italiana em 3x5x2, admitia-se que Conte procurasse implementar o mesmo sistema nos blues. Afinal, depois de testar um 4x4x2 na pré-época, acabou por começar o campeonato em 4x2x3x1. Mas os resultados não foram os esperados, sobretudo defensivamente - e depois de duas derrotas seguidas, com Liverpool e Arsenal, Conte decidiu mudar.

Frente ao Hull, surgiu num 3x4x3 com pormenores surpreendentes: Azpilicueta, lateral de origem, como central; e Moses, extremo a quem pouca capacidade defensiva era reconhecida, como ala direito. Resultou. Nesse jogo e nos 10 seguintes. E a velocidade com que a equipa se adaptou a uma forma de jogar pouco comum em Inglaterra foi o que mais surpreendeu.

«Nas primeiras duas semanas trabalhámos imenso. Depois começámos a procurar encontrar as linhas de passe certas. O objetivo era encontrar um melhor equilíbrio entre defesa e ataque. Mas sim, estou surpreendido com a rapidez com que apreenderam a mudança», admitiu o técnico italiano.
«Conte conseguiu fazer no Chelsea uma quase réplica da Juventus em três ou quatro meses, o que é muito difícil. Mas teve a bênção de não estar na Europa, de poder trabalhar com a equipa todos os dias», analisa Gary Neville, ex-treinador do Valência. O tempo para trabalhar, e a forma como o fez, com a equipa também em elevado nível físico, é apontado como outra, talvez a maior, justificação para o sucesso - à semelhança do que também tinha acontecido na sua primeira temporada na Juventus.

Com as vitórias veio a segurança defensiva (dois golos sofridos nesses doze jogos) mas também o renascimento dos jogadores mais atacantes - Hazard já não é obrigado a acompanhar o lateral contrário nem a procurar sempre a linha quando tem a bola, está lá Marcos Alonso para o fazer; isso permite ao belga estar mais adiantado quando a equipa recupera a bola e vir mais para o meio, dando maior apoio a Diego Costa, outro dos grandes beneficiados da mudança tática. Pelo meio, Ivanovic e Óscar acabaram sacrificados - com o brasileiro já transferido para a China.
Agora o Chelsea é líder isolado. Sempre que o conseguiu no Natal foi campeão. Aliás, nas últimas 12 épocas, em nove o primeiro classificado antes do Boxing Day conquistou o título - de tal forma que José Mourinho, treinador em três desses quatro títulos do Chelsea, não acredita que a sua ex-equipa venha a perder o título.

«Marcam um golo e vencem. Defendem muito e bem. Não ligam ao que as pessoas dizem, nos últimos 20 minutos fazem entrar defesas, só querem ganhar. E por isso não os vejo a perder muitos pontos», analisou o atual treinador do Manchester United, que já teve um pequeno conflito com Conte, a seguir à derrota dos red devils em Stamford Bridge, por não ter gostado da forma como o italiano celebrou o triunfo, na direção das bancadas.

O recorde de vitórias do Chelsea, que pertencia a Mourinho, já foi batido. O próximo objetivo é ultrapassar o do Arsenal, que conseguiu 14 triunfos consecutivos em 2002. Em princípio mantendo o 3x4x3, mas Conte diz não estar preso à tática e admite mudar se entender que é necessário. «O meu sistema preferido é o que leva a minha equipa à vitória!»

Curiosidades sobre Antonio Conte

Antonio Conte foi envolvido no escândalo de apostas Calcioscommesse, acusado por um antigo jogador do Siena de ter tido conhecimento de tentativas de combinar resultados. Num processo demorado, com várias acusações que foram caindo, acabou ainda assim condenado a 10 meses de suspensão por não ter participado tentativa de suborno no jogo Albinoleffe-Siena, de que teria tido conhecimento. O castigo seria mais tarde reduzido para quatro meses, que cumpriu já no banco da Juventus.

A carreira de Conte tem ficado marcada pelo uso de sistemas com três centrais, mas o treinador insiste que não tem um sistema tático favorito. Curiosamente, há mais de uma década, quando concluiu o seu curso de treinador em Coverciano, apresentou uma tese intitulada `Considerações no 4x3x1x2 e o Uso Educacional do Vídeo`. Em 2003, foi o 4x3x1x2 que levou o Milan ao título europeu, com Rui Costa atrás de Shevchenko e Inzaghi, em final frente à Juventus onde jogava Antonio Conte.

Pep Guardiola foi alvo, durante a época passada, do interesse de Manchester City e Chelsea - Roman Abramovich nunca fez segredo de que gostaria um dia de ver o catalão em Stamford Bridge. Com Guardiola a confirmar logo em fevereiro que no verão deixaria Munique para rumar a Manchester, o Chelsea acabou por voltar-se para Antonio Conte. Mas segundo o jornal Telegraph, o italiano era também alternativa para o City caso Guardiola tivesse fugido para Londres - ou optado por continuar no Bayern.

No início da carreira Conte chegou a usar um megafone para dar indicações nos treinos. Deixou-se disso, mas grita de tal forma que é frequente ficar rouco. E de forma a minimizar o problema, ganhou o hábito de recorrer a rebuçados para a garganta. Só que quando chegou a Londres percebeu que os seus preferidos Ambrosoli al Miele não eram vendidos no país, pelo que agora está a importá-los de Itália - pelo correio ou através de amigos e família.




Citação do jornal "A Bola" online

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Conte levou jornalistas ingleses para conversar e beber uma cerveja

John Southall, jornalista da BBC, fez uma revelação curiosa e, no mínimo, inovadora. Depois da conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Bournemouth (vitória por 3-0, ontem), o treinador do Chelsea, Antonio Conte, foi com os jornalistas presentes em Stamford Bridge para um pub perto do estádio.

«Foi uma hora muito agradável. Fomos todos para um bar ao pé do estádio e ele (Conte) pagou-nos uma rodada de cerveja. Foi muito simpático e aberto connosco. Falou-se de futebol, claro... A sua liderança parece ser boa acho que isso é demonstrado na forma como ele age com a imprensa e com os jogadores», revelou o repórter da cadeia inglesa.

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Justiça lhe seja feita, é o melhor treinador da actualidade.

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Ficarei muito surpreendido se não foi eleito a pessoa do ano de 2017 pela Time.

E só não foi este ano porque se trata de uma revista americana, tudo o que é relacionado com o futebol demora mais a chegar lá.

Editado por Enzo Dios Perez

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Com o Conte, o Sporting ainda ia a tempo de ser campeão no final da primeira volta.

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Citação do jornal "A Bola" online

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Conte lesiona-se e está em dúvida

O treinador do Chelsea, Antonio Conte, sofreu uma lesão muscular no treino do Chelsea de preparação para o jogo frente ao Stoke.

De acordo com o Daily Mail, Conte é conhecido por ser muito interventivo nos treino e durante uma corrida com o jogadores sofreu a lesão.

Os testes revelam que não será grave e que é esperado a presença do técnico italiano no banco no jogo de sábado.

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Conte :prayer:

 

Meter o Chelsea em 1º lugar com 10 vitorias consecutivas, depois de fazer 1 ano em que o Mourinho saiu de lá na 2º metade da tabela.

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A sério que apagaram aqueles posts? :estrelas:

 

não é preciso ser um einstein para perceber que aquilo era extremamente inflamatório

Editado por Rōnin

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Creio que deixei por aqui no fórum no início da temporada que achava que estavam a deixar demasiado o Conte de fora na corrida para o campeonato. Acima de tudo o Conte entrou no campeonato inglês numa fase de maturação das suas ideias perfeita para o fazer. Geriu bem, entra na Premier na altura em que está suficientemente preparado e, com a sua qualidade, vence.

 

Guardiola, por exemplo, é totalmente o oposto. Não estava preparado para o futebol inglês e agora enfrenta o desafio de evoluir o seu jogo num contexto em que tem que vencer semana após semana.

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Com o Conte, o Sporting ainda ia a tempo de ser campeão no final da primeira volta.

 

Faz aí um 3-4-3 à Conte para o Sporting. Tentei fazer e a cabeça deu um nó na hora de escolher os alas e os extremos.

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Faz aí um 3-4-3 à Conte para o Sporting. Tentei fazer e a cabeça deu um nó na hora de escolher os alas e os extremos.

Patricio

Semedo-Paulo-Coates

Gelson-Adrien-William-B.César

Campbell-Dost-Ruiz

 

Fácil.

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Já há muito que se fala que o 343/352 seria a formação que mais se adaptaria aos jogadores que o Sporting tem. Até mesmo se ele quisesse continuar a apostar no Xaloto.

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Creio que deixei por aqui no fórum no início da temporada que achava que estavam a deixar demasiado o Conte de fora na corrida para o campeonato. Acima de tudo o Conte entrou no campeonato inglês numa fase de maturação das suas ideias perfeita para o fazer. Geriu bem, entra na Premier na altura em que está suficientemente preparado e, com a sua qualidade, vence.

 

Guardiola, por exemplo, é totalmente o oposto. Não estava preparado para o futebol inglês e agora enfrenta o desafio de evoluir o seu jogo num contexto em que tem que vencer semana após semana.

Isso quer dizer o quê mesmo?

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Patricio

Semedo-Paulo-Coates

Gelson-Adrien-William-B.César

Campbell-Dost-Ruiz

 

Fácil.

O Bruno César é bem pensado. Não sei se metia o Gelson tão longe da baliza. O Sporting parece ter apenas o Schelotto para esse lugar, o que é preocupante. O Esgaio ainda está no clube, certo?

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Patrício

Semedo-Coates-Paulo

Esgaio-William-Adrien-Bruno César

Gelson-Dost-Ruíz

 

A equipa até parece decente tirando o Semedo e os dois alas que não são grandes espingardas para o esquema de 3 defesas.

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O Semedo era mau para 3 centrais pq?

Nunca gostei dele, não sou apreciador de jogadores burros e esse é o grande defeito dele :mrgreen:

O meu pai que por acaso é Sportinguista e sempre partilhou da mesma opinião que eu, acho que se exagerou um bocado no início quando ele fez umas exibições jeitosas mas foi fogo de vista, vale essencialmente pela sua capacidade física e recupera diversos lances fruto da velocidade que tem, duvido que algum dia tenha capacidade para jogar nos grandes clubes da Europa e também ficaria reticente caso fosse titular na selecção, aliás para mim o Paulo é superior a ele mas parece estar encostado definitivamente, contudo isto é apenas a minha opinião e certamente muita gente terá uma visão diferente.

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Eu concordo em praticamente tudo o que dizes. A cena é que preferia o Semedo em 3 centrais do que em 2 :lol:

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