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Subdirector do Público revela identidade de administrador de 'Os Truques da Imprensa Portuguesa'

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A minha dúvida é sincera. Porque não poderia ser Campo Grande em vez de Lumiar?

Inicialmente o clube até era para se chamar Campo Grande Sporting Club. No entanto, já existia o Campo Grande Football Club, do qual saíram em protesto aqueles que viriam a ser os fundadores do Sporting Club de Portugal, se calhar por isso decidiram trocar o nome à última hora na Assembleia Geral de 1 de Junho de 1906, a segunda do clube, para ter um nome que englobasse o nome do país e para se fazer melhor essa distinção, presumo.

Editado por doom_master

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Inicialmente o clube até era para se chamar Campo Grande Sporting Club. No entanto, já existia o Campo Grande Football Club, do qual saíram em protesto aqueles que viriam a ser os fundadores do Sporting Club de Portugal, se calhar por isso decidiram trocar o nome à última hora na Assembleia Geral de 1 de Junho de 1906, a segunda do clube, para ter um nome que englobasse o nome do país e para se fazer melhor essa distinção, presumo.

Correcto. Foi a versão desportiva do PPD, 70 anos antes :mrgreen:

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Correcto. Foi a versão desportiva do PPD, 70 anos antes :mrgreen:

 

Esta m*rda não dá direito a ban sumário do tópico?

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Esta m*rda não dá direito a ban sumário do tópico?

 

Podia ser pior. Ele podia ter dito que era a versão desportiva do CDS. É que, parecendo que não, o PPD/PSD ainda vai ganhando uns "campeonatos" de vez em quando...

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Completamente errado meus amigos. Vão lá descobrir porque é que se começou a chamar PPD, depois PPD/PSD e finalmente só PSD que era o nome original. E depois contem, ou postem só "aahhhhh, então foi por isso".

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Podia ser pior. Ele podia ter dito que era a versão desportiva do CDS. É que, parecendo que não, o PPD/PSD ainda vai ganhando uns "campeonatos" de vez em quando...

lmao

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Podia ser pior. Ele podia ter dito que era a versão desportiva do CDS. É que, parecendo que não, o PPD/PSD ainda vai ganhando uns "campeonatos" de vez em quando...

 

Até hoje ainda não havia dado o devido uso à ferramenta de bloqueio de users. Até hoje.

 

:(

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:mrgreen:

 

só estou a dizer que acho piada quando uma organização escolhe um nome que não é o pretendido para que não se confunda com outra que passado um ano ou dois desaparece.

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Podia ser pior. Ele podia ter dito que era a versão desportiva do CDS. É que, parecendo que não, o PPD/PSD ainda vai ganhando uns "campeonatos" de vez em quando...

 

 

LOL

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Vou aos 30:00 da entrevista do Unas ao Pedro Bragança. Estou a gostar imenso, o gajo parece mesmo inteligente e consciente do trabalho que faz na página.

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Estive a ouvir eles na Prova Oral e a classe jornalística mete pena. Então aquele Luis Pires que ligou para lá ridicularizou-se de uma maneira.

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Estive a ouvir eles na Prova Oral e a classe jornalística mete pena. Então aquele Luis Pires que ligou para lá ridicularizou-se de uma maneira.

Confere, tb estive a ouvir.

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Estive a ouvir eles na Prova Oral e a classe jornalística mete pena. Então aquele Luis Pires que ligou para lá ridicularizou-se de uma maneira.

True :lol:

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O Pedro Bragança também esteve no Maluco Beleza do Rui Unas.

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Estive a ouvir eles

 

a minha costela madeirense teve um orgasmo

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O Pedro Bragança também esteve no Maluco Beleza do Rui Unas.

 

 

Começa aos 5:00.

Editado por UnReal

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Começa aos 5:00.

já estava na pagina anterior, pah.

 

Eu acho que este foco principal no Pedro, desde o gajo do Publico até ao gajo que ligou para a prova oral, é capaz de ser propositado a ver se dando "fama" só a um, os dois se separem e dê asneira. É que, como o João disse na Prova Oral, a página é dos dois e estão sempre a fazer uns filmes do crl com as intenções do Pedro como se o João não tivesse mão nenhuma.

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Os truques da imprensa portuguesa

 

Activistas anti-touradas rejubilam. Aficcionados pro-touradas revoltam-se. Jornal Económico conquista os clicks de ambos. Milhares, no total.

 

Mas afinal, as touradas na RTP vão mesmo acabar? Não. Ao Diário de Notícias, Daniel Deusdado, diretor de programas da estação pública, afirmou que apesar do bom resultado nas audiências da transmissão da "Corrida TV Norte", a 17 de Julho, não está prevista a transmissão de um maior número de touradas por ano, para além daquelas que já estavam previamente agendadas.

 

O Jornal Económico escreveu o seu texto com base no DN.

 

---

 

"Contactado pelo DN , o diretor de programas da RTP1 deixa claro que o resultado das audiências "não é relevante para a decisão de ter ou não touradas em antena" e assume que não está nos seus planos investir em mais transmissões anuais."

 

http://www.dn.pt/artes/interior/tourada-da-audiencias-mas-rtp-exclui-mais-corridas-8672846.html

 

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Clickbait do século :lol:

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Ricardo Costa, outra vez.

 

Saiu hoje um episódio do novo podcast “Perguntar Não Ofende”, de Daniel Oliveira, com Ricardo Costa, diretor-geral do grupo IMPRESA e diretor de informação da SIC, como convidado.

 

A certa altura, o anfitrião recupera o episódio que Ricardo Costa protagonizou no Twitter a propósito dos Truques, em Fevereiro de 2017. Aproveitando a tribuna e a ausência de contraditório, Ricardo Costa decidiu reabrir o livro mais de um ano depois, sem que nada o justificasse, mentindo, manipulando e distorcendo a história, ofendendo os autores dos truques que são, agora, pessoas concretas e não alvos abstratos.

 

Começa Ricardo Costa por dizer que “...não, a minha critica não era o anonimato, não não… se bem que o fim do anonimato mostrou que pelo menos são, dois deles, dois fanáticos”.

 

A crítica não era o anonimato, diz ele, era não saber quem é que o estava a criticar, porque isso é essencial para perceber “o que é que eles querem”. Ou seja, era o anonimato. Como sempre dissemos, no dia em que acabasse o anonimato, os nossos críticos encontrariam outra razão. Nunca pensámos que seria a mesma, mas dita por outras palavras. Irónico. Acrescenta Ricardo Costa, semi-orgulhoso, que “o meu serviço ali acabou por funcionar, foi só fazer um bocadinho de choque e pavor e por acaso correu melhor que o Iraque” (preferimos achar que a metáfora não passa de um ato falhado).

 

Neste momento, convém parar para situar o leitor. Nesta página, os autores denunciam erros, omissões, truques e violações de ética no jornalismo português. De caminho, e se lhes apetecer, fazem humor com situações menos graves e que sempre dão para rir, ainda que continuem a ilustrar, mesmo com ligeireza, o desnorte e a falta de cuidado com que se faz algum jornalismo em Portugal. Podemos errar, e – sabemos disso – nos mais de 2 mil posts que fizemos até ao momento já errámos. Mas, antes e depois do anonimato, não fizemos mais do que um exercício livre de análise e opinião, por pura recreação, sem depender de nada nem ninguém. Sempre independente. Sempre parcial.

 

O Direitor-geral do maior grupo de comunicação social privado do país, perante uma página com estas características, animada por dois jovens em regime de hobby que um dia decidiram intrometer-se no poder menos escrutinado, orgulha-se de se ter posto ao “serviço” para causar “choque e pavor”, que correu bem porque desmascarou “dois fanáticos”.

 

A vaidade levou-o ao erro: ele apenas lançou as bases – a suprema honra coube a outro herói esquecido da liberdade de expressão - que vieram a desmascarar duas pessoas, de 25 anos e 27 anos, sem militâncias partidárias, com profissões, de orientações políticas distintas, de cidades diferentes, com clubes de futebol diferentes, com amigos diferentes e carreiras autónomas que não dependeram nunca nem de interesses nem de cunhas para viverem a sua vida. No fundo, veio confirmar aquilo que nós próprios dizíamos sobre nós, na apresentação da página, desde o início.

 

E, pelo que percebemos da sua conversa, o único choque e pavor que Ricardo Costa causou foi nos seus patrões, que o questionaram – e muito bem – sobre toda aquela lamentável situação, sobre aquela torrente de insultos e ameaças. E Ricardo Costa respondeu: “Considero aquilo o meu momento hooligan.”

 

Paremos mais uma vez, desta feita para aplaudir a primeira vez que Ricardo Costa se constata como aquilo que, no que diz respeito a esta página, ele verdadeiramente é: um fanático. Mas um fanático orgulhoso, pois comparou uma página de crítica de imprensa ao KKK, um grupo racista e criminoso.

 

Depois de assegurar (de forma pouco convincente, diga-se) que “não tenho nada contra os Truques, estou-me nas tintas para o assunto”, Ricardo Costa dirige-nos outra crítica: a de que o nosso papel é o de “deixar a pradaria arder”. Ou seja: nós lançamos a acha, e vocês, leitores – loucos e selvagens –, pegam nela para fazer um incêndio que nós, quais pirómanos, nada fazemos para controlar. No fundo, culpa-nos por não controlarmos as reações dos nossos leitores e por não moderarmos devidamente as caixas de comentários.

 

Ora, isto é falso. É falso, por um lado, porque temos alguns hábitos bem vincados que quem acompanha a página – e, honra seja feita a Ricardo Costa, é para nós óbvio que ele não o faz, coisa que, ainda assim, não serve de obstáculo quando se trata de falar nas nossas supostas más práticas – está farto de notar: (i) discutimos muitas vezes, discordando ou concordando, com comentários de leitores; (ii) quando o jornalista visado – ou outro que lhe toma a defesa – participa na discussão, tentamos, sempre que nos apercebemos disso, responder e agradecer a entrega ao debate; (iii) quando nos apercebemos que as críticas estão a focar-se num ponto injusto, ou a tomar proporções que consideramos descabidas, intervimos e tentamos recolocar o foco da questão. Mas o que afirma o Ricardo Costa, num espaço sem contraditório? “Nunca vês os próprios a intervir”. Mentiu, mas se calhar nem sabe, porque não conhece a página. Se conhecer, mentiu conscientemente.

 

Deixamos na caixa de comentários um exemplo recente, da intervenção que fizemos a propósito de um comentário a uma publicação sobre Sandra Felgueiras.

 

Mas não ficou por aqui: ele próprio decide ilustrar essa falta de moderação, recuperando o caso em que publicámos uma foto de jornalistas numa das viagens de luxo à neve patrocinada pelo BES. Nessa foto, um dos jornalistas era Nicolau Santos, que veio à página comentar e justificar a sua presença nesse convívio. Não tinha nada que o fazer, naturalmente, mas fê-lo e só temos de lhe reconhecer a elevação. Ricardo Costa descreve esse momento nos seguintes termos: “A seguir vieram mil gajos matá-lo e atropelá-lo”. Deixamos também na caixa de comentários a imagem desse momento, em que vemos cinco comentários de resposta ao Nicolau Santos, nenhum deles ofensivo ou que careça de qualquer tipo de moderação. Na verdade, um até é um elogio e outro um apelo a que prove que é melhor que os outros. Ou seja: aproveitando mais uma vez o espaço sem contraditório e o facto de Daniel Oliveira, como é natural, desconhecer estes detalhes, Ricardo Costa mentiu. Fica ainda uma última nota sobre este tema, aparentemente desvalorizado por Ricardo Costa: quem introduziu a crítica à promiscuidade entre jornalistas e banqueiros foi o autor do livro “A vénia de Portugal ao regime dos banqueiros”, numa espécie de redenção pública por ter participado nestas mesmas viagens. A saber: José Gomes Ferreira, Diretor-Adjunto… da SIC.

 

Segue-se nova crítica: aparentemente, somos uma página de teorias da conspiração, que tem a popularidade que tem “como têm as páginas que dizem que a CIA deitou abaixo as Torres Gémeas, ou as que são antivacinas”. Comendo-nos assim por burros e idiotas, a nós e a quem nos lê e segue, Ricardo Costa ilustra esta tese com um exemplo: um post que teremos feito em que criamos a tese (“Isso é escrito”, afirma ele) que o Público desejava a morte de Mário Soares, porque publicou, a 30 de dezembro de 2016 e, portanto, antes da sua morte, uma imagem com fundo preto na qual já constava 2016 como ano da sua morte.

 

Ora, “isso NÃO é escrito”, em lado nenhum, nunca. O que dizemos no post é que a publicação foi de uma deselegância inqualificável. E foi, porque ainda que se preparem antecipadamente biografias de grandes figuras públicas cuja hora se parece aproximar, é no mínimo deselegante, a 2 dias do final do ano, incluir 2016 como ano da morte – e, efetivamente, Mário Soares viria a morrer já em 2017.

 

O Público apressou-se a apagar a imagem e invocou erro “externo”, ainda que afirmando, dubiamente, que “esta imagem nunca foi publicada nem publicitada pelo Público”, quando era notório que tinha sido efetivamente publicada no site do Público. Ainda assim, o que fizeram estes vossos pirómanos conspiradores? Publicámos imediatamente a seguir o comunicado do Público com a seguinte frase: “O Público esclareceu e, portanto, é um assunto encerrado”. Bela maneira de criar teorias da conspiração. Mais uma vez, Ricardo Costa mentiu. “É uma conspiração de baixa estirpe”, diz ele. Nós concordamos.

 

Avançamos para a mentira final, que é a de que um dos elementos da página está ligado ao Banco de Portugal. Uma mentira que ganha redobrada gravidade no momento em que Ricardo Costa assegura: “Eu sei do que estou a falar.” – justamente o mesmo tom ameaçador que utilizou quando, utilizando informação confidencial sobre nós, fornecida por nós, sob promessa de segredo, a um jornalista do seu jornal, nos ameaçou em público em Fevereiro de 2017. Desta vez, não só uma ameaça, como uma ameaça assente numa aldrabice. E, já agora, como é possível o Diretor de Informação do Grupo Impresa lançar a hipótese de o Banco de Portugal, ou alguém em seu nome, estar a tentar influenciar a comunicação social através de um braço nas redes sociais? Que lhe “dá vontade de rir ser escrutinado por alguém que está ligado ao Banco de Portugal”? Isto não é apenas conspiracionista e muito mais conspiracionista do que aquilo que Ricardo Costa nos acusa de ser, é delirante.

 

É uma acusação gravíssima que não se pode ficar por um acenar de mão e um “eu sei do que estou a falar”, como quem diz, não façam perguntas, mas acreditem no que eu digo.

 

Terminamos com uma nota de pesar. Há alguns meses fomos convidados para um debate com Ricardo Costa e, como tentamos fazer em relação a todos os convites, aceitámos. Ricardo Costa rejeitou. O facto de no podcast publicado hoje ter dedicado cerca de meia hora a falar sobre nós demonstra que a rejeição do convite não está tanto relacionada com qualquer espécie de desconsideração em relação a nós, mas antes numa tentativa de evitar o confronto e a exposição ao ridículo que seria ver desmascarada a inconsistência das suas acusações e insinuações.

 

É absolutamente lamentável que um dos homens mais poderosos da informação em Portugal, recusando-se a debater connosco, não se escuse nunca a espalhar, sem oposição, mentiras e preconceitos que uma visita breve à página desmascarariam. Em rigor, não é só lamentável. Reflete uma evidente falta de coragem.

 

Ricardo Costa tem muitas qualidades e estes episódios não afetam a forma como olhamos para a SIC e para o Expresso. Prova disso é a defesa que ele faz, logo depois de nos atacar, à decisão da SIC de divulgar imagens do interrogatório a José Sócrates, recorrendo a argumentos em tudo semelhantes aos que os fanáticos e conspiradores dos truques publicaram há já alguns meses.

 

O buraco negro de caos e perda de objetividade e lucidez em que Ricardo Costa mergulha nos momentos em que se refere a nós é evidente – ainda que tente, sem sucesso, disfarçar –, ainda mais agora, quando o faz com considerações pessoais de extrema deselegância, desconsideração e arrogância. O transtorno de Ricardo Costa continua a ser, como há um ano, a imagem perfeita do nosso sucesso.

 

No fundo, o nosso problema é, como ele volta a dizer neste podcast, termos embarcado nesta “tentativa imberbe de olhar para a comunicação social” em Portugal. A tentativa ainda nos perdoa. A falta de barba – de cabelos brancos, de estatura social, de prestígio, de pertença aos círculos de elite - essa é que é absolutamente imperdoável.

 

Como todos têm notado, e por razões acima expostas, que têm a ver com compromissos pessoais e profissionais, a página tem andado mais parada. Ao contrário do que Ricardo Costa pensa, temos tido ambos muito que fazer. É sempre bom relembrarem-nos porque é que isto ainda é necessário. Enquanto uns se acharem os donos do microfone, continuarão a haver truques da imprensa portuguesa.

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