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Um dia na vida do Sporting - 29/02 - E ao 616º dia, Bruno de Carvalho ressuscita

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A TVI e o MaisFutebol tiveram acesso ao mandado de detenção de Bruno de Carvalho, que revela que o ex-presidente do Sporting está indiciado por 56 crimes: dois de dano com violência, 20 de sequestro, um de terrorismo, 12 de ofensa à integridade física qualificada, um de detenção de arma proibida e 20 de ameaça agravada.

https://www.record.pt/futebol/futebol-nacional/liga-nos/sporting/detalhe/bruno-de-carvalho-indiciado-por-56-crimes-o-que-diz-o-mandado-de-detencao?ref=HP_DestaquesPrincipais

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Tanto crime, cum crl. Deu cabo da própria vida por... nem sei. Ego? Orgulho? Que idiota pegado.

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Só pode ter uma doença mental esse gajo, ainda não compreendo. Fez um excelente trabalho na minha opinião e depois dá-lhe na cabeça para fazer m*rda e estragar tudo o que fez, para quê? Pode ser que ele algum dia nos explique, estou muito curioso.

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Juventude Leonina: Dos meninos do S. João de Brito às agressões em Alcochete

Fundada em Março de 1976, a primeira claque em Portugal vive alguns dos dias mais conturbados da sua história, com o actual presidente e seu antecessor detidos por agressões a jogadores e elementos da equipa técnica.

Os pioneiros foram os Vapores do Rego, um grupo de jovens brasileiros que estudava em Lisboa e que levava batuques para o estádio de Alvalade. Mas a primeira claque oficial do futebol português foi criada a 18 de Março de 1976 – segundo a página da claque no Facebook - pelos filhos do então presidente do Sporting, João Rocha. A Juventude Leonina reunia um grupo de amigos do Colégio São João de Brito, em Lisboa, que partilhavam amizade e afinidades clubísticas, além de relações familiares com alguns dirigentes do próprio clube. 

O projecto foi ganhando força e, nos inícios dos anos 80, começou a fazer-se notar a influência brasileira: bandeiras gigantes, confettis, rolos de papel higiénico e cânticos de melodia simples. Ao mesmo tempo, o exemplo da Juve Leo levou à criação de outros projectos idênticos: Diabos Vermelhos (Benfica), Super Dragões (FC Porto), Fúria Azul (Belenenses), Panteras Negras (Boavista), Alma Salgueirista (Salgueiros) e Mancha Negra (Académica) surgiram todos nos primeiros anos 80 do século passado.

No final da década, o abandono da primeira fornada de elementos dá-se ao mesmo tempo que a Juventude Leonina passou a ocupar um lugar no topo sul do antigo Estádio de Alvalade. Os anos 90 representam a entrada em força do "estilo italiano": coreografias mais elaboradas, bandeiras com símbolos do grupo, utilização de material pirotécnico e faixas, roupa da própria organização e de outros grupos estrangeiros com quem se identificavam os elementos dos grupos.

Com Fernando Mendes como presidente, foi na Juve Leo que surgiram, de forma inédita em Portugal, referências à extrema-direita nas bancadas de um estádio de futebol. Do Grupo 1143 – a data do Tratado de Zamora que tornou Portugal independente de Espanha – fez parte Mário Machado, um dos rostos mais conhecidos do movimento skinhead em Portugal.

Os anos 90 foram uma época de turbulência até na relação com a Torcida Verde, a outra claque do clube na altura. "Houve várias situações de confronto entre os membros das duas claques. Em Setúbal, uma vez, por causa da colocação das faixas dos dois grupos houve [facas] ponta-e-molas que saltaram dos casacos", contou um antigo elemento das claques "leoninas", que preferiu o anonimato, à SÁBADO. As amizades entre membros de ambos os grupos também não eram fáceis. O mesmo elemento recorda que quem saída de um lado para o outro era visto como "traidor": "se vissem essas pessoas a falarem com alguém da outra claque achavam sempre que se estava a passar informação".

"Em meados dos anos 90, no regresso de uma deslocação ao Norte os motoristas dos autocarros recusaram trazer os elementos da Juve Leo, que tinham provado danos nos mesmos. A solução foi dividir toda a gente nos autocarros que não tinham sido vandalizados e nos veículos da Torcida Verde mas só depois de o então presidente, Sousa Cintra, ter assumido que pagava as contas", recordou, confessando que dentro do autocarro se consumiu muita droga no regresso. Outra história muito contada nos grupos organizados de adeptos (GOA), disse, aconteceu já no "reinado Roquette", que terá ordenado o pagamento da pintura de vários prédios em Faro, depois das inscrições Juve Leo 1906 terem dado "outra cor" à cidade.

Segundo o livro Grupo 1143, de Andrea Sani, publicado pela Chiado Editora, 1999 é um dos anos que define a claque – numa altura em que já ganhava destaque o actual presidente Nuno Vieira Mendes, conhecido como Mustafá. "O Musta pertencia a um grupo da própria claque que participava nos confrontos físicos com as outras claques, foi assim que se foi destacando", contou um antigo elemento da claque, que preferiu o anonimato, à SÁBADO. Quando o estádio de Alvalade antigo foi demolido, levou consigo a inscrição "Mustafá em Paris". Segundo esse mesmo elemento, constava que tinha sido para celebrar a passagem pela capital francesa durante a Supertaça em 1995 – com escaramuças e pequenos furtos à mistura.

O facto de o Sporting não ganhar títulos há 18 anos, tornava a relação entre a Juventude Leonina e a direcção difícil. No final de Setembro de 1999, num jogo contra o Estrela da Amadora, a claque manteve-se em silêncio e de costas voltadas para o jogo. Nos últimos minutos da partida, o silêncio transformou-se em palavras de ordem contra os dirigentes e a direcção convocou uma reunião de emergência. Acabaram por sair elementos do departamento de futebol e o treinador, o italiano Materrazi, "caiu" na semana seguinte. Depois de um ciclo de 23 jogos sem perder no campeonato, o Sporting sagrou-se campeão. A Juve Leo estava, então, dividida em dois grupos: os elementos que se reviam nas políticas de extrema-direita e os que eram conotados com a venda e consumo de drogas no seio da claque.

Em 2001/02, o Sporting volta a conquistar o título e a Juventude Leonina tornou-se um fenómeno de vendas – o CD com os cânticos da claque chegou à liderança do TOP de vendas e elementos da JL foram ao relvado receber o disco de platina, referente à venda de mais de 40 mil exemplares. Alguns dos membros levavam símbolos dos 1143.

Problemas internos levaram à saída de Miguel Almada (que com 12 anos de claque era um dos elementos mais respeitados da JL e dos 1143) – e com ele cerca de 500 elementos abandonaram o grupo também. Nascia assim o Directivo Ultra XXI e uma nova fase na vida das claques do Sporting – com vários episódios de violência à mistura. "Ainda no estádio antigo, num jogo para as competições europeias, os confrontos entre as claques foram tão violentos que os adeptos tiveram que fugir", contou o antigo elemento de uma das claques ouvido pela SÁBADO. Na verdade, todas as claques do Sporting nasceram de cisões: a Torcida Verde nasceu em 1984 com a saída de alguns membros da Juve Leo, tal como os DUXXI. Já a Brigada Ultras Sporting nasceu em 2004 e é constituída por antigos elementos da Torcida Verde.

Inaugurado o estádio novo, a solução arranjada foi colocar as claques em topos diferentes – só passaram a estar juntas em 2013, aceitando um desafio de Bruno de Carvalho. Uma decisão que não resolveu o problema. "Faziam-se cordões de segurança para separar a Juventude Leonina e o DXXI, havia diversas separações físicas e mesmo assim eles faziam autênticas estratégias de como é que podiam chegar ao outro lado… era um verdadeiro jogo do rato e do rato com a segurança no estádio", disse à SÁBADO, em 2017, o director de Segurança e Secretário-Geral da Associação de Directores de Segurança de Portugal, José António Meneses.

Em Fevereiro de 2003, o grupo 1143 deixa oficialmente a JL, que volta a viver um momento de mudança com a presença de Mustafá nos jogos no início da temporada 2003/04 – aproveitava as saídas precárias para ir ver o Sporting. A sua influência disparou até se tornar "braço-direito" de Fernando Mendes e mais tarde líder da Juventude Leonina.

As novas regras internas

Foi em Novembro de 2013 que chegou o documento que definiu as regras da legalização e que um antigo elemento dos grupos de apoio ao Sporting apelidou como "a sentença de morte das claques". "Os membros passaram a ser claqueiros profissionais encobertos pelos dirigentes dos clubes e pela polícia", defendeu.

O regulamento dos grupos organizados de adeptos elaborado nessa altura, a que a SÁBADO teve acesso, definia as exigências do clube e as benesses recebidas pelas claques em caso de cumprimento do acordo. Além de ser imperativa a legalização junto dos organismos competentes e do Sporting, o acordo implementou a obrigatoriedade dos membros das claques serem sócios do Sporting. "Espera-se assim, em especial dos responsáveis pelas Claques, que imponham e zelem pelo impecável comportamento cívico e desportivo de todos, em especial por ocasião dos jogos das competições de futebol profissional, no Estádio José Alvalade ou nos campos adversários, sob pena de ser suspenso qualquer apoio que estivesse a ser prestado à Claque. Em caso de prevaricação no incumprimento, os apoios poderão mesmo ser retirados definitivamente", definiu o clube. Os grupos ficavam também obrigados a pagar as multas a que o clube fosse sujeito por actos imputáveis às claques.

Com o regulamento, os grupos passariam a receber "metade da receita das quotas de sócio do clube pagas pelos sócios da claque". "Um ordenado garantido para os líderes das claques, com a vantagem de não ser declarado às Finanças", disse o antigo membro das claques, garantindo que também eram dados mais apoios como a receita dos "lugares de época" e o pagamento de materiais para coreografias e de autocarros para deslocações. "Protagonismo, dinheiro, poder, ego.  É isto que motiva as claques agora", defende.

As agressões na Academia de Alcochete, a 15 de Maio de 2018, acabaram por ter consequências na relação entre os GOA e as claques. Segundo as mais recentes notícias, a direcção de Frederico Varandas decidiu que nenhum elemento dos grupos organizados de adeptos, nem mesmo os líderes, viajam no charter da equipa, como acontecia anteriormente. Já a cedência de bilhetes às claques passou a ter um prazo de pagamento de 72 horas.  As claques exigiram uma reunião de urgência com o presidente do clube, que se deve realizar agora que os "leões" fecharam o dossier de contratação do novo treinador.

O poder crescente

Em Dezembro de 2000, o Sporting despediu Augusto Inácio e José Mourinho apresentou a demissão do comando técnico do Benfica – tudo aconteceu dias depois das "águias" terem goleado os "leões" na Luz (3-0) e "Mou" ter festejado efusivamente.  Rapidamente, surgiram rumores que o destino final do treinador seria Alvalade.

Na conferência de imprensa de despedida do treinador campeão vários adeptos "leoninos" demonstraram que estavam contra a escolha da direcção – entre eles, recordou um sócio do clube à SÁBADO, estava o então presidente da Juve Leo, Fernando Mendes: "Lembro-me de ele estar a falar comigo e com o jornalista da TSF que lá estava destacado. A Juve estava lá em peso". 

"Mourinho nunca", ouviu-se durante os protestos – e Luís Duque disse que "não confirmava" que a escolha do Sporting fosse o antigo adjunto de Bobby Robson nos "leões". A pressão surgiu efeito e o antigo jogador Fernando Mendes foi apresentado como director interino.

Os dirigentes do clube, liderado por Dias da Cunha, desmentiram o acordo com Mourinho durante muito tempo (inclusive, que o Sporting tivesse indemnizado o técnico em 1,5 milhões de euros). Só anos mais tarde, o técnico confessou ter estado muito perto de Alvalade. "Estive a minutos de ser o treinador do Sporting, mas nunca fui", contou durante a apresentação de uma exposição em Setúbal. 

O resto é história: Mourinho seguiu para o U. Leiria e depois para o FC Porto, onde conquistou os dois primeiros títulos internacionais da carreira e começou um caminho de sucesso que o tornou um dos melhores treinadores de sempre.

Proximidade, exigências e agressões

As relações conturbadas entre as claques e as direcções foram sendo uma constante ao longo dos tempos – um factor também influenciado pelos muitos anos sem conquistas de títulos por parte da equipa. Para as direcções, o apoio das claques era fundamental e essa relação próxima foi admitida pelo próprio Mustafa, numa entrevista ao Record, em Janeiro de 2013. Segundo o presidente da Juve Leo, na altura de maior contestação à liderança de Godinho Lopes, o vice-presidente da Assembleia-Geral, Daniel Sampaio, tentou convencer a claque a não participar na reunião magna de sócios. "Tentaram comprar-nos, mas não estamos à venda. Queriam oferecer-nos bilhetes, gameboxes e mais dinheiro para a próxima época", contou.

As tentativas de agradar não passam apenas pela componente monetária e os jogadores são muitas vezes colocados neste "jogo de poder". Em 2009, João Pereira foi apresentado como jogador do Sporting no jantar de Natal da Juve Leo. Em 2014, Nani, Miguel Lopes e Augusto Inácio participaram no mesmo evento. Em 2015, a Juventude Leonina realizou um dia de convívio da claque, com um jogo entre os núcleos do Norte contra os do Sul: nas bancadas estiveram os jogadores Francisco Geraldes e Matheus Pereira. No estádio de Alvalade antigo, a pressão sobre os jogadores era maior. Os campos de treinos eram no recinto e, depois dos maus jogos, não era raro ver os jogadores terem que prestar contas aos elementos da JL.

Nem Jorge Jesus, um dos treinadores mais unânimes dos últimos anos, passou incólume à pressão das claques. A 20 de Dezembro de 2016, vários elementos da JL deslocaram-se à Academia de Alcochete para falarem com a estrutura do futebol e os jogadores, que treinavam nesse dia. "Foi uma manifestação de tristeza e de apoio, de apoio nos bons e nos maus momentos. O que pedimos? Queremos ser campeões. A resposta? Que vamos ser campeões. Falámos com os jogadores, nós queremos ser campeões e eles disseram que vamos ser campeões. Temos de acreditar", explicou Mustafá. O título não seguiu para Alvalade, mas a tensão baixou.

Ainda assim, nenhum episódio se comparou ao vivido em Alcochete a 15 de Maio deste ano, quando vários jogadores e elementos da equipa técnica foram agredidos por um grupo de cerca de 40 elementos associados à Juventude Leonina. São já 40 os detidos, incluindo o ex-presidente do clube, Bruno de Carvalho, e o actual e antigo líderes da Juve Leo, Mustafá e Fernando Mendes, respectivamente.

"Se eu conheço as pessoas que estavam ali? Conheço. Se são meus amigos? São meus amigos. Não vou desmentir. A justiça está aí para condenar. Isto é muito grave. Os amigos vêem-se nestas alturas", disse Mustafá numa conferência de imprensa de reacção aos acontecimentos no centro de treino dos "leões". Aos jornalistas, garantiu não ter existido qualquer aval do ex-presidente leonino para o ataque e revelou que a claque abrira "um processo interno para apurar o envolvimento" de elementos no "lamentável incidente" e que os mesmos seriam alvos de "sanções disciplinares" depois de comprovados os factos.

Este domingo, os lugares ocupados pela Juventude Leonina, na bancada sul do novo Estádio de Alvalade, estavam vazios – e a Polícia Judiciária fazia buscas na Casinha, nome dado à sede, na presença do já detido Mustafá. As últimas consequências de um episódio que Jorge Jesus descreveu como "um filme de terror", como confessou à Bola TV: "Foram momentos difíceis. Ninguém tem a noção do que se passou. Parecia um filme de terror. Tochas nos balneários, ameaças alto e bom som que nos iam matar, agressões. Não é por acaso que nunca mais consegui entrar na academia, até pedi ao Márcio e ao Paulinho para trazerem as minhas coisas. Nunca mais lá entrei."

Sábado

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Quando o estádio de Alvalade antigo foi demolido, levou consigo a inscrição "Mustafá em Paris". Segundo esse mesmo elemento, constava que tinha sido para celebrar a passagem pela capital francesa durante a Supertaça em 1995 – com escaramuças e pequenos furtos à mistura.

Estes gajos cagam na cabeça de toda a gente, todos sabem o que são e o que fizeram e continuam a entrar em estádios porquê?
Porque estão legalizados. 👏

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É um sequestro por jogador e elemento de equipa técnica que esteve lá preso

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Citação de diazevedo7, há 1 hora:

rodapé da cmtv : " 50 terroristas agridem jogadores"

❤️❤️❤️ 

A CMTV anda de pau feito com estas histórias, já têm assunto para mais 30 especiais CM por dia.😂

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Agora tive a ideia de fazermos um jogo tipo football manager, em q eramos presidentes de um clube, tinhamos de gerir as espectativas dos adeptos, contratar jogadores, treinadores, gerir as cenas dos sub cenas, etc. se quisessemos poderiamos obter segredos de justiça, manipular resultados, fazer dinheiro em apostas, ataques terroristas, oferecer prostitutas a árbitros, meter dinheiro no bolso, incendiar a opinião pública, consumir droga, fazer uma cabala para dominar o futebol nacional, etc.

De x em x tempo teriamos de ir a eleições. Perdes qnd n fores eleito ou fores preso

Claro que teriamos o challenge bruno de carvalho

Eu jogaria

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Citação de Plagio o Original, há 4 minutos:

Agora tive a ideia de fazermos um jogo tipo football manager, em q eramos presidentes de um clube, tinhamos de gerir as espectativas dos adeptos, contratar jogadores, treinadores, gerir as cenas dos sub cenas, etc. se quisessemos poderiamos obter segredos de justiça, manipular resultados, fazer dinheiro em apostas, ataques terroristas, oferecer prostitutas a árbitros, meter dinheiro no bolso, incendiar a opinião pública, consumir droga, fazer uma cabala para dominar o futebol nacional, etc.

De x em x tempo teriamos de ir a eleições. Perdes qnd n fores eleito ou fores preso

Claro que teriamos o challenge bruno de carvalho

Eu jogaria

Mod de crusader kings pf

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Citação de Lebohang, há 2 horas:

Em meados dos anos 90, no regresso de uma deslocação ao Norte os motoristas dos autocarros recusaram trazer os elementos da Juve Leo, que tinham provado danos nos mesmos.

arrepiei-me todo a ler mesmo um resumo mesmo resumido, mas... Bring me back 🙂 jogo nas antas, ganhámos com golos do beto e do barbosa. porrada da bófia, projecteis no fim do jogo com amalta enfiada junto à rede, e ao regressar ao autocarro tinha um "calhau" de granito (que não há por ali) de mais de 10 kg, e vidro de trás nada.

 

Lembro-me do filme de 2 autocarros em 30 terem sido quase destruidos, chegaram ao parque com os motoristas literalmente a chorar porque havia em cada um uma duzia de manos com tochas acesas no tejadilho e mais uma duzia acesas DENTRO DO AUTOCARRO! :4_joy:

___

só um "detalhe": ninguém lhes chamava 1143, só mesmo eles usavam esse nome pomposamente. Para nós eram os "carecas", normalmente boa malta mas de quem nos afastávamos instintivamente quando começavam a aparecer as cervejas, o absinto e os calhaus em quantidades industriais (mesmo).

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Para quê um jogo quando podemos ter a RTP a adaptar isto em série?

Deixo apenas uma sugestão: Luís Esparteiro no papel de Jaime Marta Soares.

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Citação de Cabeça de giz, há 23 minutos:

normalmente boa malta mas de quem nos afastávamos instintivamente quando começavam a aparecer as cervejas, o absinto e os calhaus

O Homem é bom por natureza. O álcool e os calhaus de variada espécie é que o tornam num criminoso.

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Citação de John Reverend, há 11 minutos:

O Homem é bom por natureza. O álcool e os calhaus de variada espécie é que o tornam num criminoso.

a chave da felicidade são expectativas baixinhas

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O Homem é mau por natureza. O álcool e os calhaus de variada espécie é que os libertam das amarras da razão e os levam a demonstrar a sua verdadeira natureza.

 

😄

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Citação de Black Hawk, há 4 minutos:

O Homem é mau por natureza. O álcool e os calhaus de variada espécie é que os libertam das amarras da razão e os levam a demonstrar a sua verdadeira natureza.

 

😄

epá ainda guardei amigos dessa fase... :muitomedo:

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Citação de Cabeça de giz, há 1 hora:

epá ainda guardei amigos dessa fase... :muitomedo:

😄

 

Opa, sobre o assunto do tópico tenho estado calado porque embora não me surpreenda e já esperava que isto acontecesse mais dia, menos dia, a verdade é que o homem não deixa de ser um ex-presidente do Sporting e isto é péssimo para a imagem do nosso clube.

 

Um ex-presidente detido por crimes da gravidade que são, terrorismo, sequestro e coisas nesta linha, é vergonhoso. É humilhante. É um dia triste para a história do Sporting.

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