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Um dia na vida do Sporting - 29/02 - E ao 616º dia, Bruno de Carvalho ressuscita

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Ouvi ontem a apresentadora do MaisFutebol dizer que para a semana não ia haver programa pois o Bruno Carvalho ia ser entrevistado.

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Citação de Black Hawk, há 18 horas:

Pouco ético é o preço dos livros em Portugal #estoucontigoChe

E o que chega ao bolso do autor é risível em muitos casos. Mas depois também não vejo as editoras a passar bem, portanto não sei para onde vai o dinheiro...

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Citação de Pickle Rick, Em 05/02/2019 at 12:37:

O Bruno não volta tão cedo, as pessoas continuam a pegar naquilo que observam na internet e extrapolam para o mundo real mas esquecem-se que quem o apoia são os mais barulhentos, só andam pela internet e muitos deles nem sócios são.

Faz lembrar a história e lenga-lenga de quando foi destituído e expulso. Está fora, tão cedo não volta.

E não é preciso acompanhar futebol para saber isto.

😂

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Citação de Black Hawk, há 23 horas:

Pouco ético é o preço dos livros em Portugal #estoucontigoChe

isso é uma cruzada que eu tenho. acho obsceno que livros com mais de cem anos, cujos direitos de autor já expiraram, sejam postos à venda por 15, 20 euros, sendo que já ninguém está a ganhar com isso a não ser a editora.

Sendo que, na estante ao lado, tens grandes clássicos em inglês (essencialmente das Edições Wordsworth) e em Françês a 3, 4 euros. Tenho lido muito Victor Hugo, Bram Stoker e até Dostoievski (em inglês) nestas condições. Já se quiser ler Camilo ou Eça, tenho de arrotar 15 euros para a Texto Editor meter ao bolso por inteiro. E assim, se vai andando, a proteger a cultura deste país,  em que fica mais barato ler numa língua estrangeira. E depois volta e meia e aparece alguém muito preocupado que os portugueses lêem pouco.  

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Citação de AriGold76, há 58 minutos:

😂

Criou um clube novo entretanto e não avisaram ninguém ? :35_thinking:
Ou vai ser o primeiro a ser presidente eleito após ter sido suspenso durante um ano (e ainda tem o processo de expulsão em apreciação, que vai ser aprovado em AG, aposto).
A realidade do que escrevi está espelhado em todos os resultados das últimas AG's, o barulhinho que fazem e querem tornar numa parte gigante do clube não passa de uma minoria. Sim, uma minoria, acredito que seja complicado lidar com esse facto.

E não vale a pena continuar esta discussão se for para saltar para aí uma teoria qualquer da conspiração vinda do forumscp ou personagens do género atirada e colada a cuspe e não me apetece estar a perder a saúde mental que tenho a ler delírios coletivos de gente iludida.

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Mas esclareçam-me uma coisa: a expulsão do Bruno já foi oficializada? Já decorreu a AG de confirmação?

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Citação de IlidioMA, há 4 minutos:

Mas esclareçam-me uma coisa: a expulsão do Bruno já foi oficializada? Já decorreu a AG de confirmação?

Não, só suspensão durante 1 ano. Enganei-me lá em cima, a expulsão ainda está em apreciação pelo CFD. 
Ainda assim, é o suficiente para ele não se poder candidatar devido à interrupção no pagamento de quotas.

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Citação de IlidioMA, há 16 minutos:

isso é uma cruzada que eu tenho. acho obsceno que livros com mais de cem anos, cujos direitos de autor já expiraram, sejam postos à venda por 15, 20 euros, sendo que já ninguém está a ganhar com isso a não ser a editora.

Sendo que, na estante ao lado, tens grandes clássicos em inglês (essencialmente das Edições Wordsworth) e em Françês a 3, 4 euros. Tenho lido muito Victor Hugo, Bram Stoker e até Dostoievski (em inglês) nestas condições. Já se quiser ler Camilo ou Eça, tenho de arrotar 15 euros para a Texto Editor meter ao bolso por inteiro. E assim, se vai andando, a proteger a cultura deste país,  em que fica mais barato ler numa língua estrangeira. E depois volta e meia e aparece alguém muito preocupado que os portugueses lêem pouco.  

Nessas edições do Wordsworth é quase preciso ter uma lupa à cabeceira para ler, a capa esfarela-se toda e o papel também é finíssimo.

Com isto não quero defender os editores Portugueses e os seus preços, tanto que quase todos os livros que compro são usados. No entanto, a maior parte dos livros que me chegam em Português são de boa qualidade de edição.

Por outro lado, também é impossível obter economias de escala nas edições Portuguesas, ao contrário do que acontece nos livros em Inglês.

Editado por Syn

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Citação de Syn, Agora:

Nessas edições do Wordsworth é quase preciso ter uma lupa à cabeceira para ler, a capa esfarela-se toda e o papel também é finíssimo.

Com isto não quero defender os editores Portugueses e os seus preços, tanto que quase todos os livros que compro são usados. No entanto, a maior parte dos livros que me chegam em Português são de boa qualidade de edição.

Estás factualmente certo em ambas observações. Mas repara, em Portugal não tens um equivalente a essas edições Wordsworth, que embora com menos qualidade, também têm um preço dramaticamente inferior. Só tens essas tais boas edições, que custam 18 euros. Eu pergunto, a juventude, tem dinheiro para andar a dar 18 euros por livros? E 3 ou 4 já teriam? E ligariam muito ao tamanho da letra e qualidade do papel? É que se a juventude não ler, e se não ler o nossos clássicos, os nossos Camilos, Eças, Guerras Juenqueiros, etc, a nossa cultura desaparece. 

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Alguém que diga ao Insónias para substituir a cara do BdC pelo Kim Jong-un com o título "Entretanto, na Coreia do Norte..."

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Citação de ElliotReid13, há 9 horas:

E o que chega ao bolso do autor é risível em muitos casos. Mas depois também não vejo as editoras a passar bem, portanto não sei para onde vai o dinheiro...

Direitos de autor e tradução, revisão, grafismo, impressão, distribuição, ordenados, despesas gerais... para vender um livro a 10€-15€. É ínfimo o numero de pessoas que compra livros. 

Depois depende. Ou vendes Bestsellers, mesmo que vendas m*rda, ou optas por ter um critério editorial.

Editado por Mayday

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Citação de IlidioMA, há 2 horas:

isso é uma cruzada que eu tenho. acho obsceno que livros com mais de cem anos, cujos direitos de autor já expiraram, sejam postos à venda por 15, 20 euros, sendo que já ninguém está a ganhar com isso a não ser a editora.

Sendo que, na estante ao lado, tens grandes clássicos em inglês (essencialmente das Edições Wordsworth) e em Françês a 3, 4 euros. Tenho lido muito Victor Hugo, Bram Stoker e até Dostoievski (em inglês) nestas condições. Já se quiser ler Camilo ou Eça, tenho de arrotar 15 euros para a Texto Editor meter ao bolso por inteiro. E assim, se vai andando, a proteger a cultura deste país,  em que fica mais barato ler numa língua estrangeira. E depois volta e meia e aparece alguém muito preocupado que os portugueses lêem pouco.  

Tens que ter em conta as novas e melhores traduções das obras. Ter uma tradução directa do Russo das obras de Dostoievski e Tolstoi da Nina Guerra e do Filipe Guerra é completamente diferente de um qualquer tradutor traduzir estes autores do Inglês ou do Francês. 

E a qualidade de edição. Folha branca ≠ folha amarelada. Letra legível ≠ letra ilegível. etc.

Os livros em Portugal não são caros, nós é que não temos poder de compra. 

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Dj, escritor e baterista. O homem das 1001 faces, BRUNO MIGUEL.

 

Editado por ComiC

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Citação de IlidioMA, há 11 horas:

isso é uma cruzada que eu tenho. acho obsceno que livros com mais de cem anos, cujos direitos de autor já expiraram, sejam postos à venda por 15, 20 euros, sendo que já ninguém está a ganhar com isso a não ser a editora.

Sendo que, na estante ao lado, tens grandes clássicos em inglês (essencialmente das Edições Wordsworth) e em Françês a 3, 4 euros. Tenho lido muito Victor Hugo, Bram Stoker e até Dostoievski (em inglês) nestas condições. Já se quiser ler Camilo ou Eça, tenho de arrotar 15 euros para a Texto Editor meter ao bolso por inteiro. E assim, se vai andando, a proteger a cultura deste país,  em que fica mais barato ler numa língua estrangeira. E depois volta e meia e aparece alguém muito preocupado que os portugueses lêem pouco.  

Isto faz algum sentido, mas a gradação estragou tudo: consegues a generalidade dos canônes do século XIX e do começo do século em edições low-cost, como umas da Porto Editora que por aí andam, abaixo dos 10€. Já para não falar que são livros que existem a monte em qualquer alfarrabista, levantas uma pedra e saem três Amores de Perdição, cinco Viagens na Minha Terra e ainda um ou outro Eurico, o Presbítero, e todos ao preço da uva mijona. Já nem quero entrar na parte das bibliotecas, porque efectivamente não é esse o assunto. Comprar esses livros a preço baixo não é um problema.

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O Estranho Mundo de Octávio Machado

Ponto prévio: Octávio Machado entrou no Sporting por intermédio de Jorge Jesus. Somente por ele. Somente por isso. E, aqui, uma vez mais, entramos nas tais conversas de estrutura que o Jorge gostava de ter. Disse-nos que o Octávio era alguém com muita experiência e conhecimento do que era o futebol português, e que o Sporting não tinha ninguém assim, dando sempre o exemplo de como era o Benfica, onde existiam várias pessoas com esse perfil. Defendeu que o Octávio era o homem certo para estar a trabalhar com ele e para o ajudar a pôr o Sporting mais perto dos rivais. Porque o Octávio era fundamental, porque o Octávio era imprescindível, porque os outros também tinham profissionais assim e porque, com ele, seria muito melhor. Não vimos qualquer problema em contratar alguém que era tão importante para o nosso novo treinador e fizemos-lhe essa vontade.

Não demorei muito tempo a perceber, contudo, que o novo director-geral do futebol era um elemento altamente perturbador. Todos os dias, por volta das 8H00, punha logo o Jorge fora de si porque começava a ler-lhe tudo o que vinha na imprensa sobre pessoas que poderiam ter emitido uma opinião menos simpática sobre o nosso treinador «Já viste o que este diz de ti? E este aqui?» Esta forma de estar mexia muito com o Jorge. Estamos a falar de um homem bastante influenciável e sempre muito preocupado com o que os outros dizem sobre ele. Se houver alguém no meio do deserto que diga algo desfavorável do Jorge, ele vai logo tentar uma operação de charme junto dessa pessoa para que ela mude de opinião. Isto aconteceu várias vezes com alguns comentadores e jornalistas. Para o Jorge, a simples ideia de haver uma pessoa que não gosta dele é absolutamente insuportável.

Mas o Octávio, que o conhece há muitos anos, insistia em oferecer-lhe esse relato diário. E, como é um indivíduo muito culto, fazia uma análise profunda de cada uma das frases que, no seu entender, eram dirigidas contra o Jorge.

Não sou homem de fingir. Julgo que o Octávio percebeu desde cedo que, para mim, estaria a mais. Sem querer ser injusto, a verdade é que, nos dois anos em que ele esteve no clube, nunca vi nada do seu trabalho que pudesse constituir uma mais-valia para o Sporting. Disse isto ao Jorge várias vezes. Chegámos a fazer uma viagem de avião inteira em que o assunto era o Octávio. Ele até concordava comigo, mas terminava sempre a dizer o mesmo: «É um elemento fundamental. É um elemento imprescindível.»

E por isso o Octávio lá se ia aguentando. Mas muito contra a minha vontade. Cheguei ao cúmulo de entrar na Academia ou no autocarro do Sporting e ver os televisores sintonizados na CMTV, canal onde o Octávio trabalhou antes de sair do clube e para onde voltou logo a seguir. Tive de dar uma ordem a proibir a emissão de qualquer outra estação a não ser a Sporting TV. Sempre o achei um elemento que só servia para criar agitação interna.

Mais: o Octávio trazia dentro dele algumas ideias estranhas. A partir da segunda época, tanto ele como o Jorge insistiam em contar-me como funcionava o futebol português. Diziam que certos clubes conseguiam ter influência junto de outros para vencerem quando jogassem contra eles. E o mesmo, segundo diziam, também era feito quando esses clubes queriam que os de menor dimensão ganhassem a um rival. Ambas as situações, como se sabe, são totalmente ilegais. Os chamados prémios para ganhar ou perder.

Ao mesmo tempo diziam que a estrutura do Sporting tinha muito a aprender com os rivais, nomeadamente com o Benfica. Davam o exemplo de que os encarnados compravam quantidades consideráveis de bilhetes dos estádios adversários, quando iam lá jogar, para terem o apoio do seu público, naturalmente, mas acabando, em consequência, por ter influência junto desses outros emblemas.

Também focaram a importância de os clubes se saberem relacionar bem com os árbitros. Aliás, esse foi um dos argumentos utilizados pelo Jorge para contratarmos o Octávio. Porque este conhecia muitos senhores do apito, encontrava-se com eles regularmente e estes respeitavam-no. Porque, com ele, os árbitros não iriam continuar a prejudicar o Sporting. Seriam justos, O próprio Octávio, mais tarde, confirmou essa suposta excelente ligação a vários árbitros.

Cheguei ao ponto de ter os dois a massacrarem-me com estes assuntos. E sempre a sublinharem que o mais importante era conseguir influência sobre os outros clubes. E essa conseguia-se através dessas práticas, exemplificando com a tal compra de bilhetes que eles imputavam ao Benfica- «É assim que se faz», contavam eles. E lá voltavam ao mesmo: «Mas a nossa estrutura do futebol não sabe nada. É péssima.»

A certa altura tive de exemplificar-lhes: «O Sporting é um clube diferente. Jamais, comigo aqui, iria entrar nesse tipo de esquemas. Nem comigo, nem com os meus colegas.»

Ainda assim, eles insistiram. É verdade que nunca me disseram diretamente que o Sporting deveria entrar por vias ilegais. Mas lembravam sempre que era assim que os outros faziam. Era uma conversa que me desagradava. E muito. Cheguei a dizer isso ao Jorge. E disse-lhe mais: «Se alguma vez o Sporting entrasse nesses esquemas, e nunca seria comigo, a verdade é que não precisava de si para nada.» Ou seja: quis dar-lhe a entender que um clube com um dos treinadores mais bem pagos do mundo teria de ser capaz de vencer sem precisar de entrar em jogos de bastidores.

Poderia isto ser uma sondagem dos dois para ver a minha abertura? Eu às vezes faço-me de parvo. Não sei o que era. Nunca quis tirar conclusões precipitadas. Nem quero. Mas posso dizer que o Octávio e o Jorge foram as primeiras pessoas com muitos anos de futebol de quem ouvi estas conversas sobre jogos para ganhar e para perder. Também é verdade que nunca foram mais além. Nunca passaram do ponto de apenas me contar estas coisas. Podia ser só uma lição. Aliás, ai ao encontro do que o Jorge gostava de me dizer muitas vezes: «Eu sei muito do que se passa no futebol.» Talvez um dia fosse bom ele contar tudo o que diz que sabe porque poderia ajudar a resolver muitos problemas do futebol português. E o Octávio podia fazer-lhe companhia. Os dois, pelos vistos, sabem mesmo muito.

Nessa segunda época, porém, o Octávio esteve bastante tempo ausente devido a problemas de saúde. E convém explicar que a sua baixa médica foi sendo prolongada devido a uma decisão conjunta de Frederico Varandas, então chefe do departamento clínico, e do próprio Jorge Jesus. Porquê? Só os dois poderão explicar, mas a verdade é que a baixa foi sendo estendida e, consequentemente, o Octávio falhou muito jogos.

Saiu no final dessa temporada depois de me entregar a sua carta de demissão. Recebi-a com agrado, não tenho qualquer problema em dizê-lo. O Jorge veio falar comigo ainda antes desse momento, voltando a afirmar que o Octávio era um elemento importantíssimo, que eu não lhe dava valor, mas que ele deveria continuar. Tenho a certeza de que, nessa altura, o Octávio pensou que poderia entregar-me a carta à vontade e que eu não aceitaria devido à pressão feita pelo Jorge. E que, dessa forma, ele ficaria legitimado para continuar na sua função. Enganou-se. Aceitei a carta no mesmo segundo.

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Pavilhão "pago" com o dinheiro da Doyen que depois o tribunal suíço obrigou a devolver.

Never forget :8_laughing:

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se querem comprar livros baratos vão a um alfarrabista ou comprem livros de bolso. Eu estou habituado aos livros de bolso, mas há que ter bastante cuidado com o tamanho da letra e o espaço entre linhas.

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Fico a espera do capítulo sobre as claques, os bilhetes dados, o dinheiro, a influência que tinham na gestão do clube, etc.  

O resto deve ser muita palha 

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