Puto Perdiz Publicado 11 Fevereiro 2019 Citação de Jimpo, há 6 horas: Fico a espera do capítulo sobre as claques, os bilhetes dados, o dinheiro, a influência que tinham na gestão do clube, etc. O resto deve ser muita palha e do André Geraldes Compartilhar este post Link para o post
Genzo Publicado 12 Fevereiro 2019 É só uma cambada de esquecidos. O Bruno nunca disse nada aos jornalistas antes dos jogos lol engraçado. E coisas boas dos jogadores é que não foram. Compartilhar este post Link para o post
HIM Publicado 12 Fevereiro 2019 (editado) Esse gajo vivia numa autêntica Echo Chamber... só ele conta, e todos os outros é que são idiotas. Adorava que alguém tivesse tomates para meter este gajo no sítio e que falasse de todas as falcatruas que fez.... Porque não fala do Geraldes, do Paulo Cristóvão e das claques? Editado 12 Fevereiro 2019 por HIM Compartilhar este post Link para o post
Genzo Publicado 12 Fevereiro 2019 A Bíblia da nova doutrina é lançada quando? Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 12 Fevereiro 2019 BdC no jornal das 8 da TVI na próxima sexta-feira, dia 15 de Fevereiro. Obrigado TVI, já tinha saudades… 💕 2 Compartilhar este post Link para o post
Genzo Publicado 12 Fevereiro 2019 Citação de Genzo, Em 09/02/2019 at 07:47: Ouvi ontem a apresentadora do MaisFutebol dizer que para a semana não ia haver programa pois o Bruno Carvalho ia ser entrevistado. @Lebohang 😞 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 12 Fevereiro 2019 Citação de Genzo, há 14 minutos: @Lebohang 😞 Só agora é que foi confirmado pelo BdC. Vai ser no mesmo modelo da entrevista ao LFV: primeiro no jornal das 20H00 da TVI e depois prossegue para a TVI24. Compartilhar este post Link para o post
HIM Publicado 12 Fevereiro 2019 (editado) Citação de Genzo, há 7 horas: A Bíblia da nova doutrina é lançada quando? Os Putativos Mandamentos de Santo Badamerdas. Já têm título e uso... Editado 12 Fevereiro 2019 por HIM Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 12 Fevereiro 2019 Agora é o Observador a publicar parte do livro: Citação «Mas eu fui só fazer xixi» A minha primeira grande batalha como presidente do Sporting foi conseguir realizar uma restruturação financeira que pudesse voltar a colocar o clube no topo do desporto português. Assim que cheguei, deparei-me com um documento elaborado pela anterior direção, juntamente com a banca, que mais não era do que uma mera operação de cosmética. Servia para disfarçar o imediato, mas iria ser ainda pior a médio prazo. Vou mais longe: aquela proposta, caso fosse para a frente, poderia fazer com que o Sporting Clube de Portugal fechasse as portas de vez. Foi uma luta de cerca de um ano, em negociações muito tensas com o Millennium BCP e com o Banco Espírito Santo (BES), os dois bancos que eram os principais credores do Sporting. Acabou bem, para todas as partes, mas esteve perto de se romper várias vezes. Incluindo num último momento, quando parecia que as principais dificuldades já estavam ultrapassadas. Depois de muitos avanços e recuos, fui às instalações do BES para ter uma reunião com Joaquim Góis, representante deste banco, e Miguel Maia, pela parte do Millennium BCP. Naquele dia, tínhamos conseguido ultrapassar todos os assuntos mais delicados e preparávamo-nos para assinar um pré-acordo, de modo a que este fosse depois visto pelos advogados das várias partes, para então celebrarmos, em definitivo, o memorando da restruturação financeira. Tudo parecia acordado depois de mais uma reunião que demorou muitas horas. Já só faltava mesmo cumprimentarmo-nos e passarmos à próxima fase. Existia um espírito de satisfação e alívio por, finalmente, termos chegado a um patamar de entendimento que em muitos momentos parecera impossível de alcançar. É então que Joaquim Góis se levanta e diz que tem de ir à casa de banho. Fiquei sozinho com Miguel Maia e o ambiente parecia tranquilo. Mas não por muito tempo. Miguel Maia resolveu criar uma dificuldade inesperada e totalmente desnecessária naquela altura. Disse-me que o Millennium só assinava a restruturação caso eu me comprometesse a fazer um pedido de desculpas público. Segundo ele, em algumas conferências de imprensa que realizei sobre este tema, tinha dado a entender que a banca estava a ser um empecilho e a pôr em causa, propositadamente, o futuro do Sporting. Revelou também que ele e as pessoas do seu banco não tinham gostado dessas minhas declarações e que, por isso, não havia outra solução a não ser eu retratar-me e mostrar o meu arrependimento diante dos órgãos de comunicação social. Aquilo era um braço de ferro totalmente inusitado. Depois de horas e horas de reunião, de conversa construtiva, de diálogo com vista a um entendimento benéfico para todas as partes, e aproveitando a ida do colega do BES à casa de banho, o representante do Millennium BCP faz uma inesperada exigência de última hora e completamente descontextualizada de tudo o que havíamos discutido até essa altura. Não aguentei aquela conversa. Agarrei nas folhas do pré-acordo que estavam em cima da mesa e atirei-as para o ar. De seguida, levantei-me e disse-lhe que não tolerava semelhante atitude e desfaçatez contra o Sporting Clube de Portugal: «A restruturação acaba aqui.» Os ânimos estavam exaltados. Gritos da minha parte. Gritos da parte dele. Palavras duras. É nesse momento que entra Joaquim Góis. Vê as folhas no chão e assiste a toda aquela discussão. Com um ar muito inocente e triste, diz uma das frases que jamais esquecerei: «Mas eu fui só fazer xixi.» Como quem diz: «Quando saí daqui estava tudo bem e agora aconteceu isto.» Eu disse que me ia embora. Saí daquele espaço e comecei à procura, nas salas ao lado, de alguém que pudesse dar -me um cigarro. Fiquei enervado com toda aquela situação, precisava de fumar, e não tinha levado tabaco. Fui abrindo várias portas até que encontrei uma sala onde estavam cerca de 20 pessoas, incluindo o então presidente do grupo BES, Ricardo Salgado. Ficaram todos a olhar para mim em silêncio e algo receosos porque naquele momento a minha cara não era a mais simpática do mundo. «Preciso de um cigarro», disse eu. «Alguém tem de me dar um cigarro agora.» Uma senhora olhou para mim, muito a medo, abriu a mala, puxou do maço e estendeu-mo. Agradeci e perguntei onde poderia fumar. Apontaram-me o caminho para um jardim interno. Assim que virei costas e abandonei essa sala, percebi que continuavam todos em silêncio a verem-me ir embora. Cheguei ao jardim, fumei o cigarro e tentei acalmar-me para depois poder voltar à mesa das negociações e ultrapassar aquele obstáculo de última hora. Quando quis regressar, não encontrava o caminho de volta. O meu sentido de orientação é péssimo. Sempre foi. Estava completamente perdido dentro das instalações do BES quando passei por uma sala e Joaquim Góis viu-me. Achando que me ia embora, ele veio ter comigo e disse-me: «Por favor, presidente, não se vá embora, porque já ficou tudo resolvido com o Miguel. Não precisa de pedir desculpa a ninguém.» Eu não estava a dirigir-me para a rua, mas, como aquilo era uma negociação importante e a ofensa não tinha sido menor, dei a entender o contrário. «Tem a certeza? É que a situação que se passou foi grave. E eu não vou fazer qualquer pedido de desculpa por causa das chantagens que ouvi ali dentro.» Em suma, não dei o braço a torcer. Até porque não tinha de o fazer. Apresentar uma exigência daquelas, após tantos meses de negociação, depois de toda a saturação que isso provocou nos diferentes envolvidos, só servia para uma reação daquelas. Mas lá voltei a entrar na sala com a garantia de Joaquim Góis de que tudo estava tratado. Só que eu precisava de ouvir isso da boca do próprio Miguel Maia. Ele falou entredentes e eu nem consegui perceber muito bem. «Peço desculpa, mas não ouvi o que o senhor disse», respondi, reagindo ao som abafado que tinha saído da boca de Miguel Maia. Após três tentativas falhadas, ele lá conseguiu dizer, de forma audível, que eu não precisava de fazer qualquer pedido de desculpas ao Millennium BCP e que a situação estava ultrapassada. Assim que ele disse aquilo, cumprimentámo-nos cordialmente. Como se aquele episódio de grande tensão não tivesse acontecido. Esse é um aspeto interessante das negociações. Podem ser muito duras, mas quando se atinge uma plataforma de entendimento, as pessoas são educadas umas com as outras. Porque, por norma, não há ali nada pessoal. Cada um está a representar a sua instituição e a defendê -la da melhor forma que pode e sabe. E, pela parte que me tocava, esse acabou por ser um dia muito importante na história do Sporting Clube de Portugal. Um momento absolutamente fundamental para a recuperação que o clube encetou a partir daí. Em todos os setores. Basta recordar que, mais tarde, em 2018, fomos campeões em todas as modalidades excetuando no futebol profissional masculino. Também convém lembrar que, durante a nossa administração, fomos capazes de recuperar modalidades históricas do Sporting, como o hóquei em patins ou o voleibol, e fazer uma forte aposta no projeto paralímpico, que será sempre um dos meus maiores motivos de orgulho do tempo em que fui presidente do Sporting. Aliás, nesse período, ganhámos sete títulos europeus: três no atletismo, um no hóquei em patins, outro no andebol e um no goalball (modalidade de desporto adaptado). Encontrámos um clube à beira do precipício e com tudo encaminhado para acabar devido à gestão ruinosa de grande parte das direções que nos antecederam. Com esforço, dedicação e devoção, lembrando a base do lema do Sporting, conseguimos uma recuperação histórica. Mas tudo estava preparado para que não fossemos capazes. Para fracassarmos e sairmos mesmo antes de começarmos. Compartilhar este post Link para o post
FabioK Publicado 12 Fevereiro 2019 Alguém que me dê um cigarro crl Compartilhar este post Link para o post
jean-luc godard Publicado 12 Fevereiro 2019 (editado) Porra, o Miguel Maia diz ao BdC para pedir desculpa e o BdC tem uma reação destas? Não aguentei aquela conversa. Agarrei nas folhas do pré-acordo que estavam em cima da mesa e atirei-as para o ar. De seguida, levantei-me e disse-lhe que não tolerava semelhante atitude e desfaçatez contra o Sporting Clube de Portugal: «A restruturação acaba aqui.» O homem é um maluco lol. Pôs em causa o destino do Sporting por causa de um pedido de desculpas. E depois o resto da história em que entra desvairado numa reunião do BES por causa de um cigarro, minha nossa senhora Editado 12 Fevereiro 2019 por Syn Compartilhar este post Link para o post
Quan Chi Publicado 12 Fevereiro 2019 (editado) Na parte que toca à descrição da reunião, não há duas frases seguidas que sejam verdadeiras. Chego ao ponto de duvidar muito que ele tenha sequer estado com o Miguel Maya, que apesar de ser o atual CEO do Millennium BCP, na altura era "apenas" administrador e não era o que tinha o pelouro dos clientes empresariais. Editado 12 Fevereiro 2019 por Quan Chi Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 12 Fevereiro 2019 Nietzsche teria adorado Bruno de Carvalho. Compartilhar este post Link para o post
Genzo Publicado 13 Fevereiro 2019 Estou a ver que o dinheiro das vendas vai ser para pagar a defesa de processos de difamação. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 13 Fevereiro 2019 Mais uma voltinha... Citação Bruno de Carvalho: «Comecei a perceber que se tinha casado com o presidente do Sporting e não com a pessoa» Num dos capítulos do livro 'Sem filtro - as histórias dos bastidores da minha presidência", Bruno de Carvalho fala do casamento com Joana Ornelas e justifica as mudanças de comportamento a partir de janeiro de 2018. "Precisam de saber os motivos, sem todas as falsidades e especulações que foram saindo na comunicação social", diz. E é aí que aponta o dedo a Joana Ornelas. "Vou ser muito direto: começou a correr a teoria de que estaria alterado devido ao consumo de estupefacientes ou de bebidas alcoólicas. Era uma forma de tentar destruir ainda mais o presidente do Sporting. Além de ditador e egocêntrico, agora também era toxicodependente e alcoólico. A verdade é que nunca tive problemas quaisquer desse género. Nunca consumi drogas em toda a minha vida e também não tive um único período em que bebesse demais. Aliás, apenas tomo bebidas alcoólicas socialmente", refere Bruno de Carvalho no capítulo que a Nova Gente publica esta quarta-feira em exclusivo. Bruno de Carvalho reconhece que o seu comportamento "mudou". "Deixei de transmitir a mesma estabilidade emocional. Só que por outros motivos que nada têm a ver com substâncias de qualquer ordem", refere numa alusão à gravidez de risco de Joana Ornelas, que "esteve internada quase duas semanas", temendo-se que a menina não sobrevivesse. Bruno de Carvalho relata que no início do ano marcou uma reunião no Sporting e explicou o que se "estava a passar à restante administração da SAD". "Sempre dei oportunidade às pessoas para fazerem o seu trabalho. E, especialmente, nessa fase, só queria que todos conseguissem dar conta do recado até eu poder voltar e estar totalmente focado no Sporting. Infelizmente, não aconteceu", prossegue. O antigo presidente do Sporting aponta depois responsabilidades a Joana Ornelas. "Ao mesmo tempo o meu casamento começava a ruir. Não apenas pela gravidez de risco, mas também por um conhecimento cada vez maior da mulher que estava comigo. Comecei a perceber que ela se tinha casado com o presidente do Sporting e não com a pessoa. E isso levou a que eu não tivesse bom ambiente em casa. Nessa fase da minha vida, fiquei sem um verdadeiro porto de abrigo" e, acrescenta, "a ter de aguentar todos os obstáculos levantados pela minha mulher. Comecei a não aguentar", remata. Compartilhar este post Link para o post
El Colosso Publicado 13 Fevereiro 2019 Citação de FabioK, há 19 horas: Alguém que me dê um cigarro crl É a parte mais credivel de todo este livro, tbh Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 13 Fevereiro 2019 Citação Lembra-se de Nuno Saraiva, o diretor de comunicação do Sporting? Na semana em que Bruno de Carvalho lança um livro, falámos com o seu polémico e aguerrido diretor de comunicação no Sporting, que está hoje ligado a uma empresa de restaurantes e discotecas. Nuno Saraiva não vai estar presente do lançamento do livro de Bruno de Carvalho porque não vai estar em Lisboa esta sexta-feira, como disse à SÁBADO num curta conversa ao telefone. O ex-director de comunicação do Sporting abandonou o clube de Alvalade no final de setembro de 2018 - já com Frederico Varandas como presidente - e um mês depois assumiu o mesmo cargo (diretor de comunicação) na Fullest, um grupo que possui restaurantes (treze), discotecas (duas) e apartamentos (catorze) para arrendar. O CEO da Fullest é Gonçalo Fernandes, filho de Abílio Fernandes (antigo vice-presidente do Sporting, membro do Conselho Leonino e apoiante de Bruno de Carvalho). Gonçalo Fernandes foi comentador da Sporting TV e patrocinador de modalidades do clube. Saraiva não quis esmiuçar a sua nova vida. Disse apenas que "graças a Deus estou a conseguir o que queria, uma vida o mais pacata possível." Na despedida do Sporting, Nuno Saraiva disse que saía "não por vontade minha, mas consequência de uma decisão absolutamente legítima e totalmente transparente do novo Presidente do Clube. Ao contrário do que a dada altura alguns tentaram fazer crer, não levantei qualquer espécie de obstáculo nem fiz nenhuma exigência para além do que a lei determina." Saraiva acrescentou ainda que "foram dois anos de enorme intensidade. Com erros cometidos? Certamente que sim. Com excessos que poderiam ter sido evitados? Seguramente. Mas foram também dois anos de grande privilégio e paixão, em que conheci e fiquei amigo de pessoas extraordinárias." Nuno Saraiva, 47 anos, assumiu a comunicação de Alvalade em junho de 2016, deixando o Diário de Notícias, onde era sub-diretor. Sábado Compartilhar este post Link para o post
Pickle Rick Publicado 14 Fevereiro 2019 90% do livro é tanga, hipérboles e tentativa de se tornar um mártir. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 14 Fevereiro 2019 Citação Bruno de Carvalho diz que Ricciardi lhe pediu perdão de joelhos: "Largue-me as pernas por favor" No seu mais recente livro, o antigo presidente do Sporting fala de José Maria Ricciardi, ex-presidente do BESI e conhecido sócio sportinguista. Bruno de Carvalho dedicou uma parte do seu livro 'Sem Filtro - As histórias dos Bastidores da Minha Presidência' - a José Maria Ricciardi, ex-presidente do Banco Espírito Santo Investimento (BESI), conhecido sócio sportinguista e candidato às últimas eleições do Sporting, ganhas por Frederico Varandas. O excerto é publicado esta quinta-feira pela revista 'Visão'. Na obra, que vai para as bancas esta sexta-feira, Bruno de Carvalho garante que Ricciardi "não teve qualquer influência na reestruturação" que o Sporting alcançou com a banca. "Esteve em algumas reuniões, a meu pedido, mas manifestou sempre grande desconhecimento dos assuntos que estávamos a debater", escreve o antigo presidente. "A ideia de ter ajudado o Sporting nesses assuntos não é real, embora ele nunca tenha mostrado problema algum em ficar com esse rótulo". Bruno de Carvalho adianta que o administrador do BES que trabalhou com o Sporting foi Joaquim Góis e garante sobre Ricciardi: "Era uma das pessoas que queriam que caíssemos pouco tempo depois de termos tomado posse". E prossegue: "Não tenho dúvidas de que, mesmo depois de alcançarmos a reestruturaçãp, ele não era muito favorável. Passados uns meses, porém, parecia ter mudado de opinião e confessava estava rendido ao nosso trabalho." Aliás, na sequência desse alegado arrependimento de Ricciardi, Bruno de Carvalho conta um episódio curioso. "Vivi uma história bizarra com ele. Estávamos a sala da direção em Alvalade, com a porta aberta, a falar normalmente. De repente põe-se de joelhos à minha frente e agarra-me as pernas", escreve o antigo líder leonino. "'Perdoe-me, perdoe-me. Estava tão enganado ao longo destes últimos 20 anos. Cometemos tantos erros. Obrigado por tudo o que está a fazer pelo Sporting'", terá dito Ricciardi, segundo Bruno de Carvalho. "Fiquei atónito com aquela reação: 'Oh homem, está tudo perdoado, mas por favor, levante-se do chão. Passa aqui alguém, veem-no de joelhos e ainda ficam a pensar outra coisa. Largue-me as pernas por favor.' E ele lá se levantou e parou com aquela figura." "Quem é que imagina um homem como Ricciardi, de joelhos, a pedir desculpa? Mas é uma realidade, venha ele desmentir ou não", prossegue o texto. Bruno de Carvalho adianta que mais tarde perdeu o apoio de Ricciardi porque não quis renovar o contrato de Jorge Jesus. "A verdade é que ele e o Jorge passavam muito tempo juntos. Em muitos almoços. Eram amigos." O antigo líder leonino conta ainda que os problemas com Ricciardi começaram a surgir na altura em que Bruno e a mulher passavam muito tempo no hospital, devido à gravidez de risco de Joana Ornelas. "Num desses dias fui brindado com umas declarações de Ricciardi à comunicação social, em que me lançou fortes ataques, dizendo que eu deveria abandonar a presidência do Sporting. Este era o mesmo homem que se tinha ajoelhado tempos antes perante mim. O mesmo homem que me fazia rasgados elogios." Sábado Muito bom, BdC é melhor argumentista que muito gajo que anda por aí a trabalhar na TVI e na SIC. Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 14 Fevereiro 2019 Citação de Lebohang, há 9 minutos: "Quem é que imagina um homem como Ricciardi, de joelhos, a pedir desculpa? Ninguém, és um mentiroso Bruno. Compartilhar este post Link para o post
Jimpo Publicado 14 Fevereiro 2019 Que lunático. “ é a verdade quer ele venha desmentir ou não”. Tal como o Bruno é um Deus quer alguém venha desmentir ou não! Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 14 Fevereiro 2019 Basicamente este livro vai comprovar que o BdC é o Tolkien português. Já estou a imaginar a contracapa: "A mais importante obra de fantasia desde que Bilbo encontrou o Anel". 1 Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 14 Fevereiro 2019 A julgar pelo que se vai lendo do livro, o Bruno de Carvalho é um herói. Compartilhar este post Link para o post