Chet Faker Publicado 3 Março 2019 Citação de El Colosso, há 12 minutos: Ainda foi com o RV, não? Foi 2/3 dias antes do despedimento do RV. Mas já estava novamente lesionado, quando renovou. Compartilhar este post Link para o post
Ruas Publicado 3 Março 2019 Acho que o Salvio quando renovou até disse que foi ele que quis ficar no Benfica, que haviam outras propostas mas ele escolheu o Benfica. Que crl! Um gajo gosta que os jogadores gostem disto, mas podia haver um ou outro que não gostassem e se pusessem a andar. Compartilhar este post Link para o post
Chet Faker Publicado 3 Março 2019 O Caio Lucas não conheço quase nada dele, só vi os jogos do Mundial de Clubes. Contra o River destruiu os coitados, contra o Real foi meio m*rda, mas acaba por ser normal visto a diferença de qualidade. Mas seria um crime o Willock não ter lugar no plantel na próxima época, o puto já está mais do que pronto para partir isto tudo. Cervi e Salvio, e até mesmo o Zivko, é fechar os ciclos deles no Benfica. 1 Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 3 Março 2019 Fica aqui para nós uma foto que ilustra a noite em que finalmente o pessoal da minha geração conseguiu ver o Benfica que sempre sonhou a aparecer em campo no Dragão. Sem medo, cara a cara, com raça e atitude. Sem outras palavras, à Benfica. Por favor, façam-me uma assinatura e quem sabe um avatar 😱 Compartilhar este post Link para o post
Castor Publicado 3 Março 2019 (editado) Citação de Joao Pedro, há 45 minutos: Fica aqui para nós uma foto que ilustra a noite em que finalmente o pessoal da minha geração conseguiu ver o Benfica que sempre sonhou a aparecer em campo no Dragão. Sem medo, cara a cara, com raça e atitude. Sem outras palavras, à Benfica. Por favor, façam-me uma assinatura e quem sabe um avatar 😱 Vê lá se gostas de alguma. Já não sei pôr fotos nos posts 😞 Edit: já percebi Editado 3 Março 2019 por Castor 1 Compartilhar este post Link para o post
paladino77 Publicado 3 Março 2019 Em relação aos centrais, não gostei nada de nenhum deles. Tinha dito isso no tópico de jogo mas ficou perdido na conversa do Félix. Tanto o RD como o Ferro fartaram-se de fazer faltas estúpidas, estavam ambos amarelados logo aos 55 e estavam com mais medo do Marega do que eu da minha mãe quando me chamava pelo primeiro e segundo nome. A sorte é que o Porto foi Brahimi + Marega e pouco mais, e mesmo assim foram perigosos. Nota-se muita inexperiência e espaço para evolução, mas não considero que tenham estado bem. O Lage nunca é demais dizer que é do caralhão. Ainda vai por o Taarabt a render! 😂 Compartilhar este post Link para o post
joe Publicado 3 Março 2019 Citação de Red Prince, há 4 horas: Já vi isto umas 200x. Que sonho. Apesar de isso me dar uma tusa gigante, melhor sao os segundos seguintes. O Rafa, que vem com a bola na mao, pega no Felix e levanta o gajo. O Benfica marca o golo do empate no Dragao, falta mais de uma hora para o jogo acabar e há pressa em marcar o segundo. O que nós vimos ontem foi histórico meus amigos. Ganhar lá é raríssimo, mas ganhar lá com esta atitude , com 4 da academia em campo? Eu nunca tinha visto. E também foi a primeira vez que roubámos a liderança lá. 2 Compartilhar este post Link para o post
Chazzy Chazz Publicado 3 Março 2019 Citação de joe, há 39 minutos: O Rafa, que vem com a bola na mao, pega no Felix e levanta o gajo. O Benfica marca o golo do empate no Dragao, falta mais de uma hora para o jogo acabar e há pressa em marcar o segundo. E o Samaris também os vai lá empurrar para o meio-campo, para o jogo recomeçar rapidamente. À Benfica. Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 3 Março 2019 Citação de Castor, há 2 horas: Vê lá se gostas de alguma. Já não sei pôr fotos nos posts 😞 Edit: já percebi Obrigado Castor, grande boss. Gosto dos dois, adoro a pose do Almeida também, mas acho que o destaque é mesmo o Félix, por isso a usar, vou na 1ª. Compartilhar este post Link para o post
Genzo Publicado 3 Março 2019 Se calhar sou eu que já estou velho de mais e com a memória no passado, mas talvez vocês me conseguem ajudar. Quando é que foi a última vez que para o campeonato o Benfica foi ganhar ao Dragão com pelo menos 2 golos marcados e 100% tugas? Só me lembro do bis do Nuno Gomes :S Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 3 Março 2019 Citação de Genzo, há 18 minutos: Se calhar sou eu que já estou velho de mais e com a memória no passado, mas talvez vocês me conseguem ajudar. Quando é que foi a última vez que para o campeonato o Benfica foi ganhar ao Dragão com pelo menos 2 golos marcados e 100% tugas? Só me lembro do bis do Nuno Gomes :S César Brito em 1991. Compartilhar este post Link para o post
Genzo Publicado 3 Março 2019 Apenas perguntei porque tanto o Rafa e o João Félix são cá da "terra", e o último bis com vitória foi do Lima que propriamente não era português. Daí sobrava o Nuno Gomes em 2005. Ou seja, após 14 anos, o Lage consegue fazer o que Jesus e Rui Vitória não fizeram. Ganhar e ambos os golos serem de portugueses. Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 4 Março 2019 Também houve uma outra vitória, embora servisse de pouco, numa meia final da taça de Portugal, mas também aí só um dos golos foi português, no caso do Fábio Coentrão, já que o outro foi do Javi Garcia, numa vitória também por 0-2. Se queres ir por aí, com o Lage a treinador, também conseguimos voltar a ver jogadores portugueses nos marcadores de golos do derby contra o Sporting, em Alvalade. Este ano marcaram o João Félix, Ruben Dias e Pizzi. Antes desta época, a última vez que tinha havido uma vitória lá com golos portugueses, tinha sido em 2006, com golos do Ricardo Rocha e Simão. Compartilhar este post Link para o post
JonasThern Publicado 4 Março 2019 Renovações de Samaris e Rafa em marcha. Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado 4 Março 2019 https://www.abola.pt/Clubes/Noticias/Ver/776538/40/ Compartilhar este post Link para o post
Mister Master Publicado 4 Março 2019 2+1 de opção era o ideal. Compartilhar este post Link para o post
Duda34 Publicado 4 Março 2019 Rendido, absolutamente rendido. Admito ter sido céptico em relação ao Lage. Era normal, afinal estamos a falar de um treinador sem qualquer experiência como treinador principal de uma equipa A sénior. Para além disso, aqueles dois primeiros jogos contra o Rio Ave e Santa Clara não me convenceram muito, sobretudo a nível defensivo. Mas ganhámos. Ganhámos ao Rio Ave e depois fomos ganhar aos Açores. E depois disso ganhámos duas vezes em Guimarães. E depois disso ganhámos duas vezes ao Sporting. E depois disso demos 10-0. E depois disso fomos ganhar à Turquia com os juniores. E depois disso fomos ganhar ao Dragão. Não há muito a dizer que não seja o que o Lage tem dito desde o início: jogo a jogo, treino a treino. Nada está ganho, longe disso. É continuar. 2 Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 4 Março 2019 (editado) Meus amigos, deixem-me aqui discorrer sobre o quão pesa o Benfica, pois que, pese uma tonelada, pese uma pluma, incumbe ao Benfiquista carregar o seu clube, em permanência. Este é o primeiro Benfica leve que tenho o prazer de encontrar. Não sendo do tempo do Rogério Pipi e Espírito Santo; nem do Eusébio e Coluna; tampouco do Humberto Coelho e Shéu; também não sou do tempo do do Chalana e Bento; nem sequer do do Magnusson e Manniche, não me posso pronunciar, a viva voz, sobre o quão pesavam em cima do adepto aqueles Benficas. Sou de outros tempos. Essencialmente dos anos 90, em que o Benfica nem tinha peso mensurável. Era uma massa amorfa e imóvel, imune a todas as leis da física, onde o esférico, redondo como Deus o fez, se tornava quadrado nos pés desse Sueco meritório de Nobel da Física de nome Pringle. E como ele havia às dúzias, ano após ano a verdadeiramente danificar o clube e os adeptos, emprestando o seu excessivo peso, para que nem seis milhões o conseguissem puxar. Junte-se a isto uma série de treinadores incompetentes/folclóricos/ou apenas engolidos pela enormidade da tarefa e um Vale e Azevedo que de si já é mais que individuo, tendo passado à história na vox populii como vero adjectivo, suplantando o anterior e mais prosaico homo adjectivus 'Alves dos Reis', e formava-se a tal massa disforme, inqualificável e com peso indefinido que nem pude sequer levantar (ou quiçá, perante tal peso, não pude levantar-me de todo), quanto mais saber qual o peso que tinha sobre mim, jovem adepto. Seguiram-se outros Benficas, mais neutros, melhores que os dos anos 90 (fraca proeza, diga-se), mas piores dos que viriam depois; Benficas de transição. De Camacho a Fernando Santos, eram Benficas que eu já lograva em levantar do chão e carregar comigo, semana após semana, para todo o lado, na mochila da escola. Pesavam. Bastante. Pesavam o peso da história e a promessa de glória, quase sempre adiada. Era difícil ser Benfiquista e carregar o adamastórico Benfica para todo o lado, como é nosso privilégio e dever, com tão pouco alimento da alma Benfiquista em retorno. Seguiu-se o Benfica mais marcante, seguramente, da minha geração. O Benfica de pastilha na boca, cabelos Pantène e ego pleno de seu timoneiro. À chegada prometera que o Benfica jogaria o dobro do Benfica do seu antecessor (um infiltrado de Castela, aqui metido pelos nossos pérfidos vizinhos para nos roubar a alegria e a Orsi da SIC). De facto cumpriu. Excedeu até. Era um Benfica que parecia mais leve. Mas não era. Era sorrateiramente pesado. Parecia sempre muito leve ao início, mas começava a ficar mais pesado com o avançar da época. O Saco de penas do início da temporada subitamente se metamorfoseava em saco de cimento da Secil; e com a chuva invernal solidificava em duro betão, o qual custava a levar até ao fim do ano. Pesava-nos nas consciências a cada semana a mesma indagação: "quando é que a gente f*de esta época?" Qualquer vantagem, mesmo que de 9 pontos, não nos descansava nunca, e em novo desafio das leis da física, cada ponto de vantagem parecia dobrar o peso que o Benfiquista carregava durante a semana. Quem pagava era a unha semanalmente mais curta; e as costas progressivamente mais vergadas ao nervosismo, ao 'vai correr mal'. E deveras, o maldito saco de cimento no mais das vezes rebentava antes de chegarmos à meta, usualmente associado a um encontro com o nosso arquirival do Norte, qual trauma perpétuo e inquebrantável. Seguiu-se um Benfica serviços mínimos decretados pelo Tribunal Arbitral constituído pelo seu famigerado treinador. Pesava pouco é verdade. Mas também não dava gosto em carregá-lo. Nem em vê-lo. Ganhando ou perdendo, raramente dava um sorriso nos lábios. Se calhar ainda pesava mais. Pesava o peso da indiferença. O peso do "ah mas o Benfica joga hoje é? Bem, lá tenho que ver essa desgraça". Carregar esse Benfica era 100% obrigação, e 0% paixão. Consumiu-nos a chama imensa que temos na alma, até quedar mero fogacho ténue a lutar por ficar viva em noite de chuvada e ventania. Este Benfica, pela primeira vez não me pesa nada. Nem penso nele durante a semana. Não consulto o calendário para ver quem é o próximo adversário. É-me indiferente. E pela primeira vez, é-me indiferente pela positiva. É o famoso e raramente sentido "venha quem vier". Nem me preocupo, nem consulto o calendário para ver quais são os jogos mais difíceis. Não ando à procura de saber qual o dia e hora em que isto vai borregar. Nem farei aqueles malditos simuladores de resultados que o Jornal de Negócios costuma trazer nos idos de Março sob o lema "simule aqui quem vai ser o campeão". Não me pesa na consciência, não me castiga nas unhas, não me verga as costas. Ando de costa-direita a semana toda, nem leio o jornal desportivo. Para quê? nada me preocupa, não preciso de estar em cima do acontecimento. Quando chega o fim de semana é quase de surpresa que vejo quem é o adversário. Para mim é como Garrincha que chamava a todo os seus opositores de João, porque os irmanava na igualdade de uma certeza: iriam todos eles ser humilhados e sentados no chão com o seu drible mágico. Lage é o Garrincha português: jogo-a-jogo; treino-a-treino, porque o nome do adversário tanto dá, são todo para atropelar. Pela primeira vez sinto uma confiança total no Benfica, e ir à frente já não causa (como outrora, em tempos de Mestre da Táctica) suores nocturnos e peso acrescido pela responsabilidade de não fracassar. Ir à frente só causa vigor e brio, alimenta a chama imensa. Em resumo, este Benfica pesa-me cem gramas de fiambre. Levo no bolso. Não me pesa nada. Editado 4 Março 2019 por IlidioMA 8 1 Compartilhar este post Link para o post
Demander Publicado 4 Março 2019 (editado) Estava a pensar hoje: Quão importante poderá ter sido para nós a eliminação nas meias-finais da taça da Liga? se tivessemos ganho e ido a final, iamos continuar a saga dos jogos de a cada 3/4 dias, sem que o Lage tivesse tempo durante a semana de começar a corrigir o que estava mal que vinha de trás(presumo que a jogar de 3 em 3 dias boa parte do treino seja de gestão de esforço). Essa eliminação, no meu ver, permitiu ao Lage treinar a equipa noutros aspectos nessa semana e penso que foi daí para a frente que a equipa pareceu ainda mais solida, especialmente no capitulo defensivo. não digo que o Lage não fosse capaz de fazer o mesmo a nivel de resultados, mas talvez o desenvolvimento da equipa e organização defensiva da mesma tivessem demorado mais tempo a chegar aol nivel actual. Editado 4 Março 2019 por Demander Compartilhar este post Link para o post
FabioK Publicado 4 Março 2019 Foi bom claro. Penso que o já houve alguém a mencionar isso num tópico qualquer. No meio de praticamente 2 meses creio que foi a única vez que tivemos uma semana de descanso, pelo que terá sido nessa semana que o Lage pôde corrigir algumas coisas que queria de forma mais intensa. Ele já explicou isso numa CI qualquer até ( não necessariamente falando desse período pós esse jogo atenção ) Compartilhar este post Link para o post
F_Tex Publicado 4 Março 2019 momento Trivial: quantas vezes na história é que um puto de 19 anos marcou em Alvalade e no Dragão? Compartilhar este post Link para o post
HIM Publicado 4 Março 2019 Citação de IlidioMA, há 4 horas: Meus amigos, deixem-me aqui discorrer sobre o quão pesa o Benfica, pois que, pese uma tonelada, pese uma pluma, incumbe ao Benfiquista carregar o seu clube, em permanência. Este é o primeiro Benfica leve que tenho o prazer de encontrar. Não sendo do tempo do Rogério Pipi e Espírito Santo; nem do Eusébio e Coluna; tampouco do Humberto Coelho e Shéu; também não sou do tempo do do Chalana e Bento; nem sequer do do Magnusson e Manniche, não me posso pronunciar, a viva voz, sobre o quão pesavam em cima do adepto aqueles Benficas. Sou de outros tempos. Essencialmente dos anos 90, em que o Benfica nem tinha peso mensurável. Era uma massa amorfa e imóvel, imune a todas as leis da física, onde o esférico, redondo como Deus o fez, se tornava quadrado nos pés desse Sueco meritório de Nobel da Física de nome Pringle. E como ele havia às dúzias, ano após ano a verdadeiramente danificar o clube e os adeptos, emprestando o seu excessivo peso, para que nem seis milhões o conseguissem puxar. Junte-se a isto uma série de treinadores incompetentes/folclóricos/ou apenas engolidos pela enormidade da tarefa e um Vale e Azevedo que de si já é mais que individuo, tendo passado à história na vox populii como vero adjectivo, suplantando o anterior e mais prosaico homo adjectivus 'Alves dos Reis', e formava-se a tal massa disforme, inqualificável e com peso indefinido que nem pude sequer levantar (ou quiçá, perante tal peso, não pude levantar-me de todo), quanto mais saber qual o peso que tinha sobre mim, jovem adepto. Seguiram-se outros Benficas, mais neutros, melhores que os dos anos 90 (fraca proeza, diga-se), mas piores dos que viriam depois; Benficas de transição. De Camacho a Fernando Santos, eram Benficas que eu já lograva em levantar do chão e carregar comigo, semana após semana, para todo o lado, na mochila da escola. Pesavam. Bastante. Pesavam o peso da história e a promessa de glória, quase sempre adiada. Era difícil ser Benfiquista e carregar o adamastórico Benfica para todo o lado, como é nosso privilégio e dever, com tão pouco alimento da alma Benfiquista em retorno. Seguiu-se o Benfica mais marcante, seguramente, da minha geração. O Benfica de pastilha na boca, cabelos Pantène e ego pleno de seu timoneiro. À chegada prometera que o Benfica jogaria o dobro do Benfica do seu antecessor (um infiltrado de Castela, aqui metido pelos nossos pérfidos vizinhos para nos roubar a alegria e a Orsi da SIC). De facto cumpriu. Excedeu até. Era um Benfica que parecia mais leve. Mas não era. Era sorrateiramente pesado. Parecia sempre muito leve ao início, mas começava a ficar mais pesado com o avançar da época. O Saco de penas do início da temporada subitamente se metamorfoseava em saco de cimento da Secil; e com a chuva invernal solidificava em duro betão, o qual custava a levar até ao fim do ano. Pesava-nos nas consciências a cada semana a mesma indagação: "quando é que a gente f*de esta época?" Qualquer vantagem, mesmo que de 9 pontos, não nos descansava nunca, e em novo desafio das leis da física, cada ponto de vantagem parecia dobrar o peso que o Benfiquista carregava durante a semana. Quem pagava era a unha semanalmente mais curta; e as costas progressivamente mais vergadas ao nervosismo, ao 'vai correr mal'. E deveras, o maldito saco de cimento no mais das vezes rebentava antes de chegarmos à meta, usualmente associado a um encontro com o nosso arquirival do Norte, qual trauma perpétuo e inquebrantável. Seguiu-se um Benfica serviços mínimos decretados pelo Tribunal Arbitral constituído pelo seu famigerado treinador. Pesava pouco é verdade. Mas também não dava gosto em carregá-lo. Nem em vê-lo. Ganhando ou perdendo, raramente dava um sorriso nos lábios. Se calhar ainda pesava mais. Pesava o peso da indiferença. O peso do "ah mas o Benfica joga hoje é? Bem, lá tenho que ver essa desgraça". Carregar esse Benfica era 100% obrigação, e 0% paixão. Consumiu-nos a chama imensa que temos na alma, até quedar mero fogacho ténue a lutar por ficar viva em noite de chuvada e ventania. Este Benfica, pela primeira vez não me pesa nada. Nem penso nele durante a semana. Não consulto o calendário para ver quem é o próximo adversário. É-me indiferente. E pela primeira vez, é-me indiferente pela positiva. É o famoso e raramente sentido "venha quem vier". Nem me preocupo, nem consulto o calendário para ver quais são os jogos mais difíceis. Não ando à procura de saber qual o dia e hora em que isto vai borregar. Nem farei aqueles malditos simuladores de resultados que o Jornal de Negócios costuma trazer nos idos de Março sob o lema "simule aqui quem vai ser o campeão". Não me pesa na consciência, não me castiga nas unhas, não me verga as costas. Ando de costa-direita a semana toda, nem leio o jornal desportivo. Para quê? nada me preocupa, não preciso de estar em cima do acontecimento. Quando chega o fim de semana é quase de surpresa que vejo quem é o adversário. Para mim é como Garrincha que chamava a todo os seus opositores de João, porque os irmanava na igualdade de uma certeza: iriam todos eles ser humilhados e sentados no chão com o seu drible mágico. Lage é o Garrincha português: jogo-a-jogo; treino-a-treino, porque o nome do adversário tanto dá, são todo para atropelar. Pela primeira vez sinto uma confiança total no Benfica, e ir à frente já não causa (como outrora, em tempos de Mestre da Táctica) suores nocturnos e peso acrescido pela responsabilidade de não fracassar. Ir à frente só causa vigor e brio, alimenta a chama imensa. Em resumo, este Benfica pesa-me cem gramas de fiambre. Levo no bolso. Não me pesa nada. Vai trabalhar, pá! Que tl;dr... ❤️😘 Compartilhar este post Link para o post
John Bonifácio Publicado 4 Março 2019 (editado) Belo texto, @IlidioMA. Sim, senhor! Citação de Demander, há 3 horas: Estava a pensar hoje: Quão importante poderá ter sido para nós a eliminação nas meias-finais da taça da Liga? se tivessemos ganho e ido a final, iamos continuar a saga dos jogos de a cada 3/4 dias, sem que o Lage tivesse tempo durante a semana de começar a corrigir o que estava mal que vinha de trás(presumo que a jogar de 3 em 3 dias boa parte do treino seja de gestão de esforço). Essa eliminação, no meu ver, permitiu ao Lage treinar a equipa noutros aspectos nessa semana e penso que foi daí para a frente que a equipa pareceu ainda mais solida, especialmente no capitulo defensivo. não digo que o Lage não fosse capaz de fazer o mesmo a nivel de resultados, mas talvez o desenvolvimento da equipa e organização defensiva da mesma tivessem demorado mais tempo a chegar aol nivel actual. Disse-o na altura, no meu grupo de amigos, que essa meia final, apesar da derrota, foi o resultado perfeito para nós. Jogamos bem e vendemos a derrota cara e depois fomos para casa preparar o ciclo cujo culminar foi atingido na noite de sábado. Sem esses dias, duvido que tivesse resultado tudo tão bem. Editado 4 Março 2019 por John Reverend Compartilhar este post Link para o post
Chazzy Chazz Publicado 4 Março 2019 Disse aqui no trabalho, após esse jogo, que tínhamos perdido e sido eliminados de uma competição mas que tínhamos ganho, de certeza absoluta, uma equipa na verdadeira ascensão da palavra. Todos se riram. Entretanto levaram quatro e dois em casa, respectivamente. Compartilhar este post Link para o post
Diogo_CFB Publicado 4 Março 2019 Citação de Chazzy Chazz, há 1 minuto: Disse aqui no trabalho, após esse jogo, que tínhamos perdido e sido eliminados de uma competição mas que tínhamos ganho, de certeza absoluta, uma equipa na verdadeira ascensão da palavra. Todos se riram. Entretanto levaram quatro e dois em casa, respectivamente. Aposto que estás no tlm... Compartilhar este post Link para o post