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Oficial: Bruno Lage, actual treinador do Benfica, é o novo treinador do Benfica

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Citação de trz, há 22 minutos:

Nesta festa que é o futebooooooooollll. Oliver benji são os magos da bola, benji oliver

E o Pepe?

 

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A Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD renovou contrato com o treinador Bruno Lage até 2023.

O acordo foi comunicado pela sociedade gestora do futebol benfiquista à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. No documento informa-se que o vínculo contratual é válido até 30 de junho de 2023.

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Citação de IlidioMA, Em 19/02/2019 at 17:37:

e vem na imprensa que o Lage já é do Mendes... Which means, não fica cá muito tempo.

Pá... calma. O homem ganhou dez jogos, vai para onde? Para o Real Madrid?

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o JJ ganhou uma data de trofeus e chegou a finais da LE e não arranjou nada fora do tugão quanto as relações Benfica-Mendes acho que ainda estão azedas desde o inicio da época passada.

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Citação de Chandler, há 1 hora:

Pá... calma. O homem ganhou dez jogos, vai para onde? Para o Real Madrid?

qualquer Wolves ou Watford. Ainda por cima ele adorou estar em Inglaterra.

Citação de diazevedo7, há 1 hora:

o JJ ganhou uma data de trofeus e chegou a finais da LE e não arranjou nada fora do tugão quanto as relações Benfica-Mendes acho que ainda estão azedas desde o inicio da época passada.

Sim, mas o JJ  tinha quase 60 anos e sabia dizer três palavras que não fosse em Português. Seria uma tall order, mesmo para o Mendes, exportar para qualquer sítio de relevo um treinador com esse perfil 

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Citação

Só que não basta olhar para um fenómeno, é preciso compreendê-lo: este é Bruno Lage

É a grande figura de um Benfica de “chama imensa”, de volta à luta pelo título. Em poucas semanas, passou sucessivamente de nome na sombra de Rui Vitória – talvez por culpa do clarão anedótico visto por Luís Filipe Vieira durante a noite de reflexão no Seixal – a interino, primeiro, depois a “técnico principal até final da temporada” e agora, com a renovação, a treinador com a cláusula mais alta da história dos encarnados. Só que não basta olhar para um fenómeno, é preciso compreendê-lo: é o que Luís Mateus tenta fazer, com a ajuda de quem conhece Lage desde os primeiros pontapés numa bola.

“Participávamos num torneio internacional em Madrid. Como já estava há muitos anos no Benfica, eu tinha sempre muitos equipamentos, que nestas alturas levava para trocar com jogadores de outras equipas. Tento ficar com uma camisola do Real Madrid, mas não consigo. Então, o Raphael Guzzo vem ter comigo e diz-me para não me preocupar, que o Nélson recebeu uma do Barcelona e não se importa que fique para mim, dá-ma em Lisboa. Nos dias seguintes, o Bruno Lage vem ter comigo e pergunta: ‘Já viste a camisola?’. Respondo-lhe que não e mais tarde volta a perguntar o mesmo. Claro que quando chegámos não há camisola nenhuma, é tudo tanga, e o Bruno tinha feito parte da brincadeira’.

João Nunes conhece o atual treinador do Benfica há 20 anos, tinha o central, hoje convertido no melhor lateral direito da liga polaca, “apenas 5 ou 6”. Aprende na escola de Quinito, que compete com o nome 1º de Maio da Varzinha. Daí ao Benfica, onde Lage passa a treinar pouco depois, é um instante, porque “na altura era fisicamente mais desenvolvido e podia defrontar jogadores mais velhos”. Lage leva-o para as escolas de competição dos encarnados e cruzam-se em vários momentos da carreira de ambos. Esperem, há aqui outra história que o futebolista quer contar.

“No mesmo torneio surge um dia de folga. Apanhamos o metro. Puerta del Sol, centro, Plaza Central. Ali, no meio, está uma loja provisória da Nike, que tem um campo de três-para-três e um barbeiro. O Bruno quer fazer uma aposta com o [Gonçalo] Guedes: ele corta o cabelo como o Cristiano Ronaldo se ele fizer o corte do Balotelli. Ao início, o Guedes recusa, mas depois acaba por aceitar, embora mudando as regras: faz apenas a meio da cabeça, provavelmente a pensar que depois conseguiria disfarçar com o cabelo restante. Claro que ao fazer-se o penteado do Ronaldo a diferença não é muita, enquanto o do Balotelli já não é bem assim. É uma festa na barbearia, no hotel. No metro, todos olham para o Guedes, o Bruno senta-se ao seu lado, encolhe os ombros e diz ‘miúdos!’. O Guedes não tem outro remédio que não rapar a máquina zero.”

Nunes conta-nos estas histórias para que percebamos a forma como Lage interage no balneário, como mantém o equilíbrio. “Trabalhei com o Bruno em várias ocasiões, foi meu treinador nas escolas e nos juvenis do Benfica e posso dizer que o conheço bastante bem. Claro que não se pode comparar o relacionamento com miúdos de 5, 6 anos, mas nos juvenis já era muito a sério. Foi sempre muito organizado e sabia manter um relacionamento saudável no balneário. Toda a gente sabia quando era para brincar ou para trabalhar - e quando era para trabalhar era muito a sério. Os treinos eram sempre levados ao mais ínfimo pormenor. Cada jogo era preparado com um cuidado extremo.”

A obsessão pelo detalhe

Se Bruno Lage era obcecado pelo jogo seguinte, quer tal dizer que o adversário se sobrepõe ao processo? João Nunes assegura que não, é precisamente o contrário: “Sempre teve a sua filosofia, ideia de jogo. O adversário, as dificuldades que pode criar ou as fragilidades que tem e podem ser exploradas, eram sempre enquadradas dentro do modelo. Não mudava, ajustava”.

Uma imagem que liga um pouco com a forma como o técnico preparou a visita ao Desportivo das Aves, com um quadrado desenhado pelo paralelismo de Pizzi e Rafa, mais à frente, em relação ao duplo-pivot formado por Samaris e Gabriel. Já tinha anunciado na conferência de antevisão da véspera e cumpriu: sente ser preciso apresentar sempre nuances diferentes para impedir que os adversários se adaptem e também para explorar fraquezas rivais.

Lage gosta de estar preparado para tudo. Os exercícios do treino são extremamente variados e procuram colocar problemas que possam surgir durante as partidas. “Gosta de trabalhar e não quer, de maneira nenhuma, ser apanhado desprevenido. Chegávamos a treinar situações em que uma das equipas jogava com menos um, para que pudéssemos saber o que fazer se ficássemos com um jogador expulso ou lesionado e não houvesse já hipótese de substituição”, recorda, para sublinhar a qualidade das sessões orientadas pelo treinador: “Tinha exercícios muito diversificados, era um nível bastante elevado. Muitas vezes as pessoas do lado de fora não têm noção da forma em que se enquadra um determinado exercício, mas todos diziam respeito a vários momentos do jogo”.

O trabalho nas transições

Enquanto os adeptos destacam, em qualquer vox pop que se preze, uma atitude diferente dos jogadores em campo com o novo treinador, o que realmente se verifica é um aumento da intensidade, sobretudo no processo defensivo e especificamente na reação à perda. Um problema identificado durante praticamente toda a passagem de Rui Vitória pela Luz e nunca resolvido.
“O Bruno está sempre muito atento aos dois processos, seja o ofensivo ou o defensivo. Preocupa-se especialmente com as transições, seja defesa-ataque, com a capacidade de gerar contra-ataques e apanhar o adversário desprevenido, ou a defensiva. Gosta de ter preparado cada momento do jogo”, assegura João Nunes.

Se o treinador do Benfica é alguém preocupado com o detalhe, afasta-se do perfil do antecessor, que permitia mais liberdade aos jogadores. Será assim? “Dá liberdade, mas dentro do modelo de jogo. Com o Sporting, por exemplo, soube bloquear os pontos fortes do adversário, que eram a posse e o jogo entrelinhas. Isso faz-se com estratégia, embora depois os jogadores se sintam livres o suficiente para colocarem em campo a sua criatividade”, explica o defesa.

Todos preparados para a oportunidade

Ferro, Florentino, Yuri Ribeiro, Gedson, João Félix e Rúben Dias, todos made in Seixal, fizeram parte do 11 do Benfica em Istambul, uma decisão de risco de Bruno Lage, que não só mostrou manter a porta aberta para os mais jovens como lhe permitiu fazer a gestão física de alguns elementos mais desgastados. O triunfo por 2-1 sustenta a ideia de que há muito boa gente pronta para enfrentar desafios maiores e que o técnico também a tem sabido preparar psicologicamente.

“Na formação não há, obviamente, o nível de competição que há numa equipa A. No entanto, já na altura havia uma preocupação por parte do Bruno em ter-nos prontos para podermos entrar no lugar de um colega. Tocou-me a mim, por exemplo. Na equipa da geração de 94 estava com os mais velhos e era natural que jogasse menos. Havia o João Cancelo, o Fábio Cardoso. Mas o Pedro Torrado lesionou-se e tive a minha oportunidade. Houve sempre a preocupação do treinador de que todos os jogadores estivessem preparados. Isso nota-se também hoje em dia.”
A aposta vai manter-se, não há dúvidas. “O futebol português tem de continuar a direcionar-se nesse sentido”, assegura João Nunes, que lembra que “a situação financeira dos grandes obriga a vendas recorrentes de jovens”.

O gosto de discutir futebol, presente e futuro

Bruno Lage tem dado cartas também no contacto com a imprensa, mostrando-se disponível para discutir o jogo e um pouco as suas ideias. O defesa acredita que isso vem do gosto que tem pelo futebol no estado mais puro. “Na formação não há esse contacto frequente com a imprensa, mas sempre que existia uma conversa no balneário gostava de discutir o futebol pelo futebol, o futebol em si. Um pouco na linha do Luís Castro e do Renato Paiva. O Bruno é assim. Quando o assunto é futebol, é o jogo que o motiva. Não há motivo para não falar de táticas, de dinâmicas, não há que esconder alguma coisa. E não falava só de futebol connosco - falava da vida, preparava o lado humano. Não é fácil para os miúdos terem esse contexto.”

O atual lateral-direito do Lechia Gdansk sempre acreditou que o salto do técnico “seria uma questão de tempo”. O facto de Bruno Lage ter começado este ano na equipa B foi “um passo importante”, permitiu-lhe ajudar jovens, prepará-los para o salto, e desde que subiu à equipa principal “tem estado à altura”.

A pergunta não é fácil, mas quem o acompanhou vários anos deve ter a noção do que Lage ainda precisa de resolver para ser ainda melhor treinador. João Nunes não vê defeitos no antigo técnico: “Sinceramente, não vejo. Obviamente, todos evoluem com a experiência. Ficamos todos com melhor leitura de jogo e preparamos os encontros também melhor quantos mais jogos jogarmos ou orientarmos. Há esse processo e, tal como um jogador, também um treinador aprenderá a ler cada vez melhor um encontro”.

A preocupação constante com o equilíbrio da equipa, numa mistura perfeita entre estratégia e liberdade criativa. A riqueza do treino, com atenção ao detalhe e a mil situações que podem ocorrer durante o jogo. O trabalho exigente e a aposta nas transições e na reação à perda. O gosto de estar no meio de um balneário e de fazer parte do mesmo. De falar com os jogadores, sem perder a liderança e até o papel de formador. O contar com todos, premiando o trabalho, que lhe garante uma imagem salomónica que só pode manter o grupo unido. A confiança no processo. O prazer do jogo e de discuti-lo. Este é Bruno Lage, o treinador que revolucionou o Benfica e convence todos à sua volta. Um fenómeno de afirmação, apenas atrasado por uma luz e alguma falta de estratégia por parte da SAD encarnada.

Expresso

 

 

Citação

Bruno Lage encheu a barriga, caiu nos braços e subiu à cabeça dos benfiquistas

Pedro Santos Guerreiro, diretor do Expresso, escreve sobre este novo Benfica pós-Rui Vitória que tem no treinador o exemplo máximo do paradigma da formação.

“Oiça, o que distingue um treinador não é saber mais de futebol. Ó minha querida, todos sabem praticamente o mesmo. O que distingue é o homem”. Assim respondia Manuel Sérgio à Tribuna vai para dois anos, numa entrevista em que explicava que antes dele ninguém do futebol sabia quem era Descartes.

“A diferença está aí, não está na tática. Hoje em dia um homem só não vale nada, tem de haver uma organização. O Benfica está tecnologicamente tão bem preparado como qualquer equipa europeia. Mas os homens é que comandam a tecnologia.” Já então havia um homem.

Vai-se ao Seixal e vê-se a tecnologia, sim, ginásios, tratamento de relvados, gabinetes médicos, maquinaria de ponta, umsimulador ali inventado que passa bolas a 80 quilómetros à hora, no Caixa Futebol Campus não há imparidades nem listas negras no banco patrocinador, há quartos onde os miúdos vivem, encarregados de educação que acompanham os estudos e treinadores, preparadores, educadores, fisioterapeutas...

Quando o Benfica começou a investir no Seixal, em 2006, parecia a léria do costume, a de que vamos apostar na formação e encontrar o próximo Ronaldo. Mas o Benfica investiu a sério (enquanto, aliás, o Sporting desinvestiu a sério) e anos depois os resultados começaram a saltar como milho numa frigideira quente. O Seixal é ninho, berço e incubadora. E já então havia um homem.

Assim começou uma fila de negócios que de tantos e tão bons parecia ao início coisa de agente abocanhando comissões. A fome juntava-se à vontade de comer. A vontade de comer negócios, a fome de dinheiro.

Quando o BES colapsou, em 2014, o Benfica perdeu o “telefone vermelho” para Ricardo Salgado: BCP e Novo Banco, então principais financiadores do Benfica, estavam apertados pelo Banco de Portugal, que conhecia o risco do futebol: bastava-lhe saber o escaldão que os mesmos bancos haviam apanhado no Sporting, na “reestruturação financeira” que escondia um perdão de dívida.

Desde então, o Benfica (como outros clubes) reduziu passivo e trocou empréstimos bancários por obrigações. Como? Tornou-se uma máquina de fazer receitas. E foi no Seixal que colheu os ovos de ouro da galinha que alimentara. Não foi sorte, foi investimento. E já então havia um homem.

Renato Sanches, Gonçalo Guedes, Bernardo Silva, Lindelof, Ederson, Ivan Cavaleiro, André Gomes, João Cancelo, Hélder Costa, todos passaram pelo Seixal, foram vendidos por 15, 20, 30, 35 milhões, bateram as asas e abateram a dívida, e neste processo a decisão de substituir Jorge Jesus (que deixava os miúdos na escola primária) por Rui Vitória (que os chamava à equipa A) não foi um acaso, era preciso quem os pusesse na montra maior, a dupla Luís Filipe Vieira – Jorge Mendes tratava do resto. E foi tratando. O Benfica encheu-se de receitas, ano após ano lapidando jogadores sem delapidar a equipa: foi tetracampeão.

E enquanto isto havia um homem.

Chamaram o homem há umas semanas. Nem aqueceria no banco, supunha-se, até porque da última vez que Luís Filipe Vieira tinha dormido no Seixal e refletido muito durante a noite, o treinador durou pouco. O homem ganhou. E goleou. E ganhou outra e outra vez. E subiu na tabela.

O homem ganhava mal, diziam, trinta mil euros por mês é pouco no futebol num país onde o salário médio não chega a mil euros. Aumentaram-no. Deram-lhe contrato com cláusula de rescisão. Tem novo agente, Jorge Mendes, who else?, está nas primeiras páginas dos jornais, os benfiquistas andam malucos com ele.

O que o homem fez no balneário não se sabe bem, mas sabe-se o que fez em campo. Mobilizou, motivou, teve sorte com os resultados do FC Porto, mas sobretudo arriscou, arriscou muito e pôs os miúdos do Seixal a jogar na equipa principal, seis em onze na Turquia onde o Benfica nunca tinha ganho, e agora há Felix, Ferro, Rúben, Florentino, que estão no campo sem estar no prelo prelo porque a SAD garante que já não precisa de vender jogadores para equilibrar contas..

O Benfica está a jogar bem e bonito, o que em si mesmo gera receitas (mais bilheteira, mais merchandising…). Talvez desde 2009/10 não jogasse tão bem, mas então Jorge Jesus tinha uma equipa de craques. Ainda não sabemos como o homem vai lidar com a derrota, nem com a pressão do primeiro grande jogo, será daqui a dias no Dragão. O homem, que nunca foi jogador, também vem do Seixal, onde aliás a sua promoção desimpediu a escadaria que outros do Seixal subiram. Luís Filipe Vieira prossegue a sua estratégia.

Os jogadores e o treinador atravessaram o Tejo, hoje o estádio do Seixal é a Luz. Se Rinus Michels inventou o conceito de “futebol total”, este homem aplicou no Benfica a “formação total”, como lhe chamou o editor desta Tribuna, Pedro Candeias.

“Não há jogos, há pessoas que jogam”, argumentava Manuel Sérgio, que um dia foi almoçar com Saviola numa tasquinha no Seixal à beirinha da água e lhe perguntou qual tinha o seu melhor treinador. “Resposta do Saviola, que não me respondeu, mas respondeu na mesma: ‘Eles de futebol sabiam todos, o melhor treinador é sempre o melhor nas relações humanas’.”

No “Erro de Descartes”, António Damásio argumentou que, ao contrário da tese cartesiana, a razão não prevalece sobre a emoção. Talvez seja isso que este homem saiba fazer. Enquanto estiver a ganhar, vai ser visto de coroa. Como já aqui escrevemos, vemo-nos dia 3 no Dragão. Lá estará o homem.

Expresso

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Foi o gajo que quando eu era juvenil não quis ficar comigo mas depois arrependeu-se. Não sei se é bom ou mau treinador :27_sunglasses:

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Como já disse noutro tópico qualquer, o Lage deve ser das raríssimas pessoas no futebol português de quem é complicado não gostar. Mesmo que tentemos arranjar algo para não gostar, não há. Parece ser 5 estrelas como pessoa, não entra em picardias, não fala de árbitros, é bom treinador...

Só tenho a dizer que me parece claramente a escolha certa, portanto parabéns por isso.

Editado por Ghelthon

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Citação de Ghelthon, há 33 minutos:

Como já disse noutro tópico qualquer, o Lage deve ser das raríssimas pessoas no futebol português de quem é complicado não gostar. Mesmo que tentemos arranjar algo para não gostar, não há. Parece ser 5 estrelas como pessoa, não entra em picardias, não fala de árbitros, é bom treinador...

Só tenho a dizer que me parece claramente a escolha certa, portanto parabéns por isso.

É da escola Carlos Carvalhal. Outro excelente treinador. Ao contrário do Lage teve azar mas penso que aquele Sporting ainda não era o das vacas gordas. 

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Ainda acordo com suores frios, quando sonho com aquele Braga do Carvalhal.

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Citação de ElliotReid13, há 1 hora:

Ainda acordo com suores frios, quando sonho com aquele Braga do Carvalhal.

os adeptos do marítimo devem sentir o mesmo.

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Ganhou hoje 3-2 ao Al-Ettifaq num jogo estranhíssimo, esteve a perder 0-2 aos 70' para remontar com golo aos 90+8'(!) num jogo que foi até aos 90+11'(!!) e onde o Al-Ettifaq acabou reduzido a 9 unidades.

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Citação de HappyKing, Em 04/03/2019 at 19:47:

O Benfica já saiu do Rui Vitória, o Rui Vitória ainda não saiu do Benfica.

Depois do jogo de hoje, esta frase continua a fazer sentido.

أخطبوط

 

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Ainda vai conseguir ser eliminado na fase de grupos da Champions 2 vezes durante a mesma época.

Mais um record, suponho.

Editado por Aimar10

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Se o Benfica for campeão conta como mais um título no palmarés do RV? Com os jogadores sei que conta, nem que joguem 1 minuto, com o treinador não sei.

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Citação de Mica, há 1 minuto:

Se o Benfica for campeão conta como mais um título no palmarés do RV? Com os jogadores sei que conta, nem que joguem 1 minuto, com o treinador não sei.

Por acaso tenho a mesma dúvida. Mas era bastante ridículo ele ser considerado campeão tendo conseguido o feito de perder 13 pontos em 15 jogos, com o plantel que o Benfica tem.

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Rui Vitória e Champions, name a more iconic duo

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Citação de Robe, há 21 minutos:

Rui Vitória e Champions, name a more iconic duo

Jesus e champions...

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Citação de Mica, há 31 minutos:

Se o Benfica for campeão conta como mais um título no palmarés do RV? Com os jogadores sei que conta, nem que joguem 1 minuto, com o treinador não sei.

Não tenho a certeza, mas acho que sim. Tenho ideia de se falar disso na altura em que o AVB foi despedido do Chelsea e depois o Di Matteo ganhou a Champions.

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Citação de Dutch, há 6 minutos:

Jesus e champions...

Rui Vitória foi muito, muito pior. Ainda tenho pesadelos de quando estava, no meio de um café, a ser gozado por todos os meus amigos por estar a levar 5-0 do Basileia

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