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Luís Silvares

UEFA vai decidir o futuro do campeonato e do Europeu de futebol

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Tendo em conta que ainda existe pouca informação e clarificação sobre as sequelas da doença, se eu fosse um atleta profissional estaria paranoico sobre a possibilidade da minha carreira estar em xeque.

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Citação de kareca, há 1 hora:

A causa de infecção do exemplo que deste não é por opção, como os do futebol. E os próprios são responsáveis pela sua infecção, segundo o documento que assinaram, não os clubes.

Eu não falei em nenhuma causa de infeção.

O JohnyM referiu o facto das mulheres dos jogadores, técnicos e árbitros terem igualmente que cumprir o recolhimento obrigatório, notando que algumas podem não ter condições para o cumprir.

E eu disse que, nesse caso, os clubes ou Liga terão certamente condições para garantir que os jogadores, técnicos ou árbitros fiquem instalados noutro local que não as suas casas, podendo, assim, as suas mulheres fazer a sua vida. Tal como muitos profissionais de saúde têm feito desde o início da pandemia.

 

Quanto ao termo de responsabilidade, chamemos-lhe assim, que os atletas têm que assinar é apenas a forma do Governo se salvaguardar de futuras consequências. O que se lê dali é que o Governo não estava interessado em retomar o campeonato mas a Federação, a Liga, os clubes, os sindicatos e as associações profissionais de classe queriam fazê-lo. Então o Governo disse: muito bem, mas têm que cumprir todas as regras de segurança e higiene que a DGS vai definir e vocês, todos, assumem as responsabilidades do que possa vir a acontecer. Não nos venham depois bater à porta queixando-se que ficaram infetados e infetaram as vossas famílias por culpa do Governo que vos obrigou a jogar.

Se os clubes assumirão as responsabilidades pelos atletas ou não, é uma questão que não diz respeito ao Governo. Diz respeito à relação contratual entre clube e jogador. Eu acho que os jogadores só deveriam assinar o documento tendo na sua posse um documento semelhante em que os clubes assumem as responsabilidades em nome dos atletas. Mas em relação a isso, eles e o seu sindicato lá saberão...

Editado por Descartes
  • Concordo! 3

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Citação de Descartes, há 7 horas:

Eu acho que os jogadores só deveriam assinar o documento tendo na sua posse um documento semelhante em que os clubes assumem as responsabilidades em nome dos atletas. Mas em relação a isso, eles e o seu sindicato lá saberão...

Concordo com isto plenamente. 

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Citação de Descartes, há 8 horas:

Eu não falei em nenhuma causa de infeção.

O JohnyM referiu o facto das mulheres dos jogadores, técnicos e árbitros terem igualmente que cumprir o recolhimento obrigatório, notando que algumas podem não ter condições para o cumprir.

E eu disse que, nesse caso, os clubes ou Liga terão certamente condições para garantir que os jogadores, técnicos ou árbitros fiquem instalados noutro local que não as suas casas, podendo, assim, as suas mulheres fazer a sua vida. Tal como muitos profissionais de saúde têm feito desde o início da pandemia.

Sim, tens razão. Eu estava "um passo atrás" no facto da competição voltar e comparando com a função dos médicos, em termos de necessidade.

 

Duvido muito que os jogadores quisessem regressar nestes moldes. Mas pronto, quem lhes paga diz que se não continuarem não podem garantir o ordenado, então passam a querer. E o sindicato é financiado por esses mesmos ordenados, para quem está inscrito.

edit: Pelos vistos já há alguns que não concordam, publicamente.

Editado por kareca

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Também sei que há árbitros contra isso.

Essas tomadas de posição só vão ao encontro do que acho: isso é um protocolo meramente teórico onde a DGS (como disse o Descartes e bem) limpou as suas mãos e disse a todos "Agora f*dam-se vocês para aí". Até porque com todo o circo montado à volta disto não podia a DGS agora vir dizer que não havia futebol

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Mas isso era o que Liga queria, de qualquer forma.

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Resta aos jogadores não aceitarem estas imposições. 

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Project Restart: the four stances dividing Premier League clubs

For some clubs ‘the show must go on’ while others say ‘not under these conditions’ – we take a look at the differing approaches to a resumption

1 The show must go on

The plain, public argument for resuming competition was made in a statement released after the last meeting of the Premier League’s 20 clubs. “The clubs reconfirmed their commitment to finishing the 2019‑20 season,” it read, “maintaining integrity of the competition.”

Sporting integrity matters in an abstract way, that it’s better to complete something properly than have it decided by committee. More tangibly, there is also an argument for playing on so that European qualification can be decided on the field. Finally, Liverpool may only be two games from the title but it would surely be preferable for them to win their first championship in 30 years on the pitch.

But really, it’s about the money. According to a letter sent last month by the Premier League’s chief executive, Richard Masters, to the select committee of the Department for Culture, Media and Sport, the top flight faces “a £1bn loss, at least, if we fail to complete season 2019-20”.

As the main beneficiaries of the league’s lucrative broadcast deals, the competition’s biggest clubs stand to lose the most, perhaps as much as £100m each once failed sponsorship and absent matchday revenue is factored in.

Even for some of the biggest clubs in the world, these sums are stark and the losses may not be sustainable. It’s these concerns that are driving any return to play, even if they are not being aired publicly by the clubs.

2 If not now, then when?

Last week the Crystal Palace chairman, Steve Parish, made a new, more nuanced case for resumption.

In an article for the Sunday Times, he acknowledged the financial component of the argument. “Yes, it is partly about the money,” he wrote but also made clear there was “a list of things we cannot and will not do” in any return, such as increase the load on frontline services. He added: “We must put the health of [the players] and their families front and centre whenever we play again.”

Provided those safeguards were in place, and he believed they could be, Parish argued that football should play on, because waiting may not make things any better.

“Many of the same issues regarding player welfare, venues and closed-doors matches will exist [in the autumn],” he wrote. “The more we can work out now, the better chance we have.”

This was the positive case for resumption and one that may appeal to a number of clubs with less at stake than those at the top or bottom. An argument sides such as Burnley and Sheffield United, who have declared their enthusiasm for resumption in the right conditions, could perhaps fall behind.

3 Health comes first

A week later, however, Parish had refined his position. “We would be derelict in our duty if we didn’t find a way to try to bring the game back,” he told the BBC’s Andrew Marr Show, but “it may prove beyond us. We have huge challenges in order to ... complete this season”.

The Palace chairman was basically making the same argument but it sounded very different. In crossing the fine line between enthusiasm and caution in this debate it echoed the words of Chelsea’s Frank Lampard. “We’re all working in the same direction that we want it back,” he said this month, “but … we cannot risk the health of players and staff that are working in football – we can’t.”

Effectively the majority of the clubs in the division want the Premier League to restart if it can be made safe. The problem is that the virus will dictate when that is possible.

4 Not under these conditions

There are a group of clubs who are actively against restarting the competition as planned. Project Restart involves lots of challenges for securing medical safety but also requires that the 92 remaining matches are played at neutral grounds.

For some clubs, not by coincidence those at the bottom of the division, this attacks the very integrity that the resumption of play is supposed to protect.

How can it be fair for clubs to lose their home advantage at such a crucial stage of the season, they argue? The chief executive of Watford, Scott Duxbury, called it a “distorted nine-game mini league”.

Other clubs, speaking anonymously, have called such opinions sabotage, or an attempt to stonewall progress until it is too late to resume play.

According to Uefa, leagues must decide by 25 May if they are to resume. The clock is ticking.

https://www.theguardian.com/football/2020/may/10/project-restart-the-four-stances-dividing-premier-league-clubs

 

Editado por kareca

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Citação de JohnyM, há 20 horas:

Portanto tudo o que seja mulher de árbitros, treinadores ou jogadores que por acaso trabalhem e não possam fazer teletrabalho o que vão fazer? É que nem todos são mulheres dos jogadores do Benfica, Sporting ou Porto que só vivem dos rendimentos alheios

Se for para a frente aquela ideia de jogar 2 jogos por semana, é só viagens e estadias no hotel/centro estágio durante esse tempo.

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Pinto da Costa mandou umas farpas a um ministro qualquer 😂

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Citação de kareca, há 14 minutos:

Pinto da Costa mandou umas farpas a um ministro qualquer 😂

Foi ao Augusto Santos Silva, por causa disto.

Não tenho nada a dizer do senhor, foi meu professor na faculdade e era 5*.

Editado por Thierry Henry

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Adoro o Parlamento, só idiotas a tirarem e a meterem a máscara colocando os dedos sujos quer na parte de dentro quer de fora.

Como se diz na gíria a única imunidade adquirida pelo Parlamento na luta contra o COVID é a imunidade da manada.

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Citação de kareca, há 10 horas:

Sim, tens razão. Eu estava "um passo atrás" no facto da competição voltar e comparando com a função dos médicos, em termos de necessidade.

Isso é das tais coisas que nem tem comparação. E se eu gosto de comparações aparentemente descabidas...

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O Santos Silva deve ter ficado tão atarantado que deve ter ido comprar mais um faqueiro logo a seguir.

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Citação de Wincing Hálldor, há 8 minutos:

A La Liga fez um estudo que concluiu que as probabilidades de um jogador contrair covid durante o jogo são praticamente nulas.

Assim já aumenta as probabilidades

 

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Se for esse o caso já era vermelho, agora com VAR e nestas situações era vermelho e 3/4 jogos a tocar ao bicho

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Citação de jmopborba, há 1 hora:

Se for esse o caso já era vermelho, agora com VAR e nestas situações era vermelho e 3/4 jogos a tocar ao bicho

3/4 jogos? Neste momento uma cuspidela era coisa para apanhar uns quantos anos sem jogar

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