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Politica Internacional

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Citação de Almeno, há 44 minutos:

Sim, contudo o combustível que vais à bomba pagar hoje, foi comprado à 6 meses.

Não sou especialista, mas a ideia de que o combustível que pagamos hoje foi comprado há seis meses não corresponde exatamente à realidade.

As cadeias de abastecimento de petróleo e derivados (gasolina e gasóleo) funcionam de forma contínua. Em média, o tempo entre a compra do petróleo bruto e o combustível chegar à bomba pode variar entre 2 a 8 semanas, dependendo da origem, transporte, refinação e distribuição. Se estivéssemos a falar de 6 meses de antecedência, isso significaria um armazenamento imenso e pouco eficiente — o que não é economicamente viável para os operadores.

Além disso, a maioria das grandes empresas opera com compras recorrentes e contratos de curto/médio prazo, ajustando os seus preços de venda ao consumidor com base não apenas no custo do stock atual, mas também nas cotações dos mercados internacionais e nas expectativas futuras.

A verdade é que o mercado antecipa os riscos. Quando há uma ameaça ao fornecimento global de petróleo — como o risco de fecho do Estreito de Ormuz (por onde passa cerca de 30% do petróleo transportado por mar) — os preços sobem imediatamente nos mercados futuros, mesmo antes de qualquer interrupção real acontecer.

E isto não acontece apenas com o crude: os derivados como gasolina e gasóleo são negociados em bolsas (Roterdão para a Europa, por exemplo), e reagem ainda mais rapidamente à oferta e procura.


Por isso, mesmo que parte do stock ainda seja de petróleo mais barato, as petrolíferas ajustam os preços de forma imediata para refletir o custo esperado de reposição de stock, proteger margens e reagir às oscilações do mercado.

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Citação de Abraxas, há 15 minutos:

Não sou especialista, mas a ideia de que o combustível que pagamos hoje foi comprado há seis meses não corresponde exatamente à realidade.

As cadeias de abastecimento de petróleo e derivados (gasolina e gasóleo) funcionam de forma contínua. Em média, o tempo entre a compra do petróleo bruto e o combustível chegar à bomba pode variar entre 2 a 8 semanas, dependendo da origem, transporte, refinação e distribuição. Se estivéssemos a falar de 6 meses de antecedência, isso significaria um armazenamento imenso e pouco eficiente — o que não é economicamente viável para os operadores.

Além disso, a maioria das grandes empresas opera com compras recorrentes e contratos de curto/médio prazo, ajustando os seus preços de venda ao consumidor com base não apenas no custo do stock atual, mas também nas cotações dos mercados internacionais e nas expectativas futuras.

A verdade é que o mercado antecipa os riscos. Quando há uma ameaça ao fornecimento global de petróleo — como o risco de fecho do Estreito de Ormuz (por onde passa cerca de 30% do petróleo transportado por mar) — os preços sobem imediatamente nos mercados futuros, mesmo antes de qualquer interrupção real acontecer.

E isto não acontece apenas com o crude: os derivados como gasolina e gasóleo são negociados em bolsas (Roterdão para a Europa, por exemplo), e reagem ainda mais rapidamente à oferta e procura.


Por isso, mesmo que parte do stock ainda seja de petróleo mais barato, as petrolíferas ajustam os preços de forma imediata para refletir o custo esperado de reposição de stock, proteger margens e reagir às oscilações do mercado.

Mas é, nós temos reservas de 6 meses de combustíveis, ou seja, o combustível que vai meter hoje na bomba já foi pago à várias semanas/meses. Esta lógica dos preços que temos é que é irrealista. Portugal compra ao mesmo preço que Espanha, e no entanto a diferença de preços, e a variabilidade dos aumentos, é enorme. Porque? Porque os nossos aumentos são sustentados nos impostos, mas mascarados nas instabilidades.

Da mesma forma que preço por barril já esteve muito mais elevado que está hoje, e na altura o preço por litro era inferior ao atual. Também é giro analisar que temos um preço por barril muito semelhante ao do período pré pandemia e o preço para o consumidor é muito mais elevado. Claramente fruto da instabilidade.  

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Citação de Almeno, há 2 horas:

Mas é, nós temos reservas de 6 meses de combustíveis, ou seja, o combustível que vai meter hoje na bomba já foi pago à várias semanas/meses. Esta lógica dos preços que temos é que é irrealista. Portugal compra ao mesmo preço que Espanha, e no entanto a diferença de preços, e a variabilidade dos aumentos, é enorme. Porque? Porque os nossos aumentos são sustentados nos impostos, mas mascarados nas instabilidades.

Da mesma forma que preço por barril já esteve muito mais elevado que está hoje, e na altura o preço por litro era inferior ao atual. Também é giro analisar que temos um preço por barril muito semelhante ao do período pré pandemia e o preço para o consumidor é muito mais elevado. Claramente fruto da instabilidade.  

Tens razão em vários pontos, sobretudo na crítica à carga fiscal e à variação anormal de preços em Portugal comparado com Espanha. Mas vale a pena separar aqui três coisas distintas: reservas estratégicas, preços de aquisição e estrutura do preço ao consumidor.

  • Portugal, como membro da AIE (Agência Internacional de Energia), é obrigado a manter reservas estratégicas equivalentes a 90 dias de importações médias de petróleo e derivados, não 6 meses. Estas reservas são para situações de emergência (ex: guerra, bloqueios, catástrofes) — não são usadas para o consumo diário nem influenciam o preço na bomba. O combustível que abastecemos hoje resulta de compras feitas recentemente (algumas semanas atrás), e as petrolíferas ajustam os preços com base no custo de reposição esperado, não apenas no custo histórico.
  • A comparação com Espanha. Tens razão: Portugal paga o crude ao mesmo preço que Espanha. Mas a grande diferença está nos impostos e nas margens comerciais: Em Portugal, o ISP (Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos) é um dos mais altos da Europa, com o Estado a arrecadar cerca de 60-65% do preço final com impostos (ISP + IVA sobre tudo, incluindo o ISP). Em Espanha, o ISP e o IVA são bastante mais baixos. Daí a diferença que se nota na bomba — e não tanto na instabilidade ou custo do petróleo em si.

  • "O barril já esteve mais caro e pagava-se menos". Verdade, mas temos de ter em conta dois fatores essenciais:
    • O euro estava mais forte em muitos desses períodos, o que tornava o petróleo (em USD) mais barato para os países da zona euro
    • A inflação pós-pandemia, a crise energética de 2022, e o aumento das margens comerciais em toda a cadeia de valor (do refino à distribuição) também contribuíram para manter os preços altos mesmo quando o crude recuava.

Resumindo: o preço da gasolina não depende só do petróleo — é um reflexo de política fiscal, mercados futuros, taxa de câmbio e estratégias comerciais das petrolíferas. A instabilidade geopolítica (como o risco no Estreito de Ormuz) serve muitas vezes como gatilho ou justificação de mercado, mas o problema estrutural do preço alto cá dentro é fiscal e político.

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Pá tentei compor um bocado a resposta e fui procurar também para a resposta não ser só “ya ya são todos uns m*rdas” 🥲

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Quando o Otelo Saraiva de Carvalho foi à Suécia disse : - "Nós, em Portugal, queremos acabar com o urânio enriquecido". O Olof Palme respondeu: -"Curioso, nós, na Suécia, estamos a acabar com o urânio empobrecido".

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Citação de Abraxas, há 10 horas:

Para quem quiser ainda evitar o aumento, se tiver essa opção, há muitos Intermarché que apenas actualizam o preço à 3° feira. Eu pessoalmente não gosto de usar esse tipo de bombas, mas em caso de necessidade ou emergência está aí a informação.

Ir ao Intermarché ou à Galp é igual em tudo menos no preço. Somente isso. O combustível vem todo do mesmo sítio e o camião que vai à bomba da Galp vai à bomba do Intermarche. Pensava que esse mito já tinha acabado. 

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Irão já atacou as bases dos states no Iraque e Qatar 

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Estamos a entrar num ponto sem retorno 

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Citação de Ghelthon, há 4 minutos:

Bom, RIP minha lua-de-mel.

Coitado. Estás bem? Esta guerra afecta quem menos esperamos. 

Que pena o Irão não se ter rendido incondicionalmente. Condeno. 
__________

https://x.com/ejmalrai/status/1937198099039993876
Iran used 42 missiles on al-Adid US military base in Al-Adid, the same number of US missiles used against the Iranian nuclear sites in its unlawful attack.

Parece que querem fazer com que a resposta seja isto para depois se focarem em israel mas não vejo porquê. A este ponto parece impossível que o Trump meta a viola no saco... 

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Citação de Ghelthon, há 15 minutos:

Bom, RIP minha lua-de-mel.

Ias passar a lua-de-mel a uma base americana no Catar?

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Citação de SAS_Robben, há 18 minutos:

Estamos a entrar num ponto sem retorno 

Só falta os EUA sacarem do Artigo 5 da NATO para termos um Iraque 2.0

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Citação de antifa, Agora:

Pelos vistos houve um aviso prévio e estava tudo evacuado 

Se não fosse o Trump, diria que isto é a lógica habitual de resposta a ataques e a vida continua e tensões são adiadas.

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Citação de smashing_pumpkin , há 2 minutos:

Se não fosse o Trump, diria que isto é a lógica habitual de resposta a ataques e a vida continua e tensões são adiadas.

Ainda não estou convencido que não seja tudo minimamente coordenado à margem de Israel, bombardeamento à montanha incluído. 

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Portugal precisa de eleger o Tavares para PM. O homem sacava duma guitarra, cantava o kumbaya mais bonito de sempre e estes vermes genocidas (dos quais ele quer ser aliado) iam todos ficar com uma lágrima no canto do olho e não ia haver mais nenhuma guerra para sempre. 
 

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Citação de Jamarcus, há 9 minutos:

Ias passar a lua-de-mel a uma base americana no Catar?

Quem nunca?

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Citação de 1906, Agora:

Quem nunca?

Estou aqui a gozar mas tenho uma escala no Catar dia 11, LOL

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Citação de Ghelthon, há 32 minutos:

Bom, RIP minha lua-de-mel.

Incrível , o homemzinho asiático preveu isto também 

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Citação de Lebohang, há 14 minutos:

Só falta os EUA sacarem do Artigo 5 da NATO para termos um Iraque 2.0

Afeganistão*

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