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Peripécias do Futebol Português

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Anseio pelo dia em que o novo modelo seja o da extinção.

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Publicado (editado)

Que seja tudo a eliminar desde o princípio com todos os clubes das 2 ligas acima presentes, o vencedor vai à Conference. Se os grandes quiserem libertar o calendário é só perder a primeira eliminatória, fácil, assim os clubes que quiserem ganhar podem continuar sem ouvir queixinhas permanentes.

Editado por JFDCamara

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Citação

Notícia Record: Thomas Muller, Mats Hummels e Yann Sommer equacionam compra do Estrela da Amadora

Grupo de investidores pode avançar com 40 milhões de euros

Há um novo grupo de investidores a equacionar a compra do Estrela da Amadora. De acordo com as informações recolhidas por Record, nesse lote de investidores incluem-se os internacionais alemães Thomas Muller e Mats Hummels, assim como Yann Sommer, internacional suíço. Os gestores do grupo estão dispostos a considerar um investimento global na ordem dos 40 milhões de euros na sociedade tricolor.

 

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Jogadores no activo deviam ser proibidos de investir em clubes, mesmo que as probabilidades de se defrontarem sejam mínimas. Assim, evita-se o que acontece na selecção nacional, onde há um jogador, que investiu num clube, que, por acaso, tem direito a uma percentagem qualquer da transferência de um outro jogador da mesma selecção.

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Citação de Tio Hans, há 35 minutos:

Jogadores no activo deviam ser proibidos de investir em clubes, mesmo que as probabilidades de se defrontarem sejam mínimas. Assim, evita-se o que acontece na selecção nacional, onde há um jogador, que investiu num clube, que, por acaso, tem direito a uma percentagem qualquer da transferência de um outro jogador da mesma selecção.

Ai não apanhei esta. Ronaldo e?

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Citação de Lifehouse, há 1 minuto:

Ai não apanhei esta. Ronaldo e?

Samu Costa.

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Citação de Lifehouse, há 2 minutos:

O Samu jogou no Almeria, então. 

Sim e eles tem direito a 20% de futura transferência.

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Citação de Lifehouse, há 2 minutos:

O Samu jogou no Almeria, então. 

Sim.

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Agora se uma pessoa fosse de intrigas diria que a convocatória do Samu....

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Citação de O Pastel, há 41 minutos:

(DN) Vitória de Setúbal decide futuro em assembleia polémica

Se alguém por acaso tiver acesso, agradecia. 🙂 

Parece que há duas hipóteses em cima da mesa: uma para compra da SAD e outra para compra dos terrenos (pensava que eram da autarquia, não?).

https://www.pressreader.com/

Spoiler

Assem­bleia geral reúne sexta-feira para esco­lher entre duas pro­pos­tas, mas a dire­ção ainda não as deu a conhe­cer aos sócios. DN apu­rou que uma vem de grupo inter­na­ci­o­nal que pro­mete novo está­dio e regresso à pri­meira liga. Outra vem de patro­ci­na­dor que deixa fute­bol nas mãos do clube, mas quer ficar com ter­re­nos. Mas a som­bra do ex-inves­ti­dor Hugo Pinto paira sobre a reu­nião.

A assem­bleia geral do clube reúne esta sexta-feira, 22 de maio, para esco­lher entre duas pro­pos­tas, mas a dire­ção ainda não as deu a conhe­cer aos sócios. O DN sabe que uma é de um con­sór­cio inter­na­ci­o­nal que quer uma nova SAD e pro­mete levar o clube à Pri­meira Liga, em troca de um pro­jeto imo­bi­li­á­rio no Bon­fim. Outra é de um patro­ci­na­dor que quer ficar com os ter­re­nos do Vale do Cobro, dei­xando o fute­bol para o clube. Ambos pro­me­tem pagar as dívi­das do Vitó­ria. Mas a som­bra de Hugo Pinto deverá pai­rar sobre a reu­nião.

Aas­sem­bleia geral do Vitó­ria Fute­bol Clube, mar­cada para sexta-feira, 22 de maio, decorre num con­texto em que a atual dire­ção assi­nou alte­ra­ções con­tra­tu­ais com uma empresa ligada ao antigo inves­ti­dor da SAD, Hugo Pinto. Docu­men­tos con­sul­ta­dos pelo DN indi­cam que o pre­si­dente Fran­cisco Alves Rito e o vice-pre­si­dente Miguel Rei­zi­nho apro­va­ram um adi­ta­mento ao con­trato do pro­jeto urba­nís­tico do Bon­fim que reduz subs­tan­ci­al­mente a garan­tia ban­cá­ria exi­gida à Mirante Side­ral, empresa lide­rada pelo advo­gado de Hugo Pinto, sem comu­ni­ca­ção pré­via aos sócios. Ao DN, Fran­cisco Rito nega que tenha assi­nado esse adi­ta­mento, reme­tendo res­pon­sa­bi­li­da­des para a dire­ção ante­rior, mas o con­trato a que o DN teve acesso, datado de 7 de abril de 2025, terá sido assi­nado por ele e pelo vice-pre­si­dente.

img?regionKey=aeoqDneNKkm1N+jVRVlISA==&scale=242 O pro­jeto do con­sór­cio inter­na­ci­o­nal prevê um está­dio com 15 mil luga­res.

A vota­ção de duas pro­pos­tas de inves­ti­mento ocorre assim num enqua­dra­mento em que sub­sis­tem rela­ções for­mais entre o clube e estru­tu­ras asso­ci­a­das ao perí­odo em que Hugo Pinto deti­nha influ­ên­cia sobre a antiga SAD. E decor­rem sem que as pro­pos­tas em cima da mesa - da Trav­fer e de um con­sór­cio lide­rado pelo ex-joga­dor do Chel­sea Filipe Morais – tenham sido publi­ca­mente apre­sen­ta­das e dadas a conhe­cer à massa asso­ci­a­tiva do clube.

A ordem de tra­ba­lhos não des­creve o con­te­údo das pro­pos­tas, ape­sar da impor­tân­cia do que está em jogo. O DN ten­tou obter escla­re­ci­men­tos do pre­si­dente da mesa da assem­bleia geral do clube, Rui Chum­bita Nunes, mas o tam­bém advo­gado reme­teu decla­ra­ções ape­nas para o final da semana. Já o pre­si­dente da dire­ção, Fran­cisco Rito, recu­sou adi­an­tar deta­lhes das duas pro­pos­tas, por­que os pre­tende “reve­lar em pri­meira mão aos asso­ci­a­dos”, durante a assem­bleia.

O DN con­se­guiu apu­rar, no entanto, os ele­men­tos essen­ci­ais de cada pro­posta. As prin­ci­pais dife­ren­ças estão no papel que o inves­ti­dor assu­mirá no fute­bol do clube e no des­tino a dar aos ter­re­nos do Vale do Cobro, que têm 30 mil metros qua­dra­dos e valem cerca de cinco milhões de euros.

Con­sór­cio inter­na­ci­o­nal quer assu­mir fute­bol para levar o Vitó­ria à Pri­meira Liga. E deixa está­dio e ter­re­nos na posse do clube

A pri­meira pro­posta é apre­sen­tada por um con­sór­cio inter­na­ci­o­nal lide­rado por Filipe Morais, ex-joga­dor for­mado no Chel­sea. Este grupo pro­põe assu­mir a tota­li­dade da dívida do Vitó­ria, esti­mada em cerca de sete milhões de euros, inclu­indo o paga­mento ime­di­ato de 2,2 milhões de euros à Auto­ri­dade Tri­bu­tá­ria e a assun­ção do res­tante mon­tante inte­grado no Plano de Insol­vên­cia e Recu­pe­ra­ção (PIRE), que envolve cerca de 150 cre­do­res.

O con­sór­cio prevê um inves­ti­mento ini­cial de dez milhões de euros no fute­bol, dis­tri­bu­ído pelos pri­mei­ros cinco anos, com o obje­tivo de alcan­çar a Pri­meira Liga nesse perí­odo. O modelo inclui a cri­a­ção de uma SAD com 60% de capi­tal para o inves­ti­dor e 40% para o clube, com aumen­tos pro­gres­si­vos de 10% por cada subida de divi­são, até ao limite de 90%.

O plano finan­ceiro do con­sór­cio inte­gra ainda a cons­tru­ção de um novo está­dio no Bon­fim, com um custo esti­mado de 50 milhões de euros, finan­ci­ado pelo par­ceiro imo­bi­li­á­rio Reve­late Capi­tal, do empre­sá­rio irlan­dês Mark O’Brian, que inte­gra o con­sór­cio. O está­dio teria 15 mil luga­res, qua­tro ban­ca­das cober­tas, 20 cama­ro­tes, esta­ci­o­na­mento sub­ter­râ­neo e novos espa­ços para moda­li­da­des, museu e loja ofi­cial. O está­dio per­ma­ne­ce­ria pro­pri­e­dade do clube, sendo cedido à nova SAD do grupo inves­ti­dor atra­vés de con­trato de uti­li­za­ção. O pro­jeto imo­bi­li­á­rio asso­ci­ado, já com Pedido de Infor­ma­ção Pré­via apro­vado, prevê 446 fogos e áreas comer­ci­ais, com custo de cons­tru­ção de cerca de 200 milhões. Os ter­re­nos do Vale do Cobro, com 30 mil metros qua­dra­dos de super­fí­cie e um valor de mer­cado esti­mado a ron­dar os cinco milhões de euros, per­ma­ne­ce­riam na posse do Vitó­ria.

O con­sór­cio pre­tende man­ter o atual dire­tor des­por­tivo doVi­tó­ria, Car­los André, bem como o trei­na­dor Paulo Mar­tins, que já con­se­guiu duas subi­das de divi­são nos últi­mos anos.

O DN teve acesso a emails que foram envi­a­dos pelo con­sór­cio para mem­bros dos órgãos soci­ais do clube, onde cons­tam várias ima­gens do pro­jeto do con­sór­cio inter­na­ci­o­nal (ver ao lado).

O DN teve acesso a um con­trato, de 7 de abril de 2025, onde a dire­ção do Vitó­ria aceita redu­zir a garan­tia da Mirante Side­ral, empresa lide­rada pelo advo­gado de Hugo Pinto. O pre­si­dente Fran­cisco Rito nega ter assi­nado e atri­bui res­pon­sa­bi­li­da­des à ante­rior dire­ção.

Patro­ci­na­dor Tav­fer deixa fute­bol nas mãos do clube e quer ter­re­nos do Vale do Cobro

A segunda pro­posta é apre­sen­tada pela Tav­fer, atual patro­ci­na­dor do clube. A empresa pro­põe assu­mir as dívi­das à Auto­ri­dade Tri­bu­tá­ria atra­vés de um plano de paga­mento. A Tav­fer com­pro­mete-se a assu­mir esse encargo, atu­al­mente de cerca de 30 mil euros men­sais. A Tav­fer pro­põe ainda man­ter o patro­cí­nio anual de 250 mil euros. Em con­tra­par­tida, pre­tende adqui­rir os ter­re­nos doVale do Cobro. A Mirante Side­ral man­te­ria os direi­tos sobre o pro­jeto urba­nís­tico do Bon­fim caso tivesse capa­ci­dade finan­ceira para cum­prir o atual con­trato, que neste momento se encon­tra em incum­pri­mento devido à não apre­sen­ta­ção da garan­tia ban­cá­ria. Os repre­sen­tan­tes da Tav­fer são Car­los Silva e David Leo­nardo, anti­gos diri­gen­tes do clube no perí­odo em que Hugo Pinto assu­miu o con­trolo da antiga SAD.

A Mirante Side­ral man­tém os direi­tos sobre o pro­jeto do Bon­fim, enquanto a Tav­fer pre­tende adqui­rir os ter­re­nos doVale do Cobro. O ponto 3 da ordem de tra­ba­lhos da assem­bleia, que prevê uma vota­ção para auto­ri­zar a cons­ti­tui­ção de uma hipo­teca sobre os ter­re­nos do Vale do Cobro, parece estar rela­ci­o­nado com o ponto ante­rior, que será o da vota­ção das pro­pos­tas. Até ao fecho, não foi pos­sí­vel con­fir­mar se o ponto 3 diz res­peito à pro­posta da Trav­fer.

Adi­ta­mento polé­mico

A docu­men­ta­ção ana­li­sada pelo DN per­mite recons­truir o per­curso con­tra­tual que con­duz à situ­a­ção atual. A empresa Impor­tante Altura, ligada a Hugo Pinto e deten­tora das ações da antiga SAD (hoje em liqui­da­ção) e dos direi­tos de cons­tru­ção no Bon­fim, assi­nou uma decla­ra­ção for­mal de renún­cia a esses direi­tos. Con­tudo, esses direi­tos foram trans­fe­ri­dos para a Mirante Side­ral Lda., lide­rada pelo advo­gado de Hugo Pinto, Car­los Gui­ma­rães Pinto. A trans­fe­rên­cia ocor­reu numa fase em que a Impor­tante Altura se encon­trava em liqui­da­ção.

Após essa renún­cia, foi cele­brado um con­trato pro­messa de com­pra e venda de bem futuro entre o Vitó­ria FC e a Mirante Side­ral. O con­trato prevê a futura alie­na­ção dos lotes habi­ta­ci­o­nais H1 e H2, por um valor total de 22 milhões de euros, man­tendo o con­trolo do pro­jeto urba­nís­tico no mesmo uni­verso empre­sa­rial. O clube fica­ria res­pon­sá­vel pela recons­tru­ção do está­dio no lote E1, com um valor de 12 milhões de euros des­ti­nado a essa fina­li­dade, depo­si­tado numa conta escrow.

Pos­te­ri­or­mente, foram rea­li­za­dos dois adi­ta­men­tos ao con­trato. O pri­meiro foi assi­nado durante o perí­odo de comis­são de ges­tão e alte­rou as con­di­ções da garan­tia ban­cá­ria ini­ci­al­mente pre­vista. O segundo adi­ta­mento, assi­nado já pela atual dire­ção, intro­du­ziu alte­ra­ções mais sig­ni­fi­ca­ti­vas. O DN teve acesso ao con­trato, datado de 7 de abril de 2025, que reduz a garan­tia ban­cá­ria exi­gida à Mirante Side­ral de um mínimo de um milhão de euros para um valor equi­va­lente a “doze pres­ta­ções men­sais do PIRE”, atu­al­mente cerca de 30 mil euros por mês, num total apro­xi­mado de 360 mil euros. Em con­tra­par­tida, o clube terá rece­bido um sinal de 50 mil euros. Estas alte­ra­ções não terão sido comu­ni­ca­das aos sócios, nem sub­me­ti­das a vota­ção em assem­bleia.

O DN ques­ti­o­nou o pre­si­dente do clube a este res­peito, tendo Fran­cisco Rito negado qual­quer irre­gu­la­ri­dade da sua auto­ria ou da dire­ção que lidera.“É um absurdo”, diz o pre­si­dente.

“Esta dire­ção não redu­ziu nenhuma garan­tia ban­cá­ria. O con­trato que refere a uma garan­tia ban­cá­ria que aca­bou de invo­car é um con­trato que foi feito antes desta dire­ção e essa garan­tia ban­cá­ria con­ti­nua a fazer parte desse con­trato que ainda está em vigor para o pro­jeto imo­bi­li­á­rio no Está­dio do Bon­fim e, por­tanto, o que nós vamos levar a esta atual assem­bleia geral não tem nada a ver com isso, não tem nada a ver com o con­trato de assis­tente para o Está­dio do Bon­fim, mas sim uma outra solu­ção que, pre­ci­sa­mente, pro­cura não ter­mos que estar depen­den­tes do pro­jeto imo­bi­li­á­rio para o Bon­fim, para liber­tar o clube dessa situ­a­ção em que se encon­trava ante­ri­or­mente”, salie­n­tou Fran­cisco Rito em decla­ra­ções ao Diá­rio de Notí­cias.

Porém, a exis­tên­cia des­tes adi­ta­men­tos é rele­vante para a com­pre­en­são do con­texto em que a Tav­fer apre­senta a sua pro­posta. A Mirante Side­ral man­tém os direi­tos sobre o pro­jeto do Bon­fim, enquanto a Tav­fer pre­tende adqui­rir os ter­re­nos do Vale do Cobro. Os sócios doVi­tó­ria vão tomar a deci­são final na sexta-feira.

 

 

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Citação de O Pastel, há 45 minutos:

(DN) Vitória de Setúbal decide futuro em assembleia polémica

Se alguém por acaso tiver acesso, agradecia. 🙂 

Parece que há duas hipóteses em cima da mesa: uma para compra da SAD e outra para compra dos terrenos (pensava que eram da autarquia, não?).

Só m*rda, só trafulhices e egos.

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Citação de Rei_Patricio, há 42 minutos:

https://www.pressreader.com/

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Assem­bleia geral reúne sexta-feira para esco­lher entre duas pro­pos­tas, mas a dire­ção ainda não as deu a conhe­cer aos sócios. DN apu­rou que uma vem de grupo inter­na­ci­o­nal que pro­mete novo está­dio e regresso à pri­meira liga. Outra vem de patro­ci­na­dor que deixa fute­bol nas mãos do clube, mas quer ficar com ter­re­nos. Mas a som­bra do ex-inves­ti­dor Hugo Pinto paira sobre a reu­nião.

A assem­bleia geral do clube reúne esta sexta-feira, 22 de maio, para esco­lher entre duas pro­pos­tas, mas a dire­ção ainda não as deu a conhe­cer aos sócios. O DN sabe que uma é de um con­sór­cio inter­na­ci­o­nal que quer uma nova SAD e pro­mete levar o clube à Pri­meira Liga, em troca de um pro­jeto imo­bi­li­á­rio no Bon­fim. Outra é de um patro­ci­na­dor que quer ficar com os ter­re­nos do Vale do Cobro, dei­xando o fute­bol para o clube. Ambos pro­me­tem pagar as dívi­das do Vitó­ria. Mas a som­bra de Hugo Pinto deverá pai­rar sobre a reu­nião.

Aas­sem­bleia geral do Vitó­ria Fute­bol Clube, mar­cada para sexta-feira, 22 de maio, decorre num con­texto em que a atual dire­ção assi­nou alte­ra­ções con­tra­tu­ais com uma empresa ligada ao antigo inves­ti­dor da SAD, Hugo Pinto. Docu­men­tos con­sul­ta­dos pelo DN indi­cam que o pre­si­dente Fran­cisco Alves Rito e o vice-pre­si­dente Miguel Rei­zi­nho apro­va­ram um adi­ta­mento ao con­trato do pro­jeto urba­nís­tico do Bon­fim que reduz subs­tan­ci­al­mente a garan­tia ban­cá­ria exi­gida à Mirante Side­ral, empresa lide­rada pelo advo­gado de Hugo Pinto, sem comu­ni­ca­ção pré­via aos sócios. Ao DN, Fran­cisco Rito nega que tenha assi­nado esse adi­ta­mento, reme­tendo res­pon­sa­bi­li­da­des para a dire­ção ante­rior, mas o con­trato a que o DN teve acesso, datado de 7 de abril de 2025, terá sido assi­nado por ele e pelo vice-pre­si­dente.

img?regionKey=aeoqDneNKkm1N+jVRVlISA==&scale=242 O pro­jeto do con­sór­cio inter­na­ci­o­nal prevê um está­dio com 15 mil luga­res.

A vota­ção de duas pro­pos­tas de inves­ti­mento ocorre assim num enqua­dra­mento em que sub­sis­tem rela­ções for­mais entre o clube e estru­tu­ras asso­ci­a­das ao perí­odo em que Hugo Pinto deti­nha influ­ên­cia sobre a antiga SAD. E decor­rem sem que as pro­pos­tas em cima da mesa - da Trav­fer e de um con­sór­cio lide­rado pelo ex-joga­dor do Chel­sea Filipe Morais – tenham sido publi­ca­mente apre­sen­ta­das e dadas a conhe­cer à massa asso­ci­a­tiva do clube.

A ordem de tra­ba­lhos não des­creve o con­te­údo das pro­pos­tas, ape­sar da impor­tân­cia do que está em jogo. O DN ten­tou obter escla­re­ci­men­tos do pre­si­dente da mesa da assem­bleia geral do clube, Rui Chum­bita Nunes, mas o tam­bém advo­gado reme­teu decla­ra­ções ape­nas para o final da semana. Já o pre­si­dente da dire­ção, Fran­cisco Rito, recu­sou adi­an­tar deta­lhes das duas pro­pos­tas, por­que os pre­tende “reve­lar em pri­meira mão aos asso­ci­a­dos”, durante a assem­bleia.

O DN con­se­guiu apu­rar, no entanto, os ele­men­tos essen­ci­ais de cada pro­posta. As prin­ci­pais dife­ren­ças estão no papel que o inves­ti­dor assu­mirá no fute­bol do clube e no des­tino a dar aos ter­re­nos do Vale do Cobro, que têm 30 mil metros qua­dra­dos e valem cerca de cinco milhões de euros.

Con­sór­cio inter­na­ci­o­nal quer assu­mir fute­bol para levar o Vitó­ria à Pri­meira Liga. E deixa está­dio e ter­re­nos na posse do clube

A pri­meira pro­posta é apre­sen­tada por um con­sór­cio inter­na­ci­o­nal lide­rado por Filipe Morais, ex-joga­dor for­mado no Chel­sea. Este grupo pro­põe assu­mir a tota­li­dade da dívida do Vitó­ria, esti­mada em cerca de sete milhões de euros, inclu­indo o paga­mento ime­di­ato de 2,2 milhões de euros à Auto­ri­dade Tri­bu­tá­ria e a assun­ção do res­tante mon­tante inte­grado no Plano de Insol­vên­cia e Recu­pe­ra­ção (PIRE), que envolve cerca de 150 cre­do­res.

O con­sór­cio prevê um inves­ti­mento ini­cial de dez milhões de euros no fute­bol, dis­tri­bu­ído pelos pri­mei­ros cinco anos, com o obje­tivo de alcan­çar a Pri­meira Liga nesse perí­odo. O modelo inclui a cri­a­ção de uma SAD com 60% de capi­tal para o inves­ti­dor e 40% para o clube, com aumen­tos pro­gres­si­vos de 10% por cada subida de divi­são, até ao limite de 90%.

O plano finan­ceiro do con­sór­cio inte­gra ainda a cons­tru­ção de um novo está­dio no Bon­fim, com um custo esti­mado de 50 milhões de euros, finan­ci­ado pelo par­ceiro imo­bi­li­á­rio Reve­late Capi­tal, do empre­sá­rio irlan­dês Mark O’Brian, que inte­gra o con­sór­cio. O está­dio teria 15 mil luga­res, qua­tro ban­ca­das cober­tas, 20 cama­ro­tes, esta­ci­o­na­mento sub­ter­râ­neo e novos espa­ços para moda­li­da­des, museu e loja ofi­cial. O está­dio per­ma­ne­ce­ria pro­pri­e­dade do clube, sendo cedido à nova SAD do grupo inves­ti­dor atra­vés de con­trato de uti­li­za­ção. O pro­jeto imo­bi­li­á­rio asso­ci­ado, já com Pedido de Infor­ma­ção Pré­via apro­vado, prevê 446 fogos e áreas comer­ci­ais, com custo de cons­tru­ção de cerca de 200 milhões. Os ter­re­nos do Vale do Cobro, com 30 mil metros qua­dra­dos de super­fí­cie e um valor de mer­cado esti­mado a ron­dar os cinco milhões de euros, per­ma­ne­ce­riam na posse do Vitó­ria.

O con­sór­cio pre­tende man­ter o atual dire­tor des­por­tivo doVi­tó­ria, Car­los André, bem como o trei­na­dor Paulo Mar­tins, que já con­se­guiu duas subi­das de divi­são nos últi­mos anos.

O DN teve acesso a emails que foram envi­a­dos pelo con­sór­cio para mem­bros dos órgãos soci­ais do clube, onde cons­tam várias ima­gens do pro­jeto do con­sór­cio inter­na­ci­o­nal (ver ao lado).

O DN teve acesso a um con­trato, de 7 de abril de 2025, onde a dire­ção do Vitó­ria aceita redu­zir a garan­tia da Mirante Side­ral, empresa lide­rada pelo advo­gado de Hugo Pinto. O pre­si­dente Fran­cisco Rito nega ter assi­nado e atri­bui res­pon­sa­bi­li­da­des à ante­rior dire­ção.

Patro­ci­na­dor Tav­fer deixa fute­bol nas mãos do clube e quer ter­re­nos do Vale do Cobro

A segunda pro­posta é apre­sen­tada pela Tav­fer, atual patro­ci­na­dor do clube. A empresa pro­põe assu­mir as dívi­das à Auto­ri­dade Tri­bu­tá­ria atra­vés de um plano de paga­mento. A Tav­fer com­pro­mete-se a assu­mir esse encargo, atu­al­mente de cerca de 30 mil euros men­sais. A Tav­fer pro­põe ainda man­ter o patro­cí­nio anual de 250 mil euros. Em con­tra­par­tida, pre­tende adqui­rir os ter­re­nos doVale do Cobro. A Mirante Side­ral man­te­ria os direi­tos sobre o pro­jeto urba­nís­tico do Bon­fim caso tivesse capa­ci­dade finan­ceira para cum­prir o atual con­trato, que neste momento se encon­tra em incum­pri­mento devido à não apre­sen­ta­ção da garan­tia ban­cá­ria. Os repre­sen­tan­tes da Tav­fer são Car­los Silva e David Leo­nardo, anti­gos diri­gen­tes do clube no perí­odo em que Hugo Pinto assu­miu o con­trolo da antiga SAD.

A Mirante Side­ral man­tém os direi­tos sobre o pro­jeto do Bon­fim, enquanto a Tav­fer pre­tende adqui­rir os ter­re­nos doVale do Cobro. O ponto 3 da ordem de tra­ba­lhos da assem­bleia, que prevê uma vota­ção para auto­ri­zar a cons­ti­tui­ção de uma hipo­teca sobre os ter­re­nos do Vale do Cobro, parece estar rela­ci­o­nado com o ponto ante­rior, que será o da vota­ção das pro­pos­tas. Até ao fecho, não foi pos­sí­vel con­fir­mar se o ponto 3 diz res­peito à pro­posta da Trav­fer.

Adi­ta­mento polé­mico

A docu­men­ta­ção ana­li­sada pelo DN per­mite recons­truir o per­curso con­tra­tual que con­duz à situ­a­ção atual. A empresa Impor­tante Altura, ligada a Hugo Pinto e deten­tora das ações da antiga SAD (hoje em liqui­da­ção) e dos direi­tos de cons­tru­ção no Bon­fim, assi­nou uma decla­ra­ção for­mal de renún­cia a esses direi­tos. Con­tudo, esses direi­tos foram trans­fe­ri­dos para a Mirante Side­ral Lda., lide­rada pelo advo­gado de Hugo Pinto, Car­los Gui­ma­rães Pinto. A trans­fe­rên­cia ocor­reu numa fase em que a Impor­tante Altura se encon­trava em liqui­da­ção.

Após essa renún­cia, foi cele­brado um con­trato pro­messa de com­pra e venda de bem futuro entre o Vitó­ria FC e a Mirante Side­ral. O con­trato prevê a futura alie­na­ção dos lotes habi­ta­ci­o­nais H1 e H2, por um valor total de 22 milhões de euros, man­tendo o con­trolo do pro­jeto urba­nís­tico no mesmo uni­verso empre­sa­rial. O clube fica­ria res­pon­sá­vel pela recons­tru­ção do está­dio no lote E1, com um valor de 12 milhões de euros des­ti­nado a essa fina­li­dade, depo­si­tado numa conta escrow.

Pos­te­ri­or­mente, foram rea­li­za­dos dois adi­ta­men­tos ao con­trato. O pri­meiro foi assi­nado durante o perí­odo de comis­são de ges­tão e alte­rou as con­di­ções da garan­tia ban­cá­ria ini­ci­al­mente pre­vista. O segundo adi­ta­mento, assi­nado já pela atual dire­ção, intro­du­ziu alte­ra­ções mais sig­ni­fi­ca­ti­vas. O DN teve acesso ao con­trato, datado de 7 de abril de 2025, que reduz a garan­tia ban­cá­ria exi­gida à Mirante Side­ral de um mínimo de um milhão de euros para um valor equi­va­lente a “doze pres­ta­ções men­sais do PIRE”, atu­al­mente cerca de 30 mil euros por mês, num total apro­xi­mado de 360 mil euros. Em con­tra­par­tida, o clube terá rece­bido um sinal de 50 mil euros. Estas alte­ra­ções não terão sido comu­ni­ca­das aos sócios, nem sub­me­ti­das a vota­ção em assem­bleia.

O DN ques­ti­o­nou o pre­si­dente do clube a este res­peito, tendo Fran­cisco Rito negado qual­quer irre­gu­la­ri­dade da sua auto­ria ou da dire­ção que lidera.“É um absurdo”, diz o pre­si­dente.

“Esta dire­ção não redu­ziu nenhuma garan­tia ban­cá­ria. O con­trato que refere a uma garan­tia ban­cá­ria que aca­bou de invo­car é um con­trato que foi feito antes desta dire­ção e essa garan­tia ban­cá­ria con­ti­nua a fazer parte desse con­trato que ainda está em vigor para o pro­jeto imo­bi­li­á­rio no Está­dio do Bon­fim e, por­tanto, o que nós vamos levar a esta atual assem­bleia geral não tem nada a ver com isso, não tem nada a ver com o con­trato de assis­tente para o Está­dio do Bon­fim, mas sim uma outra solu­ção que, pre­ci­sa­mente, pro­cura não ter­mos que estar depen­den­tes do pro­jeto imo­bi­li­á­rio para o Bon­fim, para liber­tar o clube dessa situ­a­ção em que se encon­trava ante­ri­or­mente”, salie­n­tou Fran­cisco Rito em decla­ra­ções ao Diá­rio de Notí­cias.

Porém, a exis­tên­cia des­tes adi­ta­men­tos é rele­vante para a com­pre­en­são do con­texto em que a Tav­fer apre­senta a sua pro­posta. A Mirante Side­ral man­tém os direi­tos sobre o pro­jeto do Bon­fim, enquanto a Tav­fer pre­tende adqui­rir os ter­re­nos do Vale do Cobro. Os sócios doVi­tó­ria vão tomar a deci­são final na sexta-feira.

 

 

Isto é demasiado confuso.

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Citação de Tio Hans, há 9 horas:

Jogadores no activo deviam ser proibidos de investir em clubes, mesmo que as probabilidades de se defrontarem sejam mínimas. Assim, evita-se o que acontece na selecção nacional, onde há um jogador, que investiu num clube, que, por acaso, tem direito a uma percentagem qualquer da transferência de um outro jogador da mesma selecção.

Quero ver como vão descalçar a bota quando o Alverca jogar com o Real de Madrid para a Champions.

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Infelizmente, isto sucedeu no último domingo num jogo da II Divisão de Santarém, perto do fim e com o resultado praticamente fechado:

https://www.rederegional.com/noticias/desporto/adepta-morre-durante-o-jogo-mas-arbitro-nao-interrompe-a-partida/

Além de obrigar as equipas médicas dos clubes a contornar o terreno de jogo, teve a "coragem" para continuar com a partida e com menos dois jogadores da equipa visitante, pois os expulsou por eles terem ido pedir para o árbitro dar com o jogo por terminado. Mesmo com o corpo da mulher na bancada.

A AF Santarém entretanto mandou vários comunicados:

https://www.rederegional.com/noticias/desporto/caso-da-adepta-que-morreu-na-bancada-associacao-de-futebol-critica-atuacao-do-arbitro/

E o Ouriquense ainda terá que pagar uma multa de 75€, os dois jogadores cumprir um jogo de suspensão e o treinador da equipa pagar 50€ de multa e ficar suspenso 15 dias.

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Citação de Genzo, há 44 minutos:

Infelizmente, isto sucedeu no último domingo num jogo da II Divisão de Santarém, perto do fim e com o resultado praticamente fechado:

https://www.rederegional.com/noticias/desporto/adepta-morre-durante-o-jogo-mas-arbitro-nao-interrompe-a-partida/

Além de obrigar as equipas médicas dos clubes a contornar o terreno de jogo, teve a "coragem" para continuar com a partida e com menos dois jogadores da equipa visitante, pois os expulsou por eles terem ido pedir para o árbitro dar com o jogo por terminado. Mesmo com o corpo da mulher na bancada.

A AF Santarém entretanto mandou vários comunicados:

https://www.rederegional.com/noticias/desporto/caso-da-adepta-que-morreu-na-bancada-associacao-de-futebol-critica-atuacao-do-arbitro/

E o Ouriquense ainda terá que pagar uma multa de 75€, os dois jogadores cumprir um jogo de suspensão e o treinador da equipa pagar 50€ de multa e ficar suspenso 15 dias.

Apanhei há pouco o comunicado da AFS e é de uma falta de sensibilidade brutal. "Estamos a prestar acompanhamento psicológico a toda a equipa de arbitragem." Ufa, que alívio...

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Citação de O Pastel, Em 20/05/2026 at 15:14:

(DN) Vitória de Setúbal decide futuro em assembleia polémica

Se alguém por acaso tiver acesso, agradecia. 🙂 

Parece que há duas hipóteses em cima da mesa: uma para compra da SAD e outra para compra dos terrenos (pensava que eram da autarquia, não?).

V. Setúbal aprovou projeto imobiliário para reduzir dívida e regressar à I Liga - O Jogo

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Citação de cadete, há 41 minutos:

Será que ainda há esperança para o Torreense?

Não. Na notícia diz que quem beneficiaria era o Tondela.

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