Poeira Publicado Abril 7 Anseio pelo dia em que o novo modelo seja o da extinção. 7 5 Compartilhar este post Link para o post
JFDCamara Publicado Abril 8 (editado) Que seja tudo a eliminar desde o princípio com todos os clubes das 2 ligas acima presentes, o vencedor vai à Conference. Se os grandes quiserem libertar o calendário é só perder a primeira eliminatória, fácil, assim os clubes que quiserem ganhar podem continuar sem ouvir queixinhas permanentes. Editado Abril 8 por JFDCamara Compartilhar este post Link para o post
tozequio Publicado Abril 30 (editado) https://www.publico.pt/2026/04/29/sociedade/noticia/rui-pinto-absolvido-vitima-arbitrariedade-sistema-judicial-2165150 Editado Abril 30 por tozequio Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado Maio 19 Citação Notícia Record: Thomas Muller, Mats Hummels e Yann Sommer equacionam compra do Estrela da Amadora Grupo de investidores pode avançar com 40 milhões de euros Há um novo grupo de investidores a equacionar a compra do Estrela da Amadora. De acordo com as informações recolhidas por Record, nesse lote de investidores incluem-se os internacionais alemães Thomas Muller e Mats Hummels, assim como Yann Sommer, internacional suíço. Os gestores do grupo estão dispostos a considerar um investimento global na ordem dos 40 milhões de euros na sociedade tricolor. 1 Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado Maio 20 Jogadores no activo deviam ser proibidos de investir em clubes, mesmo que as probabilidades de se defrontarem sejam mínimas. Assim, evita-se o que acontece na selecção nacional, onde há um jogador, que investiu num clube, que, por acaso, tem direito a uma percentagem qualquer da transferência de um outro jogador da mesma selecção. 7 Compartilhar este post Link para o post
Lifehouse Publicado Maio 20 Citação de Tio Hans, há 35 minutos: Jogadores no activo deviam ser proibidos de investir em clubes, mesmo que as probabilidades de se defrontarem sejam mínimas. Assim, evita-se o que acontece na selecção nacional, onde há um jogador, que investiu num clube, que, por acaso, tem direito a uma percentagem qualquer da transferência de um outro jogador da mesma selecção. Ai não apanhei esta. Ronaldo e? Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado Maio 20 Citação de Lifehouse, há 1 minuto: Ai não apanhei esta. Ronaldo e? Samu Costa. Compartilhar este post Link para o post
Banks29 Publicado Maio 20 Citação de Lifehouse, há 2 minutos: O Samu jogou no Almeria, então. Sim e eles tem direito a 20% de futura transferência. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado Maio 20 Citação de Lifehouse, há 2 minutos: O Samu jogou no Almeria, então. Sim. Compartilhar este post Link para o post
Lifehouse Publicado Maio 20 Agora se uma pessoa fosse de intrigas diria que a convocatória do Samu.... 2 1 Compartilhar este post Link para o post
O Pastel Publicado Maio 20 (DN) Vitória de Setúbal decide futuro em assembleia polémica Se alguém por acaso tiver acesso, agradecia. 🙂 Parece que há duas hipóteses em cima da mesa: uma para compra da SAD e outra para compra dos terrenos (pensava que eram da autarquia, não?). Compartilhar este post Link para o post
Rei_Patricio Publicado Maio 20 Citação de O Pastel, há 41 minutos: (DN) Vitória de Setúbal decide futuro em assembleia polémica Se alguém por acaso tiver acesso, agradecia. 🙂 Parece que há duas hipóteses em cima da mesa: uma para compra da SAD e outra para compra dos terrenos (pensava que eram da autarquia, não?). https://www.pressreader.com/ Spoiler Assembleia geral reúne sexta-feira para escolher entre duas propostas, mas a direção ainda não as deu a conhecer aos sócios. DN apurou que uma vem de grupo internacional que promete novo estádio e regresso à primeira liga. Outra vem de patrocinador que deixa futebol nas mãos do clube, mas quer ficar com terrenos. Mas a sombra do ex-investidor Hugo Pinto paira sobre a reunião. A assembleia geral do clube reúne esta sexta-feira, 22 de maio, para escolher entre duas propostas, mas a direção ainda não as deu a conhecer aos sócios. O DN sabe que uma é de um consórcio internacional que quer uma nova SAD e promete levar o clube à Primeira Liga, em troca de um projeto imobiliário no Bonfim. Outra é de um patrocinador que quer ficar com os terrenos do Vale do Cobro, deixando o futebol para o clube. Ambos prometem pagar as dívidas do Vitória. Mas a sombra de Hugo Pinto deverá pairar sobre a reunião. Aassembleia geral do Vitória Futebol Clube, marcada para sexta-feira, 22 de maio, decorre num contexto em que a atual direção assinou alterações contratuais com uma empresa ligada ao antigo investidor da SAD, Hugo Pinto. Documentos consultados pelo DN indicam que o presidente Francisco Alves Rito e o vice-presidente Miguel Reizinho aprovaram um aditamento ao contrato do projeto urbanístico do Bonfim que reduz substancialmente a garantia bancária exigida à Mirante Sideral, empresa liderada pelo advogado de Hugo Pinto, sem comunicação prévia aos sócios. Ao DN, Francisco Rito nega que tenha assinado esse aditamento, remetendo responsabilidades para a direção anterior, mas o contrato a que o DN teve acesso, datado de 7 de abril de 2025, terá sido assinado por ele e pelo vice-presidente. O projeto do consórcio internacional prevê um estádio com 15 mil lugares. A votação de duas propostas de investimento ocorre assim num enquadramento em que subsistem relações formais entre o clube e estruturas associadas ao período em que Hugo Pinto detinha influência sobre a antiga SAD. E decorrem sem que as propostas em cima da mesa - da Travfer e de um consórcio liderado pelo ex-jogador do Chelsea Filipe Morais – tenham sido publicamente apresentadas e dadas a conhecer à massa associativa do clube. A ordem de trabalhos não descreve o conteúdo das propostas, apesar da importância do que está em jogo. O DN tentou obter esclarecimentos do presidente da mesa da assembleia geral do clube, Rui Chumbita Nunes, mas o também advogado remeteu declarações apenas para o final da semana. Já o presidente da direção, Francisco Rito, recusou adiantar detalhes das duas propostas, porque os pretende “revelar em primeira mão aos associados”, durante a assembleia. O DN conseguiu apurar, no entanto, os elementos essenciais de cada proposta. As principais diferenças estão no papel que o investidor assumirá no futebol do clube e no destino a dar aos terrenos do Vale do Cobro, que têm 30 mil metros quadrados e valem cerca de cinco milhões de euros. Consórcio internacional quer assumir futebol para levar o Vitória à Primeira Liga. E deixa estádio e terrenos na posse do clube A primeira proposta é apresentada por um consórcio internacional liderado por Filipe Morais, ex-jogador formado no Chelsea. Este grupo propõe assumir a totalidade da dívida do Vitória, estimada em cerca de sete milhões de euros, incluindo o pagamento imediato de 2,2 milhões de euros à Autoridade Tributária e a assunção do restante montante integrado no Plano de Insolvência e Recuperação (PIRE), que envolve cerca de 150 credores. O consórcio prevê um investimento inicial de dez milhões de euros no futebol, distribuído pelos primeiros cinco anos, com o objetivo de alcançar a Primeira Liga nesse período. O modelo inclui a criação de uma SAD com 60% de capital para o investidor e 40% para o clube, com aumentos progressivos de 10% por cada subida de divisão, até ao limite de 90%. O plano financeiro do consórcio integra ainda a construção de um novo estádio no Bonfim, com um custo estimado de 50 milhões de euros, financiado pelo parceiro imobiliário Revelate Capital, do empresário irlandês Mark O’Brian, que integra o consórcio. O estádio teria 15 mil lugares, quatro bancadas cobertas, 20 camarotes, estacionamento subterrâneo e novos espaços para modalidades, museu e loja oficial. O estádio permaneceria propriedade do clube, sendo cedido à nova SAD do grupo investidor através de contrato de utilização. O projeto imobiliário associado, já com Pedido de Informação Prévia aprovado, prevê 446 fogos e áreas comerciais, com custo de construção de cerca de 200 milhões. Os terrenos do Vale do Cobro, com 30 mil metros quadrados de superfície e um valor de mercado estimado a rondar os cinco milhões de euros, permaneceriam na posse do Vitória. O consórcio pretende manter o atual diretor desportivo doVitória, Carlos André, bem como o treinador Paulo Martins, que já conseguiu duas subidas de divisão nos últimos anos. O DN teve acesso a emails que foram enviados pelo consórcio para membros dos órgãos sociais do clube, onde constam várias imagens do projeto do consórcio internacional (ver ao lado). O DN teve acesso a um contrato, de 7 de abril de 2025, onde a direção do Vitória aceita reduzir a garantia da Mirante Sideral, empresa liderada pelo advogado de Hugo Pinto. O presidente Francisco Rito nega ter assinado e atribui responsabilidades à anterior direção. Patrocinador Tavfer deixa futebol nas mãos do clube e quer terrenos do Vale do Cobro A segunda proposta é apresentada pela Tavfer, atual patrocinador do clube. A empresa propõe assumir as dívidas à Autoridade Tributária através de um plano de pagamento. A Tavfer compromete-se a assumir esse encargo, atualmente de cerca de 30 mil euros mensais. A Tavfer propõe ainda manter o patrocínio anual de 250 mil euros. Em contrapartida, pretende adquirir os terrenos doVale do Cobro. A Mirante Sideral manteria os direitos sobre o projeto urbanístico do Bonfim caso tivesse capacidade financeira para cumprir o atual contrato, que neste momento se encontra em incumprimento devido à não apresentação da garantia bancária. Os representantes da Tavfer são Carlos Silva e David Leonardo, antigos dirigentes do clube no período em que Hugo Pinto assumiu o controlo da antiga SAD. A Mirante Sideral mantém os direitos sobre o projeto do Bonfim, enquanto a Tavfer pretende adquirir os terrenos doVale do Cobro. O ponto 3 da ordem de trabalhos da assembleia, que prevê uma votação para autorizar a constituição de uma hipoteca sobre os terrenos do Vale do Cobro, parece estar relacionado com o ponto anterior, que será o da votação das propostas. Até ao fecho, não foi possível confirmar se o ponto 3 diz respeito à proposta da Travfer. Aditamento polémico A documentação analisada pelo DN permite reconstruir o percurso contratual que conduz à situação atual. A empresa Importante Altura, ligada a Hugo Pinto e detentora das ações da antiga SAD (hoje em liquidação) e dos direitos de construção no Bonfim, assinou uma declaração formal de renúncia a esses direitos. Contudo, esses direitos foram transferidos para a Mirante Sideral Lda., liderada pelo advogado de Hugo Pinto, Carlos Guimarães Pinto. A transferência ocorreu numa fase em que a Importante Altura se encontrava em liquidação. Após essa renúncia, foi celebrado um contrato promessa de compra e venda de bem futuro entre o Vitória FC e a Mirante Sideral. O contrato prevê a futura alienação dos lotes habitacionais H1 e H2, por um valor total de 22 milhões de euros, mantendo o controlo do projeto urbanístico no mesmo universo empresarial. O clube ficaria responsável pela reconstrução do estádio no lote E1, com um valor de 12 milhões de euros destinado a essa finalidade, depositado numa conta escrow. Posteriormente, foram realizados dois aditamentos ao contrato. O primeiro foi assinado durante o período de comissão de gestão e alterou as condições da garantia bancária inicialmente prevista. O segundo aditamento, assinado já pela atual direção, introduziu alterações mais significativas. O DN teve acesso ao contrato, datado de 7 de abril de 2025, que reduz a garantia bancária exigida à Mirante Sideral de um mínimo de um milhão de euros para um valor equivalente a “doze prestações mensais do PIRE”, atualmente cerca de 30 mil euros por mês, num total aproximado de 360 mil euros. Em contrapartida, o clube terá recebido um sinal de 50 mil euros. Estas alterações não terão sido comunicadas aos sócios, nem submetidas a votação em assembleia. O DN questionou o presidente do clube a este respeito, tendo Francisco Rito negado qualquer irregularidade da sua autoria ou da direção que lidera.“É um absurdo”, diz o presidente. “Esta direção não reduziu nenhuma garantia bancária. O contrato que refere a uma garantia bancária que acabou de invocar é um contrato que foi feito antes desta direção e essa garantia bancária continua a fazer parte desse contrato que ainda está em vigor para o projeto imobiliário no Estádio do Bonfim e, portanto, o que nós vamos levar a esta atual assembleia geral não tem nada a ver com isso, não tem nada a ver com o contrato de assistente para o Estádio do Bonfim, mas sim uma outra solução que, precisamente, procura não termos que estar dependentes do projeto imobiliário para o Bonfim, para libertar o clube dessa situação em que se encontrava anteriormente”, salientou Francisco Rito em declarações ao Diário de Notícias. Porém, a existência destes aditamentos é relevante para a compreensão do contexto em que a Tavfer apresenta a sua proposta. A Mirante Sideral mantém os direitos sobre o projeto do Bonfim, enquanto a Tavfer pretende adquirir os terrenos do Vale do Cobro. Os sócios doVitória vão tomar a decisão final na sexta-feira. 1 Compartilhar este post Link para o post
Shark Publicado Maio 20 Citação de O Pastel, há 45 minutos: (DN) Vitória de Setúbal decide futuro em assembleia polémica Se alguém por acaso tiver acesso, agradecia. 🙂 Parece que há duas hipóteses em cima da mesa: uma para compra da SAD e outra para compra dos terrenos (pensava que eram da autarquia, não?). Só m*rda, só trafulhices e egos. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado Maio 20 Citação de Rei_Patricio, há 42 minutos: https://www.pressreader.com/ Mostrar conteúdo oculto Assembleia geral reúne sexta-feira para escolher entre duas propostas, mas a direção ainda não as deu a conhecer aos sócios. DN apurou que uma vem de grupo internacional que promete novo estádio e regresso à primeira liga. Outra vem de patrocinador que deixa futebol nas mãos do clube, mas quer ficar com terrenos. Mas a sombra do ex-investidor Hugo Pinto paira sobre a reunião. A assembleia geral do clube reúne esta sexta-feira, 22 de maio, para escolher entre duas propostas, mas a direção ainda não as deu a conhecer aos sócios. O DN sabe que uma é de um consórcio internacional que quer uma nova SAD e promete levar o clube à Primeira Liga, em troca de um projeto imobiliário no Bonfim. Outra é de um patrocinador que quer ficar com os terrenos do Vale do Cobro, deixando o futebol para o clube. Ambos prometem pagar as dívidas do Vitória. Mas a sombra de Hugo Pinto deverá pairar sobre a reunião. Aassembleia geral do Vitória Futebol Clube, marcada para sexta-feira, 22 de maio, decorre num contexto em que a atual direção assinou alterações contratuais com uma empresa ligada ao antigo investidor da SAD, Hugo Pinto. Documentos consultados pelo DN indicam que o presidente Francisco Alves Rito e o vice-presidente Miguel Reizinho aprovaram um aditamento ao contrato do projeto urbanístico do Bonfim que reduz substancialmente a garantia bancária exigida à Mirante Sideral, empresa liderada pelo advogado de Hugo Pinto, sem comunicação prévia aos sócios. Ao DN, Francisco Rito nega que tenha assinado esse aditamento, remetendo responsabilidades para a direção anterior, mas o contrato a que o DN teve acesso, datado de 7 de abril de 2025, terá sido assinado por ele e pelo vice-presidente. O projeto do consórcio internacional prevê um estádio com 15 mil lugares. A votação de duas propostas de investimento ocorre assim num enquadramento em que subsistem relações formais entre o clube e estruturas associadas ao período em que Hugo Pinto detinha influência sobre a antiga SAD. E decorrem sem que as propostas em cima da mesa - da Travfer e de um consórcio liderado pelo ex-jogador do Chelsea Filipe Morais – tenham sido publicamente apresentadas e dadas a conhecer à massa associativa do clube. A ordem de trabalhos não descreve o conteúdo das propostas, apesar da importância do que está em jogo. O DN tentou obter esclarecimentos do presidente da mesa da assembleia geral do clube, Rui Chumbita Nunes, mas o também advogado remeteu declarações apenas para o final da semana. Já o presidente da direção, Francisco Rito, recusou adiantar detalhes das duas propostas, porque os pretende “revelar em primeira mão aos associados”, durante a assembleia. O DN conseguiu apurar, no entanto, os elementos essenciais de cada proposta. As principais diferenças estão no papel que o investidor assumirá no futebol do clube e no destino a dar aos terrenos do Vale do Cobro, que têm 30 mil metros quadrados e valem cerca de cinco milhões de euros. Consórcio internacional quer assumir futebol para levar o Vitória à Primeira Liga. E deixa estádio e terrenos na posse do clube A primeira proposta é apresentada por um consórcio internacional liderado por Filipe Morais, ex-jogador formado no Chelsea. Este grupo propõe assumir a totalidade da dívida do Vitória, estimada em cerca de sete milhões de euros, incluindo o pagamento imediato de 2,2 milhões de euros à Autoridade Tributária e a assunção do restante montante integrado no Plano de Insolvência e Recuperação (PIRE), que envolve cerca de 150 credores. O consórcio prevê um investimento inicial de dez milhões de euros no futebol, distribuído pelos primeiros cinco anos, com o objetivo de alcançar a Primeira Liga nesse período. O modelo inclui a criação de uma SAD com 60% de capital para o investidor e 40% para o clube, com aumentos progressivos de 10% por cada subida de divisão, até ao limite de 90%. O plano financeiro do consórcio integra ainda a construção de um novo estádio no Bonfim, com um custo estimado de 50 milhões de euros, financiado pelo parceiro imobiliário Revelate Capital, do empresário irlandês Mark O’Brian, que integra o consórcio. O estádio teria 15 mil lugares, quatro bancadas cobertas, 20 camarotes, estacionamento subterrâneo e novos espaços para modalidades, museu e loja oficial. O estádio permaneceria propriedade do clube, sendo cedido à nova SAD do grupo investidor através de contrato de utilização. O projeto imobiliário associado, já com Pedido de Informação Prévia aprovado, prevê 446 fogos e áreas comerciais, com custo de construção de cerca de 200 milhões. Os terrenos do Vale do Cobro, com 30 mil metros quadrados de superfície e um valor de mercado estimado a rondar os cinco milhões de euros, permaneceriam na posse do Vitória. O consórcio pretende manter o atual diretor desportivo doVitória, Carlos André, bem como o treinador Paulo Martins, que já conseguiu duas subidas de divisão nos últimos anos. O DN teve acesso a emails que foram enviados pelo consórcio para membros dos órgãos sociais do clube, onde constam várias imagens do projeto do consórcio internacional (ver ao lado). O DN teve acesso a um contrato, de 7 de abril de 2025, onde a direção do Vitória aceita reduzir a garantia da Mirante Sideral, empresa liderada pelo advogado de Hugo Pinto. O presidente Francisco Rito nega ter assinado e atribui responsabilidades à anterior direção. Patrocinador Tavfer deixa futebol nas mãos do clube e quer terrenos do Vale do Cobro A segunda proposta é apresentada pela Tavfer, atual patrocinador do clube. A empresa propõe assumir as dívidas à Autoridade Tributária através de um plano de pagamento. A Tavfer compromete-se a assumir esse encargo, atualmente de cerca de 30 mil euros mensais. A Tavfer propõe ainda manter o patrocínio anual de 250 mil euros. Em contrapartida, pretende adquirir os terrenos doVale do Cobro. A Mirante Sideral manteria os direitos sobre o projeto urbanístico do Bonfim caso tivesse capacidade financeira para cumprir o atual contrato, que neste momento se encontra em incumprimento devido à não apresentação da garantia bancária. Os representantes da Tavfer são Carlos Silva e David Leonardo, antigos dirigentes do clube no período em que Hugo Pinto assumiu o controlo da antiga SAD. A Mirante Sideral mantém os direitos sobre o projeto do Bonfim, enquanto a Tavfer pretende adquirir os terrenos doVale do Cobro. O ponto 3 da ordem de trabalhos da assembleia, que prevê uma votação para autorizar a constituição de uma hipoteca sobre os terrenos do Vale do Cobro, parece estar relacionado com o ponto anterior, que será o da votação das propostas. Até ao fecho, não foi possível confirmar se o ponto 3 diz respeito à proposta da Travfer. Aditamento polémico A documentação analisada pelo DN permite reconstruir o percurso contratual que conduz à situação atual. A empresa Importante Altura, ligada a Hugo Pinto e detentora das ações da antiga SAD (hoje em liquidação) e dos direitos de construção no Bonfim, assinou uma declaração formal de renúncia a esses direitos. Contudo, esses direitos foram transferidos para a Mirante Sideral Lda., liderada pelo advogado de Hugo Pinto, Carlos Guimarães Pinto. A transferência ocorreu numa fase em que a Importante Altura se encontrava em liquidação. Após essa renúncia, foi celebrado um contrato promessa de compra e venda de bem futuro entre o Vitória FC e a Mirante Sideral. O contrato prevê a futura alienação dos lotes habitacionais H1 e H2, por um valor total de 22 milhões de euros, mantendo o controlo do projeto urbanístico no mesmo universo empresarial. O clube ficaria responsável pela reconstrução do estádio no lote E1, com um valor de 12 milhões de euros destinado a essa finalidade, depositado numa conta escrow. Posteriormente, foram realizados dois aditamentos ao contrato. O primeiro foi assinado durante o período de comissão de gestão e alterou as condições da garantia bancária inicialmente prevista. O segundo aditamento, assinado já pela atual direção, introduziu alterações mais significativas. O DN teve acesso ao contrato, datado de 7 de abril de 2025, que reduz a garantia bancária exigida à Mirante Sideral de um mínimo de um milhão de euros para um valor equivalente a “doze prestações mensais do PIRE”, atualmente cerca de 30 mil euros por mês, num total aproximado de 360 mil euros. Em contrapartida, o clube terá recebido um sinal de 50 mil euros. Estas alterações não terão sido comunicadas aos sócios, nem submetidas a votação em assembleia. O DN questionou o presidente do clube a este respeito, tendo Francisco Rito negado qualquer irregularidade da sua autoria ou da direção que lidera.“É um absurdo”, diz o presidente. “Esta direção não reduziu nenhuma garantia bancária. O contrato que refere a uma garantia bancária que acabou de invocar é um contrato que foi feito antes desta direção e essa garantia bancária continua a fazer parte desse contrato que ainda está em vigor para o projeto imobiliário no Estádio do Bonfim e, portanto, o que nós vamos levar a esta atual assembleia geral não tem nada a ver com isso, não tem nada a ver com o contrato de assistente para o Estádio do Bonfim, mas sim uma outra solução que, precisamente, procura não termos que estar dependentes do projeto imobiliário para o Bonfim, para libertar o clube dessa situação em que se encontrava anteriormente”, salientou Francisco Rito em declarações ao Diário de Notícias. Porém, a existência destes aditamentos é relevante para a compreensão do contexto em que a Tavfer apresenta a sua proposta. A Mirante Sideral mantém os direitos sobre o projeto do Bonfim, enquanto a Tavfer pretende adquirir os terrenos do Vale do Cobro. Os sócios doVitória vão tomar a decisão final na sexta-feira. Isto é demasiado confuso. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Maio 20 Citação de Tio Hans, há 9 horas: Jogadores no activo deviam ser proibidos de investir em clubes, mesmo que as probabilidades de se defrontarem sejam mínimas. Assim, evita-se o que acontece na selecção nacional, onde há um jogador, que investiu num clube, que, por acaso, tem direito a uma percentagem qualquer da transferência de um outro jogador da mesma selecção. Quero ver como vão descalçar a bota quando o Alverca jogar com o Real de Madrid para a Champions. Compartilhar este post Link para o post
Genzo Publicado Maio 21 Infelizmente, isto sucedeu no último domingo num jogo da II Divisão de Santarém, perto do fim e com o resultado praticamente fechado: https://www.rederegional.com/noticias/desporto/adepta-morre-durante-o-jogo-mas-arbitro-nao-interrompe-a-partida/ Além de obrigar as equipas médicas dos clubes a contornar o terreno de jogo, teve a "coragem" para continuar com a partida e com menos dois jogadores da equipa visitante, pois os expulsou por eles terem ido pedir para o árbitro dar com o jogo por terminado. Mesmo com o corpo da mulher na bancada. A AF Santarém entretanto mandou vários comunicados: https://www.rederegional.com/noticias/desporto/caso-da-adepta-que-morreu-na-bancada-associacao-de-futebol-critica-atuacao-do-arbitro/ E o Ouriquense ainda terá que pagar uma multa de 75€, os dois jogadores cumprir um jogo de suspensão e o treinador da equipa pagar 50€ de multa e ficar suspenso 15 dias. Compartilhar este post Link para o post
Lurker Publicado Maio 21 Citação de Genzo, há 44 minutos: Infelizmente, isto sucedeu no último domingo num jogo da II Divisão de Santarém, perto do fim e com o resultado praticamente fechado: https://www.rederegional.com/noticias/desporto/adepta-morre-durante-o-jogo-mas-arbitro-nao-interrompe-a-partida/ Além de obrigar as equipas médicas dos clubes a contornar o terreno de jogo, teve a "coragem" para continuar com a partida e com menos dois jogadores da equipa visitante, pois os expulsou por eles terem ido pedir para o árbitro dar com o jogo por terminado. Mesmo com o corpo da mulher na bancada. A AF Santarém entretanto mandou vários comunicados: https://www.rederegional.com/noticias/desporto/caso-da-adepta-que-morreu-na-bancada-associacao-de-futebol-critica-atuacao-do-arbitro/ E o Ouriquense ainda terá que pagar uma multa de 75€, os dois jogadores cumprir um jogo de suspensão e o treinador da equipa pagar 50€ de multa e ficar suspenso 15 dias. Apanhei há pouco o comunicado da AFS e é de uma falta de sensibilidade brutal. "Estamos a prestar acompanhamento psicológico a toda a equipa de arbitragem." Ufa, que alívio... Compartilhar este post Link para o post
Diogo_CFB Publicado Maio 23 Citação de O Pastel, Em 20/05/2026 at 15:14: (DN) Vitória de Setúbal decide futuro em assembleia polémica Se alguém por acaso tiver acesso, agradecia. 🙂 Parece que há duas hipóteses em cima da mesa: uma para compra da SAD e outra para compra dos terrenos (pensava que eram da autarquia, não?). V. Setúbal aprovou projeto imobiliário para reduzir dívida e regressar à I Liga - O Jogo Compartilhar este post Link para o post
Diogo_CFB Publicado Friday às 11:58 Estrela alvo de participação por incumprimento de licenciamento - E. Amadora - Jornal Record Compartilhar este post Link para o post
cadete Publicado Friday às 12:25 Citação de Diogo_CFB, há 26 minutos: Estrela alvo de participação por incumprimento de licenciamento - E. Amadora - Jornal Record Será que ainda há esperança para o Torreense? Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado Friday às 13:07 Citação de cadete, há 41 minutos: Será que ainda há esperança para o Torreense? Não. Na notícia diz que quem beneficiaria era o Tondela. Compartilhar este post Link para o post
Diogo_CFB Publicado Friday às 17:05 Estrela da Amadora mantém "total confiança no cumprimento de todos os requisitos" para o licenciamento na Liga - O Jogo Compartilhar este post Link para o post
Thierry Henry Publicado Monday às 19:30 À falta de melhor tópico. 😂 2 6 Compartilhar este post Link para o post