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Plagio o Original

A questão trans, ideologia de género, wokismo

Publicações recomendadas

Citação de noikeee, há 29 minutos:

Ok para tentar contribuir algo de útil ao tópico

Acho que em 2023 deveria ser consensual entre todas as pessoas minimamente inteligentes ou empáticas com os outros, de que tudo aquilo que se faz ao nosso corpo como adultos consensuais e na plenitude das capacidades mentais, que não tenha consequências negativas para com os outros, deve ser permitido e incluído. Parece algo bastante óbvio mas que não é há assim tanto tempo. Ainda há mesmo muita gente por aí que ostraciza e é violento perante pessoas homossexuais... quanto mais transexuais.

Aliás o problema da transfobia é óbvio e grave: se de vez em quando no mundo ocidental - o mais progressista - morrem pessoas trans que levam enxertos de porrada até à morte, só porque alguém teve problema com o facto de serem trans e existirem. Imagine-se o dia a dia numa sociedade em que a qualquer momento alguém se pode passar com o facto de existires, e nem é preciso chegar a estes extremos, toda a pequena discriminação que estas pessoas devem passar no dia a dia. Parece-me bastante claro que estas pessoas passam um bocado mesmo bastante mau, e a transfobia é um problema grave que deve ser combatido.

Só que este é um problema muito mais complexo do que a homosexualidade, que se tornou drasticamente muito mais incluída na sociedade nas últimas décadas... existem aqui tantas nuances que podemos ficar 300 páginas a falar...

  • Deve qualquer pessoa poder mudar de identidade de género apenas por dizer que a partir de agora quer ser tratada pelo outro género? Quais as consequências deste acto, para o dia a dia da sociedade?
  • Deve passar a ter direito a frequentar WCs e balneários do outro género? É crível que pessoas não-trans possam explorar este loophole cinicamente, declarando-se trans apenas para ter acesso a frequentar balneários do sexo oposto?
  • Uma pessoa trans tem o direito de exigir o tratamento pelo pronome que pretender? É um direito que faz sentido esta pessoa ter legalmente, ou apenas eticamente/moralmente, ou nem sequer o deve ter?
  • Quão cedo uma pessoa pode transicionar fisicamente? Deve-se bloquear a puberdade e/ou efetuar intervenções cirúrgicas a menores? É estatisticamente provável arrependerem-se? Quais os efeitos destas intervenções a nível de saúde a longo prazo? O alegado efeito positivo na saúde mental destas pessoas pós transição é superior a quaisquer efeitos negativos?
  • Devemos mudar a linguagem para erradicar o conceito de género no dia a dia? Ou apenas mudar algumas palavras para acomodar a existência de pessoas trans? É expectável e exigível que as pessoas comuns no dia a dia, não propriamente interessadas no tema, tenham a capacidade de lidar com todas as nuances de linguagem causadas pelo tema?
  • Qual o overlap entre doenças mentais e intenção de transicionar? É a reacção da sociedade à intenção de transicionar que provoca maior propenção para doenças mentais (consequência), ou é a própria intenção de transicionar inerentemente associada a doença mental (causa)?
  • Como devem ser tratadas estas pessoas no desporto? Particularmente pessoas que transicionem do sexo masculino para o feminino que possam ter uma vantagem física considerável (em média)? É justo para as restantes atletas não-trans?
  • Qual a diferença entre sexo e género?
  • Existem mais do que 2 géneros ou sexos? Até que ponto isto é cientificamente comprovado?
  • Deve-se incluir pessoas trans em rastreamento de cancros em partes do corpo que não possuem para se sentirem incluídas? (juro que já li isto em algum lado e não sonhei este cenário rocambolesco de noite). É um acto inclusivo ou um atentado à ciência?
  • É possível fazer ciência imparcial sobre estes assuntos no atual momento político em que o tema está no centro da discussão?
  • Pode-se alternar de identidade de género? Com que frequência? Há limites? Ou apenas o limite do bom senso?
  • Até que ponto deve ser ensinado estes conceitos a crianças e/ou adolescentes? Em que ponto do currículo? Ou não se deve?
  • Colocar tanto ênfase na afirmação de género reforça os estereótipos associados a cada género, e erode o progresso efetuado contra estes estereótipos ao longo do tempo, ou isto é apenas uma teoria parva e exagerada? Há conflitos reais entre os direitos trans e os direitos das mulheres?
  • Pode-se pelo contrário, recusar a identidade de género e querer uma identidade intersexo ou indefinida? Até que ponto isto choca com as pessoas que querem transicionar bem vincadamente de uma identidade para outra? Ou não há conflito?
  • Qual deverá ser a postura das empresas perante funcionários (recuso-me a dizer colaboradores) trans?
  • Colocar estas perguntas é inerentemente transfóbico? Dar respostas a algumas destas perguntas sob um ponto de visto menos progressista é inerentemente transfóbico? Quais destas perguntas?
  • Este tema está a ser empolado pela extrema direita como bandeira fácil para distrair o eleitorado, ou pela esquerda como próxima barreira discriminatória a quebrar, ou por ambos? As preocupações com o tema são exageradas e manobra da extrema direita, ou justificadas? Os exemplos mais extremos existem mesmo na vida real ou são apenas outliers propagados pela máquina de outrage que são as redes sociais?
  • Qual a tática política que se deve adoptar em relação ao tema? Deve a esquerda deixar de falar do mesmo e arriscar a negligenciar as pessoas trans para ganhar eleições e conseguir outras conquistas?
  • Até que ponto é que todas estas teorias são apenas divagações de Internet e do mundo académico? Ou são coisas que estão a sair do mundo académico e da Internet para afetar a vida real? É algo "dos americanos" ou algo que afeta o dia a dia das pessoas em Portugal? Quão transfóbicos são os portugueses?
  • Devemos eticamente defender até à última consequência os direitos das minorias sobre as maiorias, é esse o espírito do estado democrático, ou existem limites práticos?

Tou só a lançar o debate, em muitas direções diferentes... Eu sinceramente já tive opiniões mais progressistas nalguns destes pontos e depois de pensar no tema e ouvir muitas opiniões ao longo do tempo voltei atrás, mas tou longe de ser especialista e perfeitamente mente aberta para mudar de opinião em qualquer sentido...

Dá-me duas semanas e já te respondo a isto tudo 😅

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Citação de Jamarcus, há 1 hora:

Não é um contrassenso. Um individuo trans pode-se identificar totalmente como sendo homem ou mulher.

Certo. A questão é o passo seguinte. Não basta a identificação. Há que se trilhar um caminho de aceitação. E esse é que tem sido um contrassenso. 

Editado por John Bonifácio

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Citação de noikeee, há 39 minutos:

Ok para tentar contribuir algo de útil ao tópico

Acho que em 2023 deveria ser consensual entre todas as pessoas minimamente inteligentes ou empáticas com os outros, de que tudo aquilo que se faz ao nosso corpo como adultos consensuais e na plenitude das capacidades mentais, que não tenha consequências negativas para com os outros, deve ser permitido e incluído. Parece algo bastante óbvio mas que não é há assim tanto tempo. Ainda há mesmo muita gente por aí que ostraciza e é violento perante pessoas homossexuais... quanto mais transexuais.

Aliás o problema da transfobia é óbvio e grave: se de vez em quando no mundo ocidental - o mais progressista - morrem pessoas trans que levam enxertos de porrada até à morte, só porque alguém teve problema com o facto de serem trans e existirem. Imagine-se o dia a dia numa sociedade em que a qualquer momento alguém se pode passar com o facto de existires, e nem é preciso chegar a estes extremos, toda a pequena discriminação que estas pessoas devem passar no dia a dia. Parece-me bastante claro que estas pessoas passam um bocado mesmo bastante mau, e a transfobia é um problema grave que deve ser combatido.

Só que este é um problema muito mais complexo do que a homosexualidade, que se tornou drasticamente muito mais incluída na sociedade nas últimas décadas... existem aqui tantas nuances que podemos ficar 300 páginas a falar...

  • Deve qualquer pessoa poder mudar de identidade de género apenas por dizer que a partir de agora quer ser tratada pelo outro género? Quais as consequências deste acto, para o dia a dia da sociedade?
  • Deve passar a ter direito a frequentar WCs e balneários do outro género? É crível que pessoas não-trans possam explorar este loophole cinicamente, declarando-se trans apenas para ter acesso a frequentar balneários do sexo oposto?
  • Uma pessoa trans tem o direito de exigir o tratamento pelo pronome que pretender? É um direito que faz sentido esta pessoa ter legalmente, ou apenas eticamente/moralmente, ou nem sequer o deve ter?
  • Quão cedo uma pessoa pode transicionar fisicamente? Deve-se bloquear a puberdade e/ou efetuar intervenções cirúrgicas a menores? É estatisticamente provável arrependerem-se? Quais os efeitos destas intervenções a nível de saúde a longo prazo? O alegado efeito positivo na saúde mental destas pessoas pós transição é superior a quaisquer efeitos negativos?
  • Devemos mudar a linguagem para erradicar o conceito de género no dia a dia? Ou apenas mudar algumas palavras para acomodar a existência de pessoas trans? É expectável e exigível que as pessoas comuns no dia a dia, não propriamente interessadas no tema, tenham a capacidade de lidar com todas as nuances de linguagem causadas pelo tema?
  • Qual o overlap entre doenças mentais e intenção de transicionar? É a reacção da sociedade à intenção de transicionar que provoca maior propenção para doenças mentais (consequência), ou é a própria intenção de transicionar inerentemente associada a doença mental (causa)?
  • Como devem ser tratadas estas pessoas no desporto? Particularmente pessoas que transicionem do sexo masculino para o feminino que possam ter uma vantagem física considerável (em média)? É justo para as restantes atletas não-trans?
  • Qual a diferença entre sexo e género?
  • Existem mais do que 2 géneros ou sexos? Até que ponto isto é cientificamente comprovado?
  • Deve-se incluir pessoas trans em rastreamento de cancros em partes do corpo que não possuem para se sentirem incluídas? (juro que já li isto em algum lado e não sonhei este cenário rocambolesco de noite). É um acto inclusivo ou um atentado à ciência?
  • É possível fazer ciência imparcial sobre estes assuntos no atual momento político em que o tema está no centro da discussão?
  • Pode-se alternar de identidade de género? Com que frequência? Há limites? Ou apenas o limite do bom senso?
  • Até que ponto deve ser ensinado estes conceitos a crianças e/ou adolescentes? Em que ponto do currículo? Ou não se deve?
  • Colocar tanto ênfase na afirmação de género reforça os estereótipos associados a cada género, e erode o progresso efetuado contra estes estereótipos ao longo do tempo, ou isto é apenas uma teoria parva e exagerada? Há conflitos reais entre os direitos trans e os direitos das mulheres?
  • Pode-se pelo contrário, recusar a identidade de género e querer uma identidade intersexo ou indefinida? Até que ponto isto choca com as pessoas que querem transicionar bem vincadamente de uma identidade para outra? Ou não há conflito?
  • Qual deverá ser a postura das empresas perante funcionários (recuso-me a dizer colaboradores) trans?
  • Colocar estas perguntas é inerentemente transfóbico? Dar respostas a algumas destas perguntas sob um ponto de visto menos progressista é inerentemente transfóbico? Quais destas perguntas?
  • Este tema está a ser empolado pela extrema direita como bandeira fácil para distrair o eleitorado, ou pela esquerda como próxima barreira discriminatória a quebrar, ou por ambos? As preocupações com o tema são exageradas e manobra da extrema direita, ou justificadas? Os exemplos mais extremos existem mesmo na vida real ou são apenas outliers propagados pela máquina de outrage que são as redes sociais?
  • Qual a tática política que se deve adoptar em relação ao tema? Deve a esquerda deixar de falar do mesmo e arriscar a negligenciar as pessoas trans para ganhar eleições e conseguir outras conquistas?
  • Até que ponto é que todas estas teorias são apenas divagações de Internet e do mundo académico? Ou são coisas que estão a sair do mundo académico e da Internet para afetar a vida real? É algo "dos americanos" ou algo que afeta o dia a dia das pessoas em Portugal? Quão transfóbicos são os portugueses?
  • Devemos eticamente defender até à última consequência os direitos das minorias sobre as maiorias, é esse o espírito do estado democrático, ou existem limites práticos?

Tou só a lançar o debate, em muitas direções diferentes... Eu sinceramente já tive opiniões mais progressistas nalguns destes pontos e depois de pensar no tema e ouvir muitas opiniões ao longo do tempo voltei atrás, mas tou longe de ser especialista e perfeitamente mente aberta para mudar de opinião em qualquer sentido...

No fundo 'e tudo uma questao de liberdades individuais, as pessoas devem poder fazer o que quiserem desde que nao condicionem a vida dos outros. Ou seja quem quer ser trans ou qualquer outra coisa, tem a completa liberdade de o fazer, nao pode 'e obrigar o resto da sociedade a adaptar-se a uma minoria (quem o quiser fazer optimo, quem nao quiser esta no seu direito).

Numa empresa pode existir um codigo de conduta e se essa pessoa nao se adapta a esse codigo, que nao infringe nenhuma lei, entao pode ir procurar emprego noutras empresas. Se as maes/mulheres se sentem desconfortaveis a usar uma casa de banho com um trans, entao isso deve ser tido em conta e nao apenas gritar "e os direitos trans!"

No desporto e nao vamos falar de um unico caso de uma pessoa que nasceu com ambos os orgaos reprodutivos, 'e evidente que o sexo biologico condiciona. Alias aqui uns user gostam de dizer que sao tao poucos os casos de mulheres trans...pois o problema 'e que cada caso que se fala, essa pessoa entrou logo ou a ganhar ou a lutar pelos lugares de podio...por isso nao isso nao 'e justica no desporto. Sim aquele caso de um homem de 60 anos que se identifica como mulher e foi correr a maratona de Londres 'e uma palermice, mas esse sim 'e a excepcao e nao os outros que teem vindo a causar esta polemica.

 

 

Citação de Jamarcus, há 43 minutos:

O que tem? Eu estava a responder ao @John Bonifácio. Não são um contrassenso também. Pessoas não binárias são transgénero também, estão incluídas no grupo. É compatível a definição de trans com o reconhecimento de que não há só género masculino e feminino, mas também pessoas com outro tipo de identificação.

Não tentes assumir o que eu vou dizer, por favor. Até porque isso interessa zero para a pergunta que o outro user fez e eu respondi. Até podia ser só uma pessoa nessa situação, seria parte da comunidade transgénero, e não seria nenhum contrassenso.

Não encontrei a notícia, mas acredito em ti. O orçamento do estado do Orgeon para o biénio de 2021-2023 é de ~113 mil milhões de dólares. ~12 mil milhões para a educação. Não será pelos 6 milhões (0,0005% do orçamento da educação) que não se contrata 70-80 professores.

Agora, parece-me óbvio que esses tampões nas WC masculinas não serão muito utilizadas. Mas ainda são alguns milhares de casos. São milhares de pessoas que vão passar a ter uma melhoria nesse aspeto de vida. Podemos debater se 6 milhões será muito ou não, mas não será por causa disso que há faltas de professores.

'E o que tens vindo a dizer nos outros posts, imagina que mudavamos o mundo por causa da condicao de uma pessoa...

https://www.oregonlive.com/news/2022/07/oregon-mom-challenges-statewide-rule-for-tampons-in-boys-bathrooms.html

Tens aqui a noticia, basicamente os numeros nao estao corretos, nem os teu nem os meus mas ponto 'e valido na mesma

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Citação de Jamarcus, há 41 minutos:

Dá-me duas semanas e já te respondo a isto tudo 😅

Deixa tar não sei se tenho paciência 😂

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Citação de Plagio o Original, há 5 horas:

FzA7gjXakAAXQng?format=jpg&name=large

Esta aqui foi polémica. Gostava de regressar à discussão. Eu não acho que exista contradição / hipocrisia / burrice da moça, pq n me lembro de nenhuma religião monoteísta que n tenha passagens homofóbicas. O budismo é a excepção, mas eles n idolatram deuses mesmo.

mas compreendo que seja polémica. Os países onde há muita descriminação abraçam o islão né? qual a vossa opinião?

@Burkina2008 @bmfpcdm @Ticampos @Che @Sumudica by Night @Stromp @Sandes.

cumps 

Sendo verdade, assim como no tempo do Galileu quando a Bíblia aparece com passagens a dizer que o sol parou (ou whatever) e por isso é porque estava em movimento. Há alguma diferença na % de pessoas que continua a defender uma visão literal, unilateral e radical homofóbica por exemplo no catolicismo da Bíblia, maioritário em Portugal até ver (o que no entanto continua a ser imensamente superior a pessoas laicas) e o islamismo acérrimo. A questão está aí. Em Portugal ninguém te mata judicialmente por seres LGBT, ainda que imensas pessoas o quisessem se tivessem capacidade para tal. Já em países não laicos islâmicos, ser morto por ser LGBT é o pão nosso de cada dia.
A meu ver o que não faz sentido nessa imagem é misturar temáticas com 0 relação. Assim como não faz sentido fazer uma manifestação LGBT com bandeiras do Benfica a dizer: LGBTs pelo Sport Lisboa e Benfica.

Editado por Ticampos

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Citação de Ticampos, há 56 minutos:

Sendo verdade, assim como no tempo do Galileu quando a Bíblia aparece com passagens a dizer que o sol parou (ou whatever) e por isso é porque estava em movimento. Há alguma diferença na % de pessoas que continua a defender uma visão literal, unilateral e radical homofóbica por exemplo no catolicismo da Bíblia, maioritário em Portugal até ver (o que no entanto continua a ser imensamente superior a pessoas laicas) e o islamismo acérrimo. A questão está aí. Em Portugal ninguém te mata judicialmente por seres LGBT, ainda que imensas pessoas o quisessem se tivessem capacidade para tal. Já em países não laicos islâmicos, ser morto por ser LGBT é o pão nosso de cada dia.
A meu ver o que não faz sentido nessa imagem é misturar temáticas com 0 relação. Assim como não faz sentido fazer uma manifestação LGBT com bandeiras do Benfica a dizer: LGBTs pelo Sport Lisboa e Benfica.

N é preciso andar muito para trás para ver q quando o país estava sob o poder de fundamentalistas cristãos, durante o estado novo, metiam os gays em manicómios ou "campos de trabalho forçado"

Por mim tanto podia lá tar "queers against islamophobia", "queers against anticristianism" ou "queers against anti semitism", era igual. Quanto muito acho uma mensagem apaziaguadora e corajosa, a da moça

Editado por Plagio o Original

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Citação de Plagio o Original, há 13 minutos:

N é preciso andar muito para trás para ver q quando o país estava sob o poder de fundamentalistas cristãos, durante o estado novo, metiam os gays em manicómios ou "campos de trabalho forçado"

Por mim tanto podia lá tar "queers against islamophobia", "queers against anticristianism" ou "queers against anti semitism", era igual. Quanto muito acho uma mensagem apaziaguadora e corajosa, a da moça

Estou a falar do presente obviamente. No passado relativamente recente as instituições da Europa não eram como são hoje. Agora que há um risco de voltarmos ao passado? Há e enorme.

Editado por Ticampos

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Citação de Ticampos, Agora:

Estou a falar do presente obviamente. No passado relativamente recente as instituições da Europa não eram como são hoje.

Qual a diferença? Não estamos a falar de paises q ainda n são estados laicos?

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Citação de Plagio o Original, há 1 minuto:

Qual a diferença? Não estamos a falar de paises q ainda n são estados laicos?

Sim, estados oficialmente religiosos possuem esse tipo de perseguições hoje em dia. Independentemente da religião em questão.

Editado por Ticampos

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Citação de Ticampos, há 1 minuto:

Sim, estados oficialmente religiosos possuem esse tipo de perseguições hoje em dia. Independentemente da religião em questão.

Ok

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Citação de Plagio o Original, há 18 minutos:

Quanto muito acho uma mensagem apaziaguadora e corajosa, a da moça

Porque é que é corajosa?

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Citação de Descartes, Agora:

Porque é que é corajosa?

Pq arrisca-se que se comente sobre a fotografia na internet, nos dias de hoje é perigoso

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E eu a pensar que podia ser agora que ia receber uma resposta decente...

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As ditaduras secularistas do médio oriente ainda promoviam qualquer passividade em relação a minorias, direitos de mulheres, etc. Depois da primavera da OTAN foi sempre a rasgar. A Líbia hoje é um desastre. A Turquia está a tornar-se um desastre. E por aí vai. 

No Irão só agora podem tirar o lençol da cabeça e mesmo assim tiveram que morrer em revoltas. Mas estamos a falar dum país xiita, tendenciosamente mais progressista. É o catolicismo do Islão. Nós países sunitas é estilo evangélicos dos EUA, não têm solução. 

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Citação de Che, há 2 minutos:

As ditaduras secularistas do médio oriente ainda promoviam qualquer passividade em relação a minorias, direitos de mulheres, etc. Depois da primavera da OTAN foi sempre a rasgar. A Líbia hoje é um desastre. A Turquia está a tornar-se um desastre. E por aí vai. 

No Irão só agora podem tirar o lençol da cabeça e mesmo assim tiveram que morrer em revoltas. Mas estamos a falar dum país xiita, tendenciosamente mais progressista. É o catolicismo do Islão. Nós países sunitas é estilo evangélicos dos EUA, não têm solução. 

As mulheres sempre foram oprimidas. Nem os gregos se safavam. Aristoteles dizia que as mulheres eram homens com defeito, incapazes de fazer a semente, e que deviam tomar um papel passivo

também faz parte do tópico. Acho q se inclui na "ideologia de género " ou até "wokismo"

Alguém quer desenvolver?

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Citação de Plagio o Original, há 1 minuto:

As mulheres sempre foram oprimidas. Nem os gregos se safavam. Aristoteles dizia que as mulheres eram homens com defeito, incapazes de fazer a semente, e que deviam tomar um papel passivo

também faz parte do tópico. Acho q se inclui na "ideologia de género " ou até "wokismo"

Alguém quer desenvolver?

O Aristóteles já lá vai. As mulheres em países de tradição de direito romano e filosofia grega dispõem duma legítima igualdade, passe o exagero pois ainda é preciso batalhar por mais e há disposição de cada vez mais melhorar, havendo esforços por parte dos Estados. 

Na ditadura turca secularista era proibido andar de lençol na cabeça em locais públicos, ou seja, o Estado garantia um safe space para as mulheres. Isso vai acabando aos poucos porque quando o Erdogan quis entrar na União Europeia, teve que retirar força aos militares pois era um requisito de aplicação à UE. Os militares garantiam o secularismo de attaturk. Agora o Erdogan, que na altura foi preso por violar a constituição secular da Turquia, já não quer a UE, já pode implementar um Estado islâmico e por aí vai. 

Mas isto é preciso também ser empático e compreensivo. Não podemos obrigar as pessoas a ter os nossos costumes e cultura. Também é só uma roupa obrigatória nas mulheres e segregação sexual na educação e etc. Eles valorizam a modéstia, quem somos nós para criticar? 

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Citação de Che, Agora:

O Aristóteles já lá vai. As mulheres em países de tradição de direito romano e filosofia grega dispõem duma legítima igualdade, passe o exagero pois ainda é preciso batalhar por mais e há disposição de cada vez mais melhorar, havendo esforços por parte dos Estados. 

Na ditadura turca secularista era proibido andar de lençol na cabeça em locais públicos, ou seja, o Estado garantia um safe space para as mulheres. Isso vai acabando aos poucos porque quando o Erdogan quis entrar na União Europeia, teve que retirar força aos militares pois era um requisito de aplicação à UE. Os militares garantiam o secularismo de attaturk. Agora o Erdogan, que na altura foi preso por violar a constituição secular da Turquia, já não quer a UE, já pode implementar um Estado islâmico e por aí vai. 

Mas isto é preciso também ser empático e compreensivo. Não podemos obrigar as pessoas a ter os nossos costumes e cultura. Também é só uma roupa obrigatória nas mulheres e segregação sexual na educação e etc. Eles valorizam a modéstia, quem somos nós para criticar? 

Até à idade média, a filosofia da altura limitava-se a interpretar a biblia ou o corão e tentar "compatibilizar" as duas religiões com a filosofia de platao ou do aristoteles. Para a biblia, tivemos o são augustino que era um neoplatónico. O aviccenna fez o mesmo para o corão, mas era neoaristotélico.

As duas religioes tiveram muita validação da filosofia grega

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Citação de Plagio o Original, há 2 horas:

Até à idade média, a filosofia da altura limitava-se a interpretar a biblia ou o corão e tentar "compatibilizar" as duas religiões com a filosofia de platao ou do aristoteles. Para a biblia, tivemos o são augustino que era um neoplatónico. O aviccenna fez o mesmo para o corão, mas era neoaristotélico.

As duas religioes tiveram muita validação da filosofia grega

Daí os padrecas terem aquele gostinho pela pequenada…

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Fico mesmo na dúvida se este tópico cheira a mofo ou a bafio.

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Citação de noikeee, há 16 horas:
  • Deve qualquer pessoa poder mudar de identidade de género apenas por dizer que a partir de agora quer ser tratada pelo outro género? Quais as consequências deste acto, para o dia a dia da sociedade?

Tenho muito pouco tempo para tentar falar sobre todos os pontos que puseste, mas uma das coisas que mais tenho lido por cá é a insinuação de que uma pessoa trans se lembra de um dia para o outro de querer ser tratado por "ele" ou "ela". Amigos,  não é propriamente uma opção, né? Acho que a pessoa deveria preferir identificar-se com o sexo com o que nasceu do que passar por todo este processo. Claro que a minha opinião está enviesada pela experiência muito próxima que tive, mas foram anos de sofrimento e de isolamento social e acredita que ninguém passa por isso sem o querer. 

Muitas destas pessoas estão em grande sofrimento (e sim, isso sim tem repercussões na saúde mental). Depois vem o tal estigma que muitos são doentes mentais. Não, não é a doença mental que leva às pessoas "mudar" de gênero, isso não é uma doença. O que provoca a doença mental é haver descriminação, é as pessoas terem receio de contar aos familiares, amigos ou colegas de trabalho o que sentem porque podem ser descriminados. Um pouco do se tem lido por aqui por alguns foristas (não o teu caso btw).

 Sabem o que é ouvir da boca de um amigo/familiar wtvr que quer iniciar o processo que prefere o suicídio a não passar pelo mesmo e continuar a estar num corpo que não é o dele? Pois, não sabem. Mas hey, o que importa são os lucros da empresa e imagem da mesma para os clientes e o crl, acima das pessoas claro está! São uma minoria, também se nunca saírem de casa ou no limite cometerem o suicídio, qual é o problema mesmo? São 1% da população, também temos gente a mais né?

 

 

Editado por 1906
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Citação de What, há 1 hora:

Fico mesmo na dúvida se este tópico cheira a mofo ou a bafio.

O contexto: foi criado a partir do tópico da política internacional, onde os mesmos de sempre continuaram a fazer assunto sobre os trans e os gays. A malta sugeriu criar um tópico e aqui foi criado

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Acho inacreditável como é que alguém comenta "será que pode?" à afirmação de que um indíviduo se pode identificar como homem ou mulher. Isto é drástico.

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