Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
Lebohang

[UCL] [Take 2] Benfica 0-1 Real Madrid (RF)

Publicações recomendadas

Citação de Descartes, Agora:

Não percebes nada de analogias.

E põe-te em sentido quando falares do Luisão. Não profiras o seu nome em vão.

Nunca me calarei

Por pudor, uma vez que percebo que não consegues sair do buraco onde te meteste, vou largar o assunto. Bora lá ver o Buse vs Berrettini.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Tibraco, há 9 minutos:

Por pudor, uma vez que percebo que não consegues sair do buraco onde te meteste, vou largar o assunto. Bora lá ver o Buse vs Berrettini.

Só me meti nesse buraco para poder falar contigo. Não assumo qualquer responsabilidade sobre o sítio que escolheste para passar o tempo.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Alonso., há 3 horas:

Escusado estar com estas medicações de pilinhas 

Cada um sabe de si, mas de facto há certas atitudes que parecem dar tusa. Será para isso?

Só não peçam prescrição ao Prestianni, que parece ser homem sem tomates e até se diz que nem gosta que se mexa no assunto.

Editado por John Bonifácio
  • Haha 1

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de SAS_Robben, Em 20/02/2026 at 11:33:

O Kompany na CI do Bayern falou do Mourinho e não foi simpático 

https://x.com/i/status/2024787827771216035

 

Só agora tive a oportunidade de ver e não podia estar mais de acordo com tudo aquilo que foi dito pelo Kompany e a forma como foi dito, que revela um ser humano magnífico. A coragem de identificar e responsabilizar todos os envolvidos, desde o jogadores, passando pelos adeptos e acabando nas declarações pós-jogo do Mourinho.

Não foi simpático e nem ofensivo. Disse que o José cometeu um erro no processo da sua imagem de marca nas relações com os seus jogadores.

Apontou o dedo aos altos responsáveis que sempre viu serem complacentes com o racismo no futebol e implicitamente pareceu não ter grande esperança que algo fosse mudar com isto, apesar de ser essa a sua vontade.

E, ao contrário daqueles que parecem justificar as ações dos adeptos no estádio com o tribalismo associado ao ambiente, mostrou que, apesar disso, há sempre espaço para fazer o que é correto colectivamente.

Como benfiquista, sinto que levei uma lição. Como ser humano, fico profundamente triste e enojado com estes acontecimentos.

  • Like 1
  • Concordo! 2

Compartilhar este post


Link para o post

João Gabriel atira-se a Luisão

Um excerto para quem não tiver paciência de abrir o link:

Em 2012, num jogo particular, Luisão agrediu um árbitro. Foi na Alemanha, frente ao Fortuna Düsseldorf. A estrutura profissional do Benfica mobilizou-se e, lutando contra a evidência das imagens, conseguiu que o castigo aplicado fosse simbólico face à gravidade do sucedido. Eu vivi na primeira pessoa esse episódio e o tudo o que se seguiu.

 

Esta confissão diz tanto sobre várias questões... Sobre a forma como a estrutura do Benfica tem atuado nas últimas décadas e sobre o entendimento que alguns responsáveis no clube têm sobre a melhor forma de defender os interesses do clube.

O mais extraordinário no meio disto tudo é que me dá a entender que esta gente pensa que ao atacar a posição que o Luisão tem assumido nos últimos dias está a defender os interesses do Benfica neste caso do Prestianni quando, na prática, estão a fazer exatamente o contrário. Esta frase do João Gabriel indica que existe consciência de que o caso é muito grave e que é responsabilidade de todos os benfiquistas lutarem contra as evidências por forma a que o resultado não passe de um castigo simbólico. E quem não o fizer será considerado traidor. Na cabeça desta gente não existe maior valor a defender do que o benfiquismo. Infelizmente sem saberem sequer o que isso é.

  • Like 1
  • Concordo! 8

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Descartes, há 6 minutos:

João Gabriel atira-se a Luisão

Um excerto para quem não tiver paciência de abrir o link:

Em 2012, num jogo particular, Luisão agrediu um árbitro. Foi na Alemanha, frente ao Fortuna Düsseldorf. A estrutura profissional do Benfica mobilizou-se e, lutando contra a evidência das imagens, conseguiu que o castigo aplicado fosse simbólico face à gravidade do sucedido. Eu vivi na primeira pessoa esse episódio e o tudo o que se seguiu.

 

Esta confissão diz tanto sobre várias questões... Sobre a forma como a estrutura do Benfica tem atuado nas últimas décadas e sobre o entendimento que alguns responsáveis no clube têm sobre a melhor forma de defender os interesses do clube.

O mais extraordinário no meio disto tudo é que me dá a entender que esta gente pensa que ao atacar a posição que o Luisão tem assumido nos últimos dias está a defender os interesses do Benfica neste caso do Prestianni quando, na prática, estão a fazer exatamente o contrário. Esta frase do João Gabriel indica que existe consciência de que o caso é muito grave e que é responsabilidade de todos os benfiquistas lutarem contra as evidências por forma a que o resultado não passe de um castigo simbólico. E quem não o fizer será considerado traidor. Na cabeça desta gente não existe maior valor a defender do que o benfiquismo. Infelizmente sem saberem sequer o que isso é.

 

  • Haha 5

Compartilhar este post


Link para o post

O extremamente desagradavel de hoje fez um mashup de pokemons que representa bem a percentagem do andrezito.

Compartilhar este post


Link para o post

entretanto a uefa suspendeu preventivamente o prestianni por 1 jogo

Compartilhar este post


Link para o post

Já perdi a vontade de ver o jogo

  • Like 3
  • Haha 2
  • Concordo! 1

Compartilhar este post


Link para o post

Borrou a cueca o Mourinho? Parece que vai mandar o Tralhão para a CI. 

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Jimpo, há 1 minuto:

Borrou a cueca o Mourinho? Parece que vai mandar o Tralhão para a CI. 

Não está suspenso?

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Jimpo, há 2 minutos:

Borrou a cueca o Mourinho? Parece que vai mandar o Tralhão para a CI. 

 

Citação de kareca, Agora:

Não está suspenso?

Está suspenso, não pode ir. Ele confirmou isso, depois do primeiro jogo.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de kareca, há 2 minutos:

Não está suspenso?

Tenho a ideia que não afeta nas CI mas sim nas flash a seguir aos jogos. 

Editado por Jimpo

Compartilhar este post


Link para o post

 tá suspenso para o jogo, a conferencia de antevisão é para as tvs se ele não vai é por escolha

Compartilhar este post


Link para o post

Suspender um jogador sem culpa (pelo menos por enquanto) é um princípio bastante errado, e especialmente por isto:

Esta segunda-feira, vários jornais espanhóis já tinham escrito acerca das supostas preocupações dos responsáveis da organização quanto aos efeitos que a presença de Prestianni no Bernabéu pudesse suscistar. Por exemplo, e caso José Mourinho optasse por o alinhar como titular, como seria no momento em que os jogadores de ambas as equipas se cumprimentam antes da partida e chegasse a vez de o argentino se cruzar com Vini Jr. - com o mundo novamente a assistir.

Suspenderam por questões de imagem e para evitar confusão. Um bocado vergonhoso.

 

  • Like 1
  • Concordo! 6

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Kendrick Lmao, há 20 minutos:

alguem tem sem a paywall?

Spoiler

Foi aos onze anos, no antigo José Alvalade, que ouvi pela primeira vez uma secção inteira de um estádio entoar sons de macaco em uníssono. O jogador do Vitória chamava-se N’Dinga. Sempre que tocava na bola, começava aquele “uh-uh-uh” gutural que se supõe imitar a vocalização dos símios, embora na prática lembrasse o ruído de um gerador a morrer. Ninguém à minha volta pareceu surpreendido ou alarmado. O barulho continuou durante 90 minutos e depois fomos todos para casa. Era isto que acontecia em 1992 quando alguns jogadores tinham a bola.

O que aconteceu na Luz esta semana foi diferente (em grau, se não em género) do que acontecia em quase todos os estádios há não tanto tempo assim. É verdade que os estádios são barulhentos, e que o poliéster não é o meio mais fiável para transmitir informação acústica. Não é impossível que Prestianni tenha dito, debaixo da camisola, outra coisa que não aquela; não é impossível que Vinícius Júnior tenha ouvido mal. Já aconteceu antes, num jogo em Valência, em 2023, quando o Real Madrid se queixou de um estádio inteiro a chamar-lhe “mono”, até se comprovar que o cântico geral era o bastante menos incendiário “tonto”. O que também é verdade é que episódios reais de racismo são muito mais frequentes do que estes equívocos. Na mesma noite, alguém na bancada decidiu repetir os sons que eu recordo da infância, e dois jovens foram filmados a fazer uma interpretação gestual do mesmo conceito. A análise forense da conduta de Prestianni foi quase tornada irrelevante pela patusca jurisprudência amadora desenvolvida nas horas seguintes, quando treinador, dirigentes, e vários comentadores embarcaram num empolgante projecto de redistribuição de assuntos: 1) ele é que começou!; 2) acontece-lhe demasiadas vezes para a culpa não ser dele; 3) na volta nem aconteceu nada.

Convém reconhecer que Vinícius Júnior é um futebolista insuportável. Isto pode afirmar-se sem grandes ressalvas, porque é o mais próximo de um facto objectivo que podemos identificar num assunto tão intangível como a irritação. Não pratica, no entanto, uma variedade única ou original de irritação. O jovem Cristiano Ronaldo, na sua versão 2004/07, era irritante quase da mesma maneira, antes de diversificar o seu portfólio. (O futebolista mais irritante no activo, Emi Martinez, calha ser um compatriota de Prestianni). O futebol acomoda, e aliás exige, esse tipo de comportamentos, razão pela qual existe uma tradição, antiga e respeitada, de os tentar usar ou contra-atacar tacticamente. O repertório, praticado por adeptos ou jogadores, é enciclopédico: árvores genealógicas inteiras arrastadas pela lama, insinuações sobre incompetência sexual, o sussurro discreto que alude, com precisão cirúrgica, à maior vulnerabilidade. É um trabalho artesanal, que requer conhecimento íntimo e materázzico do alvo.

Gianluca Prestianni empurra Vinícius Júnior durante o Benfica-Real Madrid, no Estádio da Luz, na primeira mão do play-off de acesso aos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, que terminou com a vitória dos merengues por 0-1 JOSé SENA GOULão/EPA

Uma manobra retórica que surge sempre em resposta a incidentes como este, propondo-se como senso comum, é questionar porque consideramos pior chamar “macaco” a um jogador negro do que chamar “filho da p*ta” a qualquer outro. Se o futebol tolera tanta aplicação imaginativa de insultos, porque é que só esta categoria específica activa protocolos, condenações e crises? A pergunta raramente é levada a sério, porque quem a faz não costuma estar de boa fé (ou então é genuinamente cretino), mas talvez mereça uma resposta séria.

Escolhamos a segunda interpretação mais generosa possível, em vez da primeira: que Prestianni disse realmente o que Vinícius ouviu, não por sentir qualquer animosidade racial, mas porque o queria picar, e a história recente demonstrou que esta palavra é a ferramenta mais eficaz para a tarefa. Escolheu-a como táctica de guerrilha, não como aplicação de doutrina. Porque é que isto é mais grave que chamar-lhe “filho da p*ta”?

Porque a expressão “filho da p*ta”, independentemente da carga que outrora transportou, opera dentro de um entendimento tácito que vê o seu conteúdo literal como irrelevante e o referente original como perdido. O seu efeito é quase percussivo, um mero som, que serve para dizer “estou furioso contigo e vou agora expressá-lo com muita força!” Visa o indivíduo e, tendo-o atingido, dissolve-se aí, pois não transporta bagagem.

Mas qualquer insulto racista, seja verbal, gestual ou onomatopeico, não transporta nada excepto bagagem. Sem bagagem, não seria insulto. A sua capacidade para ferir depende de uma longa e catastrófica história que não fica educadamente à porta do estádio: entra atafulhada de séculos de pseudociência, fantasias coloniais, e preconceitos quotidianos, que foram insistindo, repetidamente, numa hierarquia falsa de valor humano, na ideia perversa de que algumas pessoas estão mais próximas dos animais do que outras. É uma gota pequena desse veneno, mas contamina tudo o que toca, e não apenas o seu alvo imediato, pois nunca existiu para insultar uma determinada pessoa num determinado momento, mas para dizer a todas as que se parecem com ela que o espaço em que se encontram não lhes pertence, que a tolerância que lhes foi concedida é provisória, e que assim que se tornem demasiado irritantes, o repertório comum da hostilidade futebolística para os outros irritantes será substituído por um criado de propósito só para eles, e para lhes lembrar que são categoricamente diferentes e categoricamente inferiores. Mesmo que quem insulte não partilhe tal ideologia, o insulto só funciona graças a todo o trabalho prévio que a ideologia já fez.

Vinícius Júnior confortado pelo treinador do real Madrid Álvaro Arbeloa e pelo colega de equipa Aurélien Tchouaméni durante a interrupção do Benfica-Real Madrid, no Estádio da Luz, por causa de insultos racistas dirigidos ao jogador brasileiro Rodrigo Antunes/Reuters

Há uma tendência para tratar tudo isto como uma questão de etiqueta, um conjunto de regras arbitrárias que se podem aprender, aplicar, e até lamentar com exasperação (como se viu na queixa estafada, previsivelmente repetida por pelo menos dois comentadores televisivos, de que “agora já não se pode dizer nada”). Vivemos, de facto, em sociedades que decidiram que o racismo constitui uma ordem de injúria superior a muitas outras, mas esse consenso não é inevitável nem irreversível. É o produto de decisões, algumas formais, muitas informais, acumuladas ao longo do tempo e sustentadas por um acordo tácito entre quem o aceita com alívio, relutância ou indiferença. Já vimos reajustes e solavancos suficientes nos dois sentidos para sabermos quão frágil e contingente o consenso é.

Talvez uma forma de o preservar seja lembrar que o racismo não é apenas uma colecção de tabus para respeitar ou violar, como se fossem instruções sobre o uso correcto de guardanapos. O racismo não é errado por ser “racismo”; é errado por ser falso, literal e violentamente falso. Afirma uma imagem do mundo, e das pessoas que o habitam, que não corresponde a qualquer verdade. Quando pessoas em relvados ou bancadas comparam jogadores negros a macacos, não estão a “picar” um oponente provocador, nem a ser inconvenientes ou “politicamente incorrectas”; estão a participar num tipo de falsidade que justificou e continua a justificar coisas incomparavelmente piores do que os sentimentos feridos de um atleta específico. A linha especial à volta desta categoria foi traçada para proteger toda a gente, não apenas a vítima directa. O futebol consegue acomodar uma quantidade extraordinária de delírios e falsidades — superstição, tribalismo, paranóia, complexos de perseguição — porque se costumam extinguir dentro do que o próprio jogo circunscreve na sua larga órbita. Não pode nem deve tolerar isto porque a função que isto cumpre não quer saber do jogo nem dos estádios para nada; quer estar lá fora, o tempo inteiro, e em toda a parte.

 

  • Like 6

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Jamarcus, há 10 minutos:

Suspender um jogador sem culpa (pelo menos por enquanto) é um princípio bastante errado, e especialmente por isto:

Esta segunda-feira, vários jornais espanhóis já tinham escrito acerca das supostas preocupações dos responsáveis da organização quanto aos efeitos que a presença de Prestianni no Bernabéu pudesse suscistar. Por exemplo, e caso José Mourinho optasse por o alinhar como titular, como seria no momento em que os jogadores de ambas as equipas se cumprimentam antes da partida e chegasse a vez de o argentino se cruzar com Vini Jr. - com o mundo novamente a assistir.

Suspenderam por questões de imagem e para evitar confusão. Um bocado vergonhoso.

 

Se ele confessou mesmo ter chamado de maricon, será suspenso na mesma pelo artigo.

  • Like 2
  • Concordo! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de kareca, há 5 minutos:

Se ele confessou mesmo ter chamado de maricon, será suspenso na mesma pelo artigo.

Ou seja se fez borrada e tentou Ocultar, é burro...

Compartilhar este post


Link para o post

Culpado até prova do contrário

  • Like 1

Compartilhar este post


Link para o post

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisa de ser membro desta comunidade para poder comentar

Criar uma conta

Registe-se na nossa comunidade. É fácil!

Criar nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Autentique-se agora
Entre para seguir isso  

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Outros membros neste tópico

    Nenhum utilizador registado está a visualizar esta página.

×
×
  • Criar Novo...