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Lebohang

[UCL] [Take 2] Benfica 0-1 Real Madrid (RF)

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Citação

Um insulto racista não é um fora de jogo

Um insulto racista não é um fora de jogo

A notícia já não será o alegado insulto racista, mas a reação automática do clube, como se estivesse a discutir um fora de jogo, inconsciente do dano internacional que o isso causa à sua imagem. Bate certo com a forma como grandes clubes comunicam e com a ligeireza com que este tema é tratado em Portugal. Com o impacto que tem, o futebol moldou a forma como se debate, reflete essa ligeireza e vai naturalizando o inaceitável

Vinícius Jr. denunciou ter sido chamado “macaco” (“mono”) por Gianluca Prestianni, na sequência do golo que marcou e celebrou junto à bandeirola de canto, no jogo entre o Benfica e o Real Madrid. O árbitro François Letexier acionou o protocolo antirracismo e o jogo ficou interrompido durante vários minutos. Prestianni negou. Mbappé afirmou ter ouvido. A UEFA abriu procedimento disciplinar. Não há, até ao momento, prova áudio pública inequívoca, a não ser a evidência de que o jogador vai escondendo a boca para não se perceber o que diz. O que há é uma denúncia formal num palco internacional. E isso exige responsabilidade e rigor.

A reação de José Mourinho foi contida, mas insuficiente. Disse que falou com os jogadores, não disse em quem acreditava e fez bem. Mas pôs o foco na forma como o golo foi festejado por Vini, dizendo, no subtexto, que ele se pôs a jeito. Vindo de Mourinho, com um longuíssimo historial de celebrações provocatórias, é irónico. Messi e Ronaldo, perante a brutal rivalidade entre o Barcelona e o Real, fizeram-no. Quem não aguenta, não vai ao estádio. Nem ver, nem jogar. E não faltou que evocasse Eusébio, no clássico “eu até tenho um amigo preto”. O Estado Novo usou o mesmo símbolo para tentar provar a mesma coisa.

Convém lembrar que Vinícius Jr., para além de ser um jogador extraordinário, como voltou a provar em campo, não fala de racismo por impulso. Publicou, em 2025, um Manual Antirracista para promover educação e reflexão sobre o tema no futebol e na sociedade. Criou o Instituto Vini Jr., uma organização sem fins lucrativos dedicada à educação pública e à redução de desigualdades no Brasil, com programas de formação, tecnologia e inclusão social. Pode enganar-se? Pode. Mas sabe do que fala.

A reação do Benfica nas redes sociais preferiu seguir outro manual: o do futebol português. Num post no X, o clube publicou um vídeo para sustentar que, dada a distância, os jogadores do Real Madrid não poderiam ter ouvido o que disseram ter ouvido. Alem de não ser rigoroso, tratar um alegado caso de racismo com os mesmos instrumentos retóricos de uma discussão sobre arbitragem diz tudo sobre a incompreensão do que está em causa.

Já nem falo dos comentadores desportivos. Um, farto da “porcaria do racismo”, não percebe porque acham que “macaco” há de ser interpretado como insulto e avisa que assim estão a estragar o futebol. Outro acha que não se poder chamar “macaco” a um jogador (disse “preto”, o que não corresponde à acusação feita) dá jeito a uma determinada narrativa. Talvez explicar que não é por acaso que os jogadores negros (não, não é uma coisa especial para Vini, mas bastante generalizada) têm direito a insultos especiais, e não aos genericamente usados na bola, geralmente dirigidos às suas mães. Seja como for, não me espanta que tantos comentadores tenham batido Prestianni aos pontos. Não foi por acaso que Ventura se fez nestes espaços.

No comunicado oficial, o clube reafirma o seu compromisso com a igualdade, garante colaboração com a UEFA, mas apoia a versão do jogador e lamenta uma alegada campanha de difamação. A resposta tem o tom defensivo e conformacional, como se fosse mais uma polémica que alimenta os jornais desportivos, quando o tema tratado com pinças nas instâncias internacionais.

Sei que isto não é um problema do Benfica. Como recordaram muitos benfiquistas, na guerra clubística habitual, as dúvidas sobre a idade real de Renato Santos, lançadas por Bruno de Carvalho, mostram que o racismo automático está tão bem entranhado nos clubes como na sociedade. E no mesmo dia do episódio polémico com o Benfica, Frederico Varandas, reagindo ao comportamento menos civilizado e cordial do Porto no jogo entre os dois clubes, disse: “isto já não se vê na Europa periférica, vê-se em África só." Ainda assim, estamos a falar de coisas menos diretas.

Ainda menos exclusivo do Benfica será esta forma de comunicar. É um padrão dos três grandes. A arena pública é tratada como prolongamento do confronto dentro de campo ou como câmara de eco das conversas de café de adeptos irracionais. A primeira reação é tribal, não institucional. Clubes que se apresentam como marcas globais e dirigentes que se veem como gestores reagem como líderes de claque, ignorando o efeito destrutivo que estas coisas têm na reputação internacional.

No caso concreto, há um total alheamento quanto à forma como estes temas são vistos fora do retângulo luso. Não apenas no futebol. Durante décadas cultivámos a ideia de que seríamos menos racistas do que os outros, apesar da improbabilidade de assim ser num dos últimos impérios europeus a descolonizar. Serviu para evitar o espelho. Ele foi-nos oferecido com um dos mais rápidos crescimentos da extrema-direita na Europa.

A notícia, no fim, pode nem ser a frase alegadamente dita, que será investigada pelas instâncias competentes, mas a reação do clube, como se estivesse a discutir a marcação de um fora de jogo, inconsciente do dano internacional que isso pode causar à sua própria imagem. Bate certo com a ligeireza com que estes temas continuam a ser tratados em Portugal. Com o impacto que tem, o futebol moldou a forma como hoje se debate no espaço público, reflete essa ligeireza e vai naturalizando o inaceitável.

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Citação de Simeone, há 1 hora:

Assim aparece o teu insta

"At the end of the day, human beings often point to other human beings and notice that they kind of look like this animal or that animal,” Kohls said in the clip.

 

Stewart then noted that “certain anthropomorphic comparisons” have historically been used to justify slavery before continuing to play the clip of Kohls. Kohls then attempted to defend the video by comparing his own friend to a monkey.

 

Kohls said he knew “a guy that looked like a monkey, but he was white,” adding that his friend’s name was “Joey.” This led Stewart to go off-script in his rant criticizing the response to the video.

 

Basicamente era isto. 

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Citação de La Flame, há 11 horas:

Tudo dito.

vale a pena pôr aqui o video todo para verem a intervenção do Carragher (3:35). recordou o episódio Suarez vs Evra e como o Liverpool se posicionou no início, e como mudou a posição. nunca é tarde... 

 

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Citação de Gui Fla, há 4 horas:

Não sei se já postaram isso aqui, peço desculpa se for repost, mas pqp, que porra foi essa????

"Se calhar vou dizer uma coisa que vai ofender muita gente, mas..."

Eu completo a frase por ele: "... mas se calhar é melhor parares de falar agora e ires num instante gorgolejar essa garganta com Neoblanc".

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Citação de Gui Fla, há 4 horas:

Não sei se já postaram isso aqui, peço desculpa se for repost, mas pqp, que porra foi essa????

Se as TVs portuguesas fossem decentes, havia uns quantos jornalistas e comentadores que tinham perdido o emprego. A começar pelo narrador da Sporttv.

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Esse texto do Daniel Oliveira está spot on. Aqueles incompetentes do crl estão a tratar isto como da mesma maneira que fazem quando não lhes é dado um penalty no tugão. E ao contrário do tugão que ninguem liga e podem dizer as baboseiras que quizerem isto foi na champions com o mundo inteiro a ver e num caso bem mais grave que um penalty.

Espero que a UEFA aplique um castigo exemplar. 

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Citação de Lage_Effect, há 13 minutos:

Esse texto do Daniel Oliveira está spot on. Aqueles incompetentes do crl estão a tratar isto como da mesma maneira que fazem quando não lhes é dado um penalty no tugão. E ao contrário do tugão que ninguem liga e podem dizer as baboseiras que quizerem isto foi na champions com o mundo inteiro a ver e num caso bem mais grave que um penalty.

Espero que a UEFA aplique um castigo exemplar. 

Se esse castigo exemplar existir, vai ser o costume, assobiar o hino da Champions, acusar a UEFA de corrupção, que os "pequenos" são sempre prejudicados na Europa, etc

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Cinema absoluto quando o Real revelar que o Vini anda com um micro integrado naqueles soutiens de performance e que ficou tudo gravado.

Editado por pedropb13
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Citação de pedropb13, há 8 minutos:

Cinema absoluto quando o Real revelar que o Vini anda com um micro integrado naqueles soutiens de performance e que ficou tudo gravado.

E afinal o Prestiani disse que tinha comido a mae do Vini antes do jogo e que ele daqui a 9 meses podia esperar um irmao argentino-brasileiro?

 

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Citação de Tio Hans, há 34 minutos:

Se as TVs portuguesas fossem decentes, havia uns quantos jornalistas e comentadores que tinham perdido o emprego. A começar pelo narrador da Sporttv.

Foi uma tentativa desesperada desses "jornalistas" (alguns até devem ser avençados pelo clube) de tentar limpar a imagem do Benfica, a diferença é que do outro lado está o Real Madrid. Não ficaria surpreendido se este caso tivesse acontecido num Benfica x Tondela teriam sido eficazes.

Mas a partir do momento em que da parte do Benfica não há qualquer tipo de repudio para com os actos praticados (mais que um e gravados), está tudo dito. 

É uma vergonha. O problema não é a instituição Benfica, é de quem a gere. Acredito que a grande maioria não se revê nesta gestão vergonhosa e quem praticou esse tipo de atos (porque ao contrário de outros não generalizo).

Editado por BrunoCardoso
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Citação de Tibraco, há 2 horas:

 

Para mim continua a ser o golo do Figo contra a Inglaterra em 2000

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Isto de convidar atrasados mentais a comentar temas fraturantes da sociedade também tem muito que se lhe diga. 

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True. Começou com o F. Melo e agora o Chilavert deve haver outro gajo polémico para os jornalistas fazerem perguntas. 

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Citação de Lage_Effect, há 5 minutos:

True. Começou com o F. Melo e agora o Chilavert deve haver outro gajo polémico para os jornalistas fazerem perguntas. 

Kim Jong Un

Octavio Machado

Bolsonaro

Donald Trump

Mario Machado

....tantos ainda...

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O Prestianni conseguiu juntar duas coisas que Chilavert tanto adora: ser idiota em campo e insultar jogadores da Seleção Brasileira 

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Citação de Lebohang, há 4 horas:

Ricardo que curiosamente foi correr para o Paraty a reclamar... golo com a mão do Luisao.

Honestamente e fora das questiunculas clubísticas nunca irei perceber como um GR banal que custou 1 Campeonato Nacional e 1 Taça UEFA ao Sporting e 1 Europeu a Portugal consegue ser levado a sério 

Custou um Europeu que estivemos na final porque ele nos meteu lá lol.

E se não tivesse falhado nesse lance ainda era preciso marcar um golo aos gregos...

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Citação de Lebohang, há 3 horas:
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Um insulto racista não é um fora de jogo

Um insulto racista não é um fora de jogo

A notícia já não será o alegado insulto racista, mas a reação automática do clube, como se estivesse a discutir um fora de jogo, inconsciente do dano internacional que o isso causa à sua imagem. Bate certo com a forma como grandes clubes comunicam e com a ligeireza com que este tema é tratado em Portugal. Com o impacto que tem, o futebol moldou a forma como se debate, reflete essa ligeireza e vai naturalizando o inaceitável

Vinícius Jr. denunciou ter sido chamado “macaco” (“mono”) por Gianluca Prestianni, na sequência do golo que marcou e celebrou junto à bandeirola de canto, no jogo entre o Benfica e o Real Madrid. O árbitro François Letexier acionou o protocolo antirracismo e o jogo ficou interrompido durante vários minutos. Prestianni negou. Mbappé afirmou ter ouvido. A UEFA abriu procedimento disciplinar. Não há, até ao momento, prova áudio pública inequívoca, a não ser a evidência de que o jogador vai escondendo a boca para não se perceber o que diz. O que há é uma denúncia formal num palco internacional. E isso exige responsabilidade e rigor.

A reação de José Mourinho foi contida, mas insuficiente. Disse que falou com os jogadores, não disse em quem acreditava e fez bem. Mas pôs o foco na forma como o golo foi festejado por Vini, dizendo, no subtexto, que ele se pôs a jeito. Vindo de Mourinho, com um longuíssimo historial de celebrações provocatórias, é irónico. Messi e Ronaldo, perante a brutal rivalidade entre o Barcelona e o Real, fizeram-no. Quem não aguenta, não vai ao estádio. Nem ver, nem jogar. E não faltou que evocasse Eusébio, no clássico “eu até tenho um amigo preto”. O Estado Novo usou o mesmo símbolo para tentar provar a mesma coisa.

Convém lembrar que Vinícius Jr., para além de ser um jogador extraordinário, como voltou a provar em campo, não fala de racismo por impulso. Publicou, em 2025, um Manual Antirracista para promover educação e reflexão sobre o tema no futebol e na sociedade. Criou o Instituto Vini Jr., uma organização sem fins lucrativos dedicada à educação pública e à redução de desigualdades no Brasil, com programas de formação, tecnologia e inclusão social. Pode enganar-se? Pode. Mas sabe do que fala.

A reação do Benfica nas redes sociais preferiu seguir outro manual: o do futebol português. Num post no X, o clube publicou um vídeo para sustentar que, dada a distância, os jogadores do Real Madrid não poderiam ter ouvido o que disseram ter ouvido. Alem de não ser rigoroso, tratar um alegado caso de racismo com os mesmos instrumentos retóricos de uma discussão sobre arbitragem diz tudo sobre a incompreensão do que está em causa.

Já nem falo dos comentadores desportivos. Um, farto da “porcaria do racismo”, não percebe porque acham que “macaco” há de ser interpretado como insulto e avisa que assim estão a estragar o futebol. Outro acha que não se poder chamar “macaco” a um jogador (disse “preto”, o que não corresponde à acusação feita) dá jeito a uma determinada narrativa. Talvez explicar que não é por acaso que os jogadores negros (não, não é uma coisa especial para Vini, mas bastante generalizada) têm direito a insultos especiais, e não aos genericamente usados na bola, geralmente dirigidos às suas mães. Seja como for, não me espanta que tantos comentadores tenham batido Prestianni aos pontos. Não foi por acaso que Ventura se fez nestes espaços.

No comunicado oficial, o clube reafirma o seu compromisso com a igualdade, garante colaboração com a UEFA, mas apoia a versão do jogador e lamenta uma alegada campanha de difamação. A resposta tem o tom defensivo e conformacional, como se fosse mais uma polémica que alimenta os jornais desportivos, quando o tema tratado com pinças nas instâncias internacionais.

Sei que isto não é um problema do Benfica. Como recordaram muitos benfiquistas, na guerra clubística habitual, as dúvidas sobre a idade real de Renato Santos, lançadas por Bruno de Carvalho, mostram que o racismo automático está tão bem entranhado nos clubes como na sociedade. E no mesmo dia do episódio polémico com o Benfica, Frederico Varandas, reagindo ao comportamento menos civilizado e cordial do Porto no jogo entre os dois clubes, disse: “isto já não se vê na Europa periférica, vê-se em África só." Ainda assim, estamos a falar de coisas menos diretas.

Ainda menos exclusivo do Benfica será esta forma de comunicar. É um padrão dos três grandes. A arena pública é tratada como prolongamento do confronto dentro de campo ou como câmara de eco das conversas de café de adeptos irracionais. A primeira reação é tribal, não institucional. Clubes que se apresentam como marcas globais e dirigentes que se veem como gestores reagem como líderes de claque, ignorando o efeito destrutivo que estas coisas têm na reputação internacional.

No caso concreto, há um total alheamento quanto à forma como estes temas são vistos fora do retângulo luso. Não apenas no futebol. Durante décadas cultivámos a ideia de que seríamos menos racistas do que os outros, apesar da improbabilidade de assim ser num dos últimos impérios europeus a descolonizar. Serviu para evitar o espelho. Ele foi-nos oferecido com um dos mais rápidos crescimentos da extrema-direita na Europa.

A notícia, no fim, pode nem ser a frase alegadamente dita, que será investigada pelas instâncias competentes, mas a reação do clube, como se estivesse a discutir a marcação de um fora de jogo, inconsciente do dano internacional que isso pode causar à sua própria imagem. Bate certo com a ligeireza com que estes temas continuam a ser tratados em Portugal. Com o impacto que tem, o futebol moldou a forma como hoje se debate no espaço público, reflete essa ligeireza e vai naturalizando o inaceitável.

eu ontem estava a dizer uma coisa que vai de encontro ao que o Camarada Daniel diz. O Benfica está tão habituado a ser grande e a gerir a sua comunicação à grande, à potentado, que não se apercebeu que de Badajoz para lá é tão grande como o Maribor, que não se apercebeu que este jogo foi contra o verdadeiro e derradeiro grande do mundo do Desporto - e não só do futebol -, que não se apercebeu que isto aconteceu na Champions, uma competição vista por seguramente centenas de milhões de pessoas semanalmente e, este jogo envolvendo o Real Madrid, seguramente houve 1B a assistir, e diria que outro tanto que viu depois o caso em reels ou na tv, numa palavra: o Benfica está tão habituado a ser Real Madrid contra os Varzins, na Liguinha Tuguinha que meio milhão - largamente afecto ao próprio Benfica - assiste, que não se apercebeu que ele é, nesta situação, o Varzim. Por isso optou por comunicar com a soberba que um grande habitualmente comunica porque tem o respaldo dos seus poucos milhões de adeptos - mas que são muitos para o plano interno para o qual comunica - não percebendo que os 3 ou 4M de Benfiquistas para quem comunicou, são uma gota de água no Oceano de gente a quem isto chegou. 

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Citação de IlidioMA, há 2 minutos:

eu ontem estava a dizer uma coisa que vai de encontro ao que o Camarada Daniel diz. O Benfica está tão habituado a ser grande e a gerir a sua comunicação à grande, à potentado, que não se apercebeu que de Badajoz para lá é tão grande como o Maribor, que não se apercebeu que este jogo foi contra o verdadeiro e derradeiro grande do mundo do Desporto - e não só do futebol -, que não se apercebeu que isto aconteceu na Champions, uma competição vista por seguramente centenas de milhões de pessoas semanalmente e, este jogo envolvendo o Real Madrid, seguramente houve 1B a assistir, e diria que outro tanto que viu depois o caso em reels ou na tv, numa palavra: o Benfica está tão habituado a ser Real Madrid contra os Varzins, na Liguinha Tuguinha que meio milhão - largamente afecto ao próprio Benfica - assiste, que não se apercebeu que ele é, nesta situação, o Varzim. Por isso optou por comunicar com a soberba que um grande habitualmente comunica porque tem o respaldo dos seus poucos milhões de adeptos - mas que são muitos para o plano interno para o qual comunica - não percebendo que os 3 ou 4M de Benfiquistas para quem comunicou, são uma gota de água no Oceano de gente a quem isto chegou. 

Tens razão, mas tu não te podes esquecer que o clube é gerido para os 65% recordistas. Isto já não é um clube desportivo, é um negócio em que vale tudo.

As responsabilidades sociais inerentes à atividade desportiva e as obrigações morais legadas pela história do clube já há muito que foram arrumadas numa gaveta e estas últimas eleições homologaram essa separação espiritual entre o Benfica que nós conhecemos e aquele que existe.

É lidar. Só temos de ter a certeza de que a nossa posição é sempre a mesma jogue o Benfica com o Real Madrid ou o de Massamá.

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btw, descobri hoje que a actuaçao do Bad Bunny no show da NFL em que enumerou os paises das americas e apelidou de latinos foi mal recebida por muita gente de um certo pais porque se consideram descendentes de espanhois e italianos e nao latinos no sentido de america latina, esse pais começa em A e acaba em rgentina. 

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Citação de UnReal, há 13 minutos:

o benfiquistão está ao rubro ahaha

Alguém q veja a hard-drive do Rui Santos pf

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