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Lip McBoatface

Viagens (Actualizado a 02/09/2021)

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Guest trz

Que inveja :( palhasso

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Vou passar o dia a Sevilha na quarta-feira, quais são os pontos de interesse, aqueles que não se pode mesmo perder? Só vou lá estar um dia portanto têm que ser mesmo aqueles pontos inevitáveis.

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Vou passar o dia a Sevilha na quarta-feira, quais são os pontos de interesse, aqueles que não se pode mesmo perder? Só vou lá estar um dia portanto têm que ser mesmo aqueles pontos inevitáveis.

 

Acabei de la estar este fim de semana

Vai a praça de espanha e ao jardim que é mesmo ao lado. Com o calor que vais apanhar vais adorar o jardim :mrgreen:

 

Foi o que mais gostei mas a basilica/igreja tambem é bonita. Fiz foi a volta de cavalo e valeu bem a pena, são é 45€ e compensa mais se forem 4

 

Ja agora, aproveito para falar de outra coisa que fiz no fim de semana que são os caminitos del rey. Fica a 2h +/- de sevilla.

Basicamente é um trajeto de 5km no meio de penhascos com umas vistas incriveis, do melhor que vi. La tambem tem umas lagoas enormes que são incriveis para uns mergulhos.

Procurem os caminitos no google, é do melhor !!!

 

 

 

EDIT: COME TAPAS !!! :mrgreen:

Editado por Fuzila

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Antifa :prayer:

Viagem espectacular, não imagino a loucura que deve ser. Depois este homem tem uma cultura do caraças, nunca vi uma coisa assim. Por curiosidade, tiveste quando dias pelo Brasil?

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Aproveitando o tópico das Viagens escrevo este post para partilhar uma experiência talvez fora do habitual mas que talvez achem interessante e que pode despertar a vontade a pelo menos alguém de sair e explorar mesmo zonas aparentemente remotas.

 

Diz respeito a uma viagem que fiz no Brasil, na região da Amazónia, uma zona que naturalmente desperta curiosidade, onde o imaginário nos remete para uma floresta tropical riquíssima sem fim, habitada aqui e ali ainda por tribos indígenas, ameaçada por grandes empresas agrícolas e da madeira e onde o estado central pouco chega. E a Amazónia é isso, mas é também muito mais, é uma zona de confluência de vários estados Brasileiros e até de vários países Sul-Americanos, é uma região com zonas urbanas, habitada por milhões de pessoas, pessoas em nada diferentes de nós, que vivem o seu dia-a-a, trabalham, consomem e têm necessidade como nós de se deslocar e viajar. Só que como é que alguém se desloca no meio da selva? O post então é sobre isso, as viagens de barco na Amazónia.

 

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A viagem começa então na capital do estado de Rondônia, Porto Velho (como fui aí parar dava para outro post) e termina na cidade de Belém, no delta da foz do Amazonas. 2845km por água, 1239 até Manaus, 1606 da capital da Amazónia até Belém.

 

Porto Velho é um grande centro urbano, que como todos ali, ganhou a sua importância durante a época de exploração do caucho, a borracha natural vegetal, a partir de meados do século XIX, era ponto de passagem dessa matéria prima devido à sua localização ideal nas margem de um grande rio, o Madeira, um dos maiores afluentes do Amazonas. Do ponto de vista de quem viaja é uma cidade sem grande importância nem muito que ver ou fazer, é apenas um ponto de passagem, uma forma de acesso por exemplo às regiões tropicais da Bolívia, ou por outro lado uma forma de chegar a Manaus. Tem o que qualquer cidade grande tem para oferecer a quem anda a viajar, os confortos e as desvantagens, o acesso a um banco e à internet mas também o crime e poluição.

Quem quer seguir viagem de barco tem então de se deslocar para o porto, onde se encontram muitos barcos, de vários tamanhos, de pesca, transporte, canoas. Pelo caminho e como por ali se topa facilmente um gringo é provável a abordagem por alguém a vender passagens para Manaus à porta do seu escritório (são na verdade garagens com o portão aberto). Vai-se até lá, pergunta-se o preço e pede-se para conhecer o barco. São barcos operados por empresas que não as que vendem os bilhetes, daí que várias pessoas vendam bilhetes para o mesmo, por isso deve-se dar uma volta a perguntar o preço e tentar saber também quanto as pessoas que já vão viajar pagaram. Sendo português a negociação é fácil. Para além disso tive sorte que o barco ia partir no dia seguinte, isso por vezes é imprevisível, embora sendo uma cidade grande normalmente tenha ligação pelo menos de 2 em 2 dias.

Não me lembro quanto paguei, talvez uns 150 reais, 40€. A viagem disseram, ia demorar uns 4 ou 5 dias, ia descer o rio, o outro sentido demora mais 1 dia ou 2. E último conselho, para o qual já vinha prevenido, tinha de comprar uma cama de rede e respetivas cordas. É aí que se dorme na viagem, não há primeira classe e o calor tropical não faz desejar cabines fechadas. Na zona comercial da cidade e na zona do porto há tudo o que era preciso. Nessa altura a moda pareciam ser as camas de redes com padrão camuflado.

 

O barco.

 

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A zona de dormidas, aberta e comum. E desengane-se quem pense que é um transporte para os pobres, ali viaja todo o tipo de gente e essencialmente classe média, comerciantes que vão fazer negócio e muitas famílias.

 

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O barco tem ainda zonas comuns, um bar no topo com uma esplanada onde se passa a maior parte do tempo e uma cantina onde as refeições são incluídas no preço do bilhete e onde não falta feijão e farofa, sendo que a comida piora a olhos vistos com o passar da viagem.

Toda a embarcação é um espaço tipicamente brasileiro, há essencialmente muito convívio, muitas conversas, conhece-se muita gente, namora-se e reza-se. E claro, à hora certa não sobra um lugar em frente à televisão que normalmente só se liga àquela hora para passar a inevitável novela da Globo.

 

Só destoam os gringos, portugueses, alemã, argentinos e punks mexicanos que rapidamente formam uma amizade e com quem a desconfiança inicial de alguns dos locais (outros nem tanto) se esbate tornando-nos os animadores de serviço para algumas crianças que iam a bordo.

 

O cenário do rio é incrível, mas para lá das margens é difícil ver, a selva é demasiado impenetrável e o barco viaja bem no meio, ainda assim há zonas do rio que inundam e aí a linha de visão desde o sítio onde estamos fica acima da copa das árvores e vê-se apenas uma "planície" verde a perder de vista formada pela parte de cima das árvores. Nos primeiros dois dias é difícil não passar horas e horas a olhar para o rio à espera de ver alguma coisa estranha, um dos bichos que mostram no bbc vida selvagem ou assim... mas é difícil ver alguma coisa para além dos pássaros.

 

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Entretanto pára-se numa ou duas vilas ou cidades para embarcar ou desembarcar passageiros e chega-se a Manaus.

 

Manaus é a capital do estado do Amazonas, Manaus, a Paris dos trópicos ou lá como lhe chamavam. A mim visto do rio parecia-me apenas uma coisa sem sentido, uma metrópole enorme ali no meio daquela natureza. Antes de lá chegar no entanto entramos propriamente no Amazonas, na zona onde o rio Negro se junta ao Solimão para formar o rio com o maior caudal do Mundo. (A foto mostra as duas águas a misturar)

 

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Manaus é uma cidade muito grande, centro do antigo negócio da borracha, são dessa época a sua zona histórica e todos os monumentos. Ali muitas fortunas foram feitas, Brasileiras mas sobretudo Europeias. E foi para ali que muita gente emigrou ou migrou formando a população actual.

Para quem visita pode ser uma cidade interessante, do ponto de vista cultural e gastronómico é muito rica, o mercado e infindáveis feiras de rua são interessantes para ver produtos únicos da região. É também ainda dali que saem muitos passeios para a selva, há imensa coisa desse género disponível para quem esteja interessado, observação de animais, nadar com golfinhos do rio, etc. Tem também um centro histórico minimamente interessante onde se destaca o famoso teatro, um edifício um bocado ridículo, a imitar alguns estilos europeus mas muito espampanante, que lembra bem como devia ser essa época do boom da borracha com a presença de europeus do norte e muito dinheiro a chover.

 

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Manaus tem também uma zona portuária muito grande já que daí as opções de viagem por terra são realmente limitadas, apesar das criminosas auto-estradas que entretanto surgiram no meio da selva, ainda assim a viagem pelo rio é a melhor opção e é a forma como a maioria dos produtos e das pessoas lá chega. Aqui as viagens são muito organizadas, preços tabelados, empresas concorrentes mas os barcos são basicamente iguais, camas de rede, cerveja e novela para passar o tempo.

5 dias a descer o rio para Belém, 160 reais e uma excitação maior por navegar num dos maiores rios do Mundo.

 

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Ao inicio essa excitação esbate-se um pouco, o CABR*O do rio é demasiado grande, parece o mar. Indo no meio quase não se vê nenhuma das margens... Isto pelo menos numa parte inicial do percurso. À noite é incrível, os sons e sobretudo os melhores céus que já vi, impossíveis de fotografar, ao longe sempre trovoada, muito estranho.

Pelo caminho vai-se parando em alguns sítios e vai-se consultado o mapa para ver o nome das terras, Silves, Óbidos, Montalegre, Santarém, Alter do Chão, muita risota. E de facto se me largassem na praça principal de algumas dessas terras parecia que estava em Portugal, as igrejas são todas iguais às de cá.

 

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Com a entrada no estado do Pará o rio vai estreitando, com o aproximar do delta ainda mais, é uma área e uma escala infindável de canais com a ilha do Marajó no meio, que ali me parece apenas um pedaço de terra que corta o rio em dois mas que me garantem ser do tamanho da Suiça.

Aí sim, pode-se ver a natureza no seu esplendor e a margem ali mesmo ao lado. Uma infinidade de árvores diferentes e palmeiras. É também aí que nos surpreendem gritos agudos que não reconhecemos, vamos espreitar e são canoas no rio, parece uma cena de um filme. Não são nativos, são caboclos, um povo do rio, mistura de brancos e índios que vivem nas margens do rio, alguns bastante isolados. As crianças ao verem os barcos de passageiros aproximam-se para que lhes atirem coisas, roupa normalmente. Os adultos usam os barcos grandes para se rebocarem até às vilas e cidades mais próximas onde depois se largam e continuam a remar.

Alguns têm casas incríveis, bem na margem com uma floresta densa à volta que à primeira vista parece natural mas que analisando se vê que é plantada, é uma floresta comestível que plantam à volta de onde vivem.

 

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Lá ao longe a tal civilização, é finalmente Belém, cidade que gostei mesmo muito. Onde chegam todos os produtos da Amazónia, tem o mercado mais incrível que já vi e uma gastronomia muito boa, já com o marisco e peixe da costa. Do outro lado é a ilha de Marajó, com provavelmente as últimas praias do nordeste por explorar.

 

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Pronto, isto já vai enorme mas comecei a contar e queria acabar. Deixei muita coisa por contar, histórias e sítios pelo meio mas queria mesmo falar desta curiosidade deste meio de transporte naquela parte do Mundo.

Se alguém for dar uma volta para àqueles lados que peça conselhos.

Grande nostalgia que bateu ao ver essas fotos. Morei praticamente um ano em Belém e 4 meses em Santarém. Diz-me que pelo menos, provaste Açaí.. Que saudades. (E farinha de Bragança).

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Algum mapa tipo Google Maps com trilhos do Gerês? Não conheço a zona, e é difícil orientar-me por umas quantas indicações escritas que vou apanhando na net.

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Muito fixe, Antifa!

 

Estive um mês no Brasil e, apesar de ter sido numa zona completamente diferente (Nordeste), algumas fotos também me deram nostalgia. :)

 

Na altura fui ao Delta do Parnaíba e é dos sítios mais bonitos que já visitei. Fica numa zona pouco turística, mas se por algum acaso alguém passar perto que vá lá fazer a viagem de barco!!

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Ajudem-me lá para a Grécia :-|

O que raio vais fazer para a grecia as coisas la Sao mais caras que no algarve, so la estive uma vez e jurei por nunca mais

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Sim, porque a Grécia e o Algarve são locais muito parecidos. :rolleyes:

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Algum mapa tipo Google Maps com trilhos do Gerês? Não conheço a zona, e é difícil orientar-me por umas quantas indicações escritas que vou apanhando na net.

Tive lá este fds, mas a única coisa onde te consigo ajudar é na ida à cascata do Rio Homem onde podes banhar :lol:

Basicamente é antes de chegares à Portela do Homem, +- 1km antes, numa curva que tem uma ponte.

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Algum mapa tipo Google Maps com trilhos do Gerês? Não conheço a zona, e é difícil orientar-me por umas quantas indicações escritas que vou apanhando na net.

No centro da vila há um ponto de informação turística onde te dão os mapas que quiseres ;)

 

Antifa, que sonho de viagem!

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O primeiro resultado de "trilhos Gerês" no google tem o site com os trilhos todos com um mapa. Isso não te chega?

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Voos ida e volta para Eindhoven a 80€ :carinhoso: A minha namorada está a estudar em Tilburg. Só falta arranjar tempo no trabalho para conseguir marcar a viagem, porque a este preço é de se aproveitar já!

E já agora, aconselho muito a Holanda a quem estiver a pensar ir lá. Pessoalmente adorei. Tilburg, Roterdão, Breda, Haia, Utrecht, Delft, Dordrecht são as melhores cidades. Eindhoven não gostei muito. Por incrível que pareça ainda não fui a Amesterdão. Sempre que fui lá ter com a minha namorada era suposto irmos, mas um dia antes houve sempre ataques ou ameaças terroristas...

Estou a pensar também, quando lá voltar, visitar Brugges na Bélgica. É perto.

 

E aproveitando o tópico, para além da Holanda, já fui a Espanha (o Sul essencialmente, Mallorca), França (Paris), Gibraltar, Itália (Veneza, Florença, Milão), Eslovénia (Ljubljiana), Croácia (Zagreb), Áustria (Viena), Hungria (Budapeste), Polónia (Cracóvia, Aucshwitz), Rep.Checa (Praga) e Alemanha (Berlim, Munique) na Europa; Tunísia em África.

Editado por Duda34

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Tive lá este fds, mas a única coisa onde te consigo ajudar é na ida à cascata do Rio Homem onde podes banhar :lol:

Basicamente é antes de chegares à Portela do Homem, +- 1km antes, numa curva que tem uma ponte.

O acesso é fácil? Estive na cascata do Arado e aquilo não é muito fácil chegar à banhoca. Para além que parecia bastante seca.

Essa do Rio Homem fica para aí a 40 minutos de onde estou.

 

No centro da vila há um ponto de informação turística onde te dão os mapas que quiseres ;)

Obrigado.

 

O primeiro resultado de "trilhos Gerês" no google tem o site com os trilhos todos com um mapa. Isso não te chega?

Não parece nada intuitivo. São só panfletos.

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É só ires ao Posto turístico, tanto em Terras de Bouro como na vila do Gerês. Qualquer coisa que precises dá PM.

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E fala me mais da gastronomia sff :mrgreen:

Eles ali preparam a tapioca de todas as formas e uma cena tradicional é extrairem uma goma amarelada e com isso fazer tacacá, talvez o prato amazónico mais famoso, é uma espécie de caldo. Depois mais no Pará o tradicional é o Vatapá, é delicioso, uma espécie de creme ou puré com camarão e especiarias. Mas há muita coisa, incluindo estufados de tartaruga...

Agora o que é mesmo de perder a cabeça é a fruta. Há dezenas de frutas que nunca se ouviu falar e as exóticas que se conhecem têm sabores muito mais intensos que o que se consegue provar cá.

 

O açaí também é delicioso, com banana, guaraná... E muito barato naquela região já que são o maior produtor, compras kilos de polpa congelada por quase nada. Curiosamente em Belém é comum ver gente a comer açaí a acompanhar refeições, açaí com peixe frito por exemplo, já que a polpa do fruto não juntando nada não é doce.

 

Grande nostalgia que bateu ao ver essas fotos. Morei praticamente um ano em Belém e 4 meses em Santarém. Diz-me que pelo menos, provaste Açaí.. Que saudades. (E farinha de Bragança).

Brutal, por acaso parei em Santarém no entanto visitei pouco, tenho uns conhecidos que passam temporadas em Alter do Chão lá ao lado, é lindo aquilo.

E sim, muito Açaí!

 

Antifa :prayer:

Viagem espectacular, não imagino a loucura que deve ser. Depois este homem tem uma cultura do caraças, nunca vi uma coisa assim. Por curiosidade, tiveste quando dias pelo Brasil?

Obrigado

Nessa ocasião tinha estado a viajar por outros países também mas no Brasil estive 1 mês e tal, quase 2.

 

Muito fixe, Antifa!

 

Estive um mês no Brasil e, apesar de ter sido numa zona completamente diferente (Nordeste), algumas fotos também me deram nostalgia. :)

 

Na altura fui ao Delta do Parnaíba e é dos sítios mais bonitos que já visitei. Fica numa zona pouco turística, mas se por algum acaso alguém passar perto que vá lá fazer a viagem de barco!!

Estive em Parnaíba mas só de passagem, fui muito burro porque não fui aí nem ao parque dos Lençois Maranhenses que é outro sítio incrivel!

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O acesso é fácil? Estive na cascata do Arado e aquilo não é muito fácil chegar à banhoca. Para além que parecia bastante seca.

Essa do Rio Homem fica para aí a 40 minutos de onde estou.

Sim é, tens a estrada onde da ponte consegues ver as cascatas e do lado direito da ponte tens um trilho que tem várias descidas improvisadas e ficas por cima da cascata principal, do lado esquerdo da ponte tens um trilho que dá ao lago lá de baixo mas esse nunca desci mas tinha lá montes de gente, nunca tinha visto aquilo tão cheio.

 

Mete Cascata da Portela do Homem no Maps, vês logo a ponte entre duas curvas e consegues ver o trilho do lado direito.

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Sumudica, tens também a cascata do Tahiti que fica quase à beira da estrada, mas que é um bocado mais perigosa que a da Portela do Homem (de vez em quando há notícia de acidentes, maior parte deles por não serem cautelosos). Mas com precaução dá para tomares uma banhoca em segurança.

 

Também já fui à de Cela Cavalos. Essa, a não ser que tenhas um jipe, tens de andar um bocado para lá chegar, à volta dos 2km. Mas é terra batida e não tem por onde enganar. Quando fui lá só tinha meia dúzia de pessoas.

 

Poço Azul e Sete Lagoas não fui. Ainda estive para ir a uma mas achei melhor não arriscar. As indicações que vi na net não me pareceram as melhores e o dono do alojamento onde fiquei desaconselhou-me a fazer sem guia ou alguém que conhecesse o caminho. Talvez noutra altura.

 

E quando fores à Portela do Homem podes aproveitar e ir a Torneros do outro lado da fronteira, aproveitar a água quentinha. E prepara-te que tens de pagar portagem para chegar à Portela do Homem. :mrgreen:

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