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Lip McBoatface

Viagens (Actualizado a 02/09/2021)

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MADEIRA

DIA 1:

Cheguei a Santa Cruz por volta das 16h45 e tive tempo para pouco mais do que ir buscar o carro, fazer o check-in no apartamento (Funchal View Apartment na Estrada Monumental, com uma vista fantástica para o mar e parte da cidade) e ir às compras. Ao final da tarde ainda dei uma volta rápida pelo Funchal, passando pelo Casino, Parque de Santa Catarina e Sé Catedral. Daí desci pela rua da Assembleia Regional da Madeira e regressei ao apartamento pela zona da marina e Porto do Funchal.

DIA 2:

Iniciei o dia fazendo a Vereda da Ponta de São Lourenço. São cerca de 8,5 km (ida e volta) de paisagem inóspita, a fazer lembrar-me mais o Porto Santo, que se fazem sem grande problema, tirando aquela subida final para o Miradouro Ponta do Furado, que é exigente. Da Ponta de São Lourenço segui para Santana, para aquela foto clássica às casas típicas, e depois fui a São Jorge. Era para fazer a descida toda até às ruínas, mas a fome já estava a bater e não estava com muita vontade de depois subir aquilo tudo. Acabei por ficar a meio caminho e voltei para almoçar no Cabo Aéreo Café. Recomendo bastante, as lapas estavam maravilhosas, a espetada também muito boa, já para não falar da simpatia das empregadas e da vista para o mar. Almocei com tanta calma que quando dei por mim já eram quase 17h. Com uma passagem pelo Miradouro das Cabanas (vista brutal!), segui para o Monte, onde apreciei a vista para o Funchal e dei uma volta no jardim ao lado da Igreja de Nossa Senhora do Monte.

DIA 3:

Saí do Funchal em direcção ao Cabo Girão. Muita gente por lá, como já seria de esperar, mas a vista compensa e muito. Passei rapidamente pelo Santuário de Nossa Senhora de Fátima, ali ao lado, e fui para a zona da Ponta do Sol, para fazer a Levada do Moinho/Levada Nova. Inicia-se na Igreja da Lombada da Ponta do Sol e são um pouco mais de 9 km (ida e volta) sem dificuldades de maior. No trajeto somos contemplados com uma cascata a rasgar a rocha que somos obrigados a atravessar e sabe muito bem para refrescar. Antes do final da Lavada do Moinho têm um parque de merendas à vossa esquerda, para comerem a vossa sandes com vista para uma outra cascata. É só atravessarem o leito da ribeira. Terminada a levada, desci para a Ponta do Sol, onde dei uma volta rápida. Terra bonita. Dali segui para a mais que famosa Cascata dos Anjos, que estava a correr com pouca força. Fui sempre pela costa, fazendo paragens na Ponta do Pargo e em Porto Moniz. De Porto Moniz apanhei a ER110, que atravessa a zona do Paúl da Serra, um enorme planalto em total contradição com o resto da paisagem da ilha. A estrada é espectacular para conduzir (como praticamente todas na Madeira, aliás) e tem vários pontos com vistas de cortar a respiração que merecem uma paragem para foto. O dia terminou com a tradicional poncha e amendoins na Serra de Água.

DIA 4:


Foi dia de sair do Funchal e rumar a Ponta Delgada, onde fiquei hospedado na Casa da Capelinha para os últimos 3 dias da viagem. Ainda dei uma volta pela zona do Lido, parei em Câmara de Lobos para dar uma volta rápida e comer qualquer coisa e segui para Ponta Delgada. Depois de deixar as coisas no apartamento, rumei em direcção a São Vicente e ao Seixal (❤️), passando por outra das afamadas cascatas da Madeira, a do Véu da Noiva. Ainda aventurei-me a fazer a pé uma parte da antiga ER101, havendo zonas em que a vegetação está a ganhar à antiga estrada e a assumir a predominância. Depois do passeio pela costa, voltei às montanhas e fui ao Fanal, zona incrível digna de um filme de fantasia. Apesar de algumas pessoas estarem lá a passear, foi possível desfrutar da absoluta tranquilidade da natureza, com o canto ocasional dos pássaros e a companhia das vacas a pastarem. Só não tive oportunidade de contemplar o famoso nevoeiro místico que por vezes surge na zona do arvoredo. O dia terminou com o jantar em São Vicente, no Restaurante Caravela. Dose de lapas muito bem servida e barata, mas algumas estavam demasiado grelhadas. O peixe-espada grelhado estava excelente, pedia era outro acompanhamento que não os legumes cozidos e arroz.

DIA 5:

Neste dia fiz a Levada do Caldeirão Verde e Caldeirão do Inferno. São quase 19 km que não são especialmente exigentes, mas obrigam a paragens pela sua extensão, mas sobretudo pela sua beleza. Mais no meio da natureza que isto é difícil! Somos constantemente presenteados com vistas imponentes e vários detalhes deliciosos com que aquela zona nos presenteia. O Caldeirão Verde, cascata que caí de várias dezenas de metros, está num local que, arrisco a dizer, é dos mais bonitos em que já estive na minha vida. Sentimo-nos pequenas formigas rodeadas por aquele enorme muro rochoso que nos envolve, como se tivéssemos dentro de uma cratera ou do cone de um antigo vulcão. Para o Caldeirão do Inferno, preparem-se para a parte mais difícil da levada, com escadas que parecem não ter fim. E ah, não se enganem no caminho como aconteceu comigo. 😂 À entrada de um dos túneis (já não me recordo se era logo o primeiro), têm que cortar logo à direita em vez de seguirem em frente. Se seguirem em frente, acabam por chegar a uma zona onde a levada termina após subirem uma escadaria algo escorregadia que vai dar a um túnel em que precisam de atravessar uma ponte que já não está em bom estado. Ali percebi que me tinha enganado no caminho e voltei para trás, mas depois acabei por não ir ao Caldeirão do Inferno. Outra dica, não lanchem no café que há nas Queimadas, onde começa a levada. Paguei 5 € por uma fatia de bolo e um café. Até pensei que tinha partido alguma coisa sem dar conta. Terminada a levada, rumei à Achada do Teixeira, mas fui contemplado com nevoeiro que impediu-me de apreciar as vistas circundantes. Dali segui para o Parque Florestal do Pico da Pedras onde fechei o dia.

DIA 6:

Dia da realizar a Vereda do Pico do Arieiro até ao Pico Ruivo. Este foi, de longe, o trilho mais exigente que fiz. Começamos nos 1818m do Pico do Arieiro, mas descemos até +/- aos 1500m, antes de voltarmos a subir para os 1862m do Pico Ruivo. Ida e volta são quase 13 km, que aconselho a fazer com calma e acompanhado de muita água e alimento. E levem um casaco, porque o tempo muda com alguma rapidez e tanto podem estar a levar com sol e 20ºC, como a seguirem estarem rodeados de nevoeiro com a temperatura a descer a pique. No Pico Ruivo, em dias de céu limpo, é possível ver toda a ilha, as Desertas e até o Porto Santo, mas não tive essa sorte. Acabei por apanhar uma parte do famoso tecto de nuvens que por vezes repousa a altitudes inferiores. Inicialmente a minha ideia era arriscar fazer mais uma levada a seguir, a do Rei, mas estava completamente de rastos e acabei por ir a Ribeiro Frio fazer a Vereda dos Balcões, que são menos de 3km sem qualquer dificuldade. O miradouro dos Balcões é mais um que nos oferece vistas incríveis para o complexo montanhoso da ilha. Aproveitando que estava em Ribeiro Frio, jantei no Snack-Bar Faísca. Que bem servido estava aquele picado, dava quase para 2 pessoas! E muito bom também, acompanhado de batata frita e milho frito.

DIA 7:

Bem, estava no último dia e no meio de tanto passeio, não tinha dado uma volta mais demorada ao Funchal. Acordei mais cedo, arranquei para o Funchal, deixei o carro no Fórum Madeira (estacionamento gratuito) e lá segui eu para o centro. Dei uma volta pelos principais pontos de interesse da cidade durante pouco mais de 2 horas. Como tinha de entregar o carro às 14h30, não dava para muito mais. Antes de ir para o Aeroporto ainda arranjei tempo para ir ao Miradouro do Pico do Facho apreciar a vista para Machico e comer qualquer coisa na roulotte que lá estava.

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Citação de Peplin, há 40 minutos:

Miradouro do Pico do Facho

Também vês o outro lado, a ponta, Caniçal e Porto Santo ao longe. E vês os aviões a passarem mesmo à tua frente.

Editado por pedritsh

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Ainda fiquei lá uns minutos a ver se apanhava algum avião a aterrar ou a descolar, mas estava com os minutos contados e acabei por não ter sorte.

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Citação de Lip McBoatface, há 4 horas:

andar nos doubles decker e no tube é uma experiência turística bastante relevante em Londres, não deves abdicar disso de todo.

ah claro, também o fiz :mrgreen: mas não tenho a certeza relativamente ao bus, não me lembro de andar em cima

Editado por bobzz

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Provavelmente não conseguiria meter tudo na mochila imposta pela EasyJet, mas para mim vale ouro não mandar m*rda nenhuma para o porão. Poupa-se o tempo de espera no tapete e sobretudo passa-se à frente do avião inteiro na fila para as rent-a-cars/transfers/etc. E ainda se evita o risco de extravio da mala.

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É preciso alguma coisa em termos de Covid para ir a Espanha?

 

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A quantidade de emojis parece-me suficiente para perceber

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Citação de Tio Hans, Em 02/10/2021 at 22:09:

Que maravilha. Bela dica.

@fns safaste-te?

Safei-me bastante bem, thanks tio. Não percebemos bem porquê do problema do bilhete. Foi só preciso dar os dados da reserva e mostrar o certificado de vacinação e deram-nos logo os bilhetes. Acabou por correr bem, mesmo apanhando uma enchente no sábado de manhã. Estou desde sábado em Veneza, estou rendido. Uma cidade verdadeiramente única. Amanhã seguimos para Verona. Depois partilho mais intel. Beijo 🥰

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Citação de fns, há 2 minutos:

Safei-me bastante bem, thanks tio. Não percebemos bem porquê do problema do bilhete. Foi só preciso dar os dados da reserva e mostrar o certificado de vacinação e deram-nos logo os bilhetes. Acabou por correr bem, mesmo apanhando uma enchente no sábado de manhã. Estou desde sábado em Veneza, estou rendido. Uma cidade verdadeiramente única. Amanhã seguimos para Verona. Depois partilho mais intel. Beijo 🥰

fiz esse trajecto também.

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Citação de pedritsh, há 2 horas:

É seguro ir a Istambul?

O Mesquita se calhar pode responder-te a isso, mas não sei qual o nick dele.

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Citação de Bashir, há 4 minutos:

Isso é o Mesquita?

Pensava que era o gajo que é gamer e tinha um avatar de um jogador da NFL

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Citação de pedritsh, há 9 horas:

É seguro ir a Istambul?

tenho la 2 amigos neste momento a visitar, parece-me segurissimo 

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Citação de Seferogol, Em 03/10/2021 at 13:40:

É preciso alguma coisa em termos de Covid para ir a Espanha?

 

 
2) Todos los viajeros que entren en España por vía MARÍTIMA o AÉREA, deberán presentar:
 
 a) Formulario de control sanitario: Todos los viajeros, también los menores de edad, que entren en España por vía marítima o aérea, incluidos los que lo hagan en tránsito, deberán cumplimentar antes de su salida un formulario online que puede encontrar en Spain Travel Health. Ello generará un código QR individualizado que deberán presentar a las compañías de transporte antes del embarque y posteriormente en los controles sanitarios en el punto de entrada de España.
 
 b) Certificación de requisito sanitario: Se exigirá también a todos los viajeros, excepto a los menores de 12 años, la certificación de alguno de los siguientes requisitos sanitarios:
 
- Certificado de vacunación.
- Certificado de diagnóstico (PCR -72h y Antígenos -48h desde la toma de la muestra).
- Certificado de recuperación.
 
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Citação de a.lopes, há 1 hora:

tenho la 2 amigos neste momento a visitar, parece-me segurissimo 

Que estão achar?

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Citação de pedritsh, há 2 minutos:

Que estão achar?

devia ter escrito conhecidos em vez de amigos 😄 não sou assim tao proximo

mas pelas instastories estão a adorar, foram fazer aquela cena dos baloes de ar quente, saltaram de paraquedas , seems fun to me

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Citação de a.lopes, há 23 minutos:

devia ter escrito conhecidos em vez de amigos 😄 não sou assim tao proximo

mas pelas instastories estão a adorar, foram fazer aquela cena dos baloes de ar quente, saltaram de paraquedas , seems fun to me

Fui ver à net e que Istambul tem muito roubos e furtos e outras cenas 😅

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Citação de pedritsh, há 26 minutos:

Uma companhia de seguros, que nem tem morada em Portugal, indicar que um país não é muito seguro faz desconfiar, ou não? 😮

Se calhar fica-te pelo site do MNE. não andes nas fronteiras a este e evita as manifestações: https://portaldascomunidades.mne.gov.pt/pt/vai-viajar/conselhos-aos-viajantes/europa/turquia#condicoes-de-seguranca

E pickpocketers existe em todo o lado, até no ferragudo. É só ter as precauções naturais de um local com grande desnidade.

Editado por kareca
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