Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
Sr. Inácio

Literatura | Discussão Geral

Publicações recomendadas

Visitante

Por acaso aqui em baixo o comboio para em Sta. Apolónia e não na Sta. Apolónia. :mrgreen:

Compartilhar este post


Link para o post

Estou mesmo a acabar de ler o "The Reluctant Fundamentalist" e é um bom livro, mas escrito e uma forma estranha

Compartilhar este post


Link para o post
Guest Dpitz

Eu morava na Grande Lisboa, agora moro nos Fenais da Luz. :mrgreen:

Eu diria, "Fui a Chipre", ou "Fui à ilha de Chipre". Mas não tenho a certeza se não será facultativo.

Eu arriscaria afirmar que na maioria dos casos o artigo é dispensável, mas há exceções, por exemplo: "o Porto, no Porto, do Porto". As pessoas normalmente usam a intuição na aplicação do artigo a localidades, cidades e países, há casos flagrantes como o nosso próprio país, mas há outros que são ambíguos e porventura facultativos no uso do artigo: (a) Espanha ("em Espanha", "na Espanha").

Dispensável? Como assim?

 

Esse viagens de Gulliver é a obra integral ou a adaptação? Andei ontem e hoje na feira do livro á procura e encontrei duas versões. Uma que faz parte de uma colecção da revista visão(Esta) e outra da colecção expresso (Este). A segunda é um adaptação mas esta primeira não sei será a obra integral. Alguém sabe se é ou não?

 

Aproveitei a feira do livro para procurar algo diferente do que tenho na estante.

 

Alice nos País das Maravilhas

Cinco Aventuras de Sherlock Holmes

O Cão dos Baskervilles

Viagens de João sem medo

Frankenstein

e os tais das Viagens de Gulliver

 

Tudo por 19€. Ficou muito por comprar mas já me satisfez.

Viagens de João sem medo :prayer: Li o livro no 11º ano e adorei. No entanto, hoje apercebo-me que não o percebi completamente (como acontece com milhões de outros livros que já li :mrgreen:) gostava de o ler outra vez. Mas não o tenho. Na altura foi o meu prof de português que mo emprestou.

 

EDIT: comecei a ler hoje o Cãndido de Voltaire. Vamos lá ver, pelos dois primeiros capítulos, parece-me ser bastante cómico :mrgreen:

Editado por Dpitz

Compartilhar este post


Link para o post

Esse viagens de Gulliver é a obra integral ou a adaptação? Andei ontem e hoje na feira do livro á procura e encontrei duas versões. Uma que faz parte de uma colecção da revista visão(Esta) e outra da colecção expresso (Este). A segunda é um adaptação mas esta primeira não sei será a obra integral. Alguém sabe se é ou não?

 

Aproveitei a feira do livro para procurar algo diferente do que tenho na estante.

 

Alice nos País das Maravilhas

Cinco Aventuras de Sherlock Holmes

O Cão dos Baskervilles

Viagens de João sem medo

Frankenstein

e os tais das Viagens de Gulliver

 

Tudo por 19€. Ficou muito por comprar mas já me satisfez.

 

Genial.

Compartilhar este post


Link para o post

Dispensável? Como assim?

Nas muitas vezes que as pessoas o usam, como nos casos de Cedofeita, Campanhã, Chipre, Espanha, França... não é necessário e/ou em alguns casos errado; e depois há os casos onde é imperativo usar o artigo (o Porto, Cidade do Cabo, cidade da Horta), mas a natureza flagrante dessas exceções é capaz de induzir as pessoas a aplicar o artigo em casos mais ambíguos ou dos quais não estejam familiarizadas (como localidades desconhecidas ou recentemente descobertas). É esta a interpretação que formo deste fenómeno da língua portuguesa.

Editado por bmfpcdm

Compartilhar este post


Link para o post

Genial.

 

Dentro dos policiais por acaso não foi o meu favorito, mas sim foi muito bom.

Compartilhar este post


Link para o post

Pessoal, recomendações por favor. Clássicos de 1950 para cima com uma extrema densidade psicológica e enredo mais para intriga....

Obrigado.

Compartilhar este post


Link para o post

The Kindly Ones (Book Six of A Dance to the Music of Time), Anthony Powell

 

O ritmo a que a história se move está muito bom e agora estou muito curioso por descobrir como esta nova fase da vida do protagonista se vai desenvolver, pois o status quo alterou-se por completo.

 

Gosto de imaginar que o Dr. Trelawney é um antepassado da Sybill Trelawney.

 

 

Gostei bastante do início, abordando os tempos de infância do Jenkins, tempos esses anteriores à primeira grande guerra.

 

Mais alguns personagens a morrerem neste livro (o que magoou mais foi o Uncle Giles). Já estou a antecipar que a guerra vai ser ainda mais devastadora, no que diz respeito aos personagens já conhecidos. Só espero que o Widmerpool e o Stringham se safem.

 

O regresso a Stouwater foi um evento engraçado, mas pobre Betty, não merece o marido que tem, como o amor pode fazer uma pessoa refém.

 

A morte do Uncle Giles e o reencontro incómodo com o Bob Duport, que culmina naquela descoberta algo devastadora sobre a Jean não desilude no que toca à capacidade do Powell em surpreender os seus leitores. Ver de perto o Dr. Trelawney também ajudou a substanciar a minha crença de ter existido algum tipo de homenagem, ou pelo menos reconhecimento e respeito pela obra do Powell, por parte da Rowling na escolha desse apelido para um dos seus personagens.

 

Espero mesmo que o Stringham e o Jenkins se reencontrem na guerra, era tão perfeito se viessem a fazer parte do mesmo regimento.

 

Passagens que me chamaram a atenção:

 

 

"(...) As a child you are in some ways more acutely aware of what people feel about one another than you are when childhood has come to an end. (...)"

 

"(...) 'The arts derive entirely from taking decisions (...) That is why they make such unspeakably burdensome demands on all who practise them. (...)"

 

"(...) The remembered moaning in pleasure of someone once loved always haunts the memory, even when love itself is over. (...)"

 

"(...) One of the worst things about life is not how nasty the nasty people are. You know that already. It is how nasty the nice people can be. (...)"

 

 

 

 

Próximo: The Valley of Bones (Book Seven of A Dance to the Music of Time), Anthony Powell

Compartilhar este post


Link para o post

Bem, entretanto apercebi-me que o Admirável Mundo Novo que adquiri no Candelabro afinal era o Regresso ao Admirável Mundo Novo. Pensava eu ser uma questão de tradução porque a edição era antiga, até ter o livro em mão e começar a folheá-lo. Fui de novo ao Candelabro, perguntei se o homem o podia trocar e ele disse que sim, que até me devolvia o dinheiro. Eu fiz questão de escolher um livro mas confesso que estava um bocado a zero relativamente ao que ele lá tinha. Ele fez questão de me recomendar aquele que aparentemente é o escritor favorito dele: Luís Sepúlveda. Eu resisti até ele me dizer que se eu não gostasse podia ir lá devolver o livro e ele me dava o dinheiro de volta. :lol: Obviamente que não o vou fazer, mas apreciei o gesto e trouxe o livro que ele me recomendou comigo.

 

Entretanto fui à Feira do Livro, finalmente! Andava doido para ir lá investir em livros para os próximos tempos, mas fiquei triste, o Cal do JLP que é o único que me falta dele (fora o novo) não existia. :| Andava há meses a adiar a compra à espera de o comprar na Feira e fazem-me uma coisa destas... enfim, outra coisa que me frustrou foi que corri as alfarrabistas todas e não encontrei quase nada que me interessasse, fico com a ideia de que o que interessava já tinha sido tudo escolhido.

 

Ainda assim trouxe O Aprender a Rezar na Era da Técnica do GMT (outro que perseguia há muito tempo), o Remorso de Baltazar Serapião do VHM, O Velho que Lia Romances de Amor do Sepúlveda (baratinho, dando ouvidos ao homem do Candelabro), o Caminho para Wigan Pier do sir Orwell (o único editado em português que me falta ler dele) e o Sputnick, Meu Amor do Murakami (dando ouvidos ao Shaft). Também trouxe a Introdução ao Pensamento Complexo do Edgar Morin, mas isso já não é propriamente um romance.

 

Ainda lá volto domingo. Queria alguma coisa do Bukowski em conta, mas o que encontrei dele estava na casa dos 18€... nunca na vida. Alguém já leu o Amor É f*dido do Miguel Esteves Cardoso? É perda de tempo?

Editado por Chandler

Compartilhar este post


Link para o post

Bem, entretanto apercebi-me que o Admirável Mundo Novo que adquiri no Candelabro afinal era o Regresso ao Admirável Mundo Novo. Pensava eu ser uma questão de tradução porque a edição era antiga, até ter o livro em mão e começar a folheá-lo. Fui de novo ao Candelabro, perguntei se o homem o podia trocar e ele disse que sim, que até me devolvia o dinheiro. Eu fiz questão de escolher um livro mas confesso que estava um bocado a zero relativamente ao que ele lá tinha. Ele fez questão de me recomendar aquele que aparentemente é o escritor favorito dele: Luís Sepúlveda. Eu resisti até ele me dizer que se eu não gostasse podia ir lá devolver o livro e ele me dava o dinheiro de volta. :lol: Obviamente que não o vou fazer, mas apreciei o gesto e trouxe o livro que ele me recomendou comigo.

 

Entretanto fui à Feira do Livro, finalmente! Andava doido para ir lá investir em livros para os próximos tempos, mas fiquei triste, o Cal do JLP que é o único que me falta dele (fora o novo) não existia. :| Andava há meses a adiar a compra à espera de o comprar na Feira e fazem-me uma coisa destas... enfim, outra coisa que me frustrou foi que corri as alfarrabistas todas e não encontrei quase nada que me interessasse, fico com a ideia de que o que interessava já tinha sido tudo escolhido.

 

Ainda assim trouxe O Aprender a Rezar na Era da Técnica do GMT (outro que perseguia há muito tempo), o Remorso de Baltazar Serapião do VHM, O Velho que Lia Romances de Amor do Sepúlveda (baratinho, dando ouvidos ao homem do Candelabro), o Caminho para Wigan Pier do sir Orwell (o único editado em português que me falta ler dele) e o Sputnick, Meu Amor do Murakami (dando ouvidos ao Shaft). Também trouxe a Introdução ao Pensamento Complexo do Edgar Morin, mas isso já não é propriamente um romance.

 

Ainda lá volto domingo. Queria alguma coisa do Bukowski em conta, mas o que encontrei dele estava na casa dos 18€... nunca na vida. Alguém já leu o Amor É f*dido do Miguel Esteves Cardoso? É perda de tempo?

 

Muito amor :heart:

Ouve-o, ele acerta sempre. Sr do Candelabro :prayer:

Compartilhar este post


Link para o post

Na loucura fiquei com dois livros de um autor que nunca li na vida na mão, que é coisa que em condições normais nunca faço. O que ele me recomendou na altura, Diário de Um Killer Sentimental, e o que comprei a 2,5€ na Feira hoje, numa edição maneirinha e legível e que é o mais conhecido do autor.

 

Ainda assim estou triste, acabei as p*tas Tristes do Garcia Marquez ontem a planear começar o Cal ainda hoje, e não é que o livro não existe na Feira? Ainda estou parvo como é que a obra dele estava toda lá à venda menos o que eu queria.

Compartilhar este post


Link para o post

Se te recomendou Sepúlveda é porque claramente tem um óptimo gosto. O Patagónia Express dele é fantástico. É uma espécie de relato de uma viagem que ele fez até à Patagónia profunda e das histórias que recolheu das gentes que encontrou pelo caminho. A simplicidade e a honestidade das pessoas, a forma como o acolheram e partilharam o pouco que têm com um desconhecido, e as suas histórias de vida... Soberbo. Simplesmente soberbo.

Compartilhar este post


Link para o post

Sepúlveda é muuuuuuito bom Alex, tranquilo. Podes levar isso para leres enquanto o Kelvin aquece, tranquilão. :mrgreen:

Compartilhar este post


Link para o post

meeting cmpt para roubar os livros novos do alex (e os antigos):

- shaft

Compartilhar este post


Link para o post

Alguém já leu o Amor É f*dido do Miguel Esteves Cardoso? É perda de tempo?

 

Vale a pena

Compartilhar este post


Link para o post

Comprei na feira do livro os 2 últimos livros da trilogia Millenium, um custou 8,30€ e o outro 8,90€. Bendita hora H :carinhoso:

Compartilhar este post


Link para o post

O que sugerem para o género policial? :happy:

Conan Doyle. Nomeadamente o Sherlock Holmes.

Compartilhar este post


Link para o post

Na loucura fiquei com dois livros de um autor que nunca li na vida na mão, que é coisa que em condições normais nunca faço. O que ele me recomendou na altura, Diário de Um Killer Sentimental, e o que comprei a 2,5€ na Feira hoje, numa edição maneirinha e legível e que é o mais conhecido do autor.

 

Ainda assim estou triste, acabei as p*tas Tristes do Garcia Marquez ontem a planear começar o Cal ainda hoje, e não é que o livro não existe na Feira? Ainda estou parvo como é que a obra dele estava toda lá à venda menos o que eu queria.

Tenho e adorei. Boa recomendação.

Editado por Detlef

Compartilhar este post


Link para o post

Agatha Christie (principalmente Poirot), Edgar Allan Poe, Conan Doyle são aqueles básicos. Mas o meu favorito de todos que não se pode falhar é o "Nome da Rosa" do Umberto Eco.

 

Ah, e se gostares minimamente de história da Roma Antiga, lê também os do Steven Saylor, a colecção Roma Sub Rosa é muito, muito bom.

 

O Fernando Pessoa, ou um dos seus alter não tem uns policiais também?

Compartilhar este post


Link para o post

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisa de ser membro desta comunidade para poder comentar

Criar uma conta

Registe-se na nossa comunidade. É fácil!

Criar nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Autentique-se agora
Entre para seguir isso  

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Popular Agora

  • Outros membros neste tópico

    Nenhum utilizador registado está a visualizar esta página.

×
×
  • Criar Novo...