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[Musica] Hip Hop

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Citação de Che, Em 13/05/2022 at 11:04:

É um álbum do Kendrick, uma pessoa é obrigada a ouvir e ler o genius para encompassar a totalidade da mensagem. 

Sonoricamente não é algo mainstream, abaixo do Damn e do Good kid mad city, talvez abaixo do to pimp a butterfly. 

É um hip-hop jazz backpack conscious rap. 

200.gif

Depois do flop que foi o donda 2, que não ouvi nem tive interesse em ouvir, levar com Os Maias em modo hip-hop não me vai dar para pôr no carro aos altos berros. 

O bad bunny salvou as vibes do verão.

Vou ouvir muito a Die Hard do Kendrick no verão tho

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Citação de Robe, há 10 minutos:

Vou ouvir muito a Die Hard do Kendrick no verão tho

Vou ouvir e ler o álbum agora mas na primeira escuta não tens aquele swagger estilo bdkmv, alright, I, não tens bangers estilo humble, DNA, loyalty. 

Mas do Kendrick o que conta é o que sai da caneta.

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Shoutout para a Auntie Diaries. Provavelmente a primeira vez que ouvi alguém desta magnitude explorar estas temáticas. E é feito com uma sensibilidade e uma transparência notável. Há aspetos do álbum que às vezes fazem-no parecer uma espécie de sequela espiritual ao TPAB; um mergulhar ainda mais profundo nos problemas que cercam as comunidades afro-americanas. Enquanto que o TPAB tem o seu qu^e de empowering - Alright, I - este lida com demónios ainda mais pesados. Também é empowering, mas toca bem mais fundo na ferida. Por isso mesmo sinto que este foi o álbum mais tocante que ele já fez. È extremamente emotivo ver alguém com 34 anos, solidificado como um dos GOATs, a abrir-se desta forma e a ter vontade de se melhorar enquanto ser humano. Só consigo pensar nas pessoas que vão ouvir tracks como a Father Time, a Auntie Diaries ou a Mother I Sober e vai recolher algo de positivo para as suas vidas. Isto é muito maior do que replay value ou material para rádio. O negativo do álbum para mim são algumas faixas do meio. Há um par delas que não me disseram nada, um bocado como aconteceu com o Damn. Com 18 faixas as odds disso ocorrer são maiores, pelo que de certa forma nem me chateia muito. Also props para a We Cry Together. Ve-se ali bem as influencias do Eminem old school

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Citação de Pablo Honey, há 6 horas:

Shoutout para a Auntie Diaries. Provavelmente a primeira vez que ouvi alguém desta magnitude explorar estas temáticas. E é feito com uma sensibilidade e uma transparência notável. Há aspetos do álbum que às vezes fazem-no parecer uma espécie de sequela espiritual ao TPAB; um mergulhar ainda mais profundo nos problemas que cercam as comunidades afro-americanas. Enquanto que o TPAB tem o seu qu^e de empowering - Alright, I - este lida com demónios ainda mais pesados. Também é empowering, mas toca bem mais fundo na ferida. Por isso mesmo sinto que este foi o álbum mais tocante que ele já fez. È extremamente emotivo ver alguém com 34 anos, solidificado como um dos GOATs, a abrir-se desta forma e a ter vontade de se melhorar enquanto ser humano. Só consigo pensar nas pessoas que vão ouvir tracks como a Father Time, a Auntie Diaries ou a Mother I Sober e vai recolher algo de positivo para as suas vidas. Isto é muito maior do que replay value ou material para rádio. O negativo do álbum para mim são algumas faixas do meio. Há um par delas que não me disseram nada, um bocado como aconteceu com o Damn. Com 18 faixas as odds disso ocorrer são maiores, pelo que de certa forma nem me chateia muito. Also props para a We Cry Together. Ve-se ali bem as influencias do Eminem old school

Aquilo é Kim v2

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Também venho aqui um pouco contra a corrente e dizer que para mim está no nível do "DAMN.": 3 ou 4 grandes sons, mas o resto a puxar para o meh, não fiquei com vontade de repetir a audição da maioria do álbum.

Adoro o Kendrick, é um dos meus rappers favoritos e dificilmente alguma vez deixará de ser, mas o meu problema com ele em relação aos últimos 2 álbuns é que o "To Pimp a Butterfly" tocou-me tanto, culminando no incrível concerto dele no SBSR em 2016, para além de ser genial a nível sónico e lírico, que não consigo sentir, tanto o "DAMN." como este, trabalhos que andem sequer lá perto, falta ali coisas. Ambos não me fizeram levantar da cadeira, tirar da zona de conforto ou soltar um grito de euforia.

Dito isto, mantenho que a "Mother I Sober" é de uma qualidade inacreditável, é dos melhores sons da sua carreira.

Editado por Peplin

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Parece que de madrugada sai novo álbum do Drake

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Ta toda a gente a cagar de saco no álbum do Drake, mas eu ouvi uns sons agora e lowkey curto. Sempre preferi está faceta dele do que o Drake a tentar ser um rapper sério. Ao menos aqui dá para bater pézinho

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Estas músicas de elevador do Drake prometem imenso. E muito cuidado com o Jimmy Cooks. Som do ano. 

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Citação de Pablo Honey, há 54 minutos:

Ta toda a gente a cagar de saco no álbum do Drake, mas eu ouvi uns sons agora e lowkey curto. Sempre preferi está faceta dele do que o Drake a tentar ser um rapper sério. Ao menos aqui dá para bater pézinho

Tenho dois principais problemas com o álbum:

1) Dentro deste género, preferia trinta vez ouvir outros artistas, acho que o Drake até já fez coisas giras dentro deste registo (havia uma que acho que até era unreleased que era muito porreira até, mas não me sai o nome agora) mas isto no geral é mediano pa crl. É uma boa música para passar na Zara, não vai incomodar ninguém que lá entre, mas também ninguém vai sacar do Shazam para ver que música é que tá a dar para ouvir depois.

2) A falta de commit ao que está a fazer, músicas como a Sticky e a Jimmy Cooks estão completamente fora de sítio e nem sequer precisavam de estar aqui. Estão aqui porque é o mesmo problema que tem havido nos últimos projetos todos do Drake, onde parece um chavalo que tá com medo que lhe apontem o dedo e digam qualquer coisa depreciativa, portanto tem de cobrir as bases todas e dizer "eu sei fazer isto, tão a ver?".

Lá está, para mim é só mais uma desilusão, que, como disse, ele já fez coisas giras dentro deste registo e quando vi o que ia ser até tinha expectativas de ser algo muito fixe, mas esta m*rda, para mim, concorre com o álbum do Jack Harlow para produto mais insípido do ano.

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Estou a ouvir e acho que seria automaticamente melhor se fosse outro cantor qualquer que não o Drake. Pelo menos alguém que não estivesse sobre o efeito de meio Xanax.

Editado por Spikey

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Falling back é provavelmente a pior música do ano

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estou aqui no meu quarto a chorar por ele nunca ter dado aquele concerto no nos alive. o meu maior medo é morrer sem ver Kendrick ao vivo

 

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Que me lembre, é a primeira vez que o Joey fala tão abertamente da sua relação com o Steez numa música. Os singles têm estado muito fixes. Aguardo um bom álbum

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Citação de Pablo Honey, Em 22/07/2022 at 13:15:

🔥

Tão bom!

Noutro registo, a "Massive", do novo álbum do Drake, está muito fixe, também. @El Shafto, odeia-me, por favor.

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