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Sporting - Presidência, SAD e Análises Financeiras

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Citação de Cra, há 2 horas:

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Xandao a entrar para o lugar do Elias ahah

A maoiria dessa equipa tinha lugar no Sporting de hoje.

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Vou ser chato mais uma vez mas porque é que já está toda a gente outra vez a bater no ceguinho quando diz ali que há irregularidades e que o pedido não integra o conceito de justa causa? 

 

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Citação de Longineu, há 10 minutos:

Vou ser chato mais uma vez mas porque é que já está toda a gente outra vez a bater no ceguinho quando diz ali que há irregularidades e que o pedido não integra o conceito de justa causa? 

Porque isto é o Sporting, onde todos mandam mesmo que não percebam um crl do que estão a dizer.

Editado por Ghelthon
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Citação de Longineu, há 14 minutos:

Vou ser chato mais uma vez mas porque é que já está toda a gente outra vez a bater no ceguinho quando diz ali que há irregularidades e que o pedido não integra o conceito de justa causa? 

 

Haja alguém com bom senso. É que falar em democracia implica falar em muitos conceitos, incluindo, sem a este se limitar, ao conceito da legalidade. Quando alguém tiver ai a deliberação, que faça o favor de partilhar. Depois disso, opinem. Antes disso, é só fazer barulho por fazer. Faz-me lembrar um individuo aqui no fórum que dizia "ui os X penaltis demonstram quem foi beneficiado, já se sabia". Perguntava outro "mas viste o jogo?". Responde o primeiro "não, mas para marcarem tantos é porque foi roubado". Classic.

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Citação de w0, há 22 minutos:

Haja alguém com bom senso. É que falar em democracia implica falar em muitos conceitos, incluindo, sem a este se limitar, ao conceito da legalidade. Quando alguém tiver ai a deliberação, que faça o favor de partilhar. Depois disso, opinem. Antes disso, é só fazer barulho por fazer. Faz-me lembrar um individuo aqui no fórum que dizia "ui os X penaltis demonstram quem foi beneficiado, já se sabia". Perguntava outro "mas viste o jogo?". Responde o primeiro "não, mas para marcarem tantos é porque foi roubado". Classic.

Citação

Presidente da Mesa da Assembleia Geral comunicou decisão

Rogério Alves, presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sporting Clube de Portugal, falou esta terça-feira ao Jornal Sporting para dar a conhecer aos Sócios a decisão tomada em relação ao pedido de convocatória de uma Assembleia Geral de destituição. 

“A Messa da Assembleia Geral (MAG) deliberou por unanimidade rejeitar o requerimento que nos foi apresentado no dia 7 de Janeiro visando a realização de uma AG cuja ordem de trabalhos seria a destituição dos Órgãos Sociais com invocação de justa causa. Tratou-se de uma deliberação da MAG e não do seu presidente porque a isso corresponde a distribuição de competências que está prevista nos estatutos”.

“Esta rejeição tem fundamentos de forma e fundo. Os primeiros têm a ver com o processo de recolha de assinaturas e a absoluta falta de garantias que correspondem a muitas dúvidas sobre quais os documentos que foram disponibilizados aos 383 subscritores que assinaram o documento. Até pelas informações prestadas pelos próprios representantes dos requerentes fica claro que o documento foi sendo alterado, fica claro que existe um documento e um manifesto e fica claro também, nomeadamente pela referência feita ao adiamento do Congresso Leonino, que essa menção não era conhecida na data em que se iniciou o processo de recolha de assinaturas. A MAG ficou com dúvidas insanáveis sobre quais terão sido os elementos que foram proporcionados aos subscritores no momento em que assinaram o documento que lhes foi entregue”.

“Por esta dúvida e porque nos termos dos estatutos um único requerimento tem de ser assinado por Sócios que representem mais de mil votos. É fundamental garantir que estamos sempre a falar do mesmo requerimento sob pena de haver mais do que um. Isso seria uma forma de contornar o comando estatutário que é muito claro: um requerimento igual para todos aqueles que o venham a assinar. Esta razão é suficiente em si mesma para proceder ao indeferimento”.

“Porém, a MAG não se quis ficar por esta razão de forma que seria suficiente para indeferir o que nos era pedido. Quisemos aproveitar esta ocasião para analisar o próprio conceito de justa causa. Mais uma vez por unanimidade, e convém dizer isto aos Sportinguistas para ganharmos alguma imunidade em relação às notícias que têm sido publicados, deliberámos o seguinte. Os estatutos do Sporting Clube de Portugal impõem, nos termos que lá estão descritos, a justa causa para a destituição dos Órgãos Sociais. Essa justa causa tem de ser prévia à própria convocatória da AG porque se não fosse assim, estaríamos a esvaziar e a fazer letra morta daquilo que os estatutos dizem. Estaríamos a transformar o conceito de justa causa previsto nos estatutos e que nos obriga a todos, nomeadamente à MAG, numa coisa vazia que seria uma causa qualquer. A qualquer grupo de Associados, representando mais de mil votos, bastar-lhe-ia invocar uma causa qualquer, independentemente da sua natureza, daquilo a que respeitasse, do Órgão Social ou do membro a que dissesse respeito, uma causa qualquer para que se realizasse uma AG. A MAG não partilha esse entendimento”.

“Entendemos que, se está nos estatutos que a AG tem como condição de convocatória a existência de uma justa causa, então a MAG tem de indagar se os fundamentos do requerimento constituem uma justa causa. E o que é uma justa causa? Uma violação grave dos estatutos do Sporting CP que suscite a impossibilidade de continuação do mandato, essa sim a ser julgada pelos Sócios. Ou seja, os Sócios, em face da ocorrência de uma justa causa, dirão que, ainda assim, o mandato prossegue ou é revogado. Se não for assim, estar nos estatutos a justa causa ou não, seria o mesmo, ou seja, seria destruir um conceito que, nos termos da lei, foi acolhido pelos nossos estatutos. Era como se não existisse. A MAG entendeu que é necessário num requerimento deste tipo que sejam apontadas violações aos estatutos ou à lei que, pela sua gravidade, possam constituir uma justa causa e, nesse quadro, serem colocadas à apreciação dos Sócios para que, confrontados com a existência da justa causa, possam deliberar se o Órgão Social continua ou se vê o seu mandato revogado por cessação. Se não fosse assim, o conceito de justa causa seria extinto dos estatutos porque a MAG não faria nada que não fosse dizer ao seu presidente para marcar a AG, fosse qual fosse o pedido”.

“Todos podemos imaginar a enorme variedade de pedidos que poderiam ser feitos como por exemplo perdermos um jogo de andebol ou basquetebol, que o presidente não visitou um determinado Núcleo ou que não promoveu determinada iniciativa. Embora pudéssemos ter simplesmente indeferido o pedido por razões de forma, explicámos detalhadamente o nosso ponto de vista e analisámos ainda assim os fundamentos apontados e constatámos que esses fundamentos, ou porque dizem respeito a uma entidade que não é o Clube mas a SAD ou porque não incorporam violações dos estatutos mas, alegadamente, o incumprimento de promessas eleitorais. Ou até porque referem potenciais violações dos estatutos dos quais sobreviveram apenas duas”.

“Por um lado, temos a questão da Gala que é invocada e que deverá ser feita preferencialmente numa data e não o foi. Por outro lado, o adiamento do Congresso Leonino, cujas circunstâncias conhecemos e que entendemos que não constitui potencialmente uma justa causa de destituição. Por último, quero esclarecer que esta é uma decisão jurídica, de uma análise detalhada e consistente numa matéria que é obviamente controversa e que tem várias abordagens. Há quem entenda, num plano mais radical, que basta invocar uma causa qualquer para desencadear uma AG, o que para nós aniquilaria o conceito de justa causa. Estar prevista nos estatutos ou não seria o mesmo, a não ser nos casos em que alguém pedisse uma AG sem qualquer causa, o que é difícil de imaginar”.

“Há ainda outra perspectiva mais radical que diz só se poderia levar à AG uma justa causa depois de o Conselho Fiscal e Disciplinar ou um Tribunal ter declarado que aquilo é uma justa causa e só então o assunto poderia ser colocado à apreciação dos Sócios. Nós temos uma visão intermédia: não é necessário que mais ninguém intervenha no escrutínio da justa causa. O que é fundamental é que a MAG faça uma filtragem para verificar se os fundamentos do requerimento cumprem ou não as exigências dos estatutos”.

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Depois de anunciar e fundamentar a decisão tomada por unanimidade, Rogério Alves fez ainda questão de desvalorizar a possível interposição de uma providência cautelar.

“À MAG não compete especular sobre o que é que os requerentes, em função do requerimento, poderão fazer. Em primeiro lugar, a MAG procurou divulgar junto do universo Sportinguista não só a sua deliberação, mas também os fundamentos da sua deliberação. Acreditamos que é uma deliberação bem sustentada, com razões jurídicas fortes e com uma lógica que é facilmente compreendida por quem a lê. Obviamente, há pessoas que podem não estar de acordo porque num estado de direito democrático as pessoas podem não só discordar como podem accionar os meios que a lei lhes faculta para reagirem contra deliberações que são tomadas por quem tem a competência e a legitimidade para as tomar”.

“Neste caso, a MAG tem a competência e a legitimidade para tomar esta deliberação. Se, da parte de alguém, houver inconformismo relativamente ao que foi deliberado, temos de encarar isso com fair play, tranquilidade e civismo. Se lidarmos uns com os outros dentro deste quadro de convívio não poderemos levar a mal que as pessoas reajam recorrendo aos meios que entendam que a lei lhes faculta para reagirem. Naturalmente, não vale a pena especular sobre o que pode vir a acontecer. Estamos aqui para informar o que deliberámos e porquê e quisemos fazê-lo de uma forma detalhada para que todos possam fazer o seu juízo e conhecer o fundamento do que foi requerido e a razão pela qual foi indeferido”.

 

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Citação de Longineu, há 52 minutos:

Vou ser chato mais uma vez

Oh.... 😂

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Citação de Duluoz-, há 3 minutos:

É mesmo preciso explicar a diferença entre o que se passava no clube em 2013 e agora?

Eu estou a falar das assinaturas recolhidas e nao do estado em que o clube se encontra. Qual é a diferença entre agora e 2019?

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Visitante
Citação de w0, há 59 minutos:

Haja alguém com bom senso. É que falar em democracia implica falar em muitos conceitos, incluindo, sem a este se limitar, ao conceito da legalidade. Quando alguém tiver ai a deliberação, que faça o favor de partilhar. Depois disso, opinem. Antes disso, é só fazer barulho por fazer. Faz-me lembrar um individuo aqui no fórum que dizia "ui os X penaltis demonstram quem foi beneficiado, já se sabia". Perguntava outro "mas viste o jogo?". Responde o primeiro "não, mas para marcarem tantos é porque foi roubado". Classic.

Sim e ao outro basta dizer "houve irregularidades" sem sequer ter de as provar. Realmente o teu exemplo bate certo mas para os dois lados.

Parece-me a mim que mais de 3000 sócios numa manifestação é o suficiente para se ouvir e perceber de uma vez por todas qual o rumo que se quer tomar se ele qual for, aliás, o Varandas se fosse minimamente inteligente era o que faria e por iniciativa própria. Ninguém pode querer liderar com 39% quando nem o maior de número de votos teve, tem o seu trabalho perpetuamente minado e condiciona-o a si próprio o que não é bom para ninguém na posição que ocupa. Escuta, eu sempre achei que o Varandas não é a pessoa certa para o cargo que ocupa, acho o Benedito muito mais preparado do ponto de vista da formação e muito mais capaz como líder, independentemente disso, fosse o Benedito na posição do Varandas e defenderia o mesmo, a única maneira de "calares" a base da pirâmide é deixares que a base vote a teu favor,  é histórico, é simples.

O próprio Varandas sabe que não é líder por maioria absoluta e isso só prejudica (fosse ele ou outro), não tenho dúvidas que teria feito um melhor e mais relevante trabalho se não perdesse tempo em guerrinhas para se tentar afirmar ao invés de deixar a grande franja de sportinguistas que tinha aquando da eleição afirmá-lo por si. Começou o mandato a mandar tiros no pés, foi verdinho, o grande problema é continuar a ser. O seu restante mandato vai ser sempre isto, se quer liderar com autoridade tem que sair reforçado numa AG, assim sai mais fragilizado.

Editado por Visitante

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Citação de Lewa, há 20 minutos:

Sim e ao outro basta dizer "houve irregularidades" sem sequer ter de as provar. Realmente o teu exemplo bate certo mas para os dois lados.

Parece-me a mim que mais de 3000 sócios numa manifestação é o suficiente para se ouvir e perceber de uma vez por todas qual o rumo que se quer tomar se ele qual for, aliás, o Varandas se fosse minimamente inteligente era o que faria e por iniciativa própria. Ninguém pode querer liderar com 39% quando nem o maior de número de votos teve, tem o seu trabalho perpetuamente minado e condiciona-o a si próprio o que não é bom para ninguém na posição que ocupa. Escuta, eu sempre achei que o Varandas não é a pessoa certa para o cargo que ocupa, acho o Benedito muito mais preparado do ponto de vista da formação e muito mais capaz como líder, independentemente disso, fosse o Benedito na posição do Varandas e defenderia o mesmo, a única maneira de "calares" a base da pirâmide é deixares que a base vote a teu favor,  é histórico, é simples.

O próprio Varandas sabe que não é líder por maioria absoluta e isso só prejudica (fosse ele ou outro), não tenho dúvidas que teria feito um melhor e mais relevante trabalho se não perdesse tempo em guerrinhas para se tentar afirmar ao invés de deixar a grande franja de sportinguistas que tinha aquando da eleição afirmá-lo por si. Começou o mandato a mandar tiros no pés, foi verdinho, o grande problema é continuar a ser. O seu restante mandato vai ser sempre isto, se quer liderar com autoridade tem que sair reforçado numa AG, assim sai mais fragilizado.

Se para ti uma amostra de 3000 sócios, sendo que a maioria é afeta a claques que têm a sua própria agenda para querer o Varandas fora do Sporting, é suficiente para representar o universo Sportinguista então não vale a pena. Existe meios legais para convocar uma AG de desitutição onde depois todos os sócios poderão votar e fazer-se ouvir acerca da (não) continuidade do Varandas, isto sim é democracia. O que tu queres que aconteça é exactamente o oposto. 

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Visitante
Citação de migxstoper, há 48 minutos:

Se para ti uma amostra de 3000 sócios, sendo que a maioria é afeta a claques que têm a sua própria agenda para querer o Varandas fora do Sporting, é suficiente para representar o universo Sportinguista então não vale a pena. Existe meios legais para convocar uma AG de desitutição onde depois todos os sócios poderão votar e fazer-se ouvir acerca da (não) continuidade do Varandas, isto sim é democracia. O que tu queres que aconteça é exactamente o oposto. 

Eu quero que toda a gente tenha a oportunidade de dizer o que pensa.

E btw, como digo há anos aqui no fórum e fora, claques é tudo m*rda sejam elas quais forem. No entanto conheço bastante gente que lá esteve e que não lá esteve e que simplesmente não quer o Varandas e votaram nele. Mascarar isso com claques é distorcer a verdade.

Editado por Visitante

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Citação de Lewa, há 44 minutos:

Eu quero que toda a gente tenha a oportunidade de dizer o que pensa.

E btw, como digo há anos aqui no fórum e fora, claques é tudo m*rda sejam elas quais forem. No entanto conheço bastante gente que lá esteve e que não lá esteve e que simplesmente não quer o Varandas e votaram nele. Mascarar isso com claques é distorcer a verdade.

E não têm? Não existe AG's no Sporting?

Mas como é que é dizer que a manifestação foi das claques é distorcer a verdade? A manifestação foi literalmente convocada pela Juve Leo sendo que o Diretivo também se associou. Eu não quero que não haja contestação nem que seja tudo a favor do Varandas, só estou a dizer que existe meios para levantar essa contestação e se for o caso pedir uma AG destitutiva. Não respeitar isto e ir atrás das claques é bater mais no fundo do que continuar com o Varandas, independentemente do que ele está a fazer ou irá fazer daqui em diante, e é importante perceber isso sem estar cego pela vontade de o tirar de lá.

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Não é uma pergunta com segundas intenções, mas eram mesmo 3000 sócios? Ou sócios e simpatizantes?

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Citação de Cra, há 3 horas:

Eu estou a falar das assinaturas recolhidas e nao do estado em que o clube se encontra. Qual é a diferença entre agora e 2019?

A mesa da AG era diferente, se a memória não me engana era de uma lista adversária à que ganhou a presidência. Existiam problemas gravíssimos a nível estrutural no clube e estava a ser preparado mais um ataque ao clube e aos seus estatutos. Os resultados negativos foram apenas a parte que fez o copo transbordar pois o assalto ao clube e o desrespeito pelos sócios já vinha acontecendo há muito tempo. Somando a isto tudo, essas eleições foi o que se sabe. A justa causa era óbvia e a marcação da AG foi um método de pressão.

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Citação de HIM, há 6 horas:

1. Nesta data deliberou, por unanimidade, indeferir o requerimento apresentado a 7 de Janeiro de 2020 pelos Sócios António Luís Barbosa Lonet Delgado e Carlos Manuel Barbieri Serra Mourinha, no qual se solicitava a convocação de uma Assembleia Geral comum extraordinária, tendo como ponto único deliberar a revogação com justa causa do mandato dos titulares de todos os Órgãos Sociais do Sporting Clube de Portugal.

 

Porra, mas não há um Joaquim António Silva, ou um Manuel José de Sousa da vida no Sporting?

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Citação de Slade, há 7 horas:

A maoiria dessa equipa tinha lugar no Sporting de hoje.

Esse plantel era melhor que o actual. Aliás, tirando o Jesus e talvez o Jardim, nunca vi um treinador no meu clube que fizesse o seu plantel render sequer... 50% daquilo que ele realmente valia.

De resto, e mais uma vez: é possível defender duas ideias antagónicas e ainda assim elas não se contradizerem, amigos. Felizmente, não se aprovou uma AG que podia abrir (mais) uma caixa de Pandora no clube. Porque se os maus resultados desportivos começarem a ser justa causa para uma destituição, o Sporting vira definitivamente uma república das bananas (já o é, mas ainda se vão salvando algumas coisas) e os próximos presidentes nem este ano e meio lá duram.

O Varandas é um pobre coitado que não sabe nada do que é necessário para gerir um clube desta dimensão. Quem o acompanha é tão incompetente ou pior que ele. A sensibilidade dele para gerir as massas (no pun intended) e a sua capacidade de comunicação são equivalentes às de uma parede. Mas o homem está carregadinho de razão nesta "guerra" (termo engraçado, dado que foram em grande parte as acções de guerrilha de um lado que colocaram o outro no poder).

  • Concordo! 2

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Citação de Axadrezado, há 2 horas:

Porra, mas não há um Joaquim António Silva, ou um Manuel José de Sousa da vida no Sporting?

lembrei-me do mesmo 🙂

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Estamos numa situação muitíssimo delicada. Por um lado, o Sporting não demonstra qualquer desenvolvimento a nível desportivo e a divisão entre os adeptos é cada vez maior e mais radical. Por outro lado, expulsar presidentes como se fossem treinadores ou jogadores cria um precedente muito perigoso.

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Citação de Axadrezado, há 4 horas:

Porra, mas não há um Joaquim António Silva, ou um Manuel José de Sousa da vida no Sporting?

Os Martim Lourenço Melo do Valle e Brito Vasconcelos são bastante mais comuns neste clube. E foi a coisa que mais me saltou à vista quando estes órgãos sociais tomaram posse, só dois ou três deles é que tinham 4 nomes ou menos 😂

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Citação de Axadrezado, há 20 horas:

Porra, mas não há um Joaquim António Silva, ou um Manuel José de Sousa da vida no Sporting?

😂😂😂

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Sporting. A incompetência é justa causa para destituição? Então, 80% das direções foram incompetentes (por Nuno Saraiva)

Quem me conhece sabe que, no último ano e meio, tenho vindo a refletir, de forma distanciada e tão desapaixonada quanto me é possível – o que é quase ficção –, sobre a realidade do Sporting Clube de Portugal. Se me perguntarem se me arrependo de algumas das coisas que fiz enquanto diretor de comunicação do meu Clube, a resposta é “obviamente que sim”. Mas isso não é novidade para ninguém. Também não é surpresa, para quem comigo partilha este amor clubístico, a angústia em que vivo pela situação que nos encontramos e pelos resultados desportivos a roçar a mediocridade com que temos que conviver, semana após semana, no que ao futebol diz respeito.

Já os outros, os que não me conhecem e que se dedicam exclusivamente a julgar caracteres que ignoram e a comentar a espuma dos dias, vão, muito provavelmente, ficar surpreendidos com esta reflexão. Ou porque preferiam que eu alinhasse com a turba que, diariamente, defenestra o Presidente do Sporting por todo o lado, ou, com a outra turba, que dirá qualquer coisa do género “Hum! A conversa deste gajo traz água no bico, só pode”.

Mas enfim, agora que o Dr. Rogério Alves já foi juiz em causa própria, um contrassenso abençoado pelos Estatutos, vamos lá falar de coisa séria e que, quero acreditar, nos apaixona a todos, que é o nosso Sporting Clube de Portugal.

Em primeiro lugar, devo dizer que me assusta a forma fácil e leviana como falamos de destituições, exclusivamente em função de estados de alma. O que está em cima da mesa, e no debate público, não é se o atual Presidente do Clube e restante Direção cometeram algum ato que seja violador dos Estatutos do Sporting ou se atentaram contra a legalidade lesando a Instituição, de modo a terem que ser afastados compulsivamente dos cargos que ocupam. Não, o que estamos a discutir é uma eventual destituição tendo por justa causa, exclusivamente, a incompetência para o exercício da função.

Avançar por este caminho é um precedente perigosíssimo, na medida em que, de futuro, qualquer Presidente que, por exemplo, não ganhe um campeonato, arrisca-se a ser destituído. Como é óbvio, a incompetência nunca pode ser justa causa para destituição. Se o aceitarmos, estamos a dizer que, na nossa história que caminha para os 114 anos, 80% das direções deviam ter sido destituídas por indecente e má figura desportiva no que ao futebol profissional diz respeito.

A avaliação da competência é, numa Instituição como a nossa, naturalmente, política. E, em democracia, as avaliações políticas da competência fazem-se, desejavelmente, em eleições. Naturalmente que pode questionar-se, considerando o atual contexto de profunda divisão e fratura e um certo ambiente de “guerra civil”, para citar palavras de Frederico Varandas na entrevista televisiva desta semana, se deveria ou não o atual Presidente atender ao descontentamento e procurar uma legitimação eleitoral. Mas isso é coisa diferente de destituir porque sim, porque é incompetente ou porque tem dificuldades óbvias em comunicar, só para dar alguns exemplos.

Esta questão conduz-me a uma reflexão mais profunda sobre os atuais Estatutos do Sporting Clube de Portugal e à jurisprudência, fixada em janeiro de 2013, após deliberação por um tribunal sobre a providência cautelar interposta por Godinho Lopes para tentar impedir uma Assembleia Geral com vista à sua destituição, e que entrega nas mãos dos Sócios o poder de deliberar, em Assembleia Geral, sobre a justa causa de uma destituição.

Desenganem-se os que, de forma superficial, desonesta ou ignorante, virão dizer que esta reflexão é uma defesa de Frederico Varandas. Nada disso! Este texto é, tão só, uma contribuição modesta para o que julgo ser a defesa institucional do Sporting Clube de Portugal.

Dito isto, julgo ser urgente uma revisão estatutária que nos garanta que nenhum Presidente do Clube esteja refém ou à mercê de mil votos, o que pode, por exemplo, significar que uma Assembleia Geral destitutiva possa ser convocada por “apenas” 100 Sócios, desde que cada um deles tenha a habilitação eleitoral de 10 votos.

Dir-me-ão alguns “é a democracia a funcionar”. Não é, digo eu. É até uma perversão se, como no passado ou no presente, a motivação maior for emocional ou condicionada por maus resultados desportivos. É por isso que não pode, de maneira nenhuma, a bem do Sporting Clube de Portugal, ser tão fácil desencadear o impeachment de um Presidente ou de uma Direção. Tal como não pode ser tão simples a propositura de um candidato à Presidência do Clube. Se não aumentarmos a exigência do número de votos para que o processo se formalize, continuaremos a ter candidatos que proliferam como cogumelos a cada ato eleitoral.

Por outro lado, a mesma revisão estatutária, deverá, na minha opinião, contemplar a tipificação das circunstâncias – necessariamente graves, lesivas da honra e do bom nome do Clube e que ponham em causa o regular funcionamento da Instituição, desde que devidamente comprovadas – em que a justa causa para a destituição se inscreve, como aliás consta de vários pareceres assinados por especialistas em direito administrativo e direito societário e acontece em instituições e associações que funcionam e se regem de forma idêntica ao Sporting Clube de Portugal

Ao mesmo tempo, a apreciação e validação dos pressupostos de realização de uma Assembleia Geral, com estas características ou motivações, deve ser feita por um órgão especialmente vocacionado para análise das questões de natureza disciplinar, e com independência face aos demais órgãos sociais respeitando assim o princípio sagrado da separação de poderes.

E, portanto, de duas, uma: ou reabilitamos um Conselho Leonino que atue, verdadeiramente, como “Parlamento” do Clube e órgão máximo entre AG’s, habilitado a tomar decisões e eleito pelo método D’Hondt, e não sirva apenas de poleiro para que os seus membros possam, de 15 em 15 dias, ir comer croquetes para a Tribuna e camarotes de Alvalade. Ou, o que sinceramente prefiro, regressamos ao modelo de um Conselho Fiscal e Disciplinar, eleito de forma proporcional e independente dos restantes órgãos sociais, que se pronuncie, de forma vinculativa, sobre estas matérias.

Este modelo impediria, inclusive, a aberração que é termos um Presidente da Mesa da Assembleia Geral a analisar e decidir sobre um pedido de destituição de si próprio e restante Mesa, como aconteceu por estes dias.

Em paralelo, deveria estar contemplada nos estatutos a possibilidade de recurso à ferramenta da moção de censura ou moção de desconfiança, a apresentar, discutir e votar em Assembleia Geral, dependendo a sua aprovação de uma maioria de dois terços dos Sócios credenciados para votar, isto é, do universo total dos Associados presentes até ao fecho das acreditações.

Por fim, nesta revisão dos Estatutos deveria ser inscrita a realização de uma segunda volta eleitoral, com possibilidade de recomposição das listas concorrentes, de modo a assegurar bases de apoio mais amplas e consensos mais alargados. Um Clube como o nosso não pode continuar a ter presidentes eleitos com pouco mais de 30% ou 40% dos votos, o que contamina a viabilidade de um mandato inteiro e fomenta, ainda mais, a divisão entre Sportinguistas.

Alguns perguntarão porque não opino sobre o que se passou em 2018 e que culminou na Assembleia Geral Extraordinária de 23 de junho. Como é evidente, como compreenderão e por imperativos éticos e dever de confidencialidade, jamais farei, a menos que tenha que defender a minha honra, quaisquer comentários públicos sobre esta ou outras matérias do foro interno do Clube e da SAD a que tenha tido acesso por via do cargo que exerci.

Em conclusão, e sem falsas modéstias, este parece-me ser um bom princípio de conversa para, de forma séria e racional, tratarmos do futuro e da governabilidade do Sporting Clube de Portugal.

Bom texto do Nuno Saraiva (sim, o cromo que era diretor de comunicação).

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