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Jone Sampaoli

Praxe suspensa em Coimbra devido a agressões a alunas de Psicologia

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Guest fiasco

havia de ser com a minha namorada, no dia seguinte o "doutor" tava a dar consultas no fundo do tejo.

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havia de ser com a minha namorada, no dia seguinte o "doutor" tava a dar consultas no fundo do tejo.

 

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Admito que haja quem goste da praxe, mesmo quando ela é puxada. E não tem nada a ver com défices de qualquer ordem. Eles divertem-se mesmo com as palhaçadas que fazem e entram no espírito de tal forma que aceitam os castigos que recebem. No fundo, é o espírito de fraternidade que se revela e os faz levar, de livre e espontânea vontade, todo e qualquer abuso como uma prova de afirmação perante os colegas e todo o corpo académico.

Porém, sei que este tipo de casos não é tão frequente como seria preferível. Especialmente em cursos pequenos e essencialmente de raparigas.

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Diverti-me muito mais a ser praxado.

 

Acrescento que não me senti violado quando às 3 da tarde, todo bêbado, fui mostrar o cu ao ISCAA.

 

 

em cada isqueiro, há um panelei*o !

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Se é essa é a tua experiência e tudo o que vês à volta, então duas coisas:

 

1) foste muito mal praxado

2) andas por sítios muitos maus

Afinal parece que é assim em todo o lado.

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Aqui, maioria prefere ser praxado a praxar

E é verdade. Falo por mim, claro.

Diverti-me muito mais a ser praxado.

 

Acrescento que não me senti violado quando às 3 da tarde, todo bêbado, fui mostrar o cu ao ISCAA.

 

 

p.s. já fui mestre de curso há uns bons anos, já sai da uni faz uns anitos, mas porra, quando tava a praxar tava com inveja deles, nenhuma preocupação no mundo, a fazerem m*rda só por fazerem, a divertirem-se, a rirem-se pq tavam a deslizar num toldo cheio de banha de porco, azeite e manteiga... eles a fazerem isso e eu a pensar que depois daquela praxe tinha de ir fazer 10 horas de investigação para a minha tese.

 

O mundo tá cheio de trabalho, aquelas horas de praxe são coisa que nunca mais se vai repetir, quem não percebe esse espirito é pq lhe falta algo no que toca a felicidade.

Compreendo o que sentes.

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Então? Lê o tópico.

Aparentemente há sempre resquícios de um dos pontos que eu referi.

 

Eu li. Tu é que parece que só leste o que te interessou.

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isto é um parvalhão bêbedo que desatou à chapada e cabeçada porque foi contrariado. A única diferença entre ele e os trolhas que saem à noite para andar à porrada foi que bateu em duas caloiras numa praxe.

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Sábias palavras caro colega!

:prayer:

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Docentes de Letras fazem petição para interditar praxe académica indigna em Coimbra

 

Um grupo de docentes da Faculdade de Letras de Coimbra pôs, neste domingo, a circular entre os colegas um abaixo-assinado a solicitar aos órgãos da universidade a interdição de certas formas de praxe académica que consideram indignas.

 

 

A iniciativa surge um dia depois de ter sido noticiado que certas formas de praxe foram suspensas pelos veteranos de Coimbra e que se abriu uma averiguação ao caso que envolve duas estudantes de Psicologia que se queixaram de terem sido agredidas quando se recusaram, numa noite, a serem praxadas.

 

Catarina Martins, uma das promotoras do abaixo-assinado, disse à Lusa que tais práticas, dentro e fora das instalações da faculdade, põem em causa a imagem da instituição, e são atentatórias “ao que deve ser a universidade e a sua função”, de educação para a cidadania, promoção dos direitos individuais, do saber e do sentido crítico.

 

Afirma que os docentes promotores do documento entendem que “não podem continuar a ficar passivos face à passividade dos órgãos responsáveis”.

 

Invasões de aulas por grupos de alunos de outras faculdades, cânticos obscenos envolvendo o nome de docentes e “coacção violenta a alunos”, gravadas em vídeo de forma ilegal, são alguns dos comportamentos que identifica e censura.

 

“Há práticas que violam a liberdade e dignidade de cada um, com um carácter profundamente sexualizado, com linguagem fortemente obscena, e são violentas”, sublinha a docente.

 

Afirma que o abaixo-assinado, dirigido ao director da faculdade, que o deverá fazer chegar ao reitor, assume uma “posição relativamente branda, que pretende ser construtiva e gerar uma consensualidade, reflectindo porém um repúdio que, na maior parte dos casos, é bem mais profundo do que os termos do texto”.

 

No decurso do ano lectivo – afirmam no preâmbulo – “vários/as docentes desta faculdade observaram diversas práticas associadas à chamada “praxe académica” que se apresentaram como actos de humilhação, de atemorização e de atentado à dignidade dos/as estudantes. Apesar do repúdio e do temor que alguns/mas estudantes sentem em relação a estas práticas, as queixas contra as mesmas não são formalizadas devido ao receio de retaliações”.

 

Pedem uma intervenção dos órgãos da faculdade no “sentido de esclarecimento dos/as estudantes relativamente aos seus direitos”, alertando no início do ano os novos alunos para a possibilidade de recusarem a praxe, distribuindo material informativo sobre o assunto, envolvendo nessas acções o Núcleo de Estudantes, e criando estruturas de apoio aos antipraxistas.

 

João Luís, responsável máximo pelo Conselho de Veteranos da Universidade de Coimbra, órgão que tutela a praxe académica, responde que os docentes da Faculdade de Letras têm todo o direito de tomar as posições que entenderem, mas escusou-se a comentá-las, por desconhecer o seu conteúdo.

 

“Se às pessoas falta educação não é a praxe que lha dá. Todos os anos apelamos à moderação e dizemos-lhes que a praxe é para as pessoas se divertirem, e não para extravasar frustrações pessoais”, declarou João Luís.

 

Considera “impossível controlar atitudes menos próprias”, e salienta que algumas acções que designam de praxe não o são, e os prevaricadores quando são identificados são chamados à razão, ou punidos, de acordo com o Código da Praxe.

 

http://publico.pt/Sociedade/docentes-de-letras-fazem-peticao-para-interditar-praxe-academica-indigna-em-coimbra-1540325

 

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De doentio não tem nada. Se as práticas- estas sim, doentias- que o corpo de docentes está a denunciar forem verdade, este abaixo-assinado só peca por tardio.

 

E para os professores se andarem a incomodar com as praxes é porque muita coisa já está fora de controlo...

Editado por 13thReverend

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Os docentes ficam sempre incomodados com as praxes, dado que, por norma, há situações onde os alunos faltam às aulas e chegam a haver salas vazias.

Editado por Vaart

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Os docentes ficam sempre incomodados com as praxes.

Muitas vezes nem ligam

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Os docentes ficam sempre incomodados com as praxes, dado que, por norma, há situações onde os alunos faltam às aulas e chegam a haver salas vazias.

Uma coisa é ficarem incomodados, outra é andarem a incomodar-se. A 2ª implica uma ação. É o caso. ;)

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Na minha faculdade querem acabar com a praxe há já pelo menos 3 anos e esteve para acabar à 20 e tal anos, altura em que os génios tiveram a bela ideia de fechar os caloiros no pavilhão principal, parte deles foi parar ao hospital por falta de ar.

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Que desconhecimento para aqui vai e que hiperbolização estúpida. Eu até acho que este ano tem havido menos praxe que no anterior e já no ano passado a achei redutora tendo em conta aquilo que ouvia falar e que soube que se passa, por exemplo, no Porto. Eu tive praxe no ano passado, praxei este ano e posso dizer que a praxe foi bem calminha e muito divertida, apesar de ter noção que o meu curso não tem tanta tradição, já que é muito recente. Deu para aprender, conhecer pessoas, rir, aprender que às vezes não é tudo como eu quero e que há pessoas acima de mim, tudo com respeito e um bom espírito, algumas vezes até demasiado benevolente, na minha opinião.

 

Eu entendo as críticas que se fazem, mas ler, por exemplo, o Código de Praxe nunca fez mal a ninguém. A praxe tem um bom intuito, quem faz uso dela é que por vezes não, apesar de serem casos pontuais. Mas já que parece que o objectivo é o acabar com toda a tradição, tanto de quem faz asneira como de quem depois exagera e generaliza, parece que iremos perder, mais tarde ou mais cedo, uma daquelas coisas que traz outra 'magia' à Universidade, haja bom praxistas e boa educação.

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Agora querem acabar com a praxe devido aos constantes abusos, alunos a iam bêbedos para as aulas e a causar distúrbios, fazerem barulho durante o período de aulas, danos a propriedade da faculdade ...

 

Que desconhecimento para aqui vai e que hiperbolização estúpida. Eu até acho que este ano tem havido menos praxe que no anterior e já no ano passado a achei redutora tendo em conta aquilo que ouvia falar e que soube que se passa, por exemplo, no Porto. Eu tive praxe no ano passado, praxei este ano e posso dizer que a praxe foi bem calminha e muito divertida, apesar de ter noção que o meu curso não tem tanta tradição, já que é muito recente. Deu para aprender, conhecer pessoas, rir, aprender que às vezes não é tudo como eu quero e que há pessoas acima de mim, tudo com respeito e um bom espírito, algumas vezes até demasiado benevolente, na minha opinião.

 

Eu entendo as críticas que se fazem, mas ler, por exemplo, o Código de Praxe nunca fez mal a ninguém. A praxe tem um bom intuito, quem faz uso dela é que por vezes não, apesar de serem casos pontuais. Mas já que parece que o objectivo é o acabar com toda a tradição, tanto de quem faz asneira como de quem depois exagera e generaliza, parece que iremos perder, mais tarde ou mais cedo, uma daquelas coisas que traz outra 'magia' à Universidade, haja bom praxistas e boa educação.

O código não vale a ponta dum chavelho a partir do momento em quem aplica as praxes está mais interessado em descarregar nos outros, e aposto que cerca de 60% dos "doutores" nunca pôs a vista em cima do código, limitam-se a seguir os outros.

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