UnReal Publicado 21 Setembro 2017 Cheguei a ler 5000€ + IVA. Eles supostamente disponibilizam é condições que te permitem pagar só depois de arranjares emprego e coisas desse género, mas não deve ser para toda a gente Compartilhar este post Link para o post
lordbifana Publicado 21 Setembro 2017 Cheguei a ler 5000€ + IVA. Eles supostamente disponibilizam é condições que te permitem pagar só depois de arranjares emprego e coisas desse género, mas não deve ser para toda a gente pois foi o que tinha ouvido tb...aquele no iscte ao que parece eles oferecem uma bolsa e o curso é de borla ou bastante acessível Compartilhar este post Link para o post
Immobile Publicado 21 Setembro 2017 Preciso da vossa ajuda. Com o estatuto trabalhador estudante, tenho que tipo de direitos no emprego? Ouvi falar em que tinha direito aos dias das frequências, mas achei bom demais. Compartilhar este post Link para o post
w0 Publicado 21 Setembro 2017 Trz: http://www.pgdlisboa.pt/leis/lei_mostra_articulado.php?artigo_id=1047A0089&nid=1047&tabela=leis&pagina=1&ficha=1&so_miolo=&nversao=#artigo Artigos 89 a 96 Qq duvida diz Compartilhar este post Link para o post
Immobile Publicado 21 Setembro 2017 És grande, amigo. Muito obrigado. De qualquer maneira estou a ver alíneas aí que não acredito rigorosamente nada que as empresas cumpram. Compartilhar este post Link para o post
pedrituh_9 Publicado 21 Setembro 2017 A minha namorada em dias de exames, testes ou apresentações tem direito ao dia, penso que é isso. A chefe até lhe costuma dar o dia anterior mas como ela trabalha por turnos acaba por ser mais fácil depois compensar. Compartilhar este post Link para o post
lastdance Publicado 21 Setembro 2017 Talvez haja aqui alguém que já tenha passado por isto e saiba explicar: - Eu sou trabalhador por conta de outrem mas vou realizar um trabalho por conta própria que vou ter de facturar. Isso terá de ser feito a recibo verde, certo? Quanto tenho de pagar de impostos e qual a via para o fazer? O valor a facturar será à volta de 300 euros. Obrigado desde já ;) EDIT: estive a ver melhor e deve ser um ato isolado Por acaso estou na mesma situação que tu. :mrgreen: Pelo que estive a ler, dará para fazer acto isolado. Sendo trabalhador por conta de outrem, nao sei se podes fazer ato isolado. Se na altura já não fores, é na boa. Até 10k pagas só IVA salvo erro. Compartilhar este post Link para o post
Poeira Publicado 21 Setembro 2017 Alguém aqui é/já foi/já tentou ser assistente de bordo? Não tentei, mas sou capaz de conseguir ajudar. Compartilhar este post Link para o post
pedrituh_9 Publicado 21 Setembro 2017 Se não for sobre o processo de recrutamento também posso ajudar. Compartilhar este post Link para o post
Malaik0 Publicado 21 Setembro 2017 Alguém aqui é/já foi/já tentou ser assistente de bordo? Manda vir Compartilhar este post Link para o post
Poeira Publicado 21 Setembro 2017 Cada companhia tem o seu próprio processo de recrutamento. Mas sim, a formação específica (na qual se incluem os tais testes de conhecimento e físicos) é garantida e demora sempre algumas semanas. Isto já contando que és seleccionado, no caso das que conheço. E acima de qual ordenado mínimo? O português? Duvido muito. De resto sim, há cada vez mais gente a procurar (mas também há muitas vagas), e é algo que não consigo ver ninguém a fazer sem ter algum prazer/paixão pelo trabalho. Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 22 Setembro 2017 É no Canadá e dá 9$ acima do ordenado mínimo mensal cá da província, o que, para quem vive sozinho, não dá para nada. Mas claro, só se fazem, em média, 75~90h por mês, o que num emprego normal são duas semanas...mas tenho lido que é assim por todo o lado. Como as companhias oferecem bónus interessantes, como as viagens grátis, aproveitam para lixar um bocado o pessoal no ordenado. O pior é que como os horários são lançados de mês a mês também fica complicado arranjar um part-time. Eu concorri porque via-me a fazer isso sem problema mas se depois de saber o salário fiquei um bocado de pé atrás, então depois de perceber que o recrutamento é tão seletivo ainda pior fiquei... Vou ver como corre a entrevista. Vou ter de pedir dispensa do trabalho para ir, eles disseram no e-mail que pode demorar até 3h :medinho: E não tem per diems? Por estar fora em viagem não recebes mais X? Por exemplo a TAP é uma das poucas companhias aéreas onde a pessoa que serve cafés no avião ganha mais ao fim do mês do que o engenheiro altamente especializado que anda a negociar dezenas e centenas de milhões. Compartilhar este post Link para o post
nopla Publicado 29 Setembro 2017 Estou com a cabeça feita em água. Long story super short: Desiludi-me com o jornalismo. Estou a poucos dias de defender a minha dissertação/relatório de estágio e é tudo o que me falta para ser mestre em jornalismo. Pelo caminho, como alguns sabem, estagiei no Record. Pelo caminho, também, eles sempre mostraram interesse em mim (tanto que deram à minha reportagem menção de capa e me deixaram assinar, mesmo sendo proibido). No entanto - como também referi aqui - comecei a pensar lançar-me para as companhias aéreas. Tanto por me querer ir embora daqui, como pela experiência e, obviamente, a remuneração. Assim foi. À segunda tentativa, que foi hoje, fiquei para a última fase de recrutamento da Hi Fly e, apesar de eles não dizerem logo, tenho 90% de certezas que fiquei, porque a minha entrevista correu muito bem. Até aqui tudo normal. Até que, também hoje, me ligaram (o director adjunto) do Record para dizerem que me querem contratar e que, passados 6 meses, iria para os quadros. Algo que, no jornalismo actual, é quase impensável. A partir deste momento a minha cabeça ficou feita em água. Por um lado, queria aventurar-me nas companhias aéreas e sei que seria uma experiência incrível, sobretudo na Hi Fly, que fica longas temporadas fora. Por outro, tenho o director adjunto do Record a voltar a falar comigo (convidaram-me para o CM/CMTV e rejeitei) e a dizer-me que sou a primeira escolha. Logo eles, que já nem contratam. Também há o facto de não ter gostado assim tanto da experiência lá, btw. Em suma: estou desiludido com o jornalismo, muito mesmo. Além de que é uma proposta financeiramente irrisória, mas que me abre algumas perspectivas na área. Quanto a ser assistente de bordo, não foi o que sempre quis, mas hoje depois de ficar até ao fim no meio de mais de 70 pessoas, deu-me outro ânimo. Estou pior que estragado. Não sei mesmo o que fazer e tenho de decidir até ao fim de semana. Não gosto muito de expor a minha vida pessoal, mas faço-o porque preciso de conselhos sem ser do meu círculo próximo. Compartilhar este post Link para o post
Enzo Dios Perez Publicado 29 Setembro 2017 Estou com a cabeça feita em água. Long story super short: Desiludi-me com o jornalismo. Estou a poucos dias de defender a minha dissertação/relatório de estágio e é tudo o que me falta para ser mestre em jornalismo. Pelo caminho, como alguns sabem, estagiei no Record. Pelo caminho, também, eles sempre mostraram interesse em mim (tanto que deram à minha reportagem menção de capa e me deixaram assinar, mesmo sendo proibido). No entanto - como também referi aqui - comecei a pensar lançar-me para as companhias aéreas. Tanto por me querer ir embora daqui, como pela experiência e, obviamente, a remuneração. Assim foi. À segunda tentativa, que foi hoje, fiquei para a última fase de recrutamento da Hi Fly e, apesar de eles não dizerem logo, tenho 90% de certezas que fiquei, porque a minha entrevista correu muito bem. Até aqui tudo normal. Até que, também hoje, me ligaram (o director adjunto) do Record para dizerem que me querem contratar e que, passados 6 meses, iria para os quadros. Algo que, no jornalismo actual, é quase impensável. A partir deste momento a minha cabeça ficou feita em água. Por um lado, queria aventurar-me nas companhias aéreas e sei que seria uma experiência incrível, sobretudo na Hi Fly, que fica longas temporadas fora. Por outro, tenho o director adjunto do Record a voltar a falar comigo (convidaram-me para o CM/CMTV e rejeitei) e a dizer-me que sou a primeira escolha. Logo eles, que já nem contratam. Também há o facto de não ter gostado assim tanto da experiência lá, btw. Em suma: estou desiludido com o jornalismo, muito mesmo. Além de que é uma proposta financeiramente irrisória, mas que me abre algumas perspectivas na área. Quanto a ser assistente de bordo, não foi o que sempre quis, mas hoje depois de ficar até ao fim no meio de mais de 70 pessoas, deu-me outro ânimo. Estou pior que estragado. Não sei mesmo o que fazer e tenho de decidir até ao fim de semana. Não gosto muito de expor a minha vida pessoal, mas faço-o porque preciso de conselhos sem ser do meu círculo próximo. Acima de tudo, e tendo possibilidade de escolha, convém fazer algo de que gostes. Há algumas questões que deves colocar, e só tu poderás dar-lhes respostas. - Será que uma nova experiência no jornalismo te proporcionaria uma experiência pouco cativante como a que tiveste enquanto estagiário? E aqui, há que ter em conta que a proposta é para trabalhar na mesma empresa. - O que é que te desiludiu na tua experiência e que é que te desilude actualmente no jornalismo? É o jornalismo em si ou modo de actuar da empresa? Se a tua desilusão for mais com as práticas da empresa do que propriamente com o jornalismo então é provável que continues a sentir-te pouco realizado ali, independentemente do que faças. Por outro lado, é possível que te sentisses mais realizado noutra empresa e ao cortares com o jornalismo nesta fase inicial provavelmente estarás a hipotecar as tuas hipóteses de sucesso na área. - Será que não te sentirias mais realizado a partir do momento em que entrasses para os quadros ou até noutro tipo de funções que mais tarde pudesses vir a desempenhar? - Um emprego como hospedeiro numa companhia aérea é algo estável ou há mudanças periodicamente? Com o passar dos anos, não dão preferência a malta mais jovem? Posso estar com uma ideia errada do funcionamento das companhias aéreas mas das poucas vezes em que viajei os hospedeiros no máximo andavam ali na casa dos trinta e poucos. - Será que esse emprego na companhia aérea é algo que te entusiasme no momento mas que com o tempo possa passar ou é algo que te imagines a fazer durante muitos anos? É uma escolha difícil. Se fosse só pelo lado emocional, dir-te-ia para ficares com o emprego na companhia aérea, ainda para mais se a possibilidade de te ires embora te entusiasma assim tanto. Mas também há o lado racional que tem que ser tido em conta, tens uma proposta de emprego na tua área que outrora te cativou e te poderá abrir portas. Se a tua desilusão for mesmo com o jornalismo e não com práticas da empresa, acho que devias optar pela companhia, não és nem serás o primeiro nem o último a desiludir-se com o curso que tirou. Se o que te desilude for a empresa em si ou as suas práticas, tens que ter em conta que a proposta é exactamente para ali mas que se fores um bom profissional poderás ver outras portas abertas futuramente ou até desempenhares funções mais do teu agrado dentro daquela mesma empresa. Nesse caso já convém ponderar muito na decisão e evitar tomar uma decisão precipitada. Compartilhar este post Link para o post
Totoro Publicado 29 Setembro 2017 Nopla dois pontos que acho importante considerares. 1ª Quais seriam as perspectivas de crescimento num e no outro trabalho. Por vezes não te podes só fixar no ordenado inicial se depois tens possibilidade de crescer, tenta comparar os dois e vê o que melhor futuro te da. 2º Relativamente ao trabalho no Record tens que pensar o quão tolerável foi a experiente, tens que por as coisas em porque podes sempre ir para um sitio pior. A ideia que tenho é que uma grande maioria das pessoas acaba num trabalho por responsabilidade e não num emprego no qual lhe dá o maior gozo a fazer. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 30 Setembro 2017 - Um emprego como hospedeiro numa companhia aérea é algo estável ou há mudanças periodicamente? Com o passar dos anos, não dão preferência a malta mais jovem? Posso estar com uma ideia errada do funcionamento das companhias aéreas mas das poucas vezes em que viajei os hospedeiros no máximo andavam ali na casa dos trinta e poucos. Este ponto é muito importante, na minha opinião. E é complicado pelos 2 lados, porque o jornalismo também está pela hora da morte. Contudo, creio que em termos de carreira, tendencialmente será mais duradoura do que a assistência de bordo. Compartilhar este post Link para o post
UnReal Publicado 30 Setembro 2017 (editado) Sem fazer consideração alguma sobre as carreiras em concreto, para mim é simples ver que uma opção te entusiasma e a outra não. Está mais de metade do caminho feito. Editado 30 Setembro 2017 por UnReal Compartilhar este post Link para o post
pedrituh_9 Publicado 30 Setembro 2017 A carreira de assistente de bordo, do que conheço não é pouco duradoura. Simplesmente, quanto mais velho passas para os voos de longo curso. Por isso é que nos voos dentro da Europa a maioria da malta é bastante jovem. Em voos de longo curso, já se vê malta mais velha. Inclusive, são necessários 2 chefes de cabine (2º patamar mais elevado) e 1 supervisor (patamar mais elevado). Isto na TAP. É claro que há malta que vai saindo porque só tem ideia de ficar lá um tempo, ganhar algum e sair para algo que se calhar se interesse mais. Mas não acho que seja da carreira mas sim das opções das pessoas. Compartilhar este post Link para o post
Pan Publicado 30 Setembro 2017 Ora bem, ao fim de ano e nove meses fora, confirma-se que vou voltar a Portugal. Volto em Janeiro, mas fico a trabalhar remotamente para a mesma empresa. Estou radiante! @w0, obrigado pela ajuda. A empresa vai acabar por se registar em Portugal comigo como representante legal para efeitos fiscais, fica mais fácil. Compartilhar este post Link para o post
Fajo Publicado 30 Setembro 2017 Então é assim Nopla, eu na tua situação iria sem pensar duas vezes para o Record. A carreira de comissário de bordo é curta, portanto é algo de passagem. Aliás, nos últimos anos quem tem ido para lá é malta licenciada que por norma não consegue nada na área, e então aproveita para ganhar alguma bagagem financeira e sempre vão conhecendo pessoas/sítios novos. Tu tendo a possibilidade de entrar num dos melhores jornais desportivos a nível nacional qual é a dúvida? Estás um pouco desiludido com o teu curso e estágio que fizeste? Acontece a muitos de nós, acredita (por vezes o que nos é facultado na Universidade é muito curto, e a passagem teórica para o contexto prático é brutal). Efectivarem-te (ou teres essa possibilidade, pelo que te foi transmitido) não é para qualquer um, o que quer dizer que és mesmo alguém com muito talento na área. Depois de entrares lá para dentro, vais ganhando estatuto e poderás depois encaixar na área que mais gostas com o passar do tempo. Dou-te os parabéns por teres essa possibilidade, e se fosse eu ia já amanhã para lá ;-) Compartilhar este post Link para o post
Pan Publicado 30 Setembro 2017 Estou com a cabeça feita em água. Long story super short: Desiludi-me com o jornalismo. Estou a poucos dias de defender a minha dissertação/relatório de estágio e é tudo o que me falta para ser mestre em jornalismo. Pelo caminho, como alguns sabem, estagiei no Record. Pelo caminho, também, eles sempre mostraram interesse em mim (tanto que deram à minha reportagem menção de capa e me deixaram assinar, mesmo sendo proibido). No entanto - como também referi aqui - comecei a pensar lançar-me para as companhias aéreas. Tanto por me querer ir embora daqui, como pela experiência e, obviamente, a remuneração. Assim foi. À segunda tentativa, que foi hoje, fiquei para a última fase de recrutamento da Hi Fly e, apesar de eles não dizerem logo, tenho 90% de certezas que fiquei, porque a minha entrevista correu muito bem. Até aqui tudo normal. Até que, também hoje, me ligaram (o director adjunto) do Record para dizerem que me querem contratar e que, passados 6 meses, iria para os quadros. Algo que, no jornalismo actual, é quase impensável. A partir deste momento a minha cabeça ficou feita em água. Por um lado, queria aventurar-me nas companhias aéreas e sei que seria uma experiência incrível, sobretudo na Hi Fly, que fica longas temporadas fora. Por outro, tenho o director adjunto do Record a voltar a falar comigo (convidaram-me para o CM/CMTV e rejeitei) e a dizer-me que sou a primeira escolha. Logo eles, que já nem contratam. Também há o facto de não ter gostado assim tanto da experiência lá, btw. Em suma: estou desiludido com o jornalismo, muito mesmo. Além de que é uma proposta financeiramente irrisória, mas que me abre algumas perspectivas na área. Quanto a ser assistente de bordo, não foi o que sempre quis, mas hoje depois de ficar até ao fim no meio de mais de 70 pessoas, deu-me outro ânimo. Estou pior que estragado. Não sei mesmo o que fazer e tenho de decidir até ao fim de semana. Não gosto muito de expor a minha vida pessoal, mas faço-o porque preciso de conselhos sem ser do meu círculo próximo. Mano, eu no teu lugar ia para o Record. Toda a gente que conheço em companhias aéreas faz algum dinheiro fixe, mas em termos de saúde, descanso, vida pessoal....saem claramente prejudicados e estão sempre à procura de um "way out", que acaba por nunca aparecer porque financeiramente teriam que perder muito. A solução acaba por ser emigrar permanentemente e fazer coisas fora da área de estudo ou interesse. É um mundo complicado. Compartilhar este post Link para o post
pm2lp Publicado 30 Setembro 2017 Aceitar propostas irrisórias, nessa ou em qualquer área é meio caminho andado para a degradação das profissões... E a conversa do "mas se eu não aceitar alguém vai" só se aplica se não tiveres qualquer valor e se te achares igual aos outros. Posto isto, eu não pensava duas vezes e na tua situação ia para a companhia área. Compartilhar este post Link para o post
johan Publicado 30 Setembro 2017 Eu sei que isto funciona tudo à base da remuneração e tudo mais, mas… O que te faria realmente feliz, Nopla? Acho que é pertinente, não sei, para mim é. Entre ganhar bateladas e não ter tempo para coçar o cu ou fazer o que gosto e ter uma vida minimamente aceitável… Não sei. :unsure: Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 30 Setembro 2017 No teu lugar escolheria Record. As razões já foram todas apontadas. Hospedeiro ganhavas mais uns trocos, mas ao fim de meio ano ou gostavas muito daquilo ou já estarias de rastos. Estando o Record a apostar tanto em ti, é porque poderás ter oportunidades engraçadas. E às vezes ter desafios interessantes e alguém a te dizer "bom trabalho" é mais importante do que mais 250€ no fim do mês. A oportunidade no Record acredito que seja circunstancial, daqui a 1 ano provavelmente já não terás. Hospedeiro conseguirás sempre. Ou seja, se no Record não correr bem tens sempre o plano B. Compartilhar este post Link para o post
gunthi Publicado 30 Setembro 2017 No teu lugar escolheria Record. As razões já foram todas apontadas. Hospedeiro ganhavas mais uns trocos, mas ao fim de meio ano ou gostavas muito daquilo ou já estarias de rastos. Estando o Record a apostar tanto em ti, é porque poderás ter oportunidades engraçadas. E às vezes ter desafios interessantes e alguém a te dizer "bom trabalho" é mais importante do que mais 250€ no fim do mês. A oportunidade no Record acredito que seja circunstancial, daqui a 1 ano provavelmente já não terás. Hospedeiro conseguirás sempre. Ou seja, se no Record não correr bem tens sempre o plano B. Era isto que estava a pensar aconselhar. O trabalho de estagiário é (quase) sempre desapontante. Se é um emprego na tua área de formação que apesar de desilusão atual deve ser/ter sido em algum momento da vida a tua paixão/vocação e ainda por cima no jornal desportivo com maior tiragem nacional eu não pensava duas vezes e ia para o Record, ainda por cima com a possibilidade de passar para os quadros passados 6 meses. Se depois desses 6 meses continuares com a opinião que não deves seguir jornalismo, tens sempre N companhias para tentares a sorte novamente. Quanto a remuneração não faço a mínima ideia da média do setor, mas é a tal cena... deverás ter sempre melhor qualidade de vida e mais tempos livres do que como hospedeiro. Compartilhar este post Link para o post